Análise ao Huawei G8

A Huawei tem colocado no mercado smartphones notáveis, mesmo quando o equipamento é segmentado para gamas mais baratas.

Depois do Pplware ter mostrado um pouco do potencial deste novo Huawei G8, vamos agora pormenorizar um pouco mais este modelo. O que poderá acrescentar o G8 ao mercado Android?

1 – Características Gerais

Este é um smartphone elegante, leve e que o levará facilmente a apaixonar-se por um grande ecrã. O Huawei G8 traz consigo um ecrã Full HD de 5,5 polegadas, que deixa o utilizador com vontade de não o largar. Ao nível do processador, o G8 vem equipado com um Qualcomm Snapdragon MSM8939, octa-core a 1,5GHz.

O G8 vem ainda equipado com uma câmara traseira de 13 megapíxeis e uma câmara frontal de 5 megapíxeis. Para poder guardar todos os momentos captados, este smartphone traz 32GB de memória interna com a possibilidade de expansão através de microSD.

Em termos de RAM, a Huawei disponibilizou 3GB de memória RAM, que mostraram ser mais do que suficientes para a utilização normal de um smartphone.

Nano SIM com Micro SIM ou nano SIM com microSD

Apesar de ter a possibilidade de expandir o espaço de armazenamento do smartphone com um cartão microSD, terá de decidir antes disso se pretende ter um segundo cartão SIM. Ou seja, poderá ter em utilização um nano SIM e um micro SIM ou um nano SIM com um microSD.

 

Leitor Biométrico

Um dos pormenores que saltará logo à vista, é o leitor de impressões digitais na parte traseira do equipamento. E ao contrário do que possamos pensar, apesar de ser considerado de gama média, o leitor do G8 responde de forma extremamente rápida e eficaz.

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Elegância até na embalagem

Este é um smartphone fino e leve, os seus 167g são apresentados inicialmente numa caixa cheia de simplicidade. O G8 vem acompanhado dos seus manuais de instruções, uns auriculares, cabo USB e o carregador habitual.

2 – Design

O novo telemóvel da Huawei, tal como toda a sua gama, mantém a qualidade de construção em linhas simples. Ao pegar neste novo G8, a sensação que terá é a de estar com um dos topo de gama da marca e não apenas com um equipamento de gama média.

Este smartphone tem um corpo de alumínio, o que lhe confere um toque elegante e confortável. O G8 destaca-se também, tal como já referido, pela presença de um leitor de impressões digitais na parte traseira e, acima deste, está a câmara de 13 megapíxeis e o flash LED.

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Na parte frontal do equipamento temos, como habitual, o LED de notificações e a câmara frontal de 5 megapíxeis. Na lateral esquerda, contamos com a ranhura onde colocamos os cartões SIM (ou microSD) e na lateral direita temos disponíveis os botões de volume e ainda o botão de ligar/desligar.

Na parte de baixo do equipamento, encontram-se as colunas de saída de som, o microfone e a porta micro USB. Já na parte superior, encontrará a tradicional porta de áudio de 3,5mm e um microfone de cancelamento de ruído .

3 – Desempenho e Funcionalidades

O Huawei G8 vem com o Android Lollipop 5.1, com a promessa da actualização para o novo Android 6. Tal como noutros equipamentos da marca, trazem as aplicações divididas por ecrãs, de forma semelhante ao iOS, graças à interface própria da Huawei, a EMUI 3.1.

Uma das vantagens em relação aos equipamentos habituais de gama média, é sem dúvida o leitor de impressões digitais. Após testado vezes sem conta, só podemos dizer bem. O local onde se encontra está pensado para que o utilizador tenha um acesso ágil e directo, por isso esta foi a escolha quando chegou a hora de decidir a forma de desbloqueio do ecrã.

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No que toca às aplicações que traz de origem, não é de todo exagerado. Já temos pré-instaladas algumas aplicações que todos nós usamos hoje em dia, alguns jogos e pouco mais. Desta forma, dos 32 GB de memória temos cerca de 22 GB completamente livres para tudo o que possamos querer colocar no nosso equipamento.

Ao nível do desempenho, foi rara a vez que passámos a marca dos 2 GB de memória RAM em utilização, dos 3 GB disponíveis. A qualidade do ecrã é espantosa para um dispositivo que não é considerado de topo, proporcionou um agradável momento de boas imagens de vídeo.

 

4 – Teste às Câmaras

Este G8 conquistou no primeiro resultado fotográfico. A fotografia mais simples do dia-a-dia ganha uma nova cor que vamos querer partilhar de forma imediata.

Com uma câmara frontal de 5 megapíxeis e uma aplicação pronta para apanhar o nosso melhor ângulo, vamos assim conseguir a selfie perfeita… mas não só. Esta característica é óptima, não apenas para quem adora fotografia mas também para quem utiliza de forma frequente o smartphone para vídeo chamadas, por exemplo.

Relativamente à câmara principal, esta tem 13 megapíxeis e vai certamente deixar todos os utilizadores satisfeitos. Esta câmara tem uma óptima qualidade, tanto diurna como nocturna. Todos os utilizadores activos das redes sociais, gostam de obter bons resultados de forma simples e este é o equipamento certo para tal. Além da óptima capacidade fotográfica, este novo telemóvel traz uma aplicação de edição de fotos bastante completa e assim temos todo processo facilitado para uma partilha perfeita.

Foto com Huawei G8 - Com Flash Foto com Huawei G8 - Sem FlashTodas as cores que tanto adoramos numa fotografia captada de forma rápida, estão presentes quando captadas com este equipamento. Todos os exemplos que aqui mostramos, são imagens sem qualquer tipo de edição.

5 – Conclusão

O Huawei G8 é um óptimo investimento e dentro do segmento Android, por este preço e com estas características, este é um dispositivo de combate.

A única questão que terá de pensar antes de adquirir um equipamento como estes é: necessita de um dual-SIM? Se sim, até que ponto poderá abdicar de ter mais memória interna? Bem, existem de momento bastantes formas de contornar estas questões e é por esta razão que não levamos este argumento com um problema.

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Ao longo do período de análise, este equipamento mostrou ser muito competente para o uso regular e intensivo que uma pessoa mais ligada ao mundo tecnológico faça. Pessoalmente, é muito raro ter um telemóvel em mãos em que obtenha resultados com autonomias de um dia completo ou até dois dias. No entanto, isto foi possível com o Huawei G8.

Numa utilização regular e não intensiva, ou seja só com envio de mensagens, realização de chamadas, captura de algumas fotografias e utilização muito esporádica da Internet, o smartphone aguentou facilmente os 2 dias. Com a visualização de vídeos e com o 4G ligado, assim como com o Wi-Fi, a autonomia baixou para um dia completo. De salientar que nunca foi usado nenhum modo de poupança de energia, que a Huawei também disponibiliza.

Este é um dos smartphones que provavelmente nunca o irá desiludir, até pela promessa de evolução para a mais recente versão do Android. Chegou por isso ao mercado a elegância e a qualidade de desempenho num único equipamento.

Fonte: Análise ao Huawei G8 – A elegância faz-se notar

Adaptador USB Tipo-C da OnePlus pode danificar equipamentos

É o alerta do engenheiro da Google, Benson Leung.

Uma das novidades do OnePlus 2 foi a adopção da ligação USB Tipo-C. Não tendo sido pioneira nesta questão, a OnePlus foi uma das primeiras marcas de smartphones Android a fazê-lo e criar alguns acessórios relacionados. Segundo Benson Leung, engenheiro da Google, a OnePlus pode ter construído um adaptador para USB Tipo-C que não cumpre a especificação.

Já não é a primeira vez que Benson Leung, engenheiro da Google na área de desenvolvimento do computador Pixel C, alerta para problemas relacionados com o perigo de alguns cabos USB Tipo-C existentes à venda no mercado.

Mas agora o alerta é dirigido directamente a uma das marcas mais populares actualmente, no mundo dos smartphones, a OnePlus. Segundo Leung, os adaptadores USB Tipo-C que a marca tem disponíveis para venda utilizam uma resistência que não está de acordo com a especificação do USB Tipo-C.

Benson Leung quer prevenir os utilizadores dos Nexus 5X e 6P e do Chromebook Pixel para os perigos que poderão correr ao utilizar este adaptador da marca OnePlus nestes equipamentos.

Não comprem este adaptador USB Tipo-C para os vossos Chromebook Pixel ou telefones Nexus 6P/5X. Ele utiliza uma resistência errada.

Esta é parte da mensagem deixada por Benson Leung no Google+. Mas o engenheiro alerta ainda para a necessidade de a OnePlus alertar os consumidores de que o seu acessório não cumpre a especificação.

Este adaptador da OnePlus encontra-se disponível na sua loja online por 9,99€ e a sua utilização não é assim de todo recomendada já que pode danificar os equipamentos.

A Google, até ao momento, não tem qualquer adaptador USB Tipo-C disponível para venda, nem se espera que venha a ter tão depressa, mas deixa o alerta para que os seus clientes não venham a ter problemas na utilização destes adaptadores de terceiros.

Fonte: Adaptador USB Tipo-C da OnePlus pode danificar equipamentos

Wiko Fever: octacore com 3 GB de memória abaixo dos 250 euros

O Fever é o novo topo de gama da marca francesa, que continua a apostar na relação qualidade/preço.

As características parecem impressionantes para o preço anunciado: processador de outro núcleos a 1,3 GHz, 3 GB de memória RAM, 16 GB de armazenamento, ecrã Full HD de 5,2 polegadas, 4G, Dual SIM e sistema operativo Android 5.1. O Wiko Fever, o novo topo de gama da marca francesa, vai chegar ao mercado nas próximas semanas por um preço recomendado de 249 euros.

De acordo com o comunicado da Wiko, o Fever mede 148×73,8×8,3 mm e pesa 143 gramas.

A Wiko, que garante ocupar a segunda posição no mercado livre em Portugal, apresentou ainda duas outras novidades, o Pulp (€179) e o Pulp Fab (€199). Estes dois smartphones 3G também recorrem a um processador de oito núcleos, mas apresentam menos memória RAM (2 GB). A grande diferença entre estes dois terminais está no ecrã: o Pulp Fab tem um ecrã de 5,5”, enquanto o Pulp tem um ecrã de 5”. Ambos são HD.

Fonte: Wiko Fever: octacore com 3 GB de memória abaixo dos 250 euros

Análise ao smartphone Huawei P8 lite

O Huawei P8 lite foi lançado este ano a lado do Huawei P8, uma versão ligeiramente inferior ao P8 em termos de especificações, mas muito mais acessível e com um desempenho que faz jus às suas características de smartphone de gama média.

Conheça em pormenor o Huawei P8 lite.

Aspectos positivos
  • Câmaras fotográficas
  • Qualidade do ecrã
  • Desempenho
  • Construção
Aspectos negativos
  • Falhas pontuais de rede móvel

1 – Características Gerais

Apesar de já ter sido lançado em Maio, o Huawei P8 lite é ainda hoje alvo de muitas questões por parte dos nossos leitores. Na verdade, ele é ainda uma excelente opção de compra mesmo com os vários equipamentos que já foram lançados posteriormente.

O Huawei P8 lite tem um ecrã de 5 polegadas, o design é simples e elegante, com linhas que o aproximam do Huawei P8. Vem equipado com um processador HiSilicon Kirin 620, Octa-core 1.2 GHz Cortex-A53 e tem um GPU Mali-450MP4.

Está disponível com 2 GB de RAM e 16 de armazenamento interno, expansível através de micro SD, abdicando da utilização de um cartão SIM, já que tem opção de utilizar dois cartões SIM (nano e micro SIM).

A câmara principal é de 13 megapíxeis (MP) e conta com o auxílio de um flash LED, e a câmara secundária é de 5 MP.

A caixa onde vem o Huawei P8 lite, além do smartphone, traz o manual de instruções rápidas, o acessório para abrir a ranhura dos cartões, um cabo USB/microUSB, o carregador e ainda uns auriculares.

2 – Design

Da Huawei já é comum uma elegância presente nos seus smartphones pelo que o Huawei P8 lite não é excepção. Construído em plástico, bastante leve, com uma moldura a imitar metal (tal como a Samsung fazia nos seus modelos mais antigos) e uma traseira em branco escovado. Pesa 131 g e tem 7,7 mm de espessura.

Na frente tem o ecrã de 5 polegadas, a cima, o LED de notificações, os sensores de luminosidade e proximidade, o altifalante e a câmara de 5 MP. A baixo não existe qualquer botão capacitivo, apenas a inscrição da marca.

Nas laterais, do lado esquerdo não existe qualquer botão, porta ou ranhura de cartões, em cima estão o jack de áudio de 3,5 mm e o microfone. Do lado direito encontra-se o botão de volume, o botão de power, a ranhura para cartão nano-SIM/microSD e a ranhura para o outro cartão micro SIM. Na lateral de baixo, está a grelha de áudio, onde do lado esquerdo se encontra o microfone e do lado direito o altifalante e a meio a porta micro USB.

Na traseira em cima encontra-se a câmara de 13 MP e o flash LED. A capa traseira não é removível e não inclui nada mais além do logótipo da Huawei.

3 – Interface, aplicações e funcionalidades

O Huawei P8 lite vem com a versão 5.0 do Android Lollipop personalizada através da interface própria da Huawei, a Emotion 3.1 UI. Esta interface não tem diferenças relativamente ao que o Huawei P8 apresenta, apenas tem menos algumas funcionalidades, o que é normal tendo em conta a diferença de hardware entre ambos.

Aqui não existe um menu com todas as apps instaladas no smartphone. Existem sim, as aplicações distribuídas por vários ecrãs, todos eles personalizáveis, mais ou menos ao estilo do iOS, mas com a vantagem de se poderem utilizar todos os widgets, que acabam por trazer uma melhoria em termos de produtividade e informação disponível ao utilizador.

A barra de notificações, basicamente contém todas as informações comuns de um Android, as notificações são mostradas por ordem cronológica, com informação da hora a que foram recebidas. Algumas destas notificações são interactivas e permitem acesso a algumas acções rápidas.

Em termo de aplicações, o utilizador pode contar com as várias aplicações Google, um Gestor de Telefoneque permite, entre outras opções, optimizar o desempenho do smartphone, activar Filtros de assédio que bloqueia chamadas e mensagens de números pré-definidos pelo utilizador, números de origem duvidosa ou desconhecido, e ainda o bloqueio de aplicações que passam a poder ser acedidas apenas através de um código PIN.

Vem ainda com um bloco de notas, um gestor de temas comum nos smartphones da Huawei, um gestor de Ficheiros, Gravador de voz e ainda uma série de Ferramentas úteis, como calculadora, Rádio FM, Espelho, Lupa, Gestor de Cartões SIM e Lanterna, entre outros.

Em termos de desempenho, o Huawei P8 lite comportou-se de forma exemplar tendo em conta a gama onde se insere. Muito fluido, sem bloqueios ou desfasamentos entre troca de aplicações. Há, no entanto, que referir que o Huawei P8 perde sinal de rede esporadicamente, não é algo que tenha afectado muito a comunicação, contudo, em 2 ou 3 situações, durante a análise, foi necessário desligar a chamada em curso e voltar a retomar devido à perda de rede.

Através do Benchmarck Antutu, o P8 lite conseguiu uma pontuação de 31111, um valor muito próximo do conseguido em smartphones como o InnJoo One 3G HD, o Xiaomi Mi 4i, ou até mesmo do UMI Iron.

Resta referir que a qualidade do ecrã, tendo em conta o tamanho e a resolução, é muito boa, tem uma definição e um contraste que fazem dele um aspecto positivo a destacar, principalmente, na gama de preços onde se insere. Já o som é um pouco ruidoso com o volume no máximo.

4 – Câmaras

O P8 lite vem equipado com uma câmara principal de 13 MP e uma secundária de 5 MP. A câmara principal conta ainda com o auxílio de um flash LED e faz gravação de vídeo a 1080p.

A câmara principal vale a pena ser comparada com a do Huawei P8 já que partilham características comuns. Apesar do P8 lite apresentar menos opções de captura que o P8, a verdade é que os resultados finais de uma foto são igualmente satisfatórios, não sendo o desempenho em fotografia ou vídeo que pesem na decisão de compra entre um ou outro modelo.

Relativamente à câmara frontal os resultados são bons, mas nada de espectacular. O modo de Beleza a partir do nível 3 começa a deformar a cara das pessoas, mas isso é algo transversal entre os smartphones da Huawei.

Estes são alguns exemplos de imagens fotografadas com o Huawei P8 lite:

Huawei P8 lite - Foto 7 Huawei P8 lite - Foto 6Huawei P8 lite - Foto 4 Huawei P8 lite - Foto 3Huawei P8 lite - Foto 2 Huawei P8 lite - Foto 1Huawei P8 lite - Foto a paisagem

5 – Veredicto

O Huawei P8 lite revelou-se ao longo da análise um smartphone bastante competente tendo em conta as suas características. De notar que ao preço a que se encontra actualmente, o Huawei P8 lite apresenta-se como uma das melhores opções já que pode ser adquirido a menos de 200 euros.

Um problema que tem sido apontado por alguns utilizadores, mas que na minha experiência se revelou ao nível dos demais smartphones já aqui analisados, prende-se com a autonomia. Na verdade, não considero que seja um problema, com uma utilização comum, alguns minutos de chamadas, notificações e sincronização do e-mail activas, visualização de vídeos no YouTube durante 30~40 minutos diários e outras tarefas, nunca cheguei ao fim de um dia sem bateria, tendo mesmo conseguido utilizar durante 2 dias inteiros. Além do mais, o Huawei P8 lite tem várias opções e perfis de poupança de energia que o utilizador pode adaptar às suas necessidades.

Huawei P8 ou Huawei P8 lite, qual a melhor opção?

Fonte: Análise ao smartphone Huawei P8 lite

Os 10 melhores smartphones do momento

Estas últimas semanas têm sido em grande em termos de lançamentos de smartphones. A Apple lançou dois novos iPhones em setembro e a Google acabou de anunciar os seus novos telemóveis Nexus na semana passada.

Independentemente de ser fã do iPhone ou dos sistemas Android, há milhares de escolhas por aí caso esteja interessado em adquirir um novo telefone. Aqui ficam as melhores opções de telemóveis que pode comprar neste momento.

10. OnePlus 2

O OnePlus 2 a apresentar a nova característica Oxygen Shelf

O OnePlus 2 é excelente se procura um telefone com um ecrã largo e que não tenha um preço demasiado elevado. A versão de 16GB está à venda por 293€ e o de 64GB por 347€. Está um pouco mais caro do que o modelo do ano passado, cujo preço iniciava nos 267€, no entanto, o OnePlus fez algumas melhorias significativas. Este vem com um processador mais potente de 64 bits, um ecrã de 5,5 polegadas e de 1080p, uma câmara de 13 megapixéis e um sensor de impressões digitais. As especificações são quase idênticas aos telemóveis principais e custa muito menos.

9. Moto X Pure

O Moto X Pure da Motorola pode muito bem ser o melhor valor que encontra ao comprar um telemóvel Android. Por 355,99€ consegue adquirir este aparelho com um ecrã de uma incrível nitidez de QHD e uma câmara de 21 megapixéis. Também funciona numa versão Android que não está repleta de aplicações inúteis, o que torna a experiência mais agradável.

É significativamente mais barato do que os novos Galaxy da Samsung e consegue ter quase a mesma experiência que se comprasse um. A grande diferença é que este não é tão elegante e atraente como os novos Galaxy S6 ou S6 Edge e não tem um sensor de impressões digitais.

Se esses fatores não forem determinantes para realizar a compra, vale a pena dar uma vista de olhos ao Moto X Pure.

8. Samsung Galaxy S6 Edge+

O Galaxy S6 Edge+ da Samsung é um telefone lindíssimo. Não só é o telefone mais bonito que a Samsung já fez, como muito provavelmente é o smartphone mais bonito de todos, ponto final parágrafo. É do mesmo tamanho que o Galaxy Note 5 mas não vem com uma caneta e tem um ecrã ligeiramente curvado. Mas apesar de o ecrã curvado dar um aspeto muito bonito ao telefone, não é uma característica assim tão extraordinária que justifique pagar um preço demasiado elevado pelo aparelho.

7. Samsung Galaxy S6 Edge

O Galaxy S6 Edge da Samsung é tão bonito como o seu “irmão” um pouco maior, o Galaxy S6 Edge+, mas tem o mesmo problema – é significativamente mais caro do que o Galaxy S6. O Galaxy S6 Edge é praticamente a mesma versão que o Galaxy S6 só que com um ecrã encurvado.

Pode-se fazer várias coisas engenhosas com a parte curvada do ecrã, tais como acrescentar atalhos para os contactos preferidos e atribuir determinada cor a um contacto para que quando esse contato ligar o ecrã iluminar-se nessa cor. Embora seja bom ter essas características, não alteram assim tanto a experiência geral ao ponto de se justificar o preço elevado do telefone.

6. iPhone 6 Plus

O iPhone 6S está entre os melhores phablets que se pode comprar. Se gosta de ter um telemóvel com um ecrã grande e prefere o iPhone ao Android, esta é uma boa aposta para aqueles que não estejam assim tão interessados em ter o iPhone mais recente.

5. iPhone 6

Embora não seja o iPhone mais recente, não significa que não seja digno de uma espreitadela caso seja um fã da Apple à procura de um novo telemóvel. Tem o mesmo ecrã e o mesmo belíssimo design em metal que os novos iPhones da Apple. Se está à procura de algo que lhe dê quase a mesma experiência e não quer andar por aí a ostentar o telefone mais recente da Apple, o iPhone 6 continua a ser uma boa escolha.

4. Samsung Galaxy Note 5

Se está à procura de um telemóvel Android com um ecrã grande, o Galaxy Note 5 é provavelmente a melhor escolha. Tem um belíssimo display, uma ótima câmara e a caneta da Samsung é otimizada para funcionar com a sua versão de Android. Por exemplo, se retirar a caneta do orifício de arrumação aciona um menu especial para aplicações que funciona com a caneta.

O Note deste ano é o melhor de sempre, especialmente desde que a Samsung melhorou o seu design para combinar com o do Galaxy S6. Também pode escrever no ecrã mesmo que o display esteja desligado, o que facilita muito quando é preciso assentar umas notas rápidas. Os novos telemóveis da Samsung também funcionam com o Samsung Pay, que por sua vez funciona em qualquer caixa registadora, independentemente se suporta ou não o sistema NFC.

3. Samsung Galaxy S6

O Galaxy S6 da Samsung é até agora o seu maior marco. A empresa redesenhou completamente o aparelho de raiz, conferindo-lhe um corpo de metal e vidro com um aspeto muito melhor do que os seus telemóveis anteriores. E o ecrã de 5,2 polegadas é o ideal para a maioria das pessoas. A Samsung equipou os seus telemóveis Galaxy S mais recentes com várias características úteis que não vai encontrar em mais nenhum aparelho – tal como a capacidade para acionar a câmara ao premir o botão Home duas vezes e um monitor de ritmo cardíaco embutido.

2. iPhone 6s Plus

O iPhone 6S Plus é um telemóvel de ecrã grande excelente. Embora o novo telemóvel da Samsung Galaxy Note seja o melhor da marca até agora, o iPhone oferece no geral a melhor mistura de hardware, design e de seleção de aplicações. O iPhone 6Plus deste ano é mais rápido do que o anterior, tem uma melhor câmara, um leitor de impressões digitais melhorado e vem com a nova tecnologia de sensibilidade à pressão da Apple.

1. iPhone 6s

O iPhone 6S é o melhor telemóvel para a maioria das pessoas. Não é propriamente uma mudança drástica em relação ao seu predecessor, no entanto vem com várias ligeiras melhorias. Estas incluem um desempenho mais rápido, uma câmara melhor e a tecnologia 3D Touch da Apple. É uma melhor versão de um telemóvel que já dantes era ótimo.

Se gostaria de ter algo maior, então deveria experimentar o iPhone 6S Plus. Contudo, o iPhone 6S de 4,7 polegadas é o tamanho ideal para a maioria das pessoas.

Fonte: Os 10 melhores smartphones do momento

Unboxing: bq Aquaris A4.5, o Android One chegou a Portugal

A bq, a empresa espanhola que se dedica essencialmente à produção de smartphones de entrada de gama e gama média, juntou-se recentemente à Google para trazer para a Península Ibérica um dos interessantes projectos da Google, o Android One.

Além de outras características, este projecto visa oferecer aos utilizadores Android um smartphone a preço acessível com a garantia de que receberá atempadamente todas as actualizações ao sistema operativo. Assim, chegou recentemente ao mercado o bq Aquaris A4.5 e o Pplware já o está a testar!

Equipado com o Android 5.1.1 Lollipop, o BQ Aquaris A4.5 traz um ecrã IPS de 4,5″, de resolução 540×960 píxeis, um SoC MediaTek MT6735M com um CPU Quad-core Cortex-A53 a 1 GHz e GPU Mali T720-MP1. Tem 1 GB de memória RAM e 16 GB de armazenamento interno (10,5 GB disponíveis ao utilizador), com suporte para cartão microSD até 64GB. É totalmente compatível com as redes 4G LTE nacionais.

Quanto a câmaras, oferece uma câmara traseira de 8 MP com dual-flash LED e gravação de vídeo a 720p, e uma câmara frontal de 5 MP com flash LED, tudo alimentado por uma bateria Li-Po de 2470 mAh. As dimensões são 63,48 x 131,77 x 8,75 mm e pesa 115g.

Além da garantia de actualização para a nova versão do Android Marshmallow, o Aquaris A4.5 tem ainda 5 anos de garantia e 90 dias de música grátis e ilimitada através do Google Play Music.

Assista ao vídeo de unboxing que preparámos:

Especificações

  • Ecrã: 4,5″ IPS de resolução 540 x 960 px, 244ppp
  • Dimensões: 63,48 x 131,77 x 8,75 mm
  • Peso: 115 g
  • CPU: MediaTek MT6735M Quad Core Cortex A53 até 1 GHz
  • GPU: ARM Mali T720-MP1 até 450 MHz
  • Memória RAM: 1 GB
  • Memória interna: 16 GB, expansível através de cartão microSD
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.0 LE
  • Câmaras:: traseira de 8 MP e frontal de 5 MP (com flash)
  • Sistema Operativo: Android 5.1.1 Lollipop, com actualizações garantidas durante 24 meses a partir do lançamento do produto.
  • Bateria: 2470 mAh removível
  • Preço: 179,90€

bq Aquaris A4.5

Fonte: Unboxing: bq Aquaris A4.5, o Android One chegou a Portugal

XcodeGhost nos iPhones

Foi descoberto na semana passada um tipo de malware desenvolvido para iOS que conseguiu passar a segurança apertada relativa às aplicações que são submetidas na AppStore, colocando assim em risco vários milhões de utilizadores.

A Apple em declaração oficial já reconheceu a situação e já procedeu à remoção das aplicações infectadas sem dizer quantas ou quais é que se encontravam na AppStore.

Porque este é um assunto que levanta algumas dúvidas, deixamos agora aqui um FAQ com algumas pergunta e respostas sobre este malware para iOS.

1. O que é o XcodeGhost?

O XcodeGhost é um novo malware criado para afectar dispositivos que corram o iOS, tendo sido utilizado uma versão modificada do Xcode aquando do processo de criação da App.

2. Como é o XcodeGhost distribuído?

Uma versão do Xcode modificada com código malicioso foi introduzida num serviço de partilha de ficheiros do Baidu e descarregada por diversos programadores Chineses.

Desta forma esses programadores depois compilavam o software para iOS sem saberem que estavam a utilizar uma versão modificada do Xcode, o que permitiu que este malware conseguisse passar pelo processo de revisão da Apple para a aprovação das apps na AppStore.

3.Quais os dispositivos afectados?

Todos os modelos do iPhone, iPad e iPod Touch que corram uma versão do iOS compatível com as aplicações infectadas.

4. Quais as aplicações infectadas?

A empresa de segurança Palo Alto Networks, partilhou uma lista com mais de 50 aplicações infectadas, incluíndo WeChat, NetEase Cloud Music, WinZip, Didi Chuxing, Railway 12306, China Unicom Mobile Office.

5. Quantos utilizadores foram afectados?

Especula-se que cerca de 500 milhões de utilizadores possam ter descarregados uma das aplicações (ou actualizações) principalmente devido ao facto da app WeChat ser bastante popular na China.

6. Quais as versões do Xcode afetadas?

Qualquer versão da 6.1 à 6.4.

7. Quais os riscos que o XcodeGhost apresentam para o utilizador?

As aplicações infectadas permitem recolher informação sobre os dispositivos e depois, de forma encriptada, enviam esses dados para os servidores (C2) geridos pelos hackers. Os dados podem incluir:

      Hora e data actual
      Nome da aplicação infectada
      O bundle identifier da app
      Nome e tipo do dispositivo infectado
      Idioma e região do dispositivo
      UUID do dispositivo infectado
      Tipo de rede

Foi também descoberto que as aplicações infectadas podem receber comandos enviados pelos servidores geridos pelos hackers para alterar o comportamento da app:

      Criar uma janela a pedir usernames e passwords (phishing)
      Comprometer diversos URLs (hijacking) abrindo assim uma porta de possibilidades para explorar novas falhas no iOS.
      Ler e escrever dados no clipboard do iOS.
8. O XcodeGhost pode afectar utilizadores fora da China?

Sim. Algumas das apps infectadas estão disponíveis na AppStore de diversos países. A CamCard por exemplo é uma aplicação popular para ler e guardar cartões de visita que está disponível na AppStore dos EUA e outros países, enquanto que a WeChat apenas está disponível na China / países Asiáticos.

9. Porque é que os programadores descarregaram o Xcode modificado?

Devido ao tamanho do Xcode alguns programadores preferem descarregar o software disponível em mirrors em vez de o descarregarem dos servidores da Apple.

10. Como estão a Apple e os programadores a resolver o problema?

A Palo Alto Network diz que está a trabalhar em conjunto com a Apple para resolver o problema e para melhorar os processos de detecção, enquanto que os programadores actualizaram as suas aplicações para remover o malware.

A Apple emitiu um comunicado na reuters sobre este assunto: “We’ve removed the apps from the App Store that we know have been created with this counterfeit software. We are working with the developers to make sure they’re using the proper version of Xcode to rebuild their apps.”

11. Como me posso proteger?

Os utilizadores devem actualizar/remover imediatamente qualquer aplicação lista aqui. Alterar a password do iCloud ou quaisquer outras passswords introduzidas no seu dispositivo é também aconselhado.

Os programadores devem actualizar o Xcode para a versão 7 ou 7.1 beta e fazer o download apenas de fontes oficiais, neste caso os servidores da Apple.

Em Portugal os casos devem ser muito poucos, mas é sempre bom confirmar que sem alguma destas aplicações instaladas no seu dispositivo iOS.

Fonte: MacRumours

Fonte: Tudo sobre o virus do iPhone

App Store: Apple inicia limpeza devido a ataque de grande dimensão

Até ontem, apenas cinco apps infetadas chegaram à loja da Apple sem ser detetadas. Apple alerta programadores para não usarem ferramentas contrafeitas.

A Apple confirmou que a loja de apps do iPhone e do iPad foi alvo de um ataque de grandes proporções. A companhia reagiu ontem aos alertas lançados por várias empresas de segurança eletrónica dando início a um processo de “limpeza” da apps contaminadas por um código malicioso conhecido por XcodeGhost. O número de apps e utilizadores infetados não foi ainda revelado.

O nome do XcodeGhost explica em parte o método de disseminação deste malware: segundo referem os peritos, este código malicioso conseguiu pepetrar o primeiro ataque de grandes dimensões à loja da Apple através de uma “imitação” da plataforma Xcode, que costuma ser usada para as softwarehouses desenvolverem aplicações para os terminais da Apple.

O XcodeGhost terá começado a disseminar-se depois de vários programadores terem descarregado a versão maliciosa num servidor chinês, que teria como atrativo downloads mais rápidos que aqueles que, em média, costumam ser disponibilizados pelos servidores da Apple nos EUA.

De acordo com a BBC, as apps criadas com o XcodeGhost podem ser usadas para, remotamente e sem que os respetivos produtores saibam, desviar dados dos utilizadores, ou lançar falsos alertas que permitem obter passwords. Wechat, a app de aluguer de carros Didi Kuaidi, e o serviço de música da Netease estão entre as aplicações infetadas.

A Apple anunciou ontem que já começou a remover apps criadas com a versão contrafeita da Xcode (e que é conhecida por XcodeGhost). Mas essa é apenas uma parte da missão que a companhia tem pela frente: «Estamos a trabalhar com os programadores para garantir que estão a usar a versão adequada do Xcode para reconstruírem as apps», anunciou Christine Monaghan, porta-voz da Apple.

A Reuters revisitou o histórico de ataques à App Store e concluiu que, até à “invasão do XcodeGhost” apenas cinco apps tinham logrado passarem pelo escrutínio a que a Apple submete todas as aplicações antes de começar a disponibilizá-las na respetiva loja de software.

Entre os especialistas, há quem admita que outras lojas de aplicações poderão vir a ser alvo desta nova tendência de ataque que centra a mira nos programadores.

Fonte: App Store: Apple inicia limpeza devido a ataque de grande dimensão

5 mitos relacionados com baterias de dispositivos móveis

Todos nós nos habituámos a ouvir sugestões relacionadas com a utilização dada às baterias dossmartphones. Ainda hoje é comum ouvir a conversa da bateria que está viciada, quando simplesmente apresenta desgaste.

Mas existem outros mitos em volta das baterias e da sua utilização…

1. Não se deve utilizar o dispositivo enquanto a bateria está a carregar

Na verdade, os mitos surgem mas não são dadas grandes explicações quanto à sua possível credibilidade. Por que não utilizar o smartphone ou o tablet enquanto está a carregar?

Uma consequência dessa utilização será a de um carregamento mais lento, dependendo do tipo de tarefa que está a ser executada enquanto carrega. Outra das consequências, a que deve realmente ter algum cuidado, é do aquecimento do equipamento, já que está a ser alvo de um esforço extra. Como o calor é o maior inimigo da bateria, uma temperatura excessiva é prejudicial à bateria, não necessariamente apenas durante o período de carga.

2. Carregue sempre a bateria ao máximo!

Muitos dos mitos que ainda hoje se ouvem estão relacionados com as antigas baterias que vinham integradas nos nossos primeiros telemóveis, as baterias de níquel cádmio. Mas hoje em dia, os dispositivos estão, na sua grande maioria, equipados com baterias de iões ou polímeros de lítio, sendo muito mais modernas e com um desempenho muito mais eficiente.

Este tipo de baterias (que não vicia) tem uma vida útil que depende dos ciclos de carga, logo, quantos mais ciclos completar mais rapidamente irá degradar-se. Portanto, manter a bateria entre os 40% e os 80% será mais saudável para a vida útil da sua bateria. Mas se carregar a bateria ao máximo, ou se a deixar descarregar até níveis mais baixos (não inferiores a 10%), não irá notar, a curto prazo, perdas de autonomia significativas. Já uma descarga completa poderá inutilizar definitivamente uma bateria.

Leia também: O meu smartphone pode ficar a carregar durante toda a noite?

3. Não se pode deixar o smartphone a carregar durante toda a noite!

A verdade é que pode. Esta questão vai um pouco de encontro ao mito anterior. Se por um lado, para aumentar o tempo de vida de uma bateria, a sua carga deve oscilar entre os 40% e os 80%, por outro lado, na prática, são muito poucos os utilizadores que o fazem ou passaram a fazer. Deixar o equipamento ligado à electricidade muito tempo depois de atingir os 100% de carga não será um problema para a maioria deles.

Hoje em dia, todos os equipamentos estão preparados para que, assim que atinjam os 100% de carga, parar de receber energia, pelo que não serão alvo de sobrecarga.

No entanto, os fabricantes têm vindo a alertar para que os equipamentos que fiquem a carregar durante muitas horas seguidas não fiquem cobertos com cobertores, por exemplo, ou para que seja retirada a sua capa durante o processo, já que tendem a aquecer durante o processo de carga.

4. Não é necessário desligar nunca o seu dispositivo móvel

Já que desligá-lo poderá danificar a bateria.

Dar algum descanso à bateria ou ao próprio dispositivo não lhe fará mal nenhum. Pelo contrário. Esta acção poderá até ser benéfica para o dispositivo, já que irá “matar” algumas das acções em processo que tendem a diminuir o desempenho dos dispositivos. Pode também ajudar a que o dispositivo atinja uma temperatura mais baixa durante esse período.

5. Desligue Wi-Fi, o GPS e o Bluetooth para economizar bateria

Esta ideia pode não ser um total disparate, ou não ser propriamente um mito, dependendo do equipamento em utilização.

Em primeiro lugar, o Wi-Fi é um recurso relativamente económico, com pouca influência na autonomia. Já os dados móveis são mais consumidores de energia do que o Wi-Fi. Se está no escritório e só liga o Wi-Fi quando necessita mesmo de Internet no smartphone ou no tablet, a poupança de bateria que julga estar a fazer pode ser residual.

Quanto ao GPS, o dispositivo móvel, só o irá pedir localização quando realmente necessitar dela e, nesses casos, terá mais trabalho a ligá-lo manualmente, do que se o mantiver sempre ligado.

Os dispositivos móveis modernos já vêm todos equipados com Bluetooth 4.0, de muito baixo consumo de energia, pelo que as preocupações associadas à autonomia já não se colocam há muito.

Quais os hábitos que tem no tratamento das baterias?

Fonte: 5 mitos relacionados com baterias de dispositivos móveis

Controle o Android pelo seu computador com o Vysor

A chegada do Vysor vem abrir novas portas e novas possibilidades. Com o Chrome e o Vysor podem agora controlar directamente o Android em qualquer computador.

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Fonte: Controle o Android pelo seu computador com o Vysor