Photoshop – crie você mesmo cartões de Natal

Faça você mesmo seus cartões e presenteie amigos e parentes com as suas criações.

As festas de final de ano estão a chegar e não encontrou nenhum cartão que fosse do seu gosto? Pois então faça você mesmo o seu usando o Photoshop CS4! Além de poder usar as imagens que você quiser, o cartão ficará à sua maneira e a mensagem pode ser a que escolher. Personalize da capa ao conteúdo em passos muito simples.
Abra o seu Photoshop CS4 e mãos à obra!
Parte Exterior:
1) Crie um novo documento. No primeiro menu suspenso, escolha “International Paper” (Papel internacional) e em seguida A4. Utilize a folha A4 para que você consiga imprimir em casa.

2)  Tecle CTRL + R para activar as réguas. Agora, determine o meio da página com uma linha horizontal: clique na régua de cima e arraste. A linha azul clara deve ficar próxima do número 14 na régua vertical.

3)  Agora vá ao Google e pesquise as imagens que preferir para montar seu cartão. Se já as tiver no seu computador, é hora de abri-las. Se for à web, pode escolher entre copiar a imagem ou guardá-las no seu disco rígido.
4)  Vamos começar a cuidar dessas imagens que escolheu. Se elas tiverem fundo branco, primeiro apague a camada de fundo clicando com o botão da direita em seguida “Delete Layer” (Deletar camada). Depois, com a ferramenta varinha mágica (tecle W no teclado para usar o atalho), clique no branco do fundo para seleccionar e apagá-lo.

5)  Selecione tudo teclado CTRL + A e copie com CTRL + C. Volte à janela onde estava a montar o cartão e cole com CTRL + V. Se a sua imagem ficou pequena como esta, pode aumentá-la. Aperte CTRL + T e aumente para o tamanho que quiser; ainda pode girar a imagem colocando o mouse nos cantos e arrastando. Quando terminar, aperte ENTER.

6)  Feito isso, agora pode repetir este processo com outras imagens que tiver no seu computador.
7)  Agora vamos utilizar formas para dar cor e variedade de estilos no seu cartão. Seleccione a ferramenta para criação de formas geométricas. Mantenha o clique pressionado para ver as opções de formas e seleccione a que lhe agradar. Lembre-se de que a escolher a cor certa faz toda a diferença. Neste caso, vamos usar um vermelho escuro.


8)  Podemos usar várias imagens. Por exemplo, o enfeite de bola. Repita o Passo 4 para remover o fundo da imagem. Por hora vamos deixá-la pequeno para não chocar com a imagem grande da árvore. Tecle CTRL + J para duplicar a camada. Faça quantas vezes preferir só tome cuidado para não exagerar.
9)  Escolha uma delas (ou todas) para alterar a cor. Seleccione a camada correspondente à bolinha que você quer mudar a cor. Clique em “Image” (imagem), depois em “Adjustments” (Ajustes) e por último em “Color Balance” (Equilíbrio de Cores). Altere as opções até que a bolinha fique da cor que você preferir. Lembre-se que existem as opções “Shadow” (sombra), “Midtones” (Tons médios) e “Highlights” (Cores claras), será necessário alterar em cada uma delas para que o efeito se torne mais real.
Observação: você pode recortar partes de imagens para repeti-las no seu cartão. Seleccione coma ferramenta Laço para delimitar o pedaço da imagem que quer.


10) Depois, é só organizar da maneira que achar melhor. Agora vamos adicionar texto. Clique na ferramenta texto e seleccione as opções de cor e fonte que você achar melhor. Para este cartão, foi utilizada a fonte Candara, tamanho 54pt.

11) Para adicionar o gorro do Papai Noel no seu cartão, faça o mesmo processo que fez com as outras imagens. Depois que encontrar a posição correcta, pressione CTRL + T e em seguida o botão de transformação livre. A sua imagem deve ficar como o exemplo 2. Arraste os cantos e as hastes com bolinhas nas pontas para direccionar o gorro de modo que ele pareça estar em perspectiva.

Parte Interior:

1) Agora que já temos a capa criada, vamos desenvolver a parte interior do cartão. Crie uma nova página e repita os passos 1 e 2 da parte exterior.
2) Importe as imagens que escolher e recorte-as utilizando o passo 4 da parte exterior.
3) Como se trata da parte em que vai escrever, lembre-se de manter a opacidade baixa. Faça as alterações necessárias na imagem usando o passo 4, em seguida seleccione a camada e na janela “Layers” (Camadas) coloque o valor do campo “Opacity” (Opacidade) em 50% ou menos.

4) No interior, pode dar um tratamento especial à imagem. Clique em “Filters”, “Artistic” e depois em “Cutout” (veja a imagem). Aceda à mesma opção de filtros mas clique em “Poster Edges” (Posterizar bordas), veja a imagem para configurar. Por último, vá a “Filters”, “Distort” (Distorcer) e depois em “Diffuse Glow” (Brilho difuso). A sua imagem deve ficar parecida com a da imagem abaixo. Não esqueça de reduzir a opacidade.


5) A ferramenta livre de transformação também funciona em formas geométricas. Pressione CTRL + T e o botão para a transformação citado no passo 11 da parte exterior e modele à vontade.
6)    Para finalizar, se quiser crie linhas com a ferramenta Texto para escrever sua mensagem à mão. Clique e arraste para criar uma caixa de texto e faça vários traços por baixo (underline). Pressione CTRL + T e gire para ficar do formato do seu cartão e aperte ENTER. Você ainda pode digitar a sua mensagem, se preferir.

Repita os passos quantas vezes achar necessário. A quantidade de repetições dependerá da quantidade de imagens que decidir usar. Quando terminar, salve em JPG e imprima! Lembre-se apenas de virar a folha de modo que o lado em branco fique para cima. Assim a sua impressão frente e verso ficará correcta. Use sua criatividade e faça vários cartões de natal para distribuir entre seus amigos e familiares, será uma boa forma de presenteá-los.

Se preferir, existem outras maneiras de fazer seu cartão de Natal. Os programas MonkeyPhoto e Photo Card Maker são boas opções para quem prefere fazer seus cartões com o auxílio de programas específicos. E pra quem já os quer prontos, os Cartões de Natal: Árvore 2 e Cartão de Natal: Árvore 3 são outras opções bastante práticas.

Quando existem problemas técnicos no meo iptv

Amigos apenas vos queria indicar que sempre que tenham problemas com a MEO por iptv, por vezes não val a pena ligar ao serviço de apoio tecnico, porque depois ficamos a aguardar um ou dois dias para virem a residencia resolverem o assunto, se porventura não se esquecerem.

Depois de ter desses problemas e ficar bastante tempo a espera como os tecnicos não apareciam, lembrei-me de ligar a deco a ver o que me diziam, foi a melhor coisa que fiz, depois da informação dos mesmos.

Então façam assim:- vão ao google e pesquisem o PROVEDOR DOS CLIENTES DA PORTUGAL TELECOM.

Enviem um e-mail dirigido ao Sr provedor, a relatar os assuntos, e reeviem esse mesmo e-mail para o serviço de apoio a cliente, é remédio santo logo pela manha alguem telefoma para voces a perguntar qual o problema, e pouco tempo depois surgiram na residencia dois tecnicos para resolver o assunto.

Eu agora só faço assim é remedio certo, já não me preocupo nada o contacto com o serviço tecnico de apoio aos clientes isto é remedio santo para resolverem os problemas.

Rute rui

Dúvidas sobre Windows 7

O meu computador corre o Windows 7?

Todos os computadores que tenham o Windows Vista instalado, têm, sem excepção, as capacidades para executar o Windows 7.

Para aqueles que mesmo assim, tenham questões sobre a capacidade da máquina correr o Windows 7, podem descarregar a aplicação Windows 7 Upgrade Advisor. Esta, efectua uma análise ao seu computador e dá-lhe o resultado. Pode descarregar esta ferramenta em http://www.microsoft.com/windows/windows-7/get/upgradeadvisor.aspx .

Quero dar uma volta no Windows 7 antes de comprar. Como faço?

Infelizmente a versão RC (release candidate) já não está disponível.

A Microsoft disponibilizou-a durante vários meses e quem instalou pode usá-la até Junho de 2010.

Esteve disponível neste endereço: http://www.microsoft.com/portugal/windows/windows-7/default.aspx . Mas com o lançamento oficial do sistema operativo no final de Outubro, a Microsoft acabou com o período de testes.

Agora, só pode experimentar a versão Enterprise que está disponível neste endereço: http://technet.microsoft.com/pt-br/evalcenter/cc442495.aspx?ITPID=sprblog .

Estou a pensar comprar um computador. Já vem com Windows 7?

Se o comprar em Novembro e for uma máquina acabadinha de sair, de certeza que já vem com Windows 7.

No entanto, muitas máquinas serão ainda vendidas com o Windows Vista. A Microsoft já explicou que será disponibilizado o programa Opção de Actualização para Windows 7, que permite aos consumidores que comprarem um computador com Windows Vista, versões Home Premium, Business ou Ultimate terem acesso à actualização para Windows 7 referente à respectiva versão, sem qualquer custo adicional.

Quantas versões do Windows 7 vão existir?

Existem 3 versões: a Home Premium, a Ultimate e a Professional.

Tendo em consideração que o habitat familiar mudou muito nos últimos anos (mais de um computador por residência), a Microsoft decidiu lançar uma versão da Home Premium que se adequa a esta nova realidade. Chama-se Family Pack e permite que o sistema operativo seja instalado em até três computadores.

A instalação do Windows 7 é mais rápida do que a do Vista?

Sim, a Microsoft reduziu o número de quadros que necessitam de intervenção do utilizador e também colocou menos aplicações de raiz no sistema operativo. Aplicações como o Messenger, Photo Gallery e Movie Maker são agora oferecidos em download opcional dentro do pacote Windows Live Essentials.

Quanto me vai custar o Windows 7?

Windows 7 Home Premium: 199,99€

Windows 7 Professional: 309€

Windows 7 Ultimate: 319€

Posso instalar a versão final por cima da RC?

Sim, mas vai ter de efectuar uma instalação do zero. Ou seja, perder as aplicações instaladas. Existe uma forma de conseguir fazer a actualização do sistema, mas a Microsoft não a recomenda.

Tendo o Vista Ultimate, posso actualizar para o Windows 7 Home Premium?

Não. O Windows 7 só permite fazer upgrades para versões equivalentes do Vista. Ou seja, para actualizar para o Windows 7 Ultimate, só se tivesse o Windows Vista Ultimate. Se não for o caso, terá de fazer uma instalação do zero.

Quer dizer que vou perder tudo?

Só as aplicações instaladas. Já desde o Windows Vista que existe uma ferramenta (Windows Easy Transfer) que permite guardar as pastas que pretende aceder no novo sistema operativo.

Durante a instalação, vai ser criado um ficheiro chamado Windows.old. Este, contém esses ficheiros que podem, terminada a instalação, ser novamente copiados para os locais que desejar. As aplicações, essas, vai ter de as instalar novamente.

Então e se tiver o Windows XP?

O processo é igual. O upgrade para Windows 7 só é suportado a partir do Windows Vista.

É mais fácil utilizar o Windows 7 do que o Vista?

Mais fácil e mais apelativo visualmente. Criar uma nova pasta no Windows implica fazer dois cliques. No 7, existe um botão de Nova Pasta directamente na janela do Explorador do Windows.

E mais um, de dezenas de outros exemplos: pode mudar a resolução do ecrã com apenas dois cliques no rato. O menu do 7 está muito bem desenhado, com ícones apelativos e com um simples clique de botão podemos interagir com determinado equipamento.

O menu Iniciar foi retocado?

À primeira vista, não há grandes alterações entre o menu Iniciar do Vista e o do Windows 7. Mas é engano. Para além do brilho no botão redondo do Windows, a verdade é que as barras que surgem neste menu, estão diferentes.

A busca está mais limpa, quando começamos a fazer uma busca a janela fica toda limpa surgindo apenas os seus resultados. O mais curioso é que se clicar em ver mais resultados vai ter acesso a uma nova caixa onde o termo que inseriu na busca vai surgir sublinhado a amarelo. Algo que ajuda bastante visualizar os resultados procurados de forma mais rápida.

Agora também é possível pré-visualizar os programas que estão abertos na Barra de tarefas. Basta passar o cursor por cima do ícone para que surja uma miniatura da aplicação. Se deslocar o cursor para cima desse pequeno quadrado, a janela é maximizada e pode ver o programa em pormenor. Para o utilizar, basta clicar no rato.

Esta nova funcionalidade é excelente para quem trabalha com muitas janelas em simultâneo e perde o fio à meada com frequência. Assim, consegue saber o que está em cada janela sem grande esforço.

O Windows 7 só carrega, por definição, cinco ícones. O ícone que mostra o Ambiente de Trabalho não é considerado nestes cinco.

Já não há gadgets?

A barra lateral do Windows Vista já não existe no 7. Mas basta pressionar com a tecla direita do rato no Ambiente de Trabalho para aceder ao botão Miniaplicações. Depois, o funcionamento é semelhante ao Vista.

E segurança? O 7 é o mais seguro de sempre?

Sim, a Microsoft fez um grande esforço para tornar o Windows 7 uma verdadeira fortaleza. O Windows 7 estreia o Centro de Acção. Este é um aperfeiçoamento do Centro de Segurança que estreou com o Service Pack 2 do Windows XP.

O Centro de Acção dá acesso directo às ferramentas de segurança, manutenção e cópia de segurança do Windows 7. Também é o responsável por emitir avisos sempre que algo não está bem. Por exemplo, se é preciso actualizar o antivírus ou o Windows.

O Windows 7 inclui o Windows Defender (com protecção anti-spyware) e a Microsoft já está a disponibilizar nos Estados Unidos uma beta do Microsoft Security Essentials. Para não ser acusada de monopolista, a empresa decidiu oferecer estes programas como opcionais.

Acabaram aqueles avisos de segurança sempre que queremos instalar ou mexer em qualquer coisa do sistema?

Não acabaram. Mas agora é mais fácil controlar a “sensibilidade” do Controlo de Conta do utilizador. Há um menu mais simples de perceber e o número de acções que despoletam avisos é inferior às que existiam.

A voar com o Aero…

Maximizar: abra uma aplicação qualquer sem a maximizar. Se arrastar a janela para o topo do ambiente de trabalho, esta é maximizada. Se a arrastar para os lados, vai abrir, mas adequando-se a essa orientação, ou seja, ocupa apenas o lado para onde foi arrastada.

Aero Shake: Nunca foi tão fácil de fechar, de uma vez só, todas as janelas do Ambiente de Trabalho e ficar só com a que lhe interessa. Basta clicar com o botão esquerdo do rato sobre a janela pretendida, manter o botão apertado, e sacudir vigorosamente o rato de um lado para o outro. As outras janelas caem literalmente, para a barra de tarefas, ficando aberta apenas aquela onde tem o rato.

Aeropeek: existe um novo botão que mostra o Ambiente de Trabalho automaticamente (está na área de Notificação, ao lado do relógio). Basta passar-lhe o cursor do rato por cima para que todas as janelas fiquem transparentes. Se clicar mesmo no botão, as janelas são minimizadas.

Windows Flip: pressionar o conjunto de teclas Alt+Tab permite escolher rapidamente entre uma de várias janelas abertas, que podem ser de aplicações ou do próprio Windows. Agora, ao pressionar estas teclas, pode escolher entre as janelas sendo que, agora, quando está a seleccionar uma janela, esta é pré-visualizada em formato maximizado.

O que é o “Bit Locker to go”?

O Windows Vista já o tinha estreado. É uma funcionalidade que permite proteger com encriptação todos os dados contidos dentro de determinado disco rígido. Agora, nas versões Ultimate e Enterprise, o Windows 7 faz o mesmo, mas para qualquer suporte de armazenamento amovível. Um disco rígido portátil ou mesmo uma pen drive. O sistema é muito simples de utilizar e é compatível com todos os formatos FAT, bem como NTFS.

CPU Core i7 compensa?

Afinal, é preferível ter um CPU com maior frequência ou um CPU com mais núcleos de processamento?

A proliferação de processadores com quatro núcleos tem criado uma dúvida frequente: “devo optar por um processador quad core ou é preferível um dual core com mais megahertz?”

Claro que o ideal seria escolher um CPU com o máximo número de núcleos e a máxima frequência, mas as limitações orçamentais impedem esta escolha.

Para percebermos esta diferença, podemos fazer um paralelismo: é o mesmo que termos duas equipas, uma constituída por quatro pessoas e a outra constituída por duas pessoas. Se todas as pessoas apresentarem o mesmo ritmo de trabalho, então a equipa de quatro tem o dobro do potencial de trabalho da equipa de duas pessoas. Simples.

O problema da multitarefa

A situação torna-se, no entanto, mais complicada quando analisamos o tipo de tarefa a realizar. Por exemplo, se o objectivo for semear uma seara de trigo, então só teríamos de dividir a área a semear pelos elementos das equipas, o que significaria que a equipa de quatro elementos seria capaz de semear a mesma área em metade do tempo da equipa de duas pessoas.

Mas se a tarefa for outra, mais difícil de dividir, o resultado pode ser bem diferente. Imagine-se, por exemplo, que o trabalho é dactilografar uma carta manuscrita. Uma única pessoa será capaz de o fazer. Quanto muito, existirá um aumento de desempenho se se utilizar duas pessoas: uma para ditar a carta manuscrita e outra para dactilografar. Mas, nesta tarefa, a equipa de quatro pessoas não terá vantagens sobre a equipa de duas pessoas. Na realidade, duas pessoas mais rápidas serão capazes de realizar esta tarefa mais eficientemente do que quatro pessoas um pouco menos expeditas.

Ou seja, a vantagem de um processador de quatro núcleos sobre um processador de dois núcleos tecnologicamente idêntico, mas com um pouco mais de frequência, nem sempre é uma realidade. Depende das tarefas que são realizadas no PC.

Os programas de render mais recentes dividem as imagens a processar pelos diferentes núcleos.

Quatro ganham mais criatividade

Só as aplicações com elevado nível de paralelismo ganham com os núcleos extra. Os melhores exemplos são as tarefas de render, como o CineBench R10 e o Blender, onde é naturalmente fácil dividir o trabalho – cada core fica com uma parte da imagem a processar.

Mas nos jogos a situação muda de figura. Como se esperava, aqui é muito mais difícil dividir o trabalho pelos diferentes cores. Na realidade, a componente dos jogos com maior paralelismo é o grafismo, mas este é processado pelas placas gráficas. No Crysis, que ainda é o jogo mais exigente do mercado, os dois cores a 2,9 GHz ganham os quatro cores a 2,6 GHz. No Far Cry, um dos jogos que mais aproveita o multiprocessamento, existe uma vantagem em ter mais núcleos, mas só em resoluções mais baixas. Quando se aumenta o nível de qualidade do jogo, a placa gráfica acaba por impor o limite.

Conclusão:

Se é, sobretudo, um jogador, ainda é preferível optar por um processador de dois cores de maior frequência e, sobretudo, investir na placa gráfica.

Quem ganha mais com a utilização de quatro núcleos são os profissionais da área criativa, sobretudo aqueles que têm muitas vezes de fazer renders “pesados” em aplicações como edição de vídeo, modulação 3D e edição de fotos.

As produtoras de software apostam cada vez mais no desenvolvimento de programas que possam tirar partido desta arquitectura.

A este respeito, diga-se que o Windows 7, não só tira maior partido directo de vários núcleos, como distribui melhor os programas que se executam em simultâneo. E, como é fácil se perceber, cada vez mais trabalhamos com várias aplicações em simultâneo.

Falar sobre Nintendo baixa preço da Wii – MSN Technologia – Notícias

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Nintendo baixa preço da Wii – MSN Technologia – Notícias
Nintendo baixa preço da WiiOs mais entusiasmados que se contenham. A notícia ainda só está confirmada para os Estados Unidos, mas como se sabe estas coisas espalham-se. O anúncio foi feito hoje. Veio do Japão e significa boas notícias para quem pensa em comprar a consola que meteu meio mundo a dar aos braços para jogar. Nos Estados Unidos a Wii vai sofrer uma redução de preço de 50 dólares. Passará a custar 199 dólares. Na Europa se o número do desconto for o mesmo, significa que a consola passará a custar 199 euros. Há várias semanas que se especulava sobre a descida de preço da consola, sobretudo porque a Xbox e a PlayStation 3 tiveram preço revisto este verão. A Nintendo, embora se mantenha na liderança de vendas, acabou por seguir a tendência da concorrência e rever o preço da sua bem sucedida consola também. Os descontos da concorrência foram de 100 euros no caso da PS3 e de 50 euros no caso da Xbox. Custam agora 299 e 250 euros, respectivamente.

Prioridades

Hoje é comum esquecer-se de quais são as prioridades…neste conceito de homo digitalis, a qual vida devemos dar prioridade ou dedicar mais tempo? À vida real, ou à vida digital? Ao nosso corpo real ou à página que criamos na Internet e ao nosso perfil digital?
Quase como na vida real, também a questão das prioridades se coloca… Vejamos por exemplo o Telejornal, e a entrevista ao Santana Lopes…Após a chegada de um treinador de futebol famoso, devemos cortar a entrevista para dar destaque a esse evento? Eis a questão…Afinal de contas, o Santana Lopes já andou também pelo futebol, mesmo assim, e postas as condições, defendo a atitude de Santana Lopes.
     

Serial Killers vs Sociedade cibernauta

1966leigh
Depois de uma semana em investigação pessoal, chego ao fim e tiro as minhas conclusões. Influenciado pelos “media” volto a destacar o tema do Homo Digitalis.
Depois de ter visto o filme “Zodiac”, que retrata um caso verídico de um serial killer que nunca foi detido, com o nome de Arthur Leigh, proponho uma questão:
Este serial killer iniciou a sua actividade em 1966, e incrivelmente nunca foi detido, até que em 1992 faleceu.
Será que hoje, numa sociedade “big brother”, tal serial killer escaparia impune? Com todos os recursos de vigilância que existem?
Na minha opinião, julgo que sim. De facto existem muitos recursos, mas as pessoas consideram imprescindível a sua programação e não a sua utilização.
Por exemplo, vamos supor que alguém se lembra de criar um perfil serial killer na plataforma Second Life. Será susceptível de ser punido na vida real? De facto, as leis hoje em dia quase são esquecidas e deviam ser contempladas logo no início da criação de uma ferramenta.
Arthur Leigh, de forma inteligente, cometeu seus crimes em estados diferentes para complicar a investigação e conflituar as delegações policiais. Hoje, esse processo é ainda mais fácil.
Actualmente há diversas formas de vigilância mas há também diversas ferramentas de manipulação de vigilância.
Outrora, este serial killer usaria cartas em papel, para enviar aos destinatários e captar sua atenção. Hoje, usaria se calhar o email, mas ninguém o levaria a sério, e mesmo que sim (caso o serial killer comprovasse os crimes), não existiria maneira de provar o seu ADN pela escrita, nem o tipo de letra, pois agora esse processo é impessoal. Haveria sempre a forma de localizar o IP, mas se fosse usado um computador público, teria de haver uma colaboração exigente por parte de muitos profissionais, e voltávamos à questão das leis que vigoram. Ou seja, basta uma carta não ser do baralho, para o castelo da investigação cair todo!
Sem qualquer incentivo à prática, recordo as cartas enviadas por Arthur Leigh, sob o pseudónimo “Zodiac”.