Tiny Core: A distribuição Linux que ocupa apenas 16MB

Precisa de uma distribuição Linux que seja mesmo “minúscula”? E que tenha ambiente gráfico? E que ocupe poucos MB após instalação? Parece ser algo impossível, mas existe uma distribuição Linux capaz de cumprir todos estes requisitos.

Chama-se Tiny Core e a versão atual tem apenas 16 MB.

O Tiny Core é uma das distribuições Linux mais pequenas, mas não é por isso que não tem as ferramentas que precisa. Esta distribuição traz consigo as aplicações essenciais para um funcionamento básico do sistema.

Tiny Core: A distribuição Linux que ocupa apenas 16MB

O Tiny Core Linux foi desenvolvido para ser executado a partir da memória RAM, o que torna esta distribuição bastante rápida.

O Tiny Core 10 está disponível para sistemas com arquitetura de 32 bits e 64 bits. Esta versão do Tiny Core ocupa apenas 16 MB. Além desta versão está também disponível a versão CorePlus-10.0 que ocupa 106MB e inclui o flwm, JWM, IceWM, Fluxbox, Hackedbox, Openbox. Existe também uma versão do Tiny Core denominada apenas Core que ocupa 13 MB.

Tiny Core: A distribuição Linux que ocupa apenas 16MB

Esta é uma distribuição muito fluída e em certa parte muito completa, tendo em conta o tamanho que ocupa. Se tem por casa um computador muito antigo, experimente instalar o Tiny Core 10 e digam-nos o que acharam.

Tiny Core

Redes: Saiba o que é uma VLAN e aprenda a configurar

Hoje vamos apresentar mais alguns conceitos e ensinar a configurar num switch Cisco.

Afinal o que é uma VLAN?

Devido ao crescimento e complexidade das redes informáticas, é muito comum nos dias de hoje que a rede física seja “dividida” em vários segmentos lógicos, denominadas de VLANs. Uma VLAN é basicamente uma rede lógica onde podemos agrupar várias máquinas de acordo com vários critérios (ex. grupos de utilizadores, por departamentos, tipo de tráfego, etc).

As VLANs permitem a segmentação das redes físicas, sendo que a comunicação entre máquinas de VLANs diferentes terá de passar obrigatoriamente por um router ou outro equipamento capaz de realizar encaminhamento (routing), que será responsável por encaminhar o tráfego entre redes (VLANs) distintas. De referir ainda que uma VLAN define um domínio de broadcast (ou seja, um brodcast apenas chega aos equipamentos de uma mesma VLAN). As VLANs oferecem ainda outras vantagens das quais se destacam: segurança, escalabilidade, flexibilidade, redução de custos, etc.

No exemplo da imagem a seguir temos 2 VLANs criadas no switch (VLAN 100 e VLAN 200).  Na VLAN 100 temos o Host A e o Host B. Na VLAN 200 temos o Host C e o Host D. Num switch podemos configurar várias VLANs criando assim vários domínios de broadcast  – o tráfego de uma VLAN não é enviado para outra VLAN. Para que tal aconteça é necessário que haja encaminhamento (por exemplo através de um router). Assim, neste exemplo, independentemente das máquinas estarem ligadas ao mesmo equipamento físico, o Host A só consegue comunicar com o Host B (e vice-versa) e o mesmo acontece com o Host C e o Host D.

Quando ter uma rede física segmentada em VLANs?

Imaginem, por exemplo, que foram contactados para implementar uma rede numa Universidade. Considerando que vamos ter utilizadores/serviços/perfis distintos (ex. Apoio à Direção, pessoal da contabilidade, pessoal dos recursos humanos, externos, etc) a ligarem-se à mesma rede física. Nesse sentido é importante que as máquinas estejam em redes separadas (mesmo estando ligadas no mesmo switch ou segmento de rede). Não faz sentido (essencialmente por questões de segurança), que um utilizador (ex.um aluno), se ligue à mesma rede onde estão os utilizadores que fazem parte do serviço da contabilidade.

Vejam o seguinte cenário para um edifício: 3 grupos distintos de utilizadores que pertencem à contabilidadegestão de recursos humanos e apoio à direção. Os utilizadores dos três serviços encontram-se distribuídos pelos vários pisos no mesmo edifício, mas em termos de rede (uma que vez foram configuradas VLANs), encontram-se na rede (VLAN) definida para cada serviço.

A comunicação entre utilizadores de serviços diferentes só é possível, se configurado o encaminhamento no router.

A constituição de VLANs numa rede física, pode dever-se a questões de:

  • Organização – diferentes departamentos/serviços podem ter a sua própria VLAN. De referir que a mesma VLAN pode ser configurada ao longo de vários switchs, permitindo assim que utilizadores do mesmo departamento/serviço estejam em locais físicos distintos (ex. Utilizador A – Polo 1, utilizador B – Polo 2) da mesma instituição;
  • Segurança– Pelas questões que já foram referidas acima, ou por exemplo para que os utilizadores de uma rede não tenham acesso a determinados servidores;
  • Segmentação– Permite dividir a rede física, em redes lógicas mais pequenas e assim tem um melhor controlo/gestão a nível de utilização/tráfego.

 

VLANs – Tipo de portas

Um switch com a capacidade para criação de VLAN suporta dois tipos de portas:

  • Portas de Acesso (ligações de acesso)
  • Portas Trunk (ligações partilhadas)

Uma Porta de Acesso (access), permite associar uma porta do switch a uma vlan. As portas do tipo acesso são usadas para ligar PCs, impressoras, etc. Por omissão, todas as portas do switch vêm configuradas na VLAN 1.

Uma Porta Trunk, normalmente usada para interligação de switchs ou ligação a routers, e permite a passagem de tráfego de várias VLANs. Configurando uma porta como trunk, todo o tráfego de todas as VLANs criadas no switch podem passar por lá, no entanto o administrador pode limitar ao número de VLANs que pretender. Como podem ver pela imagem seguinte, a ligação entre o switch A e o Switch B é realizado através de portas Trunk isto porque, no mesmo link, é necessário passar tráfego da VLAN 100 e 200.

Como configurar?

Para este artigo vamos considerar o exemplo anterior. Vamos também definir o seguinte endereçamento:

  • VLAN 100: 192.168.100.0/24
  • VLAN 200: 192.168.200.0/24

Para começar vamos criar as VLANs no switch A e depois associar a porta Fa0/2 e Fa0/3 à VLAN 100 e a Fa0/4 à VLAN 200. Vamos ainda atribuir o nome Estudantes à VLAN 100 e Docentes à VLAN 200. Para tal, entramos no SwitchA e realizamos as seguintes configurações:

SwitchA> enable
SwitchA# configure terminal
SwitchA(config)#vlan 100
SwitchA(config-vlan)#name estudantes
SwitchA(config-vlan)#vlan 200
SwitchA(config-vlan)#name docentes
SwitchA(config-vlan)#exit
 
SwitchA(config)#interface fastEthernet 0/2
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 100
 
SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/3
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 100
 
SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/4
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 200

Devem realizar uma configuração semelhante para o SwitchB

SwitchB> enable
SwitchB# configure terminal
SwitchB(config)#vlan 100
SwitchB(config-vlan)#name estudantes
SwitchB(config-vlan)#vlan 200
SwitchB(config-vlan)#name docentes
SwitchB(config-vlan)#exit
 
SwitchB(config)#interface fastEthernet 0/2
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 100
 
SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/3
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 200
 
SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/4
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 200

Por fim vamos configurar as portas trunk. Para tal vamos ao SwitchA, e definimos a porta fastEthernet 0/1 como Trunk.

SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/1
SwitchA(config-if)#switchport mode trunk

Devem realizar uma configuração semelhante para o SwitchB

SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/1
SwitchB(config-if)#switchport mode trunk

Caso pretendam ver as VLANS por porta, podem executar o comando show vlan

Testes

Vamos agora verificar se há comunicação entre máquinas da mesma VLAN, ligadas a switchs diferentes. Para a realização de testes vamos tentar pingar do PC0 para o PC3 (que pertencem à VLAN 100). Em seguida vamos pingar do PC2 para para PC5 (que pertencem à VLAN 200).

Comunicação entre PC0 e PC3

Comunicação entre PC2 e PC5

Espero que tenham percebido o conceito de VLAN, e caso queiram colocar em prática podem sempre consultar a data sheet dos vossos switchs para saber se suportam VLANS. Alguém usa esta tecnologia?

Existem ainda outros conceitos dentro do assunto das VLANs como por exemplo VTP, trunking (protocolo 802.1Q ou ISL da Cisco), subinterfaces, etc. Esperamos trazer estes temas em próximos artigos.

Mais distribuições Linux

#1) MX Linux

Para quem procura uma distribuição Linux leve, mas com bom suporte, a nossa sugestão vai para a distribuição MX. A performance é simplesmente fantástica e toda a interface é muito bonita e muito bem organizada.

A versão atual da distribuição MX Linux é a 18.2 e, incrivelmente, conseguiu chegar ao número um do TOP do distrowatch, ultrapassando distribuições como o Ubuntu, Mint, entre outras.

distribuições Linux

MX Linux


#2) Manjaro

O Linux Manjaro é uma das distribuições mais bonitas e user-friendly, que facilita a “entrada” dos utilizadores no mundo do Arch Linux. É uma rolling distro e tem total compatibilidade com os repositórios do Arch (AUR – Arch User Repository).

Atualmente a distribuição Linux Manjaro está disponível com os ambientes gráficos XFCE, KDE e GNOME.

distribuições Linux

Manjaro


#3) Linux Mint

O Linux Mint é uma das distribuições Linux mais populares do mundo. Para quem quer dar os primeiros passos numa boa alternativa ao sistema operativo Windows e também MacOS, esta é normalmente uma das distribuições Linux sugeridas, mas é também uma das que tem maior comunidade.

O Linux Mint é uma das distribuições Linux preferidas dos utilizadores devido à sua usabilidade e simplicidade, uma vez que há muitos pacotes onde já vêm instalados por omissão: plugins do browser, players, entre outros.

distribuições Linux

Linux Mint


#4) elementary OS

O elementary OS é uma distribuição baseada no Ubuntu e direcionada para desktops. Esta distribuição tem um fantástico look and feel, garante um bom desempenho e é bastante estável.

Tal como o Windows ou o macOS, esta distribuição também tem uma interface de autenticação para entrada no sistema. A plataforma do elementary OS é construída sobre software Livre /código aberto.

distribuições Linux

elementary OS


#5) Linux Ubuntu

A distribuição da Canonical é uma das distribuições Linux mais populares do mundo! Tendo servido de inspiração para muitas outras, a distribuição da Canonical tem vindo a perder popularidade. O Manjaro, Mint, MX Linux, entre outras, são as que têm recebido mais atenção.

Com o lançamento da nova versão (19.04 Disco Dingo), a Canonical espera que o seu sistema operativo para Desktop se consiga finalmente afirmar como uma alternativa ao poderoso Windows 10.

distribuições Linux

Ubuntu


E são estas as distribuições Linux mais populares da atualidade segundo o site distrowatch. Destaque para o MX Linux que tem feito um percurso exemplar, sendo hoje, curiosamente, a distribuição Linux mais procurada pelos utilizadores. Se gostam de liberdade, de ter um sistema operativo poderoso e sem limitações, experimentem uma destas distribuições.

Dica: Como adicionar uma mensagem personalizada ao arranque do Windows 10

O Windows 10 tem muitos segredos e configurações não conhecidas, que melhoram e alteram o comportamento deste sistema. São alterações que podem ser feitas e que ajudam os utilizadores, de uma forma bem positiva.

Hoje vamos mostrar como podem configurar o Windows 10, para que possam apresentar uma mensagem no arranque. Esta será personalizada e bem ao gosto do utilizador. Simples, rápida e muito útil, é assim que descrevemos esta dica.

O Windows 10 não tem forma direta de permitir aos utilizadores de personalizarem grande parte das suas áreas. Estas existem, mas requerem alguma ginástica para ser acedida e ainda mais para serem usadas.

Das muitas possibilidades, uma muito interessante é poder apresentar uma mensagem antes do desbloqueio do Windows. Esta permite dar informações adicionais a qualquer utilizador ou, certamente, ser usada caso percam a máquina.

Criar uma mensagem personalizada no arranque do Windows 10

O passo inicial é o acesso ao editor de registo do Windows 10 (regedit). Vai ser necessário alterar duas chaves de uma área, a onde devem aceder: HKEY_LOCAL_MACHINE > Software > Microsoft > Windows > Current Version > Policies > System.

Windows 10 mensagem arranque personalizada Microsoft

Ai dentro vão encontrar as chaves “legalnoticecaption” e “legalnoticetext“. Ambas devem ser preenchidas e vão ser mostradas na mensagem do arranque do Windows 10.

A primeira, “legalnoticecaption“, é referente ao título da mensagem. A segunda, “legalnoticetext“, corresponde ao texto da mensagem que vai ser mostrada.

Windows 10 mensagem arranque personalizada Microsoft

Após preencherem estes dois campos, devem terminar o processo fechando a janela do regedit. Não é necessário gravar as entradas ou sequer reiniciar o PC. Vai ficar de imediato aplicado e disponível.

Claro que, para verem o resultado da nova mudança que fizeram, só têm de reiniciar o Windows 10. Assim, após o arranque do sistema, e antes da zona de autenticação, a nova mensagem vai estar presente.

Windows 10 mensagem arranque personalizada Microsoft

Como vão poder ver, o título e o texto que definiram antes vai estar presente. Para ultrapassarem esta zona só precisam de carregar no botão OK. Claro que a remoção da mensagem requer apenas que eliminem o conteúdo dos campos “legalnoticecaption” e “legalnoticetext“.

Esta é mais uma prova de que a Microsoft tem no Windows 10 as ferramentas necessárias para que o utilizador personalize este sistema da forma que queira, com muitas mais opções que as visíveis.

Linux Lite 4.4: Um Ubuntu super rápido e ainda mais fácil de usar

No segmento dos sistemas operativos, mais concretamente ao nível do Linux, a oferta é vasta! Neste segmento podemos encontrar distribuições para servidores, para desktops, para mini PCs, para dispositivos da área da Internet das Coisas, etc.

A distribuição que apresentamos hoje chama-se Linux Lite e é uma distribuição muito simples de usar.

Com o passar dos tempos e com a aquisição de novos PCs, vamos guardando no sótão, na garagem ou num sítio escondido lá de casa o nosso PC mais antigo. Aquela caixa já com um pouco de ferrugem, um monitor ainda CRT, um teclado já meio sujo e até um rato com bolinha. Mas porque não dar uma nova vida a essa PC?

Chama-se Lite e tal como o nome sugere é uma distribuição compacta em termos de software e também ao nível do ambiente gráfico. No entanto tal não significa que esta distribuição seja menos poderosa que outras.

A última versão do Linux Lite (versão 4.4) é baseada no Ubuntu e traz como ambiente gráfico o robusto Xfce. Destaque também para o facto de trazer novos ícones e de uma nova versão da popular ferramenta Sound Juicer CD Ripper.

Linux Lite 4.4: Um Ubuntu super rápido e ainda mais fácil de usar

Esta distribuição vem também com o Kernel 4.15.0-45, Thunderbird 60.4.0, LibreOffice: 6.0.7.3, VLC 3.0.4 e Gimp: 2.10.8. Destaque também para o facto de incluir novos temas, novos wallpapers entre outras novidades interessantes.

Apesar de ter a palavra “Lite” na sua designação, esta distribuição ocupa 1,3 GB. Pode instalá-la nativamente numa máquina, recorrer à virtualização, ou então criar uma PEN USB de arranque.

Como requisitos mínimos esta distribuição necessita de uma máquina com CPU a 1 Ghz, 768 MB de RAM e HDD/SD de 8GB.

Linux Lite 4.4

Distribuições Linux

Quem procura uma alternativa no mundo Linux fique a saber que há também um conjunto de distribuições muito interessantes. Aqui ficam as sugestões.

Tendo como base este artigo, hoje propomos 5 interessantes distribuições Linux para os utilizadores que pretenderem abandonar o Windows 10. O desafio é interessante, mas nada que o tempo de utilização não ajude a resolver.

#1 – Zorin OS

Zorin OS é talvez a distribuição Linux mais parecida ao Windows, muito por causa do seu visual e pelo facto do menu iniciar ser muito idêntico ao do Windows 7. Esta distribuição é baseada no popular Ubuntu, o que significa que existe também muito software e muita documentação.

Uma das grandes diferenças entre Zorin OS e outras distribuições é a opção de escolha entre Ambientes de Trabalho, onde o utilizador pode, através do “Zorin Appearance”, alternar entre diversos estilos…daí o conseguirmos ter uma distribuição com um “look and feel” semelhante ao Windows.

#2 – ChaletOS

Chama-se ChaletOS, é baseado no Xubuntu  e é uma das distribuições GNU/Linux que tem estado a ter algum destaque. O ChaletOS ajuda a mudar de Windows para Linux, sem que a mudança seja radical, até porque ao nível da interface as semelhanças são muitas.

Ao nível do software a lista é bastante vasta. O ChaletOS traz o Firefox como browser por omissão, o Transmission para torrents, o Pidgin Internet Messenger como cliente de IM.

#3 – Linux Mint

O Linux Mint é uma das distribuições Linux mais populares do mundo. Para quem quer dar os primeiros passos numa boa alternativa ao sistema operativo Windows e também MacOS, esta é normalmente uma das distribuições Linux sugeridas, mas é também uma das que tem maior comunidade.

#4 – SolusOS

O SoluOS é uma distribuição GNU/Linux moderna para iniciantes neste mundo que oferece um bom suporte para as tecnologias modernas.

Esta distribuição traz como ambiente gráfico o Budgie, várias otimizações ao nível do software integrado e também melhorias na generalidade do sistema que permitem ter ao utilizador uma boa experiência ao nível dos jogos.

#5 –  MX Linux

Para quem procura uma distribuição Linux leve, mas com bom suporte, a nossa sugestão vai para a distribuição MX. A performance é simplesmente fantástica e toda a interface é muito bonita e muito bem organizada. A versão atual da distribuição MX Linux é a 17.1.

 

Chegou o Ubuntu 19.04 “Disco Dingo” Beta!

O Ubuntu é uma das distribuições Linux mais populares do mundo! Tendo servido de inspiração para muitas outras, a distribuição da Canonical tem vindo a perder popularidade para o Manjaro, Mint, MX Linux, entre outras.

Com o lançamento da nova versão, a Canonical espera que o Ubuntu consiga finalmente afirmar-se como uma alternativa ao poderoso Windows! Será que  vai ser desta?

A Canonical lançou recentemente o novo Ubuntu 19.04 Beta. A versão final chegará apenas a 18 de abril, mas até lá os utilizadores poderão experimentar grande parte das novidades desta versão. Mais uma vez não haverá uma versão alpha!

Novidades do Ubuntu 19.04 “Disco Dingo” Beta

Esta nova versão do Ubuntu incluiu várias novidades interessantes das quais se destacam o ambiente gráfico GNOME 3.32Mesa 19.0 e o Linux Kernel 5.0. Esta versão inclui também suporte para a GPU AMD Radeon RX Vega M e suporte total para o Raspberry Pi 3B e 3B+ e também suporte para o SoC Qualcomm Snapdragon 845.

O Ubuntu 19.04 inclui também suporte para a integração com Android via GSConnect. O O GSConnect é uma ferramenta gratuita que permite que um utilizador com um dispositivo Android controle o seu PC com Linux.

Esta ferramenta foi desenvolvida para quem usa sistemas Linux com ambiente gráfico Gnome. Para que tudo funcione, o Linux e o dispositivo Android devem estar ligados à mesma rede de dados. Esta ferramenta não vem por omissão, mas estará disponível nos repositórios.

Como referido, por agora só está disponível a versão beta sendo que a versão final chegará a 18 de abril. Nesse sentido, é aconselhado que não devem colocar esta versão numa máquina em produção.

De acordo com alguns feedbacks, esta versão será provavelmente uma das melhores dos últimos anos, pois, a distribuição está mais leve e otimizada. Experimentem!