Como proteger-se do ransomware

O ataque WannaCry, que sequestrou dados de milhares de computadores em todo o mundo, veio dar razão aos alertas dos especialistas em segurança que têm vindo a alertar constantemente para o crescimento e perigos deste tipo de ataque. Felizmente, como acontece com a esmagadora maioria do malware, há formas de evitar esta e outras “infeções”

De um momento para o outro, o termo “ransomware” passou a fazer parte do léxico dos portugueses. Uma consequência do ataque global WannaCry, que trouxe este tema para a comunicação social generalista o que levou muitas pessoas a ficar assustadas e a tentar perceber melhor o que se estava a passar. Como é habitual nestas coisas, nem sempre o tema tem sido abordado corretamente nos media mais populares, onde têm surgido muitos textos com confusões e até erros. Termos como hacking, vírus ou phishing têm sido empregues muitas vezes de forma errada ou exagerada.

Quem segue os meios de especialidade está, naturalmente, mais dentro do assunto e até tem sido, nesta última semana, um “porto seguro” para familiares e amigos. Para quem está mais dentro do assunto, sabe que o ransomware está longe de ser uma novidade; que tem sido um dos tipos de ataque em maior crescimento; e que, apesar da segurança total ser um conceito utópico, há formas de minorar muito a nossa exposição aos riscos.

As três regras do costume

Há regras que já deviam ser evidentes para todos os utilizadores de dispositivos ligados à Internet, desde os PCs de secretária mais poderosos até ao mais humilde smartphone. Infelizmente, ter conhecimento das boas práticas não significa, necessariamente, pô-las em prática. Provavelmente quem anda de bicicleta sem capacete ou leva crianças “soltas” nos bancos de trás do carro sabe bem que essas não são as opções mais seguras…

Como tal, como fazem as autoridades rodoviárias, o melhor é começar por repetir os conselhos para dar à conhecer a quem não sabe e relembrar quem já sabe, mas opta por ignorar.

1- Cuidado com os emails

Um estudo da IBM Security indica que 40% do spam que chegou às caixas de correio eletrónico em 2016 continha código para ataques de ransomware. Este tem sido o sistema de entrega de código malicioso preferido pelos atacantes, o que tudo indica ter acontecido WannaCry, pelo menos numa fase inicial.

O software de ataque pode estar incluído no próprio mail, mas é mais habitual que a mensagem contenha um link para descarregar ou executar o código a partir de um servidor. É comum recorrer-se a máscaras para esconder as verdadeiras intenções, o que significa que muitas vezes as coisas não são o que parecem. Por exemplo, o texto do link até pode indicar alguma coisa inocente como «link para as fotos».

O que nos traz à regra mais importante: nunca clique em links de e-mail de remetentes desconhecidos. Aliás, o melhor é mesmo apagar estes mails imediatamente (sem os abrir). Mas, mesmo que o emissor seja conhecido, a regra de não clicar cegamente em links continua a ser válida porque o mail pode resultar de um sistema comprometido (infetado) ou ser originário de um outro emissor que não o anunciado no campo «de:».

Não basta utilizar um sistema operativo o mais recente possível. É também importante mantê-lo atualizado, processo automático na maioria dos sistemas. Deve ter as atualizações de segurança ativadas tanto no smartphone Android como o seu computador pessoal.

Claro que, por razões pessoais ou profissionais, temos de muita vezes seguir links, mas, neste caso, recomendamos que verifique qual o endereço que vai usar e não acredite apenas no texto de referência. Se o destino (endereço) for um servidor desconhecido ou se levantar a mínima dúvida, não use o link e muito menos aceite a instalação de algum software diretamente. Não se esqueça que, em caso de dúvida, pode sempre contactar o remetente para verificar o conteúdo.

Este cuidado também é válido para evitar outro esquema muito popular, o phishing, em que os criminosos tentam obter dados privados, como nomes de utilizadores e palavras-chave através de “armadilhas”. Os atacantes enviam muitas vezes mails simulando que foram enviados por serviços como banca e comunicações. Alguns têm pedidos diretos de dados, mas a maioria inclui links para páginas Web falsas, que imitam serviços reais, para levar os utilizadores a revelaram dados pessoais.

2- Mantenha o sistema atualizado

Quem realizou o ataque WannaCry partiu do princípio que uma parte importante dos sistemas estaria exposto a uma brecha de segurança que foi corrigida pela Microsoft, através de atualizações automáticas e gratuitas, a 14 de abril. Uma atualização apresentada como crítica, o que significa que deveria ter sido aplicada imediatamente.

Considerando as empresas que foram afetadas, que têm estrutura de gestão de sistemas própria, é fácil concluir que a segurança ainda não é uma prioridade para alguns profissionais. Ou para as empresas, que muitas vezes não valorizam o investimento que pode estar associado às atualizações – as correções até podem ser gratuitas mas, em muitos casos, exigem intervenções e testes de certificação que podem levar tempo e até exigir períodos de inatividade.

No caso concreto do WannaCry, a brecha de segurança continuava a existir no Windows XP, um sistema operativo ainda muito comum no parque informático nacional. Isto apesar de este sistema operativo (SO) já chegou ao fim da vida útil – foi lançado em 2001 e em 2014 a Microsoft anunciou o fim do suporte para este SO, o que significa que já não é objeto de atualizações. Ciente da dimensão do problema WannaCry, a Microsoft acabou por, excecionalmente, lançar uma atualização para o XP depois do ataque ter sido noticiado, mas este ataque só foi mais um de muitos casos que demonstram como quão perigoso é utilizar sistemas operativos antigos. Aliás, de acordo com o relatório Microsoft Security Intelligence publicado no final de 2016, a percentagem de computadores em estado “desprotegido” é muito maior em máquinas com SOs antigos: mais de 20% com o Windows 7, ainda um grande sucesso em Portugal, comparam-se com cerca de 3% em sistemas com Windows 10. Há vários aspetos técnicos que o Windows 10 tem que torna este sistema inerentemente mais seguro que as versões anteriores, independentemente do software de segurança que possa estar instalado.

Mas não basta utilizar um SO o mais recente possível. É também importante mantê-lo atualizado, processo automático na maioria dos sistemas. Deve ter as atualizações de segurança ativadas tanto no smartphone Android como o seu computador pessoal. Não vá em conversas e ative as atualizações automáticas do Windows (Windows Update).

3- Backups obrigatórios

As cópias de segurança são uma discussão tão antiga quanto a informática. Mesmo quando tudo corre mal e as barreiras de segurança são ultrapassadas, os problemas são muito minorados quando há backups para recuperar a informação perdida. As políticas de backup ainda são vistas, erradamente, como uma solução para problemas de hardware, mais especificamente, nas unidades de armazenamento. Como as falhas destes componentes têm sido menos comuns, os utilizadores fazem cópias de segurança com menos regularidade… quando as fazem.

Mas os backups são, cada vez mais, úteis para recuperar depois de perdas causadas por malware (nome geral dado a aplicações maliciosas). Os ataques de ransomware são um bom exemplo disso mesmo. Quem viu os seus dados encriptados e alvo de resgate ficou muito ou pouco preocupado em função de não ter ou ter backups atualizados. Na verdade, para quem tem backups atualizados, um ataque de ransomware bem-sucedido pode não passar de um problema menor e fácil de ultrapassar sem custo além do tempo necessário para repor os dados através das cópias de segurança.

Mas, para que o backup seja realmente útil nestas situações, é necessário garantir que as unidades de armazenamento não podem ser afetadas pelo infeção ou ataque. O que significa que os dados das cópias de segurança não podem estar ao alcance dos sistemas que são os potenciais alvos dos criminosos. Por exemplo, um um disco rígido externo dedicado a backups pode ser corrompido se estiver ligado à máquina atacada. O mesmo é válido para sistemas em rede, o que significa que, os utilizadores e, sobretudo, as empresas, devem recorrer a diferentes níveis de backup, incluindo cópias para unidades que estão offline quando não são usadas. Num sistema doméstico ou numa pequena empresa, os aparelhos tipo NAS costumam ser uma solução eficiente porque são funcionam com sistemas operativos proprietários (muito menos expostos ao malware) como também podem ter unidades de rede não mapeadas e, como tal, não acessíveis à esmagadora maioria do malware. Outra solução tão ou mais eficiente é o cloud. Para uma utilização pessoal, as ofertas gratuitas podem ser suficientes, especialmente se se recorrer a serviços como o Google Fotos para armazenar fotos e vídeos que são, normalmente, os ficheiros de maior dimensão.

Ou seja, se usar o Google Fotos para armazenar todas as fotos e todos os vídeos que quiser (há alguma compressão de ficheiros, mas a qualidade é muito satisfatória), o espaço oferecido, por exemplo, pelo Google Drive ou o OneDrive podem ser suficientes para os seus documentos. E estas soluções têm ainda a vantagem de incluírem sincronização automática das pastas selecionadas, o que significa que pode ter backups em tempo real e totalmente automatizados.

Software de Segurança

Um utilizador com sistema operativo recente, atualizado e que não corra riscos desnecessários até pode dispensar software de segurança. Isto porque o próprio Windows 10 oferece proteção contra malware. No entanto, para a maioria dos utilizadores é importante instalar um “pacote” de segurança abrangente, que ofereça proteção para todos os tipos de ataque e que seja capaz de compensar os descuidos do utilizar. E, muito importante, deve ser uma versão nova porque os “Internet Security” mais populares não incluíam proteção contra ransomware até recentemente.

Quer use uma aplicação de segurança deste tipo, quer se fique pelas ferramentas da Microsoft, recomendamos que utilize o Malwarebytes, disponível para download em https://pt.malwarebytes.com. A versão gratuita inclui uma poderosa ferramenta de deteção e remoção de malware. Ganhe o hábito de correr o Malwarebytes com alguma regularidade (a versão gratuita não funciona de modo residente na memória). Uma vez por semana costuma ser suficiente.

Se não tem uma aplicação de segurança com ferramentas contra ransomware, recomendamos que instale um programa dedicado para detetar e evitar este tipo de ataques. Há uma opção gratuita que sobressai, o Cybereason Ransomfree (https://ransomfree.cybereason.com/).

Desencriptar ficheiros sequestrados pelo WannaCry sem pagar por isso

Se, para si, as técnicas de proteção já vêm tarde porque o seu sistema foi afetado pelo WannaCry, temos uma boa notícia: já é possível desencriptar os dados aprisionados sem pagar o resgate pedido. Pelo menos em alguns casos.

Tudo graças uma ferramenta gratuita criada por Adrien Guinet, um especialista de segurança da Quarkslab. De acordo com TheHackerNews, Guinet descobriu que a chave necessária para desencriptar os dados continua residente na memória RAM do sistema. Deste modo, é possível obter a chave e remover a encriptação. Mas a ferramenta só funciona se o computador não tiver sido reiniciado após a infeção (o processo de reiniciar elimina os dados da memória RAM) e se nenhum outro programa tiver ocupado o mesmo espaço na memória, o que é tanto mais provável quanto maior for o tempo entre a encriptação dos dados e a tentativa de desencriptar.

A ferramenta chama-se WannaKey e pode ser descarregada a partir do GitHub em https://github.com/aguinet/wannakey. No texto de informação disponível é ainda indicado que a ferramenta funciona apenas em sistemas com Windows XP.

Como o código de Adrien Guinet exige alguns conhecimentos mais avançados para ser utilizado, um outro investigador na área da segurança, Benjamin Delpy, criou uma ferramenta mais fácil de usar baseada no código de Guinet: o WanaKiwi que, supostamente, funciona mais versões do Windows. O WanaKiwi também está disponível no GitHub em https://github.com/gentilkiwi/wanakiwi/releases.

Regras para usar serviços digitais

O que deve fazer:

• Ativar sistemas de dupla autenticação para que a palavra-chave não seja o único método necessário para acesso (muitos serviços recorrem ao envio de senhas por SMS);

• Eliminar contas que já não usa, sobretudo aquelas que não permitem dupla autenticação;

• Alterar com regularidade a palavra-chave nos serviços mais sensíveis (banco, por exemplo);

• Usar palavras-chave longas (8 caracteres no mínimo) que misturem letras, algarismos e símbolos;

• Criar uma segunda, terceira ou mesmo quarta conta de e-mail para associar a serviços menos relevantes (para receber e-mails informativos, por exemplo) e não usar essa(s) conta(s) para enviar/receber mails importantes;

• Aceder aos serviços online através de dispositivos seguros: nos computadores, deve ter um bom software de segurança instalado (as aplicações normalmente incluem denominação de Internet Security).

O que NÃO deve fazer:

• Usar a mesma password em serviços diferentes;

• Usar variações de password (sim, os hackers conhecem todos os truques, como juntar letras ou números relacionados com o serviço ou site);

• Recorrer a palavras, nomes, momentos e datas importantes para si para criar as palavras-chave (as técnicas de mnemónica são conhecidas e aproveitadas pelos hackers);

• Aceder a serviços sensíveis (banco online, por exemplo) a partir de PCs partilhados ou desconhecidos;

• Guardar listas de dados de acesso no mail (passwords, nomes de utilizador) ou em outros serviços digitais;

• Responder a e-mails e outros tipos de contacto (redes sociais, por exemplo) de desconhecidos;

• Seguir instruções e links supostamente enviados por serviços (a regra é: se lhe estão a pedir dados por mail é porque, provavelmente, trata-se de um esquema fraudulento);

• Guardar informação sensível em contas de e-mail que foram usadas em registos de outros serviços;

• Aceder a serviços online com dados pessoais importantes através de redes Wi-Fi públicas.

Fonte: Exame Informática Semanal, 20 de Maio de 2017

Como ganhar dinheiro desde casa através das novas tecnologias

Há 10 anos atrás não seria capaz de dizer a ninguém que trabalhar desde casa, em frente a um PC, seria possível e rentável. Chegou o dia de dizer ao mundo e aos leitores Pplware que sim, é possível ganhar dinheiro sem sair de casa.

Neste artigo mostramos 9 formas de conseguir rentabilizar os vossos esforços e ganhar dinheiro através da Internet. Quer sejam bloggers, editores de vídeo, artistas ou até escritores! Se não acreditam continuem a ler, porque isto pode mudar a vossa vida!

Como ganhar dinheiro desde casa através das novas tecnologias

Existem muitas formas de receber dinheiro através da Internet, e nem todas elas envolvem saber programar ou ter elevados conhecimentos técnicos. Contudo, o que sim é preciso ter em conta é que se trata de um trabalho arriscado e que tem de ser feito com persistência. É possível que durante o primeiro ano não exista rentabilidade, mas pouco a pouco irão aparecendo os primeiros benefícios e os primeiros euros.

 

9 formas de ganhar dinheiro:

 

YouTubers

Muitas pessoas pensam que para serem bons YouTubers e ganhar dinheiro a fazer vídeos precisam de ser engraçados, bonitos ou simplesmente de ter sorte. É verdade que se tiverem essas três características vão ter sucesso mais rapidamente, mas mesmo assim não é só isso que interessa.

YouTubers

Os YouTubers ganham dinheiro através dos anúncios que aparecem nos seus vídeos e do número de vezes que as pessoas clicam neles. Além disso, se tiverem muitas visualizações e subscritores, podem conseguir patrocinadores e fazer publicidade dos seus produtos.

Primeiro precisam de encontrar um tema que gostem e em que se sintam confortáveis. Depois, precisam de analisar a vossa competência: nacional e internacional. Quando fizerem isso, criem o vosso canal, analisem o vosso público e comecema fazer vídeos.

Leia: 5 jovens que fazem sucesso no YouTube

Os tipos de vídeos que têm mais sucesso no YouTube são os tutoriais e as reviews. Além disso, alguns temas que estão a ter muitas visualizações são os de bricolage, cozinha e moda. Mas existem muitos outros! Encontrem um tema do vosso agrado, e comecem a fazer vídeos.

 

Designers

A criatividade portuguesa é única e por vezes é pouco valorizada. Se são designers de diferentes plataformas por que não vendem os vossos projectos ou serviços através de plataformas online?

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Existem excelentes plataformas online, tais como:

Além disso, se forem designers, criem o vosso próprio site e blog e dêem a conhecer gratuitamente o vosso trabalho. Isto pode atrair potenciais clientes.

 

Professores

Sabem idiomas? São excelentes em matemática? Todos os vossos amigos quando precisam de uma explicação sobre esse tema, falam com vocês?

Então isso quer dizer que são pessoas de referência nesses campos. Se assim for, porque não partilham esses conhecimentos com o mundo e ao mesmo tempo ganham algum dinheiro? Uma das plataformas mais conhecidas para isto é Udemy. Aqui poderão criar os vossos próprios cursos e ensinar a todas aquelas pessoas que estejam interessadas em aprendê-los.

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Esta é uma boa forma de complementar o vosso canal de YouTube ou o vosso blog. Se são bons nalgum tema em específico, mas não querem dar os melhores detalhes gratuitamente, esta é uma boa forma de monetizar os esforços e os conhecimentos conseguidos ao longo do tempo.

 

Fotógrafos

Todas as empresas que estão na Internet precisam de fotografias originais e adequadas ao seu nicho. Não ter os direitos das fotografias pode sair caro, mas contratar um fotógrafo profissional também. Sendo assim, porque não comprar fotografias Online?

Se gostam de fazer fotos e até acham que têm qualidade, porque não as vendem? Alguns dos sites onde podem vender fotos são: ShutterStock, Dreamstime, iStockphoto.

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Contudo, se quiserem fazer disto um trabalho para gerar alguns lucros dêem uma vista de olhos nas temáticas com mais procuras.

 

Músicos

Se tocam algum instrumento, têm uma banda, ou gostam de criar sons engraçados, pode ser um bom negócio venderem a vossa música.

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Podem vender as vossas músicas através de um blog com uma loja online, através dos diferentes sites que permitem colocar a vossa música ou vendendo os direitos de autor de alguns sons para YouTubers ou outros utilizadores que precisam de músicas com direitos para poder partilhar os seus projetos online.

 

Bloggers

Rentabilizar um blog é uma das tarefas mais conhecidas. Contudo, a taxa de sucesso é muito reduzida. Porquê? Porque as pessoas desistem ao ver que não têm visitas nem benefícios a curto prazo.

Para ser blogger é preciso escrever bem e de uma forma original. Além disso, é preciso dar a conhecer o vosso blog através de algumas estratégias de Marketing digital. Com as visitas que recebam podem ganhar dinheiro… E muito. Querem saber como?

blogger

Existem várias formas de monetização de um blog, mas falarei das mais conhecidas: redes de afiliados e adsense. A primeira é a que permite ganhar dinheiro através das compras de outros utilizadores. Se alguma pessoa clicar num link e depois comprar o produto que viu, vocês ganham uma comissão. Algumas das empresas mais conhecidas que fazem isto são Amazon, Ebay e a Gearbest.

O Adsense é outra forma de publicidade, mas neste caso não é preciso que o utilizador realize a compra. Com um simples toque no banner é criado um benefício para vocês.

Existem muitas outras formas de monetização através de um blog, como é o caso de publicidade personalizada para empresas, vendas de e-books ou outros serviços através de um blog. Como disse anteriormente, a única coisa que precisam é de criatividade e força de vontade.

 

Editores de vídeo

Uma das maiores apostas no mundo da Internet é feita nos vídeos. Vejam o caso do YouTube, do Twitch ou de outras plataformas de vídeos. Tudo o que seja relativo a vídeos é muito mais apelativo para o consumidor.

editor de video

Se sabem editar um vídeo como deve ser podem tirar disso muito proveito através da Internet. Dêem a conhecer-se através de um blog, façam alguns vídeos interessantes e partilhem-nos no Vimeo ou YouTube, criem a vossa fan page e procurem possíveis clientes no mundo da Internet. Todos precisam de um vídeo e, se disserem que não, mostrem-lhes como um vídeo pode mudar para melhor os seus lucros.

 

Escritores

Escrever é outra forma de ganhar a vida na Internet. Tal como no caso dos vídeos, existem muitas pessoas e empresas que procuram bons escritores. Seja para os seus blogs ou para livros mais especializados. Saber escrever pode ser um negócio.

Criem os vossos blogs, vendam os vossos livros através da Amazon KDP, Bubok ou Tagus, criem a vossa própria loja online, trabalhem de forma autónoma, escrevam para outros blogs, etc. As possibilidades são infinitas!

escritores

A minha recomendação é que se querem ganhar algum dinheiro a escrever, especializem-se numa temática. Isso irá fazer com que ganhem protagonismo nessa área e possivelmente novos clientes.

 

Social Media

Como Community Manager em Espanha posso dizer que este é um sector ainda muito verde em Portugal e que poderia ser melhor aproveitado. Podem trabalhar como Community Manager freelance, ou Social Media Manager nas vossas casas apenas com um computador e Internet.

No campo do marketing digital existem muitas formas para conseguir dinheiro. Uma delas é através da gestão de contas de redes sociais, criação e manutenção do SEO de blogs, criação de campanhas publicitárias online, ou até mesmo a realizar análises periódicas a determinados sites.

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Em Portugal, a maioria deste tipo de serviços apenas é feito por agências de marketing, as quais, também para sobreviver, têm de aplicar preços que alguns pequenos comerciantes não podem pagar. É por isso que neste caso, se forem freelance, podemajustar o valor às possibilidades do cliente.

Existem muitas mais formas de ganhar dinheiro pela Internet a prestar serviços ou a vender produtos realizados por vocês mesmos. Apenas precisam de imaginação e não desistir durante os primeiros meses.

Além de todo o trabalho que possam ter realizado, criar um blog e dar-se a conhecer é muito importante, sobretudo quando trabalham online.

Fonte: Como ganhar dinheiro desde casa através das novas tecnologias – Pplware

Apple TV 4: Specs & Unboxing

A Apple, finalmente, decidiu actualizar a Apple TV que durante vários anos não tinha mostrado grande evolução. Embora esta evolução não seja um salto na vanguarda de várias tecnologias utilizadas é, contudo, uma nova fase neste dispositivo. Agora está mais abrangente e preconiza mais um grande negócio para developers e para fornecedores de conteúdos.

Depois de muitos meses de rumores, a Apple lançou na última keynote a nova versão da Apple TV.

Há várias tecnologias “novas”, que estão agora disponíveis neste produto. Temos assim a integração com a Siri, que permite um controlo sem qualquer contacto e também um novo comando, com capacidades de toque.

Características

Tamanho e peso

  • Altura: 35 mm
  • Largura: 98 mm
  • Profundidade: 98 mm
  • Peso: 425 g

Capacidade e preços

  • 32GB – 149 dólares
  • 64GB – 199 dólares

Controlo remoto Siri

  • Tecnologia sem fio Bluetooth 4.0
  • Transmissor IR
  • Acelerómetro e giroscópio
  • Porta Lightning para recarregar
  • Bateria recarregável

Portas e Interfaces

  • HDMI 1.4 3
  • Wi-Fi 802.11ac com MIMO
  • Ethernet 10 / 100BASE-T
  • Tecnologia sem fio Bluetooth 4.0
  • Receptor IR
  • USB-C para serviço e suporte
  • Fonte de alimentação interior

Processador

  • Chips A8 com arquitectura de 64 bits

Sistema Operativo

  • tvOS

Na caixa

  • Apple TV
  • Comando remoto Siri
  • Cabo de alimentação
  • Cabo Lightning para cabo USB
  • Documentação

Notámos logo um impacto no que vemos, não, estamos já a falar na Interface totalmente redesenhada. Esta está agora muito mais simple e muito mais integrada com os conteúdos.

Também a Siri tem aqui um papel importante ao permitir que todas as pesquisas sejam feitas directamente com a voz.

O novo comando é o ponto central da Apple TV. Temos de aprender ainda a lidar com os comandos, mais ainda porque o idioma ainda não é o que pretendemos! Mas está muito apurada a Siri.

Como já foi referido, a Apple dá tanta importância a esta nova Apple TV que lhe criou um sistema operativo próprio, com APIs e ferramentas de programação próprias.

Assim nasceu um novo ecossistema dentro de um ecossistema. Mais uma fonte de produção, agora totalmente virada para a TV.

Iremos facilmente ter acesso a apps que ajudarão a gerir a programação, mais jogos, mais ferramentas utilitárias e até haverá mais diversão com o modo multi-player que pode ser usado nos jogos, com a Apple TV a suportar nativamente.

Compras, pesquisas, acesso a redes redes sociais e muito mais. Há muito ainda para pesquisar e é o que vamos fazer nos próximos tempos, tirar proveito para ver o alcance desta novidade da Apple.

Quando chega a Portugal?

O anúncio oficial, no evento, dizia-nos que a Apple TV chegaria já em Outubro a 80 países, Portugal incluído, é esse o timing oficial, contudo têm circulado rumores que dizem que o lançamento ficará adiado até inícios de Novembro. Esperemos que seja já neste mês.

Apple TV

Fonte: Apple TV 4: Recebemos e gostámos do que vimos

O modo como o Facebook mudou as coisas…

Já não escrevia há algum tempo no meu blogue.

Na altura que inaugurei este espaço, havia muitas ferramentas e espaços emergentes. Optei por utilizar o WordPress. Mas sentia que todos estávamos à espera de quem sairia vencedor das tecnologias e agregasse as concorrentes.

Hoje, tudo mais simples: alguém que tenha conta Facebook, Google e Windows Live, não precisa de rigorosamente mais nada.

Aí está, a justificação para a primeira frase deste artigo.

Algumas considerações sobre o Totoloto & o Euromilhões

Algumas considerações sobre o Totoloto & o Euromilhões

Autor:  Albino Linhares

Apesar de o euromilhões ser um concurso que se realiza em vários países europeus, logo com um número muito elevado de apostadores e um ainda maior número de apostas, é bastante frequente haver jackpots alguns dos quais sucessivos ( que fazem disparar o interesse dos apostadores e, consequentemente, o número de apostas).
Se ocorrem tantos jackpots é porque deve ser muito difícil acertar na chave ( conjunto formado por 5 números e 2 estrelas ) sorteada, isto é, o número de chaves possíveis é muito elevado porque, caso contrário, com tantas apostas registadas alguém teria a chave correcta.
Intuitivamente parece ser mais fácil acertar no euromilhões que no totoloto pois no euromilhões “apenas” temos que acertar 5 números entre 50 enquanto que no totoloto temos que acertar 6 em 49. O problema surge com as estrelas que, como só temos que acertar duas em 9, induzem uma falsa ideia de pouca importância na definição da chave. Essa ideia é reforçada pelo facto de muitos apostadores já terem acertado nas duas estrelas e terem obtido prémios muito baixos. Então o que importa são os números – esses é que são o diabo! -.
No entanto, a intuição é imediatamente posta em causa pelo que se passa na realidade, bastando para tal verificar o número de jackpots registados no euromilhões e no totoloto. Apesar do totoloto ter menos apostadores (só são aceites apostas registadas em Portugal) tem também (comparativamente) menos jackpots. Isto “demonstra” que é mais fácil acertar no primeiro prémio do totoloto do que no primeiro prémio do euromilhões

Quantas chaves possíveis há no euromilhões?
Como já foi escrito anteriormente, uma chave do euromilhões é composta por 5 números e por duas estrelas.
Total de combinações numéricas:
Como os 5 números que fazem parte da chave premiada estão entre 50 números, o total de combinações numéricas possíveis pode ser calculado recorrendo ao cálculo combinatório e é dado pela expressão,

Temos então 2118760 possíveis chaves numéricas.

Total de combinações das estrelas:
Quanto às duas estrelas que farão parte da chave premiada elas estão entre as nove estrelas disponíveis. O total de combinações das estrelas é dado pela expressão,

Atendendo ao reduzido número de possibilidades estas podem facilmente ser aqui apresentadas:
1+2; 1+3; 1+4; 1+5; 1+6; 1+7; 1+8; 1+9; 2+3; 2+4; 2+5; 2+6; 2+7; 2+8; 2+9; 3+4; 3+5; 3+6; 3+7; 3+8; 3+9; 4+5; 4+6; 4+7; 4+8; 4+9; 5+6; 5+7; 5+8; 5+9; 6+7; 6+8; 6+9; 7+8; 7+9; 8+9.
Total de chaves do euromilhões:
Por cada uma das 2118760 combinações de números há 36 possibilidades quanto às estrelas. Então, o número total de chaves do euromilhões é,

Um apostador pode fazer, no mínimo, uma aposta, a sua probabilidade de acertar no primeiro prémio com essa aposta é:   

Quantas chaves possíveis há no totoloto?
No totoloto são sorteados 6 números de 49 possíveis. O número total de chaves é dado pela expressão,

Um apostador que registe 2 apostas ( o mínimo permitido ) tem a seguinte probabilidade de acertar na chave correcta:

Euromilhões vs Totoloto
Para melhor comparar as possibilidades de ganhar o primeiro prémio nos dois concursos podemos determinar o quociente entre o total de chaves de cada um deles.

Isto é, com o mesmo número de apostas, é cerca de 5 vezes e meia mais “fácil” acertar no totoloto do que no euromilhões.

Outro aspecto importante a ter em conta é o custo de cada aposta. No euromilhões o custo de cada aposta é 2 €, enquanto que no totoloto, o custo de cada aposta é 0,35€. Assim, com o mesmo número de apostas, o apostador do totoloto tem cerca de 5,5 vezes mais hipótese de acertar no primeiro prémio e paga apenas 17,5% do que pagaria se jogasse no euromilhões!

Popularidade do Euromilhões
Apesar das desvantagens anteriormente apontadas, o euromilhões, em pouco tempo, conquistou os apostadores portugueses. São várias as razões desse sucesso:
1 – O primeiro prémio do euromilhões é muito mais elevado do que o do totoloto e, regra geral, há menos apostadores a acertar, logo quem acerta arrecada quantias fabulosas.
2 – A probabilidade de obter o último prémio no euromilhões é maior do que a probabilidade de obter o último prémio no totoloto e, de uma forma geral, o valor do último prémio no totoloto é mais baixo. Assim, quem joga habitualmente no euromilhões lá vai arrecadando pequenas quantias de vez em quando, o que motiva novas apostas na semana seguinte.
3 – O euromilhões é mais favorável ao apostador na medida em que a percentagem da receita arrecadada que vai para os prémios é maior do que no totoloto. Vejamos os quadros seguintes:

Como se pode observar no euromilhões temos uma receita global de 60 906 072,00 € da qual saem 30 453 036,00 € para prémios, isto é, da receita arrecadada vai para prémios.
Observando o quadro do totoloto temos uma receita global de 4 036 249,70 € dos quais saem para prémios 1 311 781,15 €, isto é,

O euromilhões é um jogo mais “justo” para o apostador uma vez que “devolve” metade do dinheiro em prémios enquanto que o totoloto só “devolve” cerca da terça parte do dinheiro arrecadado.
4 – Outra boa razão para apostar no euromilhões relaciona-se com a possibilidade de obter o terceiro prémio ( cinco números e zero estrelas).
A probabilidade de acertar nos cinco números com uma aposta é de 1 para 2 118 760, isto é, 6,6 vezes mais “fácil” do que acertar nos 6 números do totoloto e, o terceiro prémio do euromilhões tem garantido quantias bastante significativas (ver quadro acima)
Resumindo, se verificarmos o prémio de 5 números certos sem nenhuma estrela já é muito considerável e as combinações de 50, 5 a 5 cujo valor é 2118760, são 6,6 vezes menos do que as combinações de 49, 6 a 6!!!

Probabilidades dos vários prémios

Euromilhões

1º Prémio ( 5 N + 2 E )

1 em 76 275 360

2º Prémio ( 5 N + 1 E )

Cerca de

1 em 5 448 240

3º Prémio ( 5 N + 0 E )

Cerca de

1 em 3 632 160

4º Prémio ( 4 N + 2 E )

Cerca de

1 em  339 002

5º Prémio ( 4 N + 1 E )

Cerca de

1 em  24 214

6º Prémio ( 4 N + 0 E )

Cerca de

1 em 16 143

7º Prémio ( 3 N + 2 E )

Cerca de

1 em 7 705

8º Prémio ( 3 N + 1 E )

Cerca de

1 em 550

9º Prémio ( 2 N + 2 E )

Cerca de

1 em 538

10º Prémio ( 3 N + 0 E )

Cerca de

1 em 367

11º Prémio ( 1 N + 2 E )

Cerca de

1 em 102

12º Prémio ( 2 N + 1 E )

Cerca de

1 em 38

Totoloto

1º Prémio ( 6 N)

1 em 13 983 816

2º Prémio ( 5 N + 1 Sup )

1 em 2 330 636

3º Prémio ( 5 N )

Cerca de

1 em 54 201

4º Prémio ( 4 N)

Cerca de

1 em  1 032

5º Prémio ( 3 N)

Cerca de

1 em  57

Probabilidade de obter algum prémio no totoloto
Qual será a probabilidade de, com uma só aposta, ganhar algum prémio no totoloto?
A probabilidade de obter algum prémio é igual à diferença entre 1 e a probabilidade de não ganhar nada ( “ganhar algum prémio” e “não ganhar nada” são acontecimentos contrários), isto é,

No totoloto não se obtém prémio se: acertar apenas em dois números; acertar apenas num número; não acertar em qualquer número. Então,

Cerca de 1 em cada 53 apostas.

Probabilidade de obter algum prémio no euromilhões
Seguindo um processo análogo ao anterior, e sabendo que no euromilhões não se obtém qualquer prémio se acertar em: 2 N+0 E; 0N+2E; 1N+1E; 1N+0E; 0N+1E; 0N+0E temos,

Cerca de 1 em cada 24 apostas.

Windows Live Essentials 2011

Actualizei para o Windows Live Essentials 2011, o meu laptop.

Não gosto muito da forma como o Messenger se interliga com as redes sociais. Também não gosto da maneira como dispõe os nomes dos contactos, começando pelo apelido.

Para além disso, não existe ainda um Plus para este MSN de forma que possa encriptar os meus registos.

O Windows Live Writer está mais limpo, mas saíram alguns comandos úteis do friso.

Agora já não existe o serviço Windows Live Spaces, foi integrado no WordPress.com.

Já fiz as respectivas actualizações.

Fim dos desktops daqui a 3 anos

De acordo com o Google sim, em matéria publicada no site silicomrepublic, o chefe do Google na Europa John Herlihy disse que cada vez mais os desktops se tornarão irrelevantes.

“Em três anos, desktops serão irrelevantes, no Japão a maioria das pesquisas hoje são realizadas em smartphones e não em pcs”, disse Herlihy em uma conferência.

As aplicações poderão ser feitas através de dispositivos móveis, não só pelo avanço da tecnologia, mas também pela oportunidade dada pelo cloud-computing.

Com a maioria dos aplicativos e dados armazenados na núvem, os aplicativos não precisam mais ter uma grande capacidade de armazenagem para realizar mais atividades em menos tempo.

Claro que os notebooks ainda serão por muito tempo utilizados principalmente para tarefas mais complicadas de design, desenvolvimento e programação.

Outro fator importante para extinção dos desktops é a popularização dos notebooks e net, que até bem pouco tempo atrás eram restritos a uma parcela da sociedade.