SuperOneClick – O Método Universal de Root para Android

SuperOneClick – O Método Universal de Root para Android

Criado por Vítor M. em 6 de Julho de 2011 | 23 comentários

Se usa um smartphone com Android saiba que existe um vasto leque de aplicações que pode simplificar a sua vida. Mas usar um smartphone com Android convida a extrapolar as barreiras impostas pelas operadoras e ter acesso de super utilizador abre uma nova gama de possibilidades no sistema operativo da Google. O acesso root é menosprezado pela maioria dos utilizadores, especialmente devido aos métodos um pouco “obscuros” que são necessários para o conseguir.

Existem, no entanto, aplicações que tornam este processo completamente indolor. Vais gostar de saber como é simples o processo que explicamos a seguir!

O SuperOneClick é um verdadeiro canivete suíço do rooting para smartphones Android. Tirando partido de exploits elaborados, consegue com facilidade disponibilizar acesso de root, permitindo-lhe instalar novas aplicações ou mesmo ROM’s da comunidade. Esta poderosa aplicação conta como principais funcionalidades: Root, Shell root e Unroot .

De seguida apresentamos os pré-requisitos para este processo e descrevemos o procedimento que deve seguir.

Os pré-requisitos são:

  • Cabo de dados usb: já vem incluído com o seu smartphone
  • Controladores do Smartphone: Geralmente acompanham o dispositivo num CD. Em alternativa pode normalmente descarrega-los da página oficial do fabricante OEM.
  • Modo de Desenvolvimento: Active a opção “Menu” > Aplicações > Desenvolvimento > Depuração USB

Procedimento:
Satisfeitos os pré-requisitos, ligue o cabo de dados usb ao seu smartphone e ao seu pc e lance oSuperOneClick. Assim que tiver a aplicação iniciada, verifique uma última vez que ambas as extremidades do cabo estão bem ligadas. A partir daí proceda ao início do processo através do botão “Root”. Poderá acompanhar o processo a correr na janela da aplicação.

Atenção:
Ao longo do processo não retire o cabo de nenhuma das extremidades até lhe ser de facto comunicada a conclusão do mesmo pela aplicação.

Uma vez concretizado o processo, a aplicação apresentar-lhe-á o ecrã anterior. Deve escolher “No” (não), já que a opção de teste do root pareceu não funcionar nos dispositivos que testámos (embora o root tenha de facto sido realizado). O acesso root não é conseguido logo de imediato (pelo menos no nosso caso não foi). Para as alterações surtirem efeitos, deve reiniciar o seu Smartphone e tentar instalar uma aplicação que necessite deste tipo de acesso (pode nesta fase desconectar o cabo USB).

Se tiver indeciso, quanto à instalação da aplicação para teste aconselhamos o Titanium Backup para poder fazer backup das suas definições e aplicações. Uma vez lançada a aplicação que escolheu ser-lhe-á mostrado o seguinte ecrã de permissões. Seleccione “Allow” para dar o acesso que a mesma necessita para funcionar.

A título indicativo, antes de apresentarmos esta solução aos nossos leitores testámos a eficiência deste processo com sucesso em três smartphones.

Qualquer um dos equipamentos está disponível em território luso:

No entanto, a lista de dispositivos compatíveis é mais extensa (pode consultá-la neste link) e não impede que o processo funcione noutros modelos que não os suportados na página oficial. Por isso, tem a liberdade de experimentar sempre à sua descrição.

Como nota final, esta aplicação é desenvolvida para Windows na plataforma .NET Framework e foi onde testámos o processo. Caso utilize Mac OSX ou Linux, tem que instalar algumas bibliotecas do projecto Mono e seguir as instruções disponíveis nos links do tópico original presente no fórum xda-developers .

Termo de Responsabilidade:
Apesar do pplware ter conseguido com sucesso acesso root nos smartphones indicados acima, em algum caso poderá ser considerado responsável por danos irreversíveis no seu Smartphone resultantes da utilização deste processo.

Artigos relacionados:

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows/Mac e Linux (Mono)
Download: SuperOneClick 1.9.5 [1.59 MB]
Homepage: Xda Developers

Conheça o Google Music beta e saiba como experimentá-lo!

Conheça o Google Music beta e saiba como experimentá-lo!

Criado por Hugo Cura em 2 de Julho de 2011 | 41 comentários

Foi no passado dia 10 de Maio que a Google, no seu evento anual Google I/O, deu a conhecer o serviço Google Music beta.

Em resumo, este serviço permitirá alojar a nossa música na cloud e poder aceder-lhe a partir de qualquer lado a qualquer momento. Mas… infelizmente a Google decidiu que apenas o iria disponibilizar, inicialmente, para os Estados Unidos da América.

O facto da exclusividade de acesso, assim que soube, desinteressou-me e liguei pouco a pormenores e detalhes do serviço. No entanto, recentemente, chegou-me um convite à caixa do correio… e o resto conto depois!

Como funciona?

O funcionamento é bastante simples e idêntico ao Dropbox, mas desta vez destinado exclusivamente à música.

Ao instalar o Music Manager no computador, disponível para PC ou Mac, e indicando-lhe o caminho para o repositório de música, ele trata de fazer o upload e organizar tudo por intérpretes, álbuns ou géneros, agregando-lhe a respectiva foto desde que exista toda essa informação. Dependerá, claro, da organização que já tiver no seu repositório local. É também possível, simplesmente, ordenar todas as músicas alfabeticamente.

Feito isso, toda a música estará agora acessível e poderá ser reproduzida a partir de um browser. Aí poderão ser criadas várias listas de reprodução, manualmente (drag&drop de álbum ou música), automaticamente (segundo alguns critérios) ou “Instant Mixes” que cria uma lista de reprodução rápida onde se vão adicionando músicas à medida que vão sendo ouvidas. Todas as listas de reprodução serão sincronizadas, instantaneamente, com todos os dispositivos. Existem outras opções como reprodução aleatória, repetição e Thumbs Up / Down para votação na música, útil à criação de listas de reprodução automáticas.

Claro que o Android não poderia ser deixado de fora! Está disponível para todos os smartphones e tablets, com o sistema operativo Android 2.2+, a aplicação Music. Nesta aplicação é possível fazer tudo o que descrevi acima para o browser e, adicionalmente, tem a opção “Disponível off-line” que permite descarregar intérpretes ou álbuns completos para o dispositivo móvel, via Wi-Fi ou 3G.

Quais as características do serviço?

Ao contrário da maioria dos serviços de alojamento, que têm o limite definido em espaço, este serviço da Google inova e permite 20.000 ficheiros de música! É isso mesmo, vinte mil, independentemente do seu tamanho e taxa de bits. Considerando uma média de 10MB por cada música, poder-se-á contar com cerca de 200GB de espaço na cloud só para música!!

Para já sabe-se apenas que o serviço será gratuito enquanto se encontrar em fase beta. Por isso… é de aproveitar!

… mas … parece que “é só para alguns”… nomeadamente os americanos. Mas eu sou português, bem português, e estou a desfrutar deste serviço! No final do artigo partilho como o fazer.

Enquanto ouvia música no computador peguei num Android e comecei a usar. Subitamente a música pára no computador e vejo a seguinte mensagem:

Digamos que esta restrição pode ser útil pois permite ter, automaticamente, apenas um local a reproduzir. No entanto, em determinadas situações, poderia também ser útil ter vários locais simultaneamente. Na mensagem mostrada acima, a ligação é esta.

Quanto a formatos suportados, podem ser enviados ficheiros áudio nos formatos MP3, AAC, WMA e FLAC. É sabido também que os ficheiros no formato FLAC serão recodificados para MP3 @ 320kbps.

Aspecto da interface

Após receber o convite, enquanto me registava no serviço, adicionei à minha conta todas as músicas gratuitas lá disponibilizadas. Tratam-se de 1 ou 2 músicas, no máximo, de álbuns de vários artistas. No total fiquei com quase 300 músicas disponíveis que dão para experimentar e analisar imediatamente o serviço.

Todas as interfaces são bastante simples e intuitivas, como seria de esperar.

No browser

Tal como expliquei já no início do artigo, o sítio http://music.google.com/ trata-se de um autêntico player nobrowser onde é possível reproduzir, controlar reprodução e criar listas, organizar, etc. A melhor explicação para o seu básico funcionamento está no vídeo acima.

Toda a interface é em HTML5 excepto o player que é em flash. É possível abrir a página nos tablets e reproduzir música, desde que esteja essa página aberta, mas não há grande vantagem pois a aplicação Music, no Android, é bastante mais prática.

O separador onde estiver aberto o music beta fica com o nome da música actualmente em reprodução, útil para saber o nome da música actual sem ter de abrir a página, passando apenas com o cursor.

A pesquisa, quer no browser quer nos dispositivos móveis, é sempre instantânea, isto é, vão aparecendo os resultados à medida que se vai escrevendo.

No smartphone de 3.5″ (480×320 pixéis)

A interface do Music é bastante recheada e um ecrã destas dimensões quase que não é suficiente… quase, mas é. Esta dimensão de ecrã (há ainda mais pequenos) continua ainda a ser prevista na concepção das aplicações, abrangendo assim um maior leque de modelos.

Esta aplicação, para um processador de ~600MHz é um pouco pesada pois é bastante rica graficamente. No entanto funciona muito bem desempenhando bem a sua função.

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Notei um pormenor que, ao escolher a visualização de conteúdos “Recentes” e “Álbuns”, na posição horizontal, a aplicação crasha. Dever-se-á, muito provavelmente, a necessidades gráficas mais exigentes que as que estesmartphone alberga.

No tablet de 7″ (1024×600 pixéis)

O Samsung Galaxy Tab 7″, embora se trate ainda de um tablet oficialmente com o Android 2.2 Froyo, esta aplicação encaixa que nem uma luva.

O aspecto é praticamente o mesmo que nos smartphones mas, como o ecrã é mais generoso, a experiência torna-se mais rica e prática.

As vistas horizontais “Recente” e “Álbuns”, que não funcionaram no meu smartphone, aqui funcionam com uma fluidez incrível, sem o mínimo de dificuldade.

Na barra de notificações, como habitualmente, encontra-se o ícone desta aplicação indicando o nome da música e o intérprete em reprodução. Existe também um widget, bastante simples, que permite não só visualizar a informação que acabei de descrever mas também iniciar/interromper a reprodução e avançar para a faixa seguinte.

No tablet de 10.1″ (1280×800 pixéis)

Aqui, no Honeycomb, a experiência é a mais rica de todas (mal se não fosse…).

Todas as vistas incluem o máximo de informação possível. Quando há mais de um álbum para o mesmo caso (intérprete ou género), as imagens aparecem sobrepostas, em vista tridimensional, de forma a conseguir visualizar um pouco da imagem. A vista tridimensional inclina-se segundo 2 eixos, reagindo ao toque e ao giroscópio do dispositivo.

Nestes tipos de vista em 3D a fluidez é boa, mas não é excelente! Para uma máquina deste gabarito e uma aplicação desenhada pela Google não esperava que tivesse o mínimo de dificuldade em conseguir uma fluidez óptima… infelizmente tem, e não é só nesta aplicação mas essencialmente no launcher deste sistema operativo.

No tipo de vista músicas é possível ver a informação completa, como no browser, acrescentando ainda o ícone do álbum da respectiva música.

Como disse mais acima, é também possível abrir a interface do browser no tablet (desde que suporte flash), embora tenha pouca utilidade.

Como conseguir um convite?

Esta é a questão crítica para usar este serviço. Na verdade não é permitido pedir um convite fora dos US, no entanto é possível “dar lá um salto num instante” e pedir um!… verdade? Após pedir um convite não é mais feita qualquer verificação de localização para usar o serviço.

É possível fazê-lo usando uma proxy ou uma VPN. Eu vou descrever a forma como o fiz, com uma web proxy, pois tenho a certeza que funcionou.

  • Abrir o browser no endereço http://www.hidemyass.com/;
  • Escrever o endereço http://music.google.com no local para tal;
  • Por questões de segurança, e porque vai ser necessário introduzir as credenciais de acesso através da proxy, use ligação SSL fazendo um clique em “SSL security” para “ON”. Se ainda assim não se sentir seguro, mude a palavra-passe antes de usar esse serviço e torne a mudá-la depois de o usar;
  • Clicar em “Hide My Ass!” ou premir Enter;
  • Fazer o login na conta Google. Se quiser usar o serviço num dispositivo móvel Android deve, obviamente, usar esse email;
  • Será redireccionado para a página de pedidos de convites. Basta clicar em “Request Invitation”;
  • Feito.

Agora vem a parte mais dolorosa, a espera!! Eu pedi o convite no dia 24 de Junho às 21h e recebi-o no dia 28 de Junho às 18h, portanto, foram 4 dias de espera. Até pensei que não ia receber mas, como “quem espera sempre alcança”, cá chegou o dito.

Pode usar qualquer outra proxy ou VPN mas não garanto que o processo seja bem sucedido.

Já recebi o convite. Como instalo as aplicações?

Assim que o convite chega ao email e é aceite, há um “passo a passo” com algumas condições de serviço a serem aceites e escolha das músicas gratuitas pretendidas. O último passo é para descarregar o programa Music Manager para sincronizar o repositório de músicas do computador (iTunes, Windows Media Player ou outra localização) com a cloud. Mesmo que o download não seja feito nessa altura, é possível fazê-lo a qualquer momento bastando clicar em “ADD MUSIC” no site da music beta.

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A questão agora prende-se com a impossibilidade de instalação da aplicação no Android, a partir do Android Market, pois o seu acesso está restrito à área dos US (ver aqui). Existem algumas aplicações no Android Market como o MarketEnabler que mudam o código de rede, temporariamente ou definitivamente, para que a aplicação Market “pense” que a localização é mesmo US. Para o fazer é preciso ter acesso “root” e outros apetrechos aborrecidos e, pelo que testei, nem sequer funcionou.

Para evitar tudo isso, basta instalar o .apk que disponibilizo abaixo que a questão fica resolvida! A única desvantagens é a aplicação não se actualizar automaticamente via Market.

Notas finais

Este serviço tem uma utilidade abismal e, pessoalmente, acho que só vingará se o seu preço for realmente cativante, do género “pechincha”.

Na generalidade, a largura de banda de upload da ligação à Internet não é nada de extraordinário o que, para quem tem vários gigabytes de músicas, pode ser uma dor de cabeça até que todo o reportório seja enviado para a cloud.

Em termos de desempenho do serviço, até agora, está fenomenal. Notei que seria útil um equalizador agregado à aplicação para Android de modo a cada um poder ouvir a seu gosto. Quem sabe, aparecerá aí brevemente uma nova versão.

É também sabido que a taxa de bits poderá diminuir dependendo das condições da rede, diminuindo consequentemente a qualidade do som. Da experiência que tive e de todos os relatos que li, a qualidade é sempre bastante boa e não foram notadas quebras que prejudicassem acentuadamente a qualidade do som.


Licença: Freeware (enquanto em fase beta)
Sistemas Operativos: Android 2.2+ até 3.1
Download via Pplware: Google Music [3.8MB]
Homepage: Google Music beta

Via Pplware:

Google Swiffy – Converta Flash para HTML5

Google Swiffy – Converta Flash para HTML5

Criado por Pedro Simões em 2 de Julho de 2011 | 0 comentários

A mudança tecnológica que o HTML 5 tem trazido permite que as páginas web feitas nessa linguagem tenham funcionalidades que apenas estavam disponíveis através do recurso a tecnologias pesadas e com alguns problemas.

Desde que passou a estar mais disponível que passou a ser preferida face a outras tecnologias como o Flash. O problema actual é o que fazer às animações que estão já feitas e que precisam de ser refeitas. A Google resolveu este problema com o Swiffy.

Este novo serviço que a Google apresentou de forma muito discreta permite que os utilizadores que têm conteúdos em flash os possam converter para HTML5 sem que tenham de escrever uma única linha de código.

Basta que carreguem o ficheiro SWF para os servidores da Google e que gravem o resultado final para que o processo esteja terminado. É assim simples efectuar a conversão desses conteúdos.

O Swiffy foi desenvolvido por um funcionário da Google que tinha como missão desenvolver uma forma de mostrar conteúdo flash em dispositivos que não suportam este formato. O processo correu de tal forma bem que foi criada uma equipa para dar continuidade e o Swiffy tornou-se um serviço.

Apesar de a conversão ser muito similar ao original, a Google alerta que o Swiffy está ainda em desenvolvimento e podem por isso haver algumas diferenças e problemas.

Actualmente o Swiffy ainda não suporta a totalidade dos conteúdos em flash, estando para já limitado ao SWF 8 e ao ActionScript 2.0.

Esta iniciativa da Google vai permitir que se consiga converter conteúdos para HTML5 de forma muito simples e sem qualquer problemas. É uma forma de todos os que desenvolvem páginas web tenham os seus conteúdos reciclados e adaptados às novas tecnologias.

Com esta ferramenta vai ser simples passar a ter páginas que vão ser vistas sem problemas em equipamentos que não suportem flash e que estavam por isso impedidos de as ver.

Homepage: Google Swiffy

Vamos dar uns toques de SQL? VI

Vamos dar uns toques de SQL? VI

Criado por Pedro Pinto em 2 de Julho de 2011 | 0 comentários

Por Pedro Gaspar para o PPLWARE

Esta semana vamos aprender mais algumas funções novas, desta vez relacionadas com datas.

Vamos tentar descobrir a idade das pessoas que temos na nossa base de dados, aprender a fazer contas, entre outras coisas.

clip_image001

Para apresentar alguns exemplos utilizei a tabela que temos utilizando nas semanas anteriores (tlb_ppware) que contem os seguintes dados:

clip_image002

Começando pelo inicio, o sql é uma linguagem bastante abrangente, alem de nos permitir fazer operações com tabelas, tambem nos permite fazer operações matemáticas.

EXEMPLO1

Objectivo: Listar o nome e:

  • o valor do nascimento + 2
  • o valor do nascimento – 2
  • o valor do nascimento multiplicado por 2
  • o valor do nascimento dividido por 2

Query:

SELECT nome, nascimento +2 AS soma, nascimento -2 AS subtracao, nascimento *2 AS multiplicacao, nascimento /2 AS divisao
FROM tbl_ppware

Resultado:

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Fazer contas com SQL e bastante fácil! Agora para complicar um pouco mais, vamos fazer contas com datas.

O próprio SQL consegue ir buscar a data actual ao sistema onde esta a ser executado, para ir buscar essa informação utilizamos a função NOW() (outras funções de data e hora podem ser consultadas aqui), a data é-nos apresentada no formato “ano-mês-dia hora:minuto:segundo”

Query:

SELECT NOW( )

Resultado:

clip_image006

Esta e a forma considerada universal de apresentar a data, e se pensar-mos bem até e a que faz mais sentido. No entanto como somos europeus e gostamos também bastante da nossa forma e-nos possível também alterar a forma como a data ira ser apresentada, para isso utilizamos a função DATE_FORMAT(), que nos permite mostrar a data de outra forma completamente a nossa escolha, podem consultar a informação completa sobre esta função aqui

EXEMPLO2

Objectivo: Apresentar a data no formato europeu

Query:

SELECT DATE_FORMAT( NOW( ) , "%d/%m/%y" ) AS DATA

Resultado:

clip_image008

Pegando novamente na nossa tabela vamos então calcular a idade das nossas pessoas ?

No lugar de utilizar o DATE_FORMAT para obter o ano actual (e assim calcular a idade) vou utilizar a funçãoYEAR(), esta função devolve-nos apenas o ano e serve plenamente para o nosso exemplo.

EXEMPLO3

Objectivo: Apresentar o nome e a idade das pessoas

Query:

SELECT nome, YEAR( NOW( ) ) - nascimento AS idade
FROM `tbl_ppware`

ou:

SELECT nome, DATE_FORMAT( NOW( ) , '%Y' ) - nascimento AS idade
FROM `tbl_ppware`

Resultado:

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Assim como existe a função YEAR(), tambem existem a função DAY() para dias e MONTH() para meses, todas elas podem ser consultadas aqui

Com estas mesmas funções também podemos fazer contas com datas, por exemplo somar meses ou dias a uma determinada data

EXEMPLO4

Objectivo: Somar um dia, uma semana, um mês e um ano a data 21/12/2012, e apresenta-la por extenso (em inglês)

Primeiro que mais nada temos que converter esta data para um formato em que o SQL a reconheça, para isso utilizamos a função STR_TO_DATE()

Query:

SELECT DATE_FORMAT( STR_TO_DATE( '21/12/2012', '%d/%m/%Y' ) + INTERVAL 1
DAY + INTERVAL 1 WEEK + INTERVAL 1
MONTH + INTERVAL 1 YEAR, '%D %M of %Y' ) AS DATA

Resultado:

clip_image012

EXEMPLO5

Objectivo: Obter a media de idades das pessoas que temos na nossa base de dados

A media consiste em somar todos os elementos e no fim dividir pelo numero desses mesmos elementos, logo e isso mesmo que teremos que fazer, para obter a idade das pessoas que temos na nossa tabela vamos utilizar a mesma forma que utilizamos no EXEMPLO3, de seguida utilizaremos a função SUM(), para somar todos os resultados obtidos, e por fim dividimos pelo numero de elementos utilizados, para obter o numero desses exemplo usamos a função COUNT()

Query:

SELECT SUM( YEAR( NOW( ) ) - nascimento ) / COUNT( * ) AS media
FROM `tbl_ppware`

Resultado:

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Espero que tenham gostado do artigo desta semana, para a semana há mais.

Google+ Um novo mundo social no Android

Google+ Um novo mundo social no Android

Criado por Pedro Pinto em 2 de Julho de 2011 | 71 comentários

Depois de termos anunciado aqui o novo serviço/projecto da Google, baptizado de Google+ (ou Google Plus), instalei de imediato o cliente para Android. Para quem ainda não sabe, o Google+ é a rede social da Google que vem para “competir” com a poderosa rede social do Facebook.

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Apesar de ainda não ser a versão final, existe já um cliente para o Google+ disponível para a plataforma Android. Desta forma, é possível acompanhar passo a passo e a partir de qualquer lugar tudo o que se passa na rede social da Google.

Como referimos aqui, o Google+ está organizado de forma “diferente” da actuais redes sociais, no  entanto todos os recursos estão acessíveis a partir da aplicação para Android .

A aplicação para Android apresenta um menu inicial que disponibiliza o acesso aos seguintes itens:

  • Círculos
    • Acesso ao vários círculos criados. Os círculos permitem agrupar os utilizadores em grupos. Desta forma, a rede social permite por exemplo que possamos partilhar informação para um conjunto específico de utilizadores;
  • Huddle
    • É uma maneira rápida de realizar conversações em grupo com os contactos dos vários círculos.
  • Stream
    • onde podemos ver os updates dos nossos círculos e acompanhar tudo o que é publicado pelos nossos amigos da rede social
  • Profile
    • Permite o acesso a todas as nossas mensagens publicadas na rede social, assim como ao nosso perfil e fotos. Relembramos que este perfil está normalmente associado à conta do gmail.
  • Photos
    • Permite a publicação de vídeos e fotos. Esta funcionalidade tem integração com o Picasa.

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A aplicação permite a criação de círculos e adicionar pessoas a círculos diferentes de forma a que a informação possa ser partilhada para grupos(círculos) especificos.

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Além da publicação de estados dos utilizadores, o Google+ para Android permite a “tradicional” partilha de fotos e vídeos, chat entre utilizadores ou grupo, notificações, etc.

Confesso que a primeira vez que usei a aplicação fiquei um bocado confuso com os novos conceitos e organização desta rede social. No entanto, se voltarmos uns anos atrás, tal também aconteceu com o Facebook.Tal como diz a Google….um novo mundo social!

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Android 2.1 +
Homepage: Google+ [2,7 MB]

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Google+ é a nova Vida Social da Internet

Google+ é a nova Vida Social da Internet

Criado por Vítor M. em 29 de Junho de 2011 | 62 comentários

A partilha da vida real na perspectiva da web
A necessidade de se conectar com os outros é um dos instintos mais básicos dos seres humanos. Com um sorriso, uma gargalhada ou com um aceno ligamos-nos com os outros todos os dias.

Hoje, cada vez mais, as conexões entre as pessoas acontecem on-line. Apesar disso, as nuances e a essência das interações do mundo real são perdidos na rigidez das nossas ferramentas on-line.

Desta forma básica e humana, a partilha on-line é inadequada e fria. Com o tempo perde-se e a Google quer dar um novo significado à partilha da vida real online.

E assim começa o projeto Google+

+Círculos: partilhe o que é importante com quem mais importa

Nem todos os relacionamentos são criados igualmente. Partilhamos algo com um colega de trabalho, com nossos pais e quase nada com nosso chefe. O problema é que os serviços on-line de hoje transformam amizades em fast food: embrulhando todos os nossos contactos na embalagem “amigos”. Assim, a partilha fica prejudicada:

  • É descuidado. Queremos ligar-nos com certas pessoas apenas nalguns momentos, mas o que acontece on-line é que sabemos tudo de toda a gente permanentemente.
  • É assustador. Cada conversa on-line (com mais de 100 “amigos”) é uma exposição pública e, por isso, partilhamos menos com medo dos holofotes da exposição ao desconhecido.
  • É impessoal. Os conceitos de “amigo” e “família” são diferentes para cada pessoa, da sua própria maneira, nos seus próprios termos. No entanto, perdemos essa diferenciação quando estamos on-line.

Ao analisar estas limitações, questionámos-nos: “o que as pessoas fazem de verdade?” E não precisamos procurar muito para descobrir a resposta. As pessoas, na realidade, partilham tudo constantemente mas de forma selectiva, dentro dos seus círculos.

Da família aos colegas da escola, descobrimos que as pessoas já usam os círculos da vida real para se expressarem e para partilhar de forma precisa com as pessoas certas. Assim, a Google fez o mais lógico: trouxe os Círculos para o software.

Simplesmente crie um círculo, adicione pessoas e partilhe novidades, assim como um dia qualquer:

+Sparks: inicie uma conversa sobre qualquer assunto

Fixações saudáveis inspiram a partilha, e todos temos uma (ou duas, ou três…). Talvez ela seja carros artilhados, banda desenhada ou moda, mas a atracção é sempre a mesma: ela aparece numa conversa na qual participamos e, então, é partilhada com outros fãs. Estas conversas prolongam-se horas a fio. O truque é iniciar as coisas e eliminar a “timidez” inicial. Felizmente, a web é perfeita para “quebrar o gelo”.

A web, é claro, está cheia de excelentes conteúdos, desde artigos recentes e fotos vibrantes a vídeos interessantes. E óptimo conteúdo pode gerar óptimas conversas. No entanto, reparamos que ainda é muito difícil encontrar e partilhar as coisas que são importantes para nós, sem muito trabalho e perturbação. Para colmatar essa barreira a Google criou um mecanismo de partilha on-line chamado Sparks.

Graças à experiência da Google, o Sparks exibe um feed de conteúdos atraentes de todas as partes da Internet. Sobre qualquer assunto que o utilizador queira, em mais de 40 idiomas. É simples: adicione os seus interesses e terá sempre alguma coisa para ler e para partilhar com o círculo certo de amigos:

+Hangouts: pare e diga olá, cara a cara

Da mesa de um bar ou da frente da casa, os seres humanos sempre gostaram de estar juntos. E por que não gostariam? É assim que nos distraímos, recarregamos as energias e passamos o tempo com novos e antigos amigos. Estar junto é simples, mas perdemos esse atributo quando estamos on-line. Perdeu-se o contacto da presença.

Pense: quando entra num bar ou se senta à frente da sua casa, o sinal que passa é “Ei, povo, estou com tempo livre, estejam à vontade para falar comigo.” Além disso, cria-se um entendimento silencioso que coloca as pessoas à vontade e incentiva à conversação. Entretanto, as ferramentas de comunicação on-line de hoje (como mensagens instantâneas ou chats em vídeo) não entendem este aspecto:

  • Para começar, são chatas. O utilizador pode chamar todos os que estão como “Disponível” mas, mesmo assim, ainda corre o risco de interromper a actividade do seu contacto.
  • Elas também são bastante inadequadas. Quando a pessoa não responde, o utilizador não sabe se a pessoa está lá ou se ela não tem interesse em falar consigo.

O Google+ pretende promover os encontros on-line mais divertidos, naturais e espontâneos e, por isso, criaram os Hangouts. Combinando encontros casuais com vídeos ao vivo, os Hangouts permitem que o utilizador pare quando for possível e passe algum tempo com seus Círculos. Cara à cara:

+Mobile: partilhe o que acontece, agora, sem complicações

Nos dias de hoje o telefone é o acessório de partilha perfeito: está sempre na mão do utilizador, sempre ligado e é a maneira com que interagimos com nossos amigos mais próximos. A Google pretende ir mais além do que a simples experiência móvel, com o Google+ a Google centrou-se em determinadas funcionalidades (como GPS, câmeras e mensagens instantâneas) para deixar o seu smartphone ainda mais pessoal.

+Local, local, local

Na vida, os lugares que visitamos formatam as conversas de várias formas. Por exemplo, se ligamos para o João do aeroporto, certamente ele perguntaria sobre a nossa viagem. Ou, se a Joana nos enviar uma mensagem de texto de um restaurante próximo, talvez a encontre para jantar. Com o Google+ o utilizador pode adicionar o seu local em cada post que faça, assim poderão saber onde está, mas o mesmo poderá não acontecer se desligar a geo-referenciação, quem decide é o utilizador.

+Instant upload

Transferir fotos do telefone para a Internet é muito complexo (digamos que é demorado e exige algum tempo de preparação) e, por isso, poucas pessoas se dão ao trabalho de o fazer. Naturalmente que as fotos foram feitas para serem partilhadas e não esquecidas. Por isso, a Google criou o Instant Upload para garantir que nenhuma foto interessante deixe de ser mostrada e partilhada. Cada vez que o utilizador tira uma foto, e com a sua pemissão, o Google+ a adiciona-a num álbum particular on-line e a deixa nesse álbum disponível para todos os seus dispositivos. Prontas para serem partilhadas quando quiser e com quem quiser.

+Chat em grupo

Coordenar amigos e família em tempo real é uma tarefa difícil na vida real. Afinal, todos temos uma rotina diferente, em lugares diferentes e os planos mudam a todo o momento. Telefonemas e mensagens SMS funcionam, mas não são ferramentas adequadas para reunir os amigos e a família. Assim, o Google+ inclui o Chat em grupo: uma experiência de mensagens on-line em grupo que permite que todas as pessoas de um círculo saibam o que está a acontecer naquele momento, em tempo real.

A partir de hoje o Google+ está disponível no Android Market e na web móvel (e em breve na App Store).

+Você: colocando-o em primeiro lugar, por todo o universo Google

Este é o projecto Google+ até agora: Círculos, Sparks, Hangouts e mobile.

Começaram a ser feitos tester externos e, por isso, o utilizador perceberá que ainda não estão perfeitos estes serviços. Assim, o acesso ao projeto é feito apenas por convite. No entanto, a partilha on-line precisa ser vista sob uma nova perspectiva, e já era hora de começarmos a fazer isso.

Em conclusão…

Este é um projecto que permite associar várias tecnologias, dispersas, oferecendo uma experiência de utilização mais completa, rica e eficaz, tornando o mundo social da web mais pessoal e mais próximo das pessoas. A Google quer criar um novo mundo social.

Homepage: Projecto Google +

IE10 Platform Preview 2 – O caminho continua a ser percorrido

IE10 Platform Preview 2 – O caminho continua a ser percorrido

Criado por Pedro Simões em 30 de Junho de 2011 | 7 comentários

Com o IE9 a ganhar o seu espaço natural no ambiente dos browsers, a Microsoft resolveu que era hora de dar continuidade ao desenvolvimento do seu browser, até porque a concorrência não parou e porque estes tempos são tempos de surgimento de novas tecnologias e quem ficar parado arrisca-se a perder a corrida.

O IE 10 tinha já começado a tomar forma com a apresentação da sua primeira preview e já aí se começaram a ver as novidades que este browser vai trazer na sua nova versão. Como o trabalho não parou, é agora apresentada ao público a segunda preview do IE10.

A Microsoft iniciou no IE9 a apresentação destas versões de testes para que os utilizadores possam tomar conhecimento do que é esperado das novas versões do seu browser e assim darem a conhecer ao mundo o que está a ser feito. São versões funcionais, mas não capazes de serem usadas no dia-a-dia pelos utilizadores normais. São montras de tecnologias que vão ser dadas a utilizar num futuro próximo e que servem para aguçar o apetite dos utilizadores.

As novidades que este browser apresenta são várias e vão tornar o IE ainda mais apetecível e capaz de lutar na arena dos browsers que estão no mercado. A aposta foi feita no desenvolvimento para suporte ao CSS3. As funcionalidades que foram desenvolvidas nesta nova versão são as seguintes:

  • CSS3 Positioned Floats,
  • HTML5 Drag-drop,
  • File Reader API,
  • Media Query listeners,
  • Inicio de suporte para HTML5 Forms

Depois de todo o trabalho efectuado a nível de CSS da preview anterior, esta versão aposta na implementação de funções de HTML 5 que vão ser exigidas a todos os browsers num futuro muito próximo

O motor de HTML5 que esta versão nos apresenta é a mesma que tem sido usada e vista nas demonstrações do Windows 8. É um trabalho que tem sido desenvolvido pela Microsoft de forma intensiva e que se pretende que seja o mais robusta possível. A Microsoft está apostada em dotar este browser de capacidades que permitam que as aplicações Web sejam capazes de dispensar a utilização de extensões. Está ainda a apostar na divisão de tarefas por forma a que cada componente do PC faça o seu trabalho. A renderização de gráficos ficará a cargo dos GPU’s e o processamento de javascript ficará a cargo dos multi-cores dos processadores e em processos a correr em background.

A disponibilização da segunda amostra da versão 10 do IE vem reforçar a posição da Microsoft no caminho que está a ser traçado pelos seus principais concorrentes. A disponibilização de versões com ciclos de desenvolvimento e uma vida útil mais curta. Desta forma conseguem acompanhar as últimas tendências da tecnologia e estar sempre actuais face ao que vai surgindo. É uma aposta que a Microsoft não podia deixar passar, pois corria o risco de tornar o seu browser obsoleto em pouco tempo.

Testem o IE10 e vejam o que a Microsoft tem preparado para os utilizadores do seu browser. Lembrem-se no entanto que esta versão do IE apenas será usável no Windows 7. É a forma da Microsoft garantir que o IE será usado em hardware recente.

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Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 7
Download: IE10 Preview 2 [18.3MB]
Homepage: IE10 Preview 2