Pesquisar na Internet com o menu Iniciar do Windows 7

O Windows tem muitas opções escondidas. Algumas menos úteis e outras muito úteis. De tal forma úteis que não se compreende que não venham activas e disponíveis desde o primeiro momento.

Exemplo disso é a dica que vos trago hoje. Sabiam que com meia dúzia de cliques podem usar a vossa barra de tarefas para efectuar pesquisas na Internet? E a sua activação é extremamente simples.

Ao activarem esta funcionalidade podem colocar texto na caixa de pesquisa que habitualmente usam para pesquisar conteúdos e a partir dai lançarem o vosso browser com a pesquisa que pretendem no vosso motor de pesquisa de eleição.

A opção está presente e apenas necessita de indicação para ser activada. E é tão simples como aceder ao Editor de Politicas Grupo Local e activar a politica certa.

Esta dica aplica-se ao Windows SP, Vista e 7 pelo que de certeza que a pode usar.

Mas vamos então explicar em detalhe como activar esta dica. Em primeiro lugar devem lançar o Editor de Politicas Grupo Local. Para isso carreguem no botão Iniciar e na caixa de pesquisa coloquem gpedit.msc. Carreguem agora no Enter.

Ao executarem esse comando será aberta uma nova janela. Essa janela é o Editor de Politicas de Grupo Local. Ai dentro devem procurar na coluna esquerda por Configurações do Utilizador, depois por Modelos Administrativos e finalmente por Menu Iniciar e Barra de Tarefas. Seleccionem este último.

Na metade direita serão apresentadas os itens referentes a essa entrada. Procurem por Adicionar ligação Procurar na Internet ao Menu Adicionar. Deverá ser a primeira.

Façam então duplo clique nessa entrada. Vai ser aberta uma nova janela. É aqui que vamos activar a opção que pretendemos. Basta que cliquem com o rato em Activado e está feito. Carregue  no botão OK e feche a janela do Editor de Politicas de Grupo Local.

E pronto. Agora só têm de abrir novamente o menu Iniciar colocar na caixa de pesquisa o que pretendem procurar. Se repararem passa a haver uma entrada adicional e que tem o símbolo do vosso browser pré-definido e o texto Procurar na Internet. Cerreguem nessa opção e vejam o browser a abrir-se e a ser apontado para o motor de pesquisa que têm definido.

Caso pretendam mudar o motor de pesquisa a usar só têm de o fazer no browser e o SO assume essa alteração. A mudança de browser efectua-se de forma idêntica. Alterem o browser padrão e está feito.

Tal como foi dito acima esta dica funciona para o Windows XP, Vista e 7, e nas versões Professional, Enterprise e Ultimate. Caso a vossa versão não seja esta, ou pretendam usar um método mais rápido e menos “gráfico” podem colocar o texto abaixo num ficheiro com extensão .reg e aplicarem-no com um duplo clique.

Windows Registry Editor Version 5.00   [HKEY_CURRENT_USER\Software\Policies\Microsoft\Windows\Explorer]
"AddSearchInternetLinkInStartMenu"=dword:00000001

E pensem um pouco, esta funcionalidade deveria estar ou não activa desde a instalação do sistema operativo? Boas pesquisas a partir do vosso menu Iniciar.

Transforme o seu Windows 7 num Access Point Wifi

 

O Windows 7 é sem dúvida um sistema operativo de eleição e que esconde muitas funcionalidades. Arrisco-me a dizer, que o Windows 7 é certamente o melhor sistema operativo da Microsoft até ao momento, para máquinas cliente.

Um programador dos EUA descobriu recentemente uma funcionalidade nativa no Windows 7 que permite que qualquer computador equipado com este sistema operativo e que possua uma placa Wireless, a capacidade de poder-se transformar num Access-Point (Ponto de acesso Wireless ou também designado de SoftAP).

wifi_10

Com esta funcionalidade activa (através de uma interface denominada de Microsoft Virtual WiFi Miniport Adapter), um computador passa a funcionar com um ponto de acesso sem fios, com a possibilidade de fornecer Internet para outros equipamentos que se encontrem no seu raio de cobertura e que também possuam uma placa de rede sem fios.

Imagine que pretende sincronizar por exemplo o seu iPhone, Smartphone com o seu computador portátil. Esta poderá ser uma solução rápida.

Basicamente o Windows 7 cria uma “interface virtual” sem fios, baseada na interface física. Esta funcionalidade é semelhante às VAPs no Linux que permitem criar interface virtuais, possibilitando que uma única placa física funciona com ponto de acesso Wireless e como cliente wireless.

Como criar um SoftAP

Passo 1 –Abrimos a linha de comandos (cmd.exe) com privilégios de Administrador

e configuramos  a interface “hosted” através do seguinte comando:

netsh wlan set hostednetwork mode=allow ssid=pplware key=ppintokey

Este comando cria uma rede com o nome pplware, autenticação do tipo WPA2 e password ppintokey

Wifi_2

O comando acima referido cria uma interface virtual (“Microsoft Virtual WiFi Miniport adapter”). Essa interface pode ser visualizada na lista de interfaces.

wifi_4

wifi_6

Passo 2 – Activar o HotSpot

netsh wlan start hostednetwork

wifi_3

A partir deste momento a interface encontra-se activa e pronta a receber clientes.

Para quem pretenda verificar as configurações pode executar o comando

netsh wlan show hostednetwork

wifi_7

Configurações Opcionais

Quem pretender, pode criar 2 atalhos para iniciar/parar a partilha de Internet.

wlan_8

Nota: devem confirmar na interface virtual, se na parte da partilha, a placa que vos dá conectividade está bem definida.

wifi_9

Este é sem duvida um truque/funcionalidade que dá jeito. No entanto, num campus/organização onde existam muitos equipamentos wifi e os utilizadores realizem esta configuração, estes contribuirão certamente para a existência de mais interferências e posterior degradação de serviço. Prometemos num próximo artigo analisar as vulnerabilidades deste processo.

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Uma semana no Mac

As vantagens e desvantagens vistas por quem sempre esteve no Windows e, de repente, se vê em outro sistema totalmente diferente de tudo que já experimentou.

Quando recebi a tarefa que dizia "passar uma semana no Mac" fiquei feliz, não nego. Sempre ouvi falar muito bem a respeito do sistema e de sua organização, bem como do hardware – que além de bonito é muito bem estruturado. Porém, minha experiência com um Mac pode ser representada por um belo algarismo sem ângulo – o número zero.

A menor distância e o maior tempo em que estive em um computador da Apple até então havia se resumido aos rápidos olhares nas lojas revendedoras da marca. Então, já podem perceber que não sou uma profunda conhecedora do sistema e das suas ferramentas – pelo menos por enquanto.
Como toda "aventura", esta não poderia deixar de ser documentada, afinal pode servir de auxílio para outras pessoas que passem pela mesma situação. Por isso, você vai acompanhar, em forma de diário, o andamento dessa história de desbravamento de um sistema operacional totalmente diferente de tudo que o usuário Windows já havia conhecido. Pronto para conhecê-la? Vamos lá!

Dia 1 – Botões, teclas e primeiras impressões
Foi um pouco vergonhoso chegar ao "posto de trabalho" onde o Mac fica instalado e, logo após perceber que a colega que trabalha só com os programas para o OS X havia desligado o Mac Mini. E agora? Eu nunca precisei ligar um desses e, normalmente, os botões ficam na frente de qualquer dispositivo. Mas com este Mac Mini foi diferente, o botão "Power" estava na parte de trás do pequeno gabinete.
Depois dessa primeira vergonha, decidi ir com calma, afinal as coisas são bem diferentes do que o Windows proporcionou até agora. Acredito que os usuários Mac que migram para o sistema da Microsoft também devem passar por algo parecido – claro, não com os botões liga/desliga…

Em seguida, decidi que minha próxima meta seria explorar um pouco as configurações – algo que no Windows possa ser chamado de Painel de Controle. Vi que no Mac é diferente, não só o nome, que nesse sistema é Preferências do Sistema; mas a interface também tem muitas diferenças. As divisões são bastante práticas e o número de ícones e funções reduzido.
Talvez isso aconteça pelo fato de o Mac não permitir a mesma personalização de peças de hardware da mesma maneira que os PCs. Ou seja, não há necessidade de substituir pentes de memória ou placa de vídeo. Tampouco será preciso instalar drivers e outras ferramentas de detecção – já está tudo pronto.

O próximo passo seria encontrar uma maneira de conjugar os vários aplicativos que usarei durante esta semana de testes com o Mac: Safari, iTunes, GarageBand e vários outros vão fazer parte da empreitada. Como havia observado outros usuários de Mac fazendo, decidi descobrir como abrir "aquela tela que divide várias Áreas de Trabalho" em um só computador.
Depois de algum tempo tentando, cheguei ao tal "Painel de Controle" (Preferências do Sistema) e notei uma opção chamada "Exposé e Spaces". Como meu maior objetivo no primeiro dia era realmente explorar todas as opções do Mac, não foi diferente com esta. Por fim, acabei descobrindo que se tratava da tal opção das múltiplas Áreas de Trabalho.

Esse fato serve de gancho para outro, os atalhos de teclado. Sempre ouvi a lenda de que os Macs têm atalhos diferentes. Eles têm, de fato. E para uma "Win user" (ou usuária de Windows) tentar encarar o Command como Control é tão desafiador quanto pensar em Alt como Option.
Mesmo assim, não é impossível. Mas, se você estiver usando um Mac Mini com teclado, mouse e monitor de outras marcas que não a Apple deve pensar um pouco a respeito da posição das teclas. Isso quer dizer que o famigerado Command não está na mesma tecla do Control, ao contrário do que muitos podem pensar.

Se você está fazendo uso de um teclado comum, daqueles que têm as teclas com a logo do Windows, deve saber que neste caso este botão é o Command e o Alt vira o Option, como dito anteriormente.

Se você estiver nos seus primeiros passos em um Mac, acesse as Preferências do Sistema e ative o "Exposé e Spaces". Feito isso, tecle F8 e prepare-se para a mágica. Uma tela com vários quadrados vai aparecer. Cada um deles é um espaço como uma nova Área de Trabalho – então, se você costuma organizar suas janelas por categoria, esta é uma excelente maneira (que ainda falta no Windows de forma nativa).

Dia 2 – Rede, comandos e um pouco de desespero
Chega um momento em que toda aquela sensação de "mundo novo" e "maravilha" começa a sair da sua mente e você passa a ver não só alguns problemas, mas começa a ficar um tanto desesperado. Uma coisa que o usuário de Windows não está preparado para enfrentar é comando diferente do que estava acostumado.
Encarar o desconhecido não é só complicado para usuários do Windows, mas sim para qualquer pessoa. Entretanto, não fazer ideia de qual comando inserir para que o computador enxergue a rede é um pouquinho desesperador, uma vez que todos os documentos importantes estão em uma pasta em um servidor.

Em vez de apenas colocar as tais "duas barras invertidas" do sistema operacional de Bill Gates, os asseclas de Steve Jobs precisam ordenar que a máquina acesse a rede através do seguinte código:

                             "smb://ENDEREÇO DA REDE"                               

Com isso seu Mac será capaz de enxergar a rede. Do contrário, esqueça. Não coloque barras invertidas e o local de rede – não vai adiantar. Portanto, o que você tem a fazer é ler muito bem o manual em vez de aventurar-se. Perguntar para algum mac user  mais experiente também é bastante válido. Mas a graça toda está em tentar "sobreviver" em um ambiente completamente avesso àquilo com que você estava acostumado.
Outro ponto que vai parecer confuso para muitos usuários Windows que se aventuram pelas terras da maçã pela primeira vez é o fato de não existir a tal "Barra de Ferramentas" nos programas. No Windows, sabemos que cada programa tem a sua barra com as seguintes informações: "Aquivo", "Editar", "Exibir" etc. O Mac também tem, mas as dispõe de uma forma totalmente diferenciada. Como as janelas dos aplicativos são reduzidas, a tal "barrinha" não é própria cada programa e sim ao sistema operacional.

"Como assim?" – Apesar de parecer estranho, é fácil entender. Pode-se dizer que as janelas ficam ligadas à barra de comandos do OS X, que comanda tudo. Conforme você abre um programa no Mac, repara que a barra no topo vai mudar.
Se você estiver usando o Bean, todos os comandos que estiverem listados nas opções desta barra de menus são referente única e exclusivamente ao Bean. E assim vai ser com o Safari, GarageBand, iTunes e o que mais estiver operando no seu sistema.
Podemos pensar nesta barra do OS X como uma "barra mãe", ou então uma espécie de programa maior que abriga os outros definindo propriedades e capacidades. Cada janela é uma espécie de subalterna a esta grande barra que não abriga janelas minimizadas e sim as propriedades do programa.

Por falar em minimizações, o bom e velho usuário do Windows vai se perguntar: "Onde diabos estão as minhas janelas que minimizei agora há pouco?". É um pouquinho complicado pegar o jeito assim, logo na primeira viagem. Mas, logo você acostuma com a ideia de observar a Dock e clicar nas miniaturas ou mesmo no ícone do programa.
Ao fazer isso, você diz ao OS X para trazer de volta aquela janela com a qual estava trabalhando. Então, não há muito segredo nessa parte. Basta saber que seu computador mudou de ares – e como.

Dia 3 – Internet e email
Digamos que o mundo não possui nenhum outro navegador além daquele que veio com o seu sistema operacional – quer ele seja Windows ou OS X. O mundo estaria perdido e cheio de pessoas irritadas.
Tanto o Internet Explorer quanto o Safari se mostram bastante falhos e confusos para quem está acostumado a outros navegadores como o Firefox ou o Chrome. Devo dizer que esperava mais do Safari. O navegador se mostrou muito mal planejado ao não possuir configuração simples para usuários novos.
Isso fica bastante notável quando chega a hora de tentar configurá-lo para abrir cada link novo em uma nova aba e não em uma outra janela como o programa vem fazendo insistentemente.
O fato de abrir janela atrás de janela não só prejudica o funcionamento do computador como também faz com que o rendimento do que quer que você esteja fazendo caia – principalmente se você for um "recém-chegado" ao Mac.

Fica complicado administrar várias janelas e não é nem um pouco difícil acontecer de você perder todo o trabalho que teve porque acabou fechando a janela errada por engano.
Chegamos a outro ponto da "novela" Safari: recuperar senhas gravadas. Com navegadores livres como o Firefox essa é uma tarefa simples. Basta acessar as opções de segurança do navegador e obter o que se procura – pode ser o nome de usuário ou até mesmo a senha – mas, quando chegamos no Safari, a coisa começa a ficar um pouco mais complicada.
Não é tão fácil assim, pelo menos não para quem veio de "outras terras". O mais curioso de tudo é que quando se acessa as preferências do Safari, nota-se que o programa permite que os links abram em novas abas em vez de janelas, mas só quando estes são externos ao navegador (como o Mail, iChat e outros programas). Além de não fazer muito sentido, acaba ficando estranho.

Por falar em aplicativos externos, chegou a vez de avaliar o Mail, cliente de email da Apple – equivalente ao Outlook e o Windows Live Mail (instalável). Pelo que foi possível observar durante esta semana no Mac, o Mail é infinitamente mais simples e prático que os concorrentes de Gates e sua Microsoft.
Não é você, usuário quem insere endereços de POP3, IMAP, SMTP e outros protocolos. Tudo que é necessário fazer para configurar seu email neste cliente se resume a inserir o endereço e a senha. Só isso – o resto é feito pelo Mail em poucos instantes.
Por essa razão, o usuário Windows poderá sentir-se mais à vontade em um Mac justamente pelo motivo de que este programa (ao contrário do Safari) consegue tornar mais prática uma tarefa do dia-a-dia. Depois de ter adicionado a conta, a interface do Mail é bastante objetiva – tem poucos botões e trabalha com o mesmo minimalismo visto no iTunes. Alguns win users chamam o OS X de "iTunes infinito" devido às características visuais.

Pessoalmente, o visual do OS X agradou bastante, apesar de manter os tons de cinza e não ser tão fácil de personalizar quanto o sistema das "janelas", o Windows. Mas, voltando ao assunto principal, o Mail, tudo que você encontra na interface principal dele são os botões de recebimento de novas mensagens; apagar; marcar como indesejada (famoso spam); responder; responder a todos; reenviar; nova mensagem; nota; tarefa e a sempre presente busca dos aplicativos da maçã.

Dia 4 – Instalação de aplicativos e plugins
Instalar programas no Mac não é tão diferente de realizar a mesma tarefa no Windows. A grande novidade desse processo todo é a extensão do pacote de instalação. Em vez de EXE como os win users estão acostumados, o computador da Apple possui o formato DMG.
Funciona normalmente, como a extensão do Windows, mas é bom saber qual é o formato a ser baixado, já que estamos em um território completamente diferente daquele anterior. Mas não há muito com que se preocupar.
Pelo menos neste primeiro momento, imagino que um usuário novato como euprocure programas de fontes seguras para instalar no computador. O que seria mais seguro do que o próprio site da Apple para dar este primeiro passo?

Então, com este primeiro ímpeto de encontrar programas interessantes para o Mac, decidi acessar a biblioteca de downloads do fabricante. Depois de ter clicado em "Downloads" selecionei, na primeira aba do menu lateral esquerdo ("All Downloads", ou Todos os Downloads, em bom português), a opção "Widgets". Por que os widgets e não programas "de verdade"?
Escolhi testar os tais widgets justamente por se tratar de algo totalmente diferente do Windows. Não há, no sistema operacional da Microsoft, uma tela específica para os complementos que eu gostaria de ter.
Contudo, existe, sim, uma tentativa: a Sidebar – presente nas versões Windows Vista e Windows 7. Ainda assim, não é uma área completa e totalmente destinada aos widgets. Por isso, decidi começar por eles.

Existem milhares de widgets para o OS X, basta você saber escolher conforme a sua necessidade e lembrar que não é só porque o espaço existe que deve ser entupido de coisas inúteis.
Se pudesse dar uma sugestão de widgets para o Dashboard do seu Apple, com certeza indicaria algo para a leitura de feeds, twitter, alguns joguinhos interessantes e claro, alguma ferramenta eficaz para anotações rápidas como o DashNotes.
Além de saber instalar e buscar widgets novos, é igualmente importante e interessante saber acessar este painel, não? Você vai notar que é muito fácil. Experimente clicar com a wheel (ou roda) do seu mouse.

Agora que está lá, também é bom saber como voltar para o modo normal do seu computador: faça isso clicando com o botão esquerdo, normalmente. Pronto! Você está de volta à sua página de internet, documento de texto ou qualquer outra coisa que estava fazendo antes de abrir o Dashboard.
Programas
Além de ter uma coleção de muitos downloads, o diretório de programas da Apple é uma boa saída para quem quer testar os próprios softwares desenvolvidos pela empresa para o seu sistema operacional.
Então, se você ainda não sabe se vale a pena usar o pacote iWork ou então algum outro programa que possui versão paga, pode baixar versões demonstrativas nesta página. Mas não são só softwares em versão Demo; os downloads da Apple incluem programas de todo tipo e licença. Por isso, é bom ficar atento as novidades e especificações de cada um deles.
Plugins
Apesar de possuir os widgets e programas, o diretório da Apple não possui os downloads indicativos de plugins para o seu navegador – quer ele seja Safari, Firefox, Chrome ou Opera.
Neste caso, é melhor que você procure no próprio site do desenvolvedor, ou se preferir o caminho mais fácil, o próprio Baixaki, já que além do download, aqui você encontra a avaliação dos redatores a respeito do plugin.
Portanto, é recomendável ir atrás da fonte do download, caso você decida encontrar o arquivo de instalação sozinho. A instalação é simples e acontece da mesma forma que os programas.
Entretanto, existe uma grande diferença entre o Windows e o Mac no critério instalação. O Mac parece ter tudo pronto, como se estivesse esperando que você instalasse aquele programa. Já o Windows não é bem assim. Em alguns casos, você precisa ir à caça de complementos e coisas parecidas. Neste ponto, o Mac pareceu bastante receptivo.

Dia 5 – Multimídia na maçã
Muita gente compra um Mac pelo fato de ele ser uma excelente máquina para a execução de produtos e edição de multimídia. O que realmente é verdade – o próprio OS X tem soluções que são muito práticas nos mais variados aspectos da criação de mídias diferentes e até mesmo compor músicas.

 

 

 

 

 

 

O que realmente foi impressionante neste quesito chama-se GarageBand. O programa não é dos mais complicados visualmente, e logo que se abre existe uma janela para que você determine o que quer fazer.

Infelizmente, este não é um programa gratuito, mas pode ser baixado na sua versão demonstrativa pelo diretório da Apple. Assim que você executá-lo, vai ver uma janela com algumas opções, como criar um novo projeto, abrir um projeto já existente, criar um novo episódio de podcast ou então o Magic GarageBand. Esta última opção permite que você escolha os instrumentos e componha músicas com vários canais – cada instrumento tem o seu.
Você pode escolher piano, guitarra e ainda baixar uma série de outros instrumentos com as atualizações do sistema e compor uma música digna de bandas de verdade. Além disso, é possível gravar com seu próprio violão, teclado, piano ou qualquer outro instrumento. Basta ter um microfone e vontade de produzir.
Os podcasters também têm seu espaço no GarageBand. Com ele é possível criar novos episódios e editá-los com a maior facilidade do mundo. Chega de programas de áudio complicados, é hora de transformar sua vida em algo muito mais prático.

E nisso, a Apple acertou na mosca! Não é à toa que a fama de excelência em produção multimídia chegou às máquinas da maçã. Além disso, a interface é bastante prática e ainda vem com três canais pré-definidos para que você insira as vozes, jingles e ainda a arte de "capa" do podcast, por assim dizer.
Depois de editado, você ainda pode lançar seu podcast direto no iTunes para que outros usuários possam baixá-lo sem problema algum. Então, lembre-se de copiar os links corretamente.

Dia 6 – Quando a novidade começa a virar um hábito
Depois de cinco dias usando o Mac, comecei a perceber que os comandos de teclado e alguns vícios de interface começaram a afetar o jeito com que eu voltava a operar no Windows – tanto em casa, quanto no computador da redação do Baixaki.
É um pouco estranho porque em um dado momento você aperta o Command e em outro é o Control. Apesar de serem teclas de funções afins, o lugar que elas ocupam no teclado é um pouco diferente – já pensou continuar a pressionar "Win + C" ou "Win + V" para copiar e colar? Digo Win para a tecla com a bandeira do sistema da Microsoft, afinal é este o botão usado quando você usa um Mac sem o teclado da Apple.
Outra interferência do meu uso de Windows foi notada quando procurei pela barra-mãe acima de tudo, ou seja, independente de todos os programas abertos. Achei que este dia nunca ia chegar – confundir interfaces é um pouco estranho, principalmente para quem faz uso do Windows há mais de dez anos.
Mas deve-se admitir: o Mac é realmente impressionante em 99% dos seus aspectos. O 1% que me faz negar o 100% de maravilha é o Safari. O navegador padrão da Apple poderia ser muito melhor. É confuso e ainda pode prejudicar um dos quesitos que deveriam ser a lei de todo navegador – a usabilidade. Então, se o navegador não consegue reduzir o número de cliques para que uma ação seja executada, é melhor escolher outro.
Dia 7 – Conclusão
A semana com o Mac correu muito melhor do que eu poderia ter imaginado no começo. Foi bastante interessante conhecer as diferenças entre os sistemas operacionais (Windows e OS X) justamente pelo fato de que os comandos, os formatos de arquivo e a interface são tão variados.
O Windows pode até tentar, mas o Mac possui um poder de organização muito maior. Isso porque um dos pontos que realmente me surpreendeu neste sistema é o fato de poder contar com várias "Áreas de Trabalho" por assim dizer – se necessário, pode-se criar uma para cada funcionalidade do computador.
O mesmo vale para o Dock, que demonstra uma incrível capacidade de disponibilizar os programas mais utilizados no computador e ainda possibilitar a visualização de quais estão ativos através da "luz" que se acende à frente de cada um deles quando estão abertos.
Outro aspecto do Mac que foi muito positivo chama-se Dashboard. A área de widgets do computador da Apple é um dos pontos altos que merecem ser destacados nesta conclusão. Nota-se que a Sidebar do Windows é uma tentativa de trazer os fabulosos widgets para o sistema da Microsoft.
Contudo, por mais que tentem desenvolver bons aplicativos para a Sidebar, o espaço de utilização ainda é reduzido, o que não acontece com a Dashboard do Mac.
O monitor é o limite para a quantidade de widgets que você instalar no seu computador. Então, fique atento para não tornar algo positivo o inverso. Ainda assim, são boas soluções para evitar abrir programas pesados e outros tipos de aplicativos que podem ser resolvidos com widgets que são menores e mais práticos.
De maneira reduzida: o Mac é realmente fantástico como a lenda já havia previsto. Porém, se existe um ponto negativo nessa situação toda, é o Safari. Contudo, a situação pode ser facilmente contornada com a instalação de qualquer outro navegador como Firefox, Chrome ou Opera.
Então, trazendo a conclusão dessa experiência, posso afirmar a quem pretende comprar um Mac neste final de ano que não estará fazendo um mau negócio. Aliás, é uma excelente oportunidade de conhecer um novo sistema e ainda contar com um hardware sofisticado e bonito.
Você já teve a oportunidade de comparar os sistemas e observar as principais diferenças? Lembre-se de que apesar de ser intuitivo, o Mac possui muitas coisas que divergem do Windows, portanto é preciso ir com calma para aprender a usar bem o sistema. Conte para a gente como foi a sua experiência de adaptação! Quem sabe suas dicas salvem a vida de alguém?
Até a próxima!

Como mudar o programa padrão para abrir um arquivo com

Como mudar o programa padrão para abrir um arquivo com

Postado em 17 de dezembro de 2008 às 5:23 am

Com tantos grandes programas open source no mercado, é bastante normal as pessoas a utilizarem terceiros editores de texto, fotografia, editores, etc, em vez de os programas padrão instalado no Windows.

Por exemplo, quando eu duplo clique no arquivo TXT, semper ele abre no Bloco de Notas. Que costumava ser OK, mas agora que eu tenho instalado Notepad + +, um fabuloso texto / código editor com tons mais recursos, eu prefiro ter todos os meus arquivos texto aberto com o Bloco de notas + + em vez do Windows Notepad.

Então, como posso mudar o programa padrão para abrir um arquivo específico? Bem, existem duas maneiras. Vou passar o primeiro método fácil.

Método 1 – Uso diálogo aberto com

A forma mais fácil de alterar o programa padrão para lançamento de um tipo de arquivo é para clique com o botão direito sobre o arquivo, clique em Abrir com e clique em Escolher Programa.

Agora escolha o programa que pretende utilizar para abrir arquivos deste tipo. Se não estiver na lista, você pode clicar no botão Procurar e vá para a pasta Programas e clique sobre o arquivo EXE.

Depois de escolher o programa, certifique-se de verificar o Always usar o programa selecionado para abrir este arquivo caixa. Em seguida, clique em OK.

Isso é muito bonita mesmo, agora eu clicar em qualquer momento um arquivo TXT, que será aberto utilizando o programa que eu selecionei no diálogo Abrir com.

Método 2 – Tipos de arquivo Dialog

O segundo método consiste em abrir Meu Computador, vá em Ferramentas, e clique em Opções de Pasta.

Agora clique na guia Tipos de arquivo e vá para o tipo de arquivo de extensão que pretende alterar, no meu caso TXT.

Clique no botão Alterar o diálogo ea mesma aparece como quando você clicar em Escolher Programa a partir do menu Abrir Com. Vá em frente e escolher o programa a partir da lista e clique em OK.

Você pode fazer isso por qualquer tipo de arquivo em seu computador, incluindo imagens, sons, vídeos, documentos PDF, etc Eu sei que eu prefiro usar o Adobe Reader Foxit Reader durante todo o dia, porque isso é muito mais rápido. Apreciar!

 

 

 

 

Como mudar o programa padrão para abrir um arquivo com

Simple Hacks – Partidas Informáticas

Ecrã de LCD partido

1) Pesquise no Google Images pelo termo “cracked images”;

2) Defina a cracked image como fundo do ambiente de trabalho;

3) Clique do lado direito sobre o ambiente de trabalho e esconda os ícones.

Correcção automática do Word

Vá a Ferramentas > Opções de Correcção Automática e, por exemplo, dê a ordem para substituir sempre que se escrever “para” por “otorrino” ou outra palavra estranha. O seu colega vai demorar algum tempo a perceber o que se passa.

Definições do monitor

Altere as definições do contraste e do brilho do monitor de forma a parecer que está desligado. Divirta-se a vê-los a tentar “arranjar” o monitor, a ligar e desligar, a mexer no cabo…

O rato

Altere as configurações do Rato no Painel de Controlo. Troque a configuração de dextro para canhoto, baixe a velocidade de reacção, etc…

Rato USB

Ligue um rato USB discretamente ao colega que trabalha ao seu lado ou à frente. Depois, delicie-se a dar pequenos toques enquanto ele ou ela se interroga sobre se o rato está possuído por algum espírito.

Print Screen

Faça um print screen do Ambiente de Trabalho do PC da vítima. Cole a imagem, por exemplo, no Paint. Defina-a como Fundo do Ambiente de Trabalho (atenção para não se verem o cursor, nem as barras de ferramentas).

Sons

Altere um dos atalhos do Ambiente de Trabalho da vítima para um som estranho qualquer, tipo grito do Chewbacca ou um rosnar de um cão.

Pode alterar também o som de alerta de e-mail para um outro som e depois enviar-lhe um e-mail. Outro som que pode ser alterado é o do arranque do computador. Defina, por exemplo, para tiros e veja uma reacção espantosa.

O que é kernel?

O Kernel é um componente do Sistema Operacional, mas fica tão escondido que a maioria dos utilizadores domésticos sequer ouviu falar nele. Isso se deve à sua importância: ao contrário do que pode parecer, ele é tão essencial para o funcionamento de um computador que é melhor mantê-lo a salvo de pessoas bisbilhoteiras e inexperientes.
O cérebro do S.O.
Um PC divide-se, basicamente, em duas camadas: hardware e software. Até aí, nenhuma novidade. Onde entra o Kernel na história, então? Pois bem: ele é o grande responsável por fazer a interacção entre essas camadas. Em outras palavras, é o Kernel que gere os recursos do sistema e permite que os programas façam uso deles.
Simples assim?
Na verdade, não. O facto é que o Kernel é complexo demais para ser explicado de forma técnica a um público leigo no assunto. Basicamente, ele começa a funcionar assim que o computador é ligado; nesse momento ele inicia a detecção de todo o hardware indispensável ao funcionamento da máquina (monitor, placa de vídeo etc.). O Sistema Operacional é carregado em seguida e, uma vez que o utilizador faça login, o Kernel passa a administrar as principais funções dentro do S.O.: isso inclui a gestão da memória, dos processos, dos arquivos e de todos os dispositivos periféricos.
Dessa forma o Kernel pode ser descrito como um grande organizador: é ele o responsável por garantir que todos os programas terão acesso aos recursos de que necessitam (memória RAM, por exemplo) simultaneamente, fazendo com que haja um compartilhamento concorrente – mas sem oferecer riscos à integridade da máquina.

Dúvidas sobre Windows 7

O meu computador corre o Windows 7?

Todos os computadores que tenham o Windows Vista instalado, têm, sem excepção, as capacidades para executar o Windows 7.

Para aqueles que mesmo assim, tenham questões sobre a capacidade da máquina correr o Windows 7, podem descarregar a aplicação Windows 7 Upgrade Advisor. Esta, efectua uma análise ao seu computador e dá-lhe o resultado. Pode descarregar esta ferramenta em http://www.microsoft.com/windows/windows-7/get/upgradeadvisor.aspx .

Quero dar uma volta no Windows 7 antes de comprar. Como faço?

Infelizmente a versão RC (release candidate) já não está disponível.

A Microsoft disponibilizou-a durante vários meses e quem instalou pode usá-la até Junho de 2010.

Esteve disponível neste endereço: http://www.microsoft.com/portugal/windows/windows-7/default.aspx . Mas com o lançamento oficial do sistema operativo no final de Outubro, a Microsoft acabou com o período de testes.

Agora, só pode experimentar a versão Enterprise que está disponível neste endereço: http://technet.microsoft.com/pt-br/evalcenter/cc442495.aspx?ITPID=sprblog .

Estou a pensar comprar um computador. Já vem com Windows 7?

Se o comprar em Novembro e for uma máquina acabadinha de sair, de certeza que já vem com Windows 7.

No entanto, muitas máquinas serão ainda vendidas com o Windows Vista. A Microsoft já explicou que será disponibilizado o programa Opção de Actualização para Windows 7, que permite aos consumidores que comprarem um computador com Windows Vista, versões Home Premium, Business ou Ultimate terem acesso à actualização para Windows 7 referente à respectiva versão, sem qualquer custo adicional.

Quantas versões do Windows 7 vão existir?

Existem 3 versões: a Home Premium, a Ultimate e a Professional.

Tendo em consideração que o habitat familiar mudou muito nos últimos anos (mais de um computador por residência), a Microsoft decidiu lançar uma versão da Home Premium que se adequa a esta nova realidade. Chama-se Family Pack e permite que o sistema operativo seja instalado em até três computadores.

A instalação do Windows 7 é mais rápida do que a do Vista?

Sim, a Microsoft reduziu o número de quadros que necessitam de intervenção do utilizador e também colocou menos aplicações de raiz no sistema operativo. Aplicações como o Messenger, Photo Gallery e Movie Maker são agora oferecidos em download opcional dentro do pacote Windows Live Essentials.

Quanto me vai custar o Windows 7?

Windows 7 Home Premium: 199,99€

Windows 7 Professional: 309€

Windows 7 Ultimate: 319€

Posso instalar a versão final por cima da RC?

Sim, mas vai ter de efectuar uma instalação do zero. Ou seja, perder as aplicações instaladas. Existe uma forma de conseguir fazer a actualização do sistema, mas a Microsoft não a recomenda.

Tendo o Vista Ultimate, posso actualizar para o Windows 7 Home Premium?

Não. O Windows 7 só permite fazer upgrades para versões equivalentes do Vista. Ou seja, para actualizar para o Windows 7 Ultimate, só se tivesse o Windows Vista Ultimate. Se não for o caso, terá de fazer uma instalação do zero.

Quer dizer que vou perder tudo?

Só as aplicações instaladas. Já desde o Windows Vista que existe uma ferramenta (Windows Easy Transfer) que permite guardar as pastas que pretende aceder no novo sistema operativo.

Durante a instalação, vai ser criado um ficheiro chamado Windows.old. Este, contém esses ficheiros que podem, terminada a instalação, ser novamente copiados para os locais que desejar. As aplicações, essas, vai ter de as instalar novamente.

Então e se tiver o Windows XP?

O processo é igual. O upgrade para Windows 7 só é suportado a partir do Windows Vista.

É mais fácil utilizar o Windows 7 do que o Vista?

Mais fácil e mais apelativo visualmente. Criar uma nova pasta no Windows implica fazer dois cliques. No 7, existe um botão de Nova Pasta directamente na janela do Explorador do Windows.

E mais um, de dezenas de outros exemplos: pode mudar a resolução do ecrã com apenas dois cliques no rato. O menu do 7 está muito bem desenhado, com ícones apelativos e com um simples clique de botão podemos interagir com determinado equipamento.

O menu Iniciar foi retocado?

À primeira vista, não há grandes alterações entre o menu Iniciar do Vista e o do Windows 7. Mas é engano. Para além do brilho no botão redondo do Windows, a verdade é que as barras que surgem neste menu, estão diferentes.

A busca está mais limpa, quando começamos a fazer uma busca a janela fica toda limpa surgindo apenas os seus resultados. O mais curioso é que se clicar em ver mais resultados vai ter acesso a uma nova caixa onde o termo que inseriu na busca vai surgir sublinhado a amarelo. Algo que ajuda bastante visualizar os resultados procurados de forma mais rápida.

Agora também é possível pré-visualizar os programas que estão abertos na Barra de tarefas. Basta passar o cursor por cima do ícone para que surja uma miniatura da aplicação. Se deslocar o cursor para cima desse pequeno quadrado, a janela é maximizada e pode ver o programa em pormenor. Para o utilizar, basta clicar no rato.

Esta nova funcionalidade é excelente para quem trabalha com muitas janelas em simultâneo e perde o fio à meada com frequência. Assim, consegue saber o que está em cada janela sem grande esforço.

O Windows 7 só carrega, por definição, cinco ícones. O ícone que mostra o Ambiente de Trabalho não é considerado nestes cinco.

Já não há gadgets?

A barra lateral do Windows Vista já não existe no 7. Mas basta pressionar com a tecla direita do rato no Ambiente de Trabalho para aceder ao botão Miniaplicações. Depois, o funcionamento é semelhante ao Vista.

E segurança? O 7 é o mais seguro de sempre?

Sim, a Microsoft fez um grande esforço para tornar o Windows 7 uma verdadeira fortaleza. O Windows 7 estreia o Centro de Acção. Este é um aperfeiçoamento do Centro de Segurança que estreou com o Service Pack 2 do Windows XP.

O Centro de Acção dá acesso directo às ferramentas de segurança, manutenção e cópia de segurança do Windows 7. Também é o responsável por emitir avisos sempre que algo não está bem. Por exemplo, se é preciso actualizar o antivírus ou o Windows.

O Windows 7 inclui o Windows Defender (com protecção anti-spyware) e a Microsoft já está a disponibilizar nos Estados Unidos uma beta do Microsoft Security Essentials. Para não ser acusada de monopolista, a empresa decidiu oferecer estes programas como opcionais.

Acabaram aqueles avisos de segurança sempre que queremos instalar ou mexer em qualquer coisa do sistema?

Não acabaram. Mas agora é mais fácil controlar a “sensibilidade” do Controlo de Conta do utilizador. Há um menu mais simples de perceber e o número de acções que despoletam avisos é inferior às que existiam.

A voar com o Aero…

Maximizar: abra uma aplicação qualquer sem a maximizar. Se arrastar a janela para o topo do ambiente de trabalho, esta é maximizada. Se a arrastar para os lados, vai abrir, mas adequando-se a essa orientação, ou seja, ocupa apenas o lado para onde foi arrastada.

Aero Shake: Nunca foi tão fácil de fechar, de uma vez só, todas as janelas do Ambiente de Trabalho e ficar só com a que lhe interessa. Basta clicar com o botão esquerdo do rato sobre a janela pretendida, manter o botão apertado, e sacudir vigorosamente o rato de um lado para o outro. As outras janelas caem literalmente, para a barra de tarefas, ficando aberta apenas aquela onde tem o rato.

Aeropeek: existe um novo botão que mostra o Ambiente de Trabalho automaticamente (está na área de Notificação, ao lado do relógio). Basta passar-lhe o cursor do rato por cima para que todas as janelas fiquem transparentes. Se clicar mesmo no botão, as janelas são minimizadas.

Windows Flip: pressionar o conjunto de teclas Alt+Tab permite escolher rapidamente entre uma de várias janelas abertas, que podem ser de aplicações ou do próprio Windows. Agora, ao pressionar estas teclas, pode escolher entre as janelas sendo que, agora, quando está a seleccionar uma janela, esta é pré-visualizada em formato maximizado.

O que é o “Bit Locker to go”?

O Windows Vista já o tinha estreado. É uma funcionalidade que permite proteger com encriptação todos os dados contidos dentro de determinado disco rígido. Agora, nas versões Ultimate e Enterprise, o Windows 7 faz o mesmo, mas para qualquer suporte de armazenamento amovível. Um disco rígido portátil ou mesmo uma pen drive. O sistema é muito simples de utilizar e é compatível com todos os formatos FAT, bem como NTFS.