Como usar a nova ferramenta para recuperar ficheiros apagados no Windows 10

A Microsoft está sempre atenta às necessidades dos utilizadores e por isso foca-se em trazer as ferramentas que estes precisam. Transporta isso para o Windows 10, que assim fica preparado para responder às necessidades que vão surgindo.

Um exemplo desta sua postura está na mais recente ferramenta que apresentou. O Windows File Recovery traz a função muito pedida para recuperar ficheiros eliminados. Não tem uma interface gráfica, mas é muito simples de usar.

Usar a grande novidade do Windows 10

Para usar esta ferramenta ferramenta no Windows 10, devem primeiro instalá-la diretamente da loja da Microsoft. Depois, e numa simples janela do DOS ou da PoweShell, basta executarem o comando, com as informações certas, ligando a pen, o disco ou o cartão de memória ao Windows 10.

winfr source-drive: destination-folder [/switches]

Tudo assenta no comando winfr, com a indicação da drive de origem, de onde os ficheiros foram eliminados. Devem também indicar para onde querem que os ficheiros sejam recuperados e se querem também um tipo específico.

Windows 10 recuperar ficheiros eliminados Microsoft

Um comando para recuperar ficheiros eliminados

É simples obter estes dados, bastando, por exemplo, olhar ao gestor de ficheiros do Windows 10. Aqui descobrem a letra associada à drive a recuperar e também podem escolher o destino. O tipo de ficheiros. Se preferirem, podem recuperar um único elemento.

winfr E: D:\Pplware /y:jpg

No exemplo acima, estamos a recuperar ficheiros do tipo jpg, que estavam na drive E: para o disco D:, na pasta Pplware. Claro que podem alterar estes dados, recuperando ficheiros mp3 ou docx.

Windows 10 recuperar ficheiros eliminados Microsoft

As muitas opções que a Microsoft deu ao winfr

Podem também igualmente usar a flag /n e definir o nome do ficheiro, usando um wildcard (ou não) – /n pplware_img_*.jpg. Explorem as flags presentes para mais opções. Após isto, devem executar o comando no Terminal do Windows 10.

Será apresentado um resumo do que o comando irá executar, pedindo uma confirmação. De imediato os elementos que vão sendo recuperados são mostrados no terminal. No final será perguntado se querem visitar a localização para onde estes foram recuperados. Podem e devem concordar para os verem.

Dica: Como aceder ao histórico da Área de Transferência do Windows 10

O Windows 10 tem mudado muito o que a Microsoft oferece. Para além do que mudou em relação à versão anterior, também as novidades têm sido muitas e adaptadas aos utilizadores.

Uma delas, que era pedida há muitos anos, chegou finalmente para ajudar quem usa o sistema operativo. Falamos da Área de Transferência e de tudo o que ali tem mudado. Há já um histórico, que deve saber usar.

Uma excelente opção presente no Windows 10

A Área de Transferência não é uma novidade no Windows 10. Há muito que podemos guardar texto, imagens ou qualquer ficheiro para usar noutras apps ou áreas deste sistema. É uma ajuda preciosa no dia a dia dos utilizadores.

Claro que a Microsoft quis dar ao Windows 10 uma melhoria nesta área e agora existe um histórico do que ali se coloca. Antes de o poder usar, o utilizador necessita de garantir que está ativado.

Windows 10 Área Transferência texto ficheiro

Ligar o histórico do sistema da Microsoft

Para confirmar este passo deve aceder às Definições e depois a Sistema. Aí dentro escolham o separador Área de Transferência e garantam que o Histórico de está ativo. Se necessitarem, no final, podem limpar os dados que estiverem recolhidos.

Agora que sabem que está ativo o histórico, podem começar a recolher elementos. Para lhe acederem, podem seguir o mesmo princípio que usaram até agora no Windows 10. Em vez de usarem o Ctrl + V, devem usar o Win + V.

Windows 10 Área Transferência texto ficheiro

Aceder à área de Transferência e ao que está copiado

Onde quer que seja utilizada esta sequência de teclas, vai surgir uma nova janela com o estiveram a recolher. Pode ser texto, uma imagem ou outro elemento, e vão conseguir ver o que está em cada um com facilidade. Para usarem só precisam de carregar e será colado na app.

Se quiserem eliminar qualquer entrada, só precisam de a chamar e carregar na zona do seu menu. Aí dentro encontram as opções presentes e que podem ser usadas. Falamos da possibilidade de Eliminar ou de Afixar.

Windows 10 Área Transferência texto ficheiro

Texto, ficheiro ou outros elementos ali presentes

Nesse mesmo menu, podem simplesmente limpar todo o conteúdo que ali tiverem. Basta escolher a opção Desmarcar tudo e todos os elementos vão ser simplesmente apagados. Claro que não voltam a poder ser usados.

Esta é mais uma excelente opção que a Microsoft deu ao Windows 10. Depois de anos a ser pedida, finalmente está disponível e pronta a ser usada. Explorem e vejam o que podem fazer com esta excelente funcionalidade.

Informação detalhada sobre o disco do Windows 10

Gerir o Windows 10 é normalmente simples e fácil de fazer por qualquer utilizador. As ferramentas necessárias estão presentes e prontas a ser usadas a qualquer momento e em qualquer situação.

Há, no entanto, informação importante que apenas surge com comandos específicos. Estes são importantes e podem também ser usados para obter dados nem sempre visíveis. Um exemplo é a informação detalhada do disco do Windows 10. Veja como a obter.

Saber muito mais sobre o Windows 10

Para muitos utilizadores, toda a informação que podem obter sobre o seu computador é essencial. Esta surge de várias fontes, com tudo estar a centrar-se no Windows 10 e no hardware que está presente.

Para além da informação que o Windows 10 apresenta sobre o disco ou SSD, há outra que pode ser obtida. Está escondida, mas com um simples comando pode ser tornada pública. Assim, e numa simples janela de DOS ou PowerShell, podem obter muitos dados.

A informação vem de um simples comando

Executem então o comando seguinte numa dessas janelas e vão poder obter dados sobre o disco ou pen USB presente e ligada ao Windows 10:

wmic diskdrive get model,serialNumber,size,mediaType

Podem ver de imediato a informação solicitada no comando. Esta está arrumada por colunas de dados e linhas de dispositivos. Estes contemplam discos, SSDs ou pens USB. Basta controlar o que é apresentado, que o mapeamento é direto.

Windows 10 disco USB comando informação

Também os dados de uma Pen USB são mostrados

Mas este comando pode ser alterado e adaptado. Para além da chamada wmic diskdrive get, podem definir os elementos, procurando-os aqui:

wmic diskdrive get model,index,firmwareRevision,status,interfaceType,totalHeads,totalTracks,totalCylinders,totalSectors,partitions

Conforme este segundo exemplo, apresentado no comando e na imagem acima, podemos facilmente adicionar outros elementos de pesquisa.

Explorem tudo o que o Windows 10 tem para dar ao utilizador e encontram de certeza elementos inegavelmente úteis. Este é um exemplo do tipo de informação que podem obter com um simples comando, direto e prático.

Dica: Quer testar já o novo explorador de ficheiros do Windows 10?

A Microsoft está constantemente a melhorar o Windows 10 e a criar novidades neste sistema operativo. Muitas vezes são apenas novas versões de ferramentas que já existem, mas que agora se adaptam a novas realidades.

Há muito que se fala que o Explorador do Windows pode receber uma nova roupagem e que ser até substituído. Uma nova versão já espera a sua vez dentro do Windows 10 e hoje vamos mostrar como a podem testar.

Este novo explorador de ficheiros do Windows 10 está ainda longe de estar pronto. Ainda assim, tem presentes as funções necessárias para ser usado no dia a dia. A navegação é simples e intuitiva, havendo ainda alguns pontos a serem tratados.

Saiba como chamar o novo Explorador de ficheiros

Para testar esta nova proposta da Microsoft, os utilizadores só precisam de abrir uma janela do explorador de ficheiros. Aí dentro, na barra de endereço, devem colocar o seguinte caminho: shell:AppsFolder\c5e2524a-ea46-4f67-841f-6a9465d9d515_cw5n1h2txyewy!App. Terminem este processo carregando em Enter.

Windows 10 explorador ficheiros Microsoft ferramentas

De imediato será aberta uma nova janela, com a versão UWP (Universal Windows Platform) do Explorador de ficheiros. Este será aberto na mesma localização onde a outra janela estava aberta.

Windows 10 tem novas ferramentas para os utilizadores

Podem navegar de forma normal, carregando nas pastas ou nos ficheiros presentes. Tudo será mantido da mesma forma que conhecem do Explorador de ficheiros do Windows 10. Contudo, a interface é toda mais simples e minimalista.

Windows 10 explorador ficheiros Microsoft ferramentas

Alguns elementos podem ser alterados, como a apresentação das pastas. Requer alguma habituação à localização das novidades, uma vez que não estão identificadas. Surgem pelos ícones, que mesmo assim são simples.

A Microsoft vai melhorar esta sua nova proposta

Se quiserem manter este explorador de ficheiros sempre acessível, tal é possível. Basta carregar com o botão direto do rato no ícone presente na barra de tarefas. Da lista de opções presentes, devem escolher a opção Afixara na barra de tarefas.

Windows 10 explorador ficheiros Microsoft ferramentas

O ícone deste novo explorador vai estar presente de imediato e bastará ao utilizador clicar nele para que seja aberta a janela que esperam e procuram usar. A sua remoção só necessita do processo inverso para ser feita.

Este não é ainda um explorador terminado e lançado a ser usado. Está já maduro e principalmente pronto a ser usado em testes no dia a dia. Experimentem o que a Microsoft está criar e o caminho que vai seguir no futuro do seu sistema operativo.

Windows Server 2008 – Vamos criar um domínio

Apesar de hoje em dia os sistemas operativos móveis serem o centro das atenções, há sistemas que são fundamentais nas empresas e que fazem parte estrutura da Internet.

Hoje vamos dar início a uma rubrica que terá como objectivo ensinar a instalar e a configurar um conjunto de serviços no Windows Server 2008. Hoje vamos ensinar a criar um domínio interno.

Como referido, pretende-se com estes tutoriais ensinar a explorar o Windows Server 2008 e a instalar/configurar serviços como Active Directoy, DNS, DHCP, etc. Para começar vamos ensinar a criar um domínio Interno. A elaboração deste tutoriais têm como base o Virtualbox para virtualizar o Windows Server 2008 e também algumas outras máquinas com Windows .

Para a criação de um domínio interno é necessário instalar o serviço de directório Active Directory.

Active Directory é uma implementação de um serviço de directório no protocolo LDAP, que mantêm as informações sobre os objectos que fazem parte de uma rede de dados. São considerados objectos os utilizadores virtuais, os grupos, os computadores, as unidades organizacionais, etc. (Depois de instalado o Active Directory iremos explorar melhor esse serviço).

Como instalar o Active Directory?

Para instalar o serviço Active Directory (AD) devem seguir os seguintes passos.

1) Nas Initial Configurations Tasks, carregamos em Customize This Server > Add Roles

Nota: Para aceder a esta interface, use o comando oobe.exe

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2) Next…

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3) Seleccionar o serviço “Active Directory Domain Services

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4) Next…

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5) Carregar em Install

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…o processo de instalação do AD demora cerca de 2 a 3 minutos

ad_05Serviço AD instalado!

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6) A configuração do AD é feita recorrendo ao comando dcpromo.exe  como referido várias vezes durante do processo de instalação do AD. Depois de executado o dcpromo, na primeira interface carregamos em Next,

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7) Next…

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8) Escolher a opção Create a new domain in a forest

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9) …e e seguida indicamos o nome do dominio que pretendemos criar. Para este exemplo vamos criar o dominio pplware.com

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10) Nível funcional ao nível da floresta escolhemos Windows Server 2008

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11) Nível funcional ao nível do Domínio Windows Server 2008

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12) Para que o AD funcione correctamente é recomendado que seja instalado o serviço de DNS no primeiro controlador de domínio (Máquina onde vamos instalar o AD)

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13) Não esquecer que o servidor deve ter um IP estático configurado. Se ainda não o fez, pode aproveitar este passo para efectuar essa configuração.

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13) Carregamos agora em YES (Depois em outros tutoriais tratamos do serviço de DNS)

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14) Indicamos os directórios onde vão ficar os ficheiros de log das bases de dados, controlador de dominio, etc.

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…Apresentação de um sumário das configurações realizadas

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…Esperamos mais alguns minutos para que toda a estrutura do AD seja configurada

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E após uns 5 minutos temos o AD instalado. Num próximo artigo iremos explorar as funcionalidades de um AD. De referir que o Windows 2008 corre bem numa máquina virtual com apenas 512 MB de RAM (no mínimo). Hoje ficamos por aqui e esperamos o feedback do vosso lado.

DistroTest: Experimente mais de 200 distros Linux no browser

É verdade que nem todos se aventuram a instalar uma distribuição Linux no computador. Apesar das muitas evoluções, ainda há a ideia que são precisos muitos conhecimentos para instalar e saber usar qualquer distribuição Linux.

Para quem quiser experimentar uma distribuição Linux (entre uma lista de 200), espreite já o site DistroTest.

Antes de dizer que não gosta de uma determinada distribuição Linux… experimente-a! Para isso existe o site DistroTest que permite experimentar mais de 200 distribuições sem as ter de instalar.  De referir ainda que pode experimentar as mais diversas versões das distribuições disponíveis.

DistroTest: Experimente mais de 200 distros Linux no browser

 Como experimentar distribuições Linux no DistroTest?

Experimentar qualquer uma das distribuições Linux disponíveis no site é simples. Para isso basta escolher uma delas, e depois carregar em System start.

DistroTest: Experimente mais de 200 distros Linux no browser

Depois basta aguardar uns minutos até que a distribuição arranque. De referir que esta plataforma usa o QEMU como tecnologia de virtualização e o sistema operativo que dá suporte às máquinas de virtualização (so site) é o Debian.

Este site aloja atualmente 228 sistemas operativos e 714 versões dos mesmos. Pode experimentar qualquer um deles, sem qualquer limitação. Entre as distribuições disponíveis, podemos encontrar as populares como o Ubuntu, Debian, Fedora, openSUSE e até o Arch Linux.

DistroTest

Dica: Como limpar rapidamente a pasta de ficheiros temporários no Windows 10

A gestão de espaço em disco é sempre um item que os utilizadores precisam de se preocupar. É sempre um equilíbrio complicado de manter e que requer alguma atenção especial.

O Windows 10 tem ferramentas que permitem fazer esta gestão de forma automática e em períodos específicos de tempo. Hoje vamos mostrar como podem ganhar espaço apagando manualmente a pasta de ficheiros temporários no Windows 10.

Com o passar do tempo, o Windows 10 vai acumulando ficheiros que não precisa e que criou de forma temporária. Estes servem para conter informação limitada de não permanente, acabando por ficar esquecidos até serem limpos.

A Microsoft dotou o Windows 10 com uma forma simples de remover manualmente estes ficheiros, para assim ganhar de imediato espaço adicional no disco para armazenar outros dados.

Validar o espaço ocupado pela pasta de ficheiros temporários

A forma mais simples de fazer esta limpeza é acedendo às Definições do Windows 10. Aí dentro devem escolher a opção Sistema, para conseguirem validar o espaço ocupado pelos diferentes tipos de ficheiros.

A informação referente ao espaço ocupado irá estar no separador Armazenamento. Do lado direito vão ver uma lista de áreas de armazenamento e o respectivo espaço ocupado.

Podem ver a lista na totalidade se escolherem a opção Mostrar mais categorias. Esta irá expandir revelar outras áreas e tipos onde existe espaço ocupado e que pode ser gerido.

A área mais simples de gerir é mesmo a de Ficheiros temporários. Esta pode ser eliminada a qualquer momento e garante, por norma, ganhos de espaço significativos.

Limpar o espaço dos ficheiros temporários do Windows 10

Para eliminar estes ficheiros do Windows 10 basta escolher a entrada referente aos Ficheiros temporários e aguardar enquanto este é populado com informação detalhada.

Depois, só precisam de escolher o que querem apagar, da lista apresentada. Validem o tamanho e também os tipos de ficheiros que estão presentes. No final só precisam de carregar no botão Remover ficheiros.

Este deve ser uma utilização pontual, até porque o Windows 10 tem já automatismos para gerir estes espaços. Ainda assim, importante e garante de imediato espaço extra aos utilizadores. Elimina ficheiros não essenciais e que certamente estão apenas a consumir espaço necessário.

Dica: Como ativar e usar a nova Sandbox do Windows 10 e ter mais segurança

Ao longo dos últimos meses a Microsoft esteve a desenvolver a mais recente atualização do Windows 10. São muitas as novas opções e as novidades que temos para usar.

Uma delas vem trazer uma nova camada de segurança ao Windows 10, através de uma simples Sandbox, que isola os potenciais problemas. Agora vamos aprender como podem ativar e usar a nova Sandbox do Windows 10.

Esta é uma das muitas novidades da Microsoft que foram preparadas para dar ainda mais segurança ao Windows 10. Vão isolar processos inegavelmente duvidosos e perigosos.

Com esta Sandbox os utilizadores podem aceder a sites duvidosos e testar apps de forma rápida. É uma VM do Windows 10, básica e com o mínimo. Contém apenas com o Edge e pouco mais.

Como usar a nova Sandbox do Windows 10

Após a instalação da atualização de maio de 2019, essencial para ter a Sandbox, devem garantir que têm a virtualização ativa na BIOS. Com estes elementos, estão prontos para ativar esta novidade do Windows 10.

Sandbox Windows 10 Microsoft atualização maio

Comecem por escrever na caixa de pesquisa do Windows 10 o termo “funcionalidades do Windows“. Dai conseguem chegar à função Ativar ou desativar funcionalidades do Windows.

Uma vez nessa área do sistema operativo, devem procurar a opção Sandbox do Windows. Esta estará inativa e por isso devem carregar na caixa de seleção para a ativar.

Caso não esteja visível ou seja possível ser ativada, validem a instalação da atualização do Windows 10 e a ativação da virtualização na BIOS.

Sandbox Windows 10 Microsoft atualização maio

Para terminarem devem apenas carregar no botão OK e reiniciar o sistema operativo quando tal for pedido pelo sistema operativo.

Sem o reiniciar do Windows  a Sandbox não irá estar disponível para utilização e nem surgirá na pesquisa do sistema operativo.

Como usar a nova Sandbox do Windows 10

Agora que esta novidade do Windows 10 está disponível, só precisam de escrever na caixa de pesquisa Sandbox para a poderem usar. Esta surgirá para execução, devendo ser escolhida.

Sandbox Windows 10 Microsoft atualização maio

Após alguns momentos, o suficiente para carregar a nova máquina virtual, estar estará pronta para ser usada. Recordamos que é uma cópia do Windows 10 presente no computador, mas sem qualquer app ou configuração específica.

Podem contar com o Edge e pouco mais para navegar na Internet ou para executarem uma app em que não confiem.

Será uma área em que podem testar tudo o que pretendem, com a segurança de ser uma área isolada do Windows e que não poderá transmitir dados para o sistema base.

Sandbox Windows 10 Microsoft atualização maio

Devem também ter presente que assim que a Sandbox for fechada todos os dados presentes vão desaparecer. Estes não vão ser guardados e nem ser pressistentes para futuro.

Esta é uma premissa de uma Sandbox e da segurança que traz para os utilizadores. Vai até mas longe e não permite qualquer transmissão de dados entre si e o sistema anfitrião.

A Sandbox do Windows 10 é provavelmente uma das maiores e melhores novidades que a Microsoft colocou na atualização de maio. Lembrem-se de a usar sempre que quiserem isolar a vossa máquina da Internet e garantir uma segurança ainda maior.

Tiny Core: A distribuição Linux que ocupa apenas 16MB

Precisa de uma distribuição Linux que seja mesmo “minúscula”? E que tenha ambiente gráfico? E que ocupe poucos MB após instalação? Parece ser algo impossível, mas existe uma distribuição Linux capaz de cumprir todos estes requisitos.

Chama-se Tiny Core e a versão atual tem apenas 16 MB.

O Tiny Core é uma das distribuições Linux mais pequenas, mas não é por isso que não tem as ferramentas que precisa. Esta distribuição traz consigo as aplicações essenciais para um funcionamento básico do sistema.

Tiny Core: A distribuição Linux que ocupa apenas 16MB

O Tiny Core Linux foi desenvolvido para ser executado a partir da memória RAM, o que torna esta distribuição bastante rápida.

O Tiny Core 10 está disponível para sistemas com arquitetura de 32 bits e 64 bits. Esta versão do Tiny Core ocupa apenas 16 MB. Além desta versão está também disponível a versão CorePlus-10.0 que ocupa 106MB e inclui o flwm, JWM, IceWM, Fluxbox, Hackedbox, Openbox. Existe também uma versão do Tiny Core denominada apenas Core que ocupa 13 MB.

Tiny Core: A distribuição Linux que ocupa apenas 16MB

Esta é uma distribuição muito fluída e em certa parte muito completa, tendo em conta o tamanho que ocupa. Se tem por casa um computador muito antigo, experimente instalar o Tiny Core 10 e digam-nos o que acharam.

Tiny Core

Redes: Saiba o que é uma VLAN e aprenda a configurar

Hoje vamos apresentar mais alguns conceitos e ensinar a configurar num switch Cisco.

Afinal o que é uma VLAN?

Devido ao crescimento e complexidade das redes informáticas, é muito comum nos dias de hoje que a rede física seja “dividida” em vários segmentos lógicos, denominadas de VLANs. Uma VLAN é basicamente uma rede lógica onde podemos agrupar várias máquinas de acordo com vários critérios (ex. grupos de utilizadores, por departamentos, tipo de tráfego, etc).

As VLANs permitem a segmentação das redes físicas, sendo que a comunicação entre máquinas de VLANs diferentes terá de passar obrigatoriamente por um router ou outro equipamento capaz de realizar encaminhamento (routing), que será responsável por encaminhar o tráfego entre redes (VLANs) distintas. De referir ainda que uma VLAN define um domínio de broadcast (ou seja, um brodcast apenas chega aos equipamentos de uma mesma VLAN). As VLANs oferecem ainda outras vantagens das quais se destacam: segurança, escalabilidade, flexibilidade, redução de custos, etc.

No exemplo da imagem a seguir temos 2 VLANs criadas no switch (VLAN 100 e VLAN 200).  Na VLAN 100 temos o Host A e o Host B. Na VLAN 200 temos o Host C e o Host D. Num switch podemos configurar várias VLANs criando assim vários domínios de broadcast  – o tráfego de uma VLAN não é enviado para outra VLAN. Para que tal aconteça é necessário que haja encaminhamento (por exemplo através de um router). Assim, neste exemplo, independentemente das máquinas estarem ligadas ao mesmo equipamento físico, o Host A só consegue comunicar com o Host B (e vice-versa) e o mesmo acontece com o Host C e o Host D.

Quando ter uma rede física segmentada em VLANs?

Imaginem, por exemplo, que foram contactados para implementar uma rede numa Universidade. Considerando que vamos ter utilizadores/serviços/perfis distintos (ex. Apoio à Direção, pessoal da contabilidade, pessoal dos recursos humanos, externos, etc) a ligarem-se à mesma rede física. Nesse sentido é importante que as máquinas estejam em redes separadas (mesmo estando ligadas no mesmo switch ou segmento de rede). Não faz sentido (essencialmente por questões de segurança), que um utilizador (ex.um aluno), se ligue à mesma rede onde estão os utilizadores que fazem parte do serviço da contabilidade.

Vejam o seguinte cenário para um edifício: 3 grupos distintos de utilizadores que pertencem à contabilidadegestão de recursos humanos e apoio à direção. Os utilizadores dos três serviços encontram-se distribuídos pelos vários pisos no mesmo edifício, mas em termos de rede (uma que vez foram configuradas VLANs), encontram-se na rede (VLAN) definida para cada serviço.

A comunicação entre utilizadores de serviços diferentes só é possível, se configurado o encaminhamento no router.

A constituição de VLANs numa rede física, pode dever-se a questões de:

  • Organização – diferentes departamentos/serviços podem ter a sua própria VLAN. De referir que a mesma VLAN pode ser configurada ao longo de vários switchs, permitindo assim que utilizadores do mesmo departamento/serviço estejam em locais físicos distintos (ex. Utilizador A – Polo 1, utilizador B – Polo 2) da mesma instituição;
  • Segurança– Pelas questões que já foram referidas acima, ou por exemplo para que os utilizadores de uma rede não tenham acesso a determinados servidores;
  • Segmentação– Permite dividir a rede física, em redes lógicas mais pequenas e assim tem um melhor controlo/gestão a nível de utilização/tráfego.

 

VLANs – Tipo de portas

Um switch com a capacidade para criação de VLAN suporta dois tipos de portas:

  • Portas de Acesso (ligações de acesso)
  • Portas Trunk (ligações partilhadas)

Uma Porta de Acesso (access), permite associar uma porta do switch a uma vlan. As portas do tipo acesso são usadas para ligar PCs, impressoras, etc. Por omissão, todas as portas do switch vêm configuradas na VLAN 1.

Uma Porta Trunk, normalmente usada para interligação de switchs ou ligação a routers, e permite a passagem de tráfego de várias VLANs. Configurando uma porta como trunk, todo o tráfego de todas as VLANs criadas no switch podem passar por lá, no entanto o administrador pode limitar ao número de VLANs que pretender. Como podem ver pela imagem seguinte, a ligação entre o switch A e o Switch B é realizado através de portas Trunk isto porque, no mesmo link, é necessário passar tráfego da VLAN 100 e 200.

Como configurar?

Para este artigo vamos considerar o exemplo anterior. Vamos também definir o seguinte endereçamento:

  • VLAN 100: 192.168.100.0/24
  • VLAN 200: 192.168.200.0/24

Para começar vamos criar as VLANs no switch A e depois associar a porta Fa0/2 e Fa0/3 à VLAN 100 e a Fa0/4 à VLAN 200. Vamos ainda atribuir o nome Estudantes à VLAN 100 e Docentes à VLAN 200. Para tal, entramos no SwitchA e realizamos as seguintes configurações:

SwitchA> enable
SwitchA# configure terminal
SwitchA(config)#vlan 100
SwitchA(config-vlan)#name estudantes
SwitchA(config-vlan)#vlan 200
SwitchA(config-vlan)#name docentes
SwitchA(config-vlan)#exit
 
SwitchA(config)#interface fastEthernet 0/2
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 100
 
SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/3
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 100
 
SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/4
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 200

Devem realizar uma configuração semelhante para o SwitchB

SwitchB> enable
SwitchB# configure terminal
SwitchB(config)#vlan 100
SwitchB(config-vlan)#name estudantes
SwitchB(config-vlan)#vlan 200
SwitchB(config-vlan)#name docentes
SwitchB(config-vlan)#exit
 
SwitchB(config)#interface fastEthernet 0/2
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 100
 
SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/3
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 200
 
SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/4
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 200

Por fim vamos configurar as portas trunk. Para tal vamos ao SwitchA, e definimos a porta fastEthernet 0/1 como Trunk.

SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/1
SwitchA(config-if)#switchport mode trunk

Devem realizar uma configuração semelhante para o SwitchB

SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/1
SwitchB(config-if)#switchport mode trunk

Caso pretendam ver as VLANS por porta, podem executar o comando show vlan

Testes

Vamos agora verificar se há comunicação entre máquinas da mesma VLAN, ligadas a switchs diferentes. Para a realização de testes vamos tentar pingar do PC0 para o PC3 (que pertencem à VLAN 100). Em seguida vamos pingar do PC2 para para PC5 (que pertencem à VLAN 200).

Comunicação entre PC0 e PC3

Comunicação entre PC2 e PC5

Espero que tenham percebido o conceito de VLAN, e caso queiram colocar em prática podem sempre consultar a data sheet dos vossos switchs para saber se suportam VLANS. Alguém usa esta tecnologia?

Existem ainda outros conceitos dentro do assunto das VLANs como por exemplo VTP, trunking (protocolo 802.1Q ou ISL da Cisco), subinterfaces, etc. Esperamos trazer estes temas em próximos artigos.