10 dias de Apple Watch

Ao fim de alguns dias de utilização, damos-lhe a conhecer toda a experiência que um destes equipamentos proporciona.

 

São 3 os modelos que a marca disponibiliza, Watch Sport, Watch e Edition, em 2 tamanhos de caixa diferentes 38 e 42mm e com uma imensa variedade de braceletes em diferentes tamanhos, formas, materiais e cores.

As grandes diferenças nos 3 modelos base são os materiais de construção: Alumínio, Aço Inoxidável e Ouro. Não quero entrar no faits divers da Apple sobre a diferença química dos matérias e as alterações que foram feitas às ligas, já que é irrelevante para este contexto.

Existem também diferenças no vidro e na cobertura do sensor de batimentos cardíacos. No caso do Sport o vidro é aquilo a que a Apple chama de IonX (o mesmo que está no iPhone 6 e 6 Plus) que poderá ser umrebrand do Gorilla Glass 3 e a cobertura é feita de material compósito. No caso do Watch e do Edition temos um cristal de Safira (altamente resistente aos riscos) e a cobertura traseira é de cerâmica. A safira e a cerâmica são mais resistentes aos riscos, mas apresentam menos elasticidade pelo que partem com mais facilidade.

Vejam este vídeo ao teste de risco:

O alumínio apresenta uma textura semelhante à do iPhone 6 com excelentes acabamentos a nível dos orifícios e do encontro/espaçamento dos matérias e tem uma boa resistência aos riscos visíveis ao contrário da versão em aço.

O Apple Watch com a caixa em Aço partilha da mesma precisão e qualidade de acabamento do Sport, mas sofre muito com os riscos. O aço é polido e muito brilhante pelo que qualquer tipo de “abrasão” vai riscar a caixa. Podemos, no entanto, voltar a polir o relógio com uma massa de polir suave e voltar a ter o brilho inicial. Não quero com isto dizer que é fácil fazer um risco (a sério) na caixa de aço, os riscos que consegui fazer e que apareceram naturalmente reflectem-se apenas no polimento e na questão estética.

As braceletes de aço e de borracha são de qualidade, com excelentes acabamentos e pormenor, e o sistema de troca de braceletes é, de facto, o melhor que conheço. No entanto, as pulseiras de couro tem um toque mais “barato”, são finas o que não transmite aquela sensação de produto de qualidade.

Em relação aos sistemas de fecho das braceletes todos eles são resistentes e os magnéticos são muito fortes. Não se preocupe que não vai ser fácil alguém tirar-lhe o relógio do pulso. O ecrã é de grande densidade e AMOLED pelo que tem boas cores e contraste, o brilho é elevado e a visualização sob luz do sol não se revela um problema.

 

Começar a usar

Começar a usar o Apple Watch é simples. O processo de emparelhamento é rápido e em minutos temos o Apple Watch a trabalhar em sintonia com o iPhone. A partir deste momento começamos a receber uma bateria de notificações que nunca mais acabam e aqui começa o problema do smartwatch.

Partilho da mesma opinião de quem diz que agora deixou de estar atento às notificações, a quem me liga e a quem está em frente a mim para passar a estar atento à quantidade de notificações que recebo e este é para mim o grande problema de um smartwatch e de todas as notificações inúteis que recebemos do tipo “Vem dar de comer ao teu Sim” ou “Esta semana o carro XYZ está 10% mais barato”.

A ideia fundamental de um smartwatch é acabar com a necessidade de tirar o telefone do bolso para vermos as notificações, ou enviar uma resposta rápida a alguém, ou saber que música está a tocar mas, na prática, não é isso que acontece (ao início). Vemos-nos colados à necessidade de verificar e fazer dismiss a todas as notificações que recebemos e os alertar dos e-mails que não interessam e aos jogos que nos “batem” no pulso, ou seja, estamos a falar com alguém e, do nada, olhamos para o relógio, acabando assim por substituir todas as vezes que tirávamos o telefone do bolso por uma olhadela ao relógio. A melhor parte disto é que podemos controlar as notificações que queremos e filtrar o conteúdo. Deixo apenas o alerta: se está ou vai utilizar o smartwatch, pense que um smartwatch serve para o conectar às pessoas e não para o separar de quem está à sua frente.

 

Interface

O Apple Watch apresenta-nos a interface mais completa mas também a mais complexa de todos os equipamentos nesta categoria.

Sem dúvida nenhuma a coroa digital, o botão, o force touch e o ficar a carregar no botões tornam a experiência confusa, mas isso acontece apenas ao início. Passado algumas horas, carregar com mais força no ecrã para limpar todas as notificações é tão natural como carregar na coroa digital para ir para as aplicações, todos estes métodos de input requerem hábito mas não é nada que ao fim de umas horas não esteja habituado.

Podemos activar o relógio através de três formas diferentes, virando o pulso, batendo no ecrã ou a carregar num dos 2 botões existentes no relógio.

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Podemos mudar entre 10 estilos de faces de relógio onde podemos personalizar desde a cor até ao que queremos que apareça. Certamente mais faces irão aparecer nas próximas actualizações do WatchOS.

O resto da interface é simples. Ao puxarmos de cima temos as notificações e ao puxarmos de baixo temos o “centro de controlo” e os Glances (resumos, em Português).

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Aqui podemos activar a vibração retirar o som ou activar o modo de voo e pingarmos o nosso iPhone para sabermos onde está através de um som reproduzido no telefone. Ao andarmos para o lado temos acesso aos Resumos que podem ser removidos/adicionados na app no iPhone, permitem-nos aceder a informação de forma rápida ou no caso do Shazaam saber que música está a tocar sem termos de abrir a aplicação no relógio.

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O HapticFeedback que a Apple decidiu utilizar é completamente diferente daquilo a que estava habituado nos outros smartwatches. Só por uma questão de comparação tenho/fui utilizador de Sony Smart Watch 1 e 2, Pebble Kickstarter e Steel, LG G Watch e Moto 360.

Em todos estes dispositivos que mencionei a vibração é feita através de um movimento circular e sentimos tal e qual como a vibração normal do nosso telefone, inclusivamente o barulho que a vibração faz também é semelhante. Mass neste caso a Apple utilizou um actuador linear, ou seja, o movimento é linear e não circular pelo que a sensação que temos é a mesma de um toque no pulso algo firme e sem barulho nenhum.

 

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Se a opção de detecção do pulso estiver activada, sempre que o relógio sai do pulso é nos pedido o código para desbloquear o relógio (é possível desactivar tanto o código como a detecção de pulso)

 

 

Outro ponto positivo é que o Apple Watch “sabe” quando está no pulso e, ao saber isso, se o relógio estiver pousado na mesa não vai receber nenhuma notificação.

 

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O Siri é uma parte bastante importante (mas não fundamental) do Apple Watch, permitindo-nos fazer os mesmos pedidos que no iPhone mas sem resposta de voz.

 

 

 

A resposta às SMS/e-mails é a mais inteligente que vi, pois o relógio “percebe” o que se passa na conversa. Se alguém lhe faz uma pergunta, as primeiras repostas rápidas são “SIM”, “Não” em vez de “Obrigado”, se a pessoa que lhe enviou a mensagem faz anos, a primeira mensagem é “Muitos Parabéns”. Mas isto vai mais longe ao detectar o idioma da mensagem e é aqui que a Apple também fez um excelente trabalho.

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Se a conversa for em Português, a função de ditado passa para Português (Portugal) se for em Inglês irá detectar a voz em Inglês, e isto funciona muito bem. Se nunca experimentou, teste no seu iPhone. O reconhecimento de voz funciona bem até em ambientes ruidosos com conversas por trás.

Para aqueles que gostam de utilizar o relógio no pulso direito, não há problema nenhum, na verdade a Apple pensou nisso e é possível na aplicação do Apple Watch no iPhone, alterar a posição do braço o que vai também influenciar a detecção de elevação do pulso.

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Notificações

Após o emparelhamento do Apple Watch com o iPhone as notificações estão activas para todas as aplicações, podendo ser desactivado na aplicação do iPhone.

As notificações tem sons diferentes e vibração é também ela diferente dependendo do tipo de notificação. Não são intrusivas e podemos controlar o volume das mesmas, para não nos esquecermos que temos notificações por ver, o Apple Watch apresenta-nos um pequeno ponto vermelho no topo do ecrã, opção que também pode ser alterada.

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A Apple pensou também na duplicação e notificações desnecessárias, se o relógio estiver fora do pulso, não vai emitir nenhuma notificação, por outro lado, se receber uma notificação no relógio, não a vai receber no iPhone com a excepção das chamadas telefónicas.

É também possível silenciar uma notificação tapando o relógio com a palma da mão durante 3 segundos.

Caso tenhamos a a função não incomodar activada no iPhone o Apple Watch vai espelhar essas definições, existindo também a opção de gerirmos o horário conforme queremos, ou mesmo desactivar por completo a função no relógio.

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Fazer/Receber uma chamada telefónica no Apple Watch é simples e funcional, tão funcional como num Gear da Samsung, com boa qualidade e volume mas, se o fizer em público, fique a contar com alguns olhares estranhos. Para mim, a utilidade de atender uma chamada no relógio está quando não temos o telefone por perto em casa ou numa situação do tipo “Ligo-te já, agora não dá jeito falar” e não queremos simplesmente enviar um SMS. Como o Apple Watch se liga ao iPhone através de Bluetooth ou Wi-Fi (dentro da mesma rede) o alcance é elevado.

Se tiver o Voice over Wi-Fi (Wi-Fi calling) as chamadas telefónicas não são reencaminhadas para o Apple Watch.

 

Apps

Á data de abertura da AppStore para o Apple Watch já havia algumas centenas de aplicações desenvolvidas para o WatchOS, o que demonstra a vontade que os programadores têm em disponibilizar um acesso mais rápido através do Apple Watch. Temos desde o Shazaam até ao Things e ainda alguns jogos. Por omissão, a instalação automática de aplicações no Apple Watch não é feita, o que me parece útil pois o relógio tem 6GB de memória interna partilhadas entre fotografias (até 500), músicas (até 2GB) e as aplicações.

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Um exemplo que posso dar em relação à instalação de apps é o da Shazaam (está muito bem conseguido, até a leitura de letras em tempo real). Instalamos a app no nosso iPhone, vamos à aplicação do Apple Watch e dizemos que queremos também a Shazaam no Apple Watch, simples.

Existe também a possibilidade de activar o handoof, o que nos permite continuar a usar a aplicação mas no iPhone, no ponto em que estávamos no relógio.

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O tempo que demora a carregar uma aplicação varia muito, principalmente quando o Apple Watch precisa de pedir alguma coisa ao iPhone. Carregar o mapa não está de todo tão lento como nos relógios e software que já vimos em algumas reviews e vídeos anteriormente. Mas não é algo instantâneo. Para abrir um mapa com a minha localização posso ter de esperar entre 2 a 10 segundos, dependendo se abriu o mapas recentemente.

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A Apple introduziu também novos métodos “comunicar” ou seja através do envio de batidas no ecrã, desenhos e o envio do ritmo cardíaco. Para alguns serão apenas mais uma inutilidade, mas eu até vejo alguma piada em enviar taps para o pulso dos meus amigos.

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Bateria e o Impacto na bateria do iPhone

No meu caso em particular não vos posso transmitir algo correcto pois, desde que tenho o iPhone tenho o Pebble, e o Bluetooth anda sempre ligado mas se não é normal para si ter o Bluetooth ligado, espere um decréscimo na ordem dos 10 a 20% na autonomia do seu iPhone.

A bateria do Apple Watch tem sido uma agradável surpresa.

O meu dia começa às 6:30h (hora em que desligo o Apple Watch do caregador) e, normalmente, acabo o dia às 23:30/00:30h com 35%/40% de bateria.

Durante o dia, a utilização conta com cerca de 2 a 4 chamadas telefónicas pelo Apple Watch, consulta de e-mail e notificações, utilização do Shazaam e Amazon, 35 a 60 minutos de corrida com a aplicação Workout, envio de sketches/taps e a consulta das horas/meteorologia.

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Não é possível comparar ao Pebble pelas razões mais obvias (7 a 10 dias de bateria), mas comparando com o Moto 360 andam muito a par no que toca a bateria. Posso dizer que chega perfeitamente para o dia e caso precise de um bocado mais de “força” para sair numa noite mais longa, a carga é rápida o suficiente para ir a casa tomar um banho e voltar a sair com mais 20% ou 30% de bateria.

Os meus dados são de um Apple Watch 42mm, o de 38 pelo feedback que tenho, tem cerca de 7 a 10% menos de bateria no final do dia.

 

Fitness e Actividade

Uma das principais funções do Apple Watch é sem dúvida o fitness.

Com a introdução da aplicação Workout e Actividade é nos possível monitorizar o nosso nível de actividade e definir objectivos por calorias, tempo ou zona de batimento cardíaco.

A actividade está feita para monitorizar o dia, desde o momento em que se liga o Apple Watch pela primeira vez somos convidados a configurar (tal como acontece com o S Health) a nossa idade, peso e nível de activiade física. Isto vai permitir calibrar a contagem de calorias com base no nosso ritmo cardíaco.

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Durante o dia o relógio tenta medir o ritmo cardíaco a cada 5/10 minutos, vai contando os nossos passos (em conjunto com o iPhone) e vai actualizando os anéis com essa informação. Quando cumprimos o objectivo por nós estabelecido, recebemos “medalhas” que poderemos consultar na aplicação do iPhone.

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Num combate ao sedentarismo somos lembrados para nos levantarmos e caminharmos um pouco durante 1 minuto em cada hora, num total de 12 horas. Todas estas notificações e opções podem ser alteradas/desactivadas.

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Workout / Exercício

Esta aplicação vem configurada para contar os seguintes exercícios:

  • Elíptica
  • Caminhada Exterior
  • Corrida Exterior
  • Bicicleta Exterior
  • Caminhada Interior
  • Corrida Interior
  • Bicilcleta Interior
  • Remo
  • Step Stepper (Escadas)
  • Outro.

Podemos escolher diversos objectivos quando começamos a actividade física, calorias, tempo, distância ou sem objectivo. O relógio está sempre a contar o tempo e a medir o ritmo cardíaco para conseguir fazer um cálculo mais preciso do consumo de calorias.

No fim da sessão de treino somos convidados a guardar os dados que depois podemos consultar no iPhone na aplicação Actividade (a dos anéis).

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No caso do exercício exterior, é necessário o iPhone para utilizar o GPS. Se não quiser levar o iPhone e tiver uns auscultadores Bluetooth, é possível ouvir a música que esteja guardada no Apple Watch (até 2 GB) sem qualquer problema e com bom volume.

 

Conclusão

O Apple Watch é o primeiro dispositivo do segmento que a Apple lançou e parece-me que fez um bom trabalho. Comparativamente com os outros aparelhos posso dizer que a Apple tem um produto mais completo. Não quero dizer que o software seja o mais simples de utilizar, mas é o mais completo de todos. Temos diversas possibilidades e as aplicações existentes já são às centenas (há quem fale em cerca de 3500, até) e toda a interação com o iPhone está bem pensada e sem falhas.

O facto de ser quadrado e não circular fez-me pensar um pouco ao início, mas depois de o utilizar consigo perceber o quão mais natural é ter uma aplicação neste formato do que num ecrã circular que obriga a “cortar” a interface.

Há aplicações que a meu ver são desnecessárias, quem é que vai ver as fotografias num relógio? Mas acredito que há alguém que goste e por esse motivo a aplicação está lá.

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Há rumores de que a Apple irá lançar o Apple Watch em finais de Junho em mais alguns países nos quais Portugal deverá estar incluido, mas com os recentes atrasos na produção, esta data poderá ser empurrada para Agosto. Mesmo o Siri não estando disponível em Português (o WatchOS também não está disponível em PT-PT/BR) as funcionalidades estão lá na mesma e principalmente, o ditado para introdução de texto quando necessário.

Para quem apenas quer receber as notificações e utilizar algumas aplicações um pouco mais limitadas, o Pebble é a solução, funcional, excelente construção, uma comunidade de programadores cada vez maior e a um preço bem mais acessível mas, se o seu telefone estiver a correr o Android, poderá também usar o Pebble e o Android Wear.

Se precisa de um SmartWatch? Não, não precisa a não ser que queira estar em cima de todas as notificações e ache importante fazer um registo das suas sessões de fitness, mas mesmo assim é uma compra que deve ponderar e colocar na balança a utilidade/uso que vai dar, contra o preço do dispositivo e o restante impacto que poderá trazer à bateria do seu telefone.

Fonte: 10 dias de Apple Watch

Factory Reset no Android não elimina dados

Para quem pensava que depois de fazer um Factory Reset no Android (Restaurar os Dados de Fábrica) o equipamento ficava completamente sem informação pessoal…CUIDADO, não é bem assim!

De acordo com a notícia avançada pelo site arstechnica, mesmo depois de fazer um Factory Reset ao seu Android ainda é possível recuperar credenciais de autenticação, mensagens de texto, e-mails, contactos, etc. Já pensou que se o vender, alguém pode recuperar estes seus dados?

A Google tem pela frente um grande problema de segurança que precisa de resolver com a máxima urgência.

De acordo com um estudo agora publicado com o nome Security Analysis of Android Factory Resets, levado a cabo por  Laurent Simon e Ross Anderson da Universidade de Cambridge, sabe-se que mesmo fazendo um Factory Reset no Android os dados pessoais não são completamente apagados.

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Tendo como base o estudo, estima-se que mais de 500 milhões de smartphones não conseguem “limpar” totalmente as partições onde os dados pessoais estão guardados e mais de 630 milhões de smartphones não consegue remover a informação na totalidade dos cartões SD internos, onde são armazenados os vídeos, fotografias, e tantos outros dados pessoais e privados do utilizador.

Para se ter uma ideia do “perigo”, em mais de 80% dos casos é possível recuperar as credenciais do Facebook e do Google usando as chaves de encriptação e mecanismos de força bruta.

We estimate that up to 500 million devices may not properly sanitise their data partition where credentials and other sensitive data are stored, and up to 630 million may not properly sanitise the internal SD card where multimedia files are generally saved.

We found we could recover Google credentials on all devices presenting a flawed factory reset. Full-disk encryption has the potential to mitigate the problem, but we found that a flawed factory reset leaves behind enough data for the encryption key to be recovered.

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Simon e Anderson testaram 21 smartphones de cinco fabricantes, incluindo Samsung, HTC e Nexus, todos com versões do Android que vão desde o 2.3 até ao 4.3. A Google já foi contactada mas até ao momento não há qualquer feedback sobre este caso.

Fonte: ALERTA: Factory Reset no Android não elimina dados – Pplware

Análise: Optimus San Remo

Análise ao mais recente topo de gama da Optimus, San Remo.

 

A Optimus voltou a reforçar o seu portefólio de smartphones com o Optimus San Remo. A Optimus tem vindo a propiciar excelentes equipamentos de marca própria em parceria com a Orange e a Alcatel.

O San Remo é um smartphone que parece ter levado à letra o “apertar do cinto” que tão habitual se tem tornado nos dias de hoje. Este smartphone chegou e passou a ocupar o posto de topo de gama entre os seus congéneres.

Este foi um dos dispositivos da Optimus que mais me chamou à atenção. Quando o vi pela primeira vez o que mais me chamou à atenção foi o seu tamanho, espessura, peso e revestimento do ecrã.

O aspecto físico do Sam Remo é ao mesmo tempo um ponto positivo como um ponto negativo. Na vertente negativa, o seu design não tem muito requinte, hoje em dia o consumidor normal (aquele que não se preocupa muito com o hardware), procura na maioria das vezes equipamentos com um corte requintado mesmo que não seja um topo de gama mundial, por outro lado o material é bastante suave, parece ser suficientemente resistente, elegante e ergonómico que para equipamentos com ecrãs superiores a 4″ é um ponto essencial.

Para quem tem mãos secas, a capa traseira ser suave pode ser um problema que podem deixá-lo cair se houver descuido principalmente para quem tiver mãos pequenas, se o perfil das suas mão não se encaixar no mencionado, os contornos arredondados são suficientes para se segurar bem e adequadamente o equipamento.

Também tem outro problema que para mim é uma falha tremenda: o botão do power está mal colocado no topo superior direito. Devido ao tamanho do ecrã, torna-se difícil chegar ao botão com a mão que se está a segurar o telemóvel, mesmo que estique os dedos. Então para quem tiver mãos pequenas. só resta a hipótese de usar a outra mão a não ser então que consiga deslocar o dispositivo para baixo na mão que o segura… Pode ser realmente um problema para utilizadores que tenham mãos pequenas, eu não tenho esses problemas porque tenho mãos suficientemente grandes para segurar equipamentos com grandes ecrãs.

Mesmo para tirar printscreens, que usa a combinação de teclas Power + Volume para baixo, não dá qualquer jeito para se usar uma só mão, tendo que recorrer à outra. O sitio mais ideal, na minha opinião, seria ou na lateral direita ou na lateral esquerda, de preferência no lado direito por baixo dos slots.

Referente à parte frontal temos o que vem na maioria dos equipamentos, auscultador, sensores e câmara frontal, mas este vem com um LED de notificações, no entanto, só pisca uma luz azul não dando para alterar a sua cor.

Ainda na parte frontal, o equipamento usa soft key (teclas de navegação capacitivas), são totalmente iguais às usadas no Android AOSP mas neste caso estão incorporadas no próprio equipamento.

Ecrã

Gostei bastante deste ecrã, apesar de ser IPS LCD, tem uma qualidade bastante satisfatória para a sua resolução de 540 x 960 pixeis – tamanho do ecrã, que é de 4.66 polegadas. Nos ícones notam-se alguns pixeis ou os contornos um pouco esbatidos, mas devem-se ao facto de não possuir uma elevada densidade de pixeis, tem aproximadamente 236 PPI, mas no geral o ecrã não é dos piores.

Um outro aspecto que gostei do ecrã é a sua protecção Dragon Trail Glass, apesar de que não a conhecia pessoalmente até esta análise, pareceu-me bastante interessante por parecer ser resistente e pela questão de que, juntamente com a excelente luminosidade do ecrã, permite uma satisfatória visualização do ecrã quando exposto a um campo com enorme luminosidade solar. Referi que o Dragon Trail Glass parece resistente porque, como é óbvio, não testei a sua resistência.

Câmara

Definitivamente para o comum utilizador, a câmara é um dos componentes mais importantes. O utilizador procura tirar boas fotos sem a necessidade de andar sempre com a máquina fotográfica.

A lente principal deste equipamento tem 8Mpx e tem uma qualidade razoavelmente boa, proporciona tirar fotografias com uma qualidade suficientemente aceitável no entanto a câmara frontal é um total desastre.

A qualidade da câmara frontal é das piores que já vi, para 2Mpx a imagem fica extremamente pixelada e muito escura mesmo num ambiente com luz, não sei se é algum problema de software, kernel (Kernel 3.4) ou se é mesmo da lente.

Eu pessoalmente dou mais importância a outros aspectos como qualidade do ecrã, estabilidade do sistema, actualizações, processador, RAM, o hardware no geral, mas uma análise não recai propriamente para os aspectos técnicos mas mais para a utilização.

Som

O San Remo tem incorporado uma coluna stereo, que ao contrário do que se podia pensar, proporciona uma audição de musica muito boa com uma qualidade bastante boa.

Fiquei impressionado com os auriculares que traz. Normalmente os auriculares que vêem com os equipamento não oferecem uma qualidade de som muito boa, bem estes ficaram completamente acima das minhas espectativas, a qualidade de som está muito acima daqueles que a maior parte dos equipamentos Android e dos topo de gama oferecem.

Durante o tempo que tive o San Remo comigo, usei estes auriculares no meu telemóvel, pois realmente estes oferecem muito melhor qualidade do que o meus.

Software

Há dois pontos que estão inter ligados neste terminal: a performance e a versão do Android. Foi uma má ideia da Optimus lançar este equipamento com Android 4.1.1, quando o Android 4.2 está disponível desde Outubro. O Optimus San Remo vem equipado com um SoC MTK 6577 (pertence à gama anterior dos MediaTek Dual-Core) a 1GHz, teria muito mais rendimento com Android 4.2.

O sistema que acompanha este equipamento é quase AOSP, a interface é praticamente a original do Android mas vem com alguns ícones custom e algumas modificações nos menus, mas o sistema no geral é bastante fluido, talvez ficando melhor com o Apex Launcher ou o Nova Launcher.

As Opções de programador deixou de estar no menu das definições e passou a estar na opção Sobre o telefone com o nome de Configurações avançadas, quem procurar estas opções fica aqui explicado.

Achei o sistema de actualizações bastante interessante, permite actualizar via OTA ou instalação manual, mas tudo feito no equipamento, bastando ter a ROM na memória interna. Penso que os demais fabricante deveriam permitir o mesmo sem a necessidade de recorrer a aplicações de terceiros como por exemplo o Odin para os equipamentos Samsung Galaxy.

Bateria

Bateria é sempre um assunto um bocado subjectivo e muda substancialmente conforme a utilização de cada um. A bateria tem uma capacidade de 1800 mAh e segundo os meus testes teve uma duração relativamente boa a durar me pouco mais de um dia sempre com o brightness no máximo, Wi-Fi ligado e outras aplicações a correr. Com Wi-Fi ligado e sem ligar o ecrã, dos 100% aos 0% durou pouco mais de 5 dias, mesmo com outras aplicações a funcionarem em background. Claro que se fizesse um uso realmente extensivo provavelmente não me chegaria a 24 horas, mas é um bom indicador para quem procura equipamentos económicos.

Parece-me que o sistema vem bem tweakado neste aspecto, os SoCs MediaTek são conhecidos por terem baixo consumo.

A bateria não pode ser removida o que os slots do cartão Micro SIM e do cartão Micro-SD são exteriores, um no lado direito e outro no lado esquerdo respectivamente.

Memórias

Rondam alguns comentários nos demais fóruns de equipamentos móveis que este equipamento vem com 512MB de RAM, mas a realidade é que vem com 1GB (mas deverá ter pouco mais de 800MB utilizáveis já que cerca de 100MB são usados para sustentar o GPU).

Apesar das várias aplicações que vêm instaladas que são: WhatsApp, Chrome, OfficeSuite 7, Skype , Google Plus, Evernote, Adobe Reader, MB Phone, Plants Vs Zombies (jogo), Shazam, Optimus Wiz Location, The Sims 3 e Viber, ainda têm +/- 1.14GB de espaço livre de 2GB no total. Apesar da pequena memória interna, podem estender através de um cartão Micro-SD até 32GB.

Algumas aplicações não permitem que sejam movidas para a memória externa, desta forma, irão encher rapidamente a memória interna.

Penso que seria desnecessário vir com estas demais aplicações, excepto o Optimus Wiz Location já que pertence à operadora. Estas aplicações podem ser gratuitamente descarregadas pelo Google Play e seria sensato não carregar o equipamento com aplicações que os utilizadores poderão não utilizar.

Segurança dos dados 

Outro aspecto interessante é a aplicação de backups original da Alcatel chamado de OneTouch Cloud Backup. Esta aplicação permite fazer backup dos contactos, mensagens, calendário, aplicações (só o APK), configurações do sistema, fotografias, marcadores, musicas, registo de chamadas e vídeos para o Dropbox ou o Box. Igualmente permite fazer backup para a memória interna mas deveria também permitir escolher o cartão SD, uma vez que a memória interna é muito pequena.

Benchmarks

Seguem alguns benchmarks. Como sempre esta matéria é inconclusiva e servem para informação não para referenciar se é um bom ou mau equipamento. Os benchmarks não valem de muito até porque a maioria das aplicações para o efeito não aproveitam nem metade da potencia do hardware, noutras palavras servem para mostrar quem tem a “pilinha maior”.

Conclusão

É sem dúvida o melhor Android que a Optimus já lançou. Ganha em todos os aspectos ao Optimus Madrid, que vendeu bastante bem. Infelizmente tem alguns problemas de fundo que lhe retiram algum mérito. É um bocado mau pensar que apesar de ser um equipamento lançado em Maio deste ano ainda vem com o Android JellyBean 4.1.1 que para além de ser desactualizado não tira totalmente partido do hardware deste aparelho.

Não é um mau telemóvel, penso que reúne o necessário para ter uma boa venda mas também o seu preço não irá ajudar a muito mais.

Penso que a Optimus deveria analisar melhor o mercado dos média gama pois há equipamentos melhor equipados e mais baratos. Olhando para aquilo que o mercado neste momento oferece, o preço de lançamento deveria rondar no máximo os 200€, a Optimus sairia muito a ganhar se o preço fosse este.

Espero que considerem esta critica pessoal como incentivo a melhorarem a competitividade.

Quero agradecer à Optimus por ter cedido este equipamento para análise.

Fonte: Análise: Optimus San Remo – Pplware

iMediaShare – O seu Android e iPhone na TV

iMediaShare – O seu Android e iPhone na TV

Criado por Pedro Pinto em 5 de Outubro de 2011 | 44 comentários

Quando chega a hora de comprar qualquer dispositivo tecnológico, temos a tendência de optar por aquele que tem a última tecnologia mas também se o preço for atractivo. Há cerca de um ano comprei um LCD e apesar de ser de eu ser bastante ligado à tecnologia, nunca tive muito tempo para explorar as funcionalidades do mesmo. Liguei-o à box do serviço de TV e já está.

Recentemente descobri uma super aplicação para Android e iPhone que permite ter o nosso Android ou iPhone na TV. Vamos conhecer o iMediaShare.

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iMediaShare é uma aplicação que permite apresentar conteúdos multimédia directamente na TV, através de um dispositivo móvel. Esta aplicação permite transformar o nosso smartphone num autêntico controlo remoto, podendo assim os utilizadores ver os conteúdos num ecrã maior.

Veja um video promocional do iMediaShare

Qual a vantagem desta aplicação relativamente a outras?

Bem, o iMediaShare não necessita de qualquer tipo de cabos e tem suporte para vários sistemas como são o caso:

  • TVs
    • Samsung com AllShare
    • LG
    • Sony BRAVIA
    • Philips
    • Panasonic Viera
    • Toshiba
  • Leitores de blu-ray
  • Consolas de jogos
    • Playstation 3 ou Xbox360
  • Audio Players
    • Denon
    • Sonos
    • Onkyo
    • Linn
    • Philips Streamium
    • Yamaha
    • etc.
  • Apple TV (e outros dispositivos com suporte para a tecnologia AirPlay)
  • e outro dispositivos que suportem DLNA/UPnP.

(Para quem não sabe, o DLNA(Digital Living Network Alliance) é uma tecnologia que foi desenvolvido por várias empresas com o objectivo de tornar a conectividade de dispositivos electrónicos muito mais simples. O DLNA funciona com base em algumas tecnologias de comunicação já existentes como é o caso da Ethernet, Wi-Fi ou Bluetooth.

Veja o iMediaShare em acção

Como usar o iMediaShare?

Usar o iMediaShare é mesmo muito simples. Depois de executarmos a aplicação, são disponibilizados um conjunto de canais online, serviços e acesso a dispositivos da rede local

Canais online suportados:

Art4HD, Bild, Beet TV, Break.com, CBS News, CNBC, CNET, COIN-OP TV, College Humor, Dailymotion, Deutsche Welle, Earth Touch, Engadget, Facebook, France 24, Funny or Die, HDNet, Les Debiles, MaYoMo, Motorz, NASA TV, Picasa, PR Newswire, PSN, Revision3, Showtime, Spiegel Online, TED Talks, TWiT TV, VideoBASH, Vimeo, White House, YDN Design, YouTube

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Depois de escolhermos um dos canais, é necessário indicar para que dispositivo pretendemos mandar o conteúdo. Normalmente é neste passo que escolhemos a TV como dispositivo de visualização.

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E está feito. Como referido, além dos canais online podemos visualizar fotografias armazenadas no serviço Picasa ou numa partição de um equipamento local, podemos ler livros, etc etc. Para mim, esta é certamente uma das aplicações mais fantásticas que testei.

Gratuito | 1 MB

Ver no Android MarketiMediaShare

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Hotmail: Microsoft lança aplicação oficial para Android…

Hotmail: Microsoft lança aplicação oficial para Android…

Criado por Hugo Cura em 5 de Outubro de 2011 | 22 comentários

… e apresenta novas funcionalidades na interface web-based.

Até agora, no Android, a melhor forma de usar e interagir com um email do Hotmail era a partir do browser, numa interface mobile bastante bem adaptada e construída. No entanto, a sua usabilidade e facilidade de utilização em nada se comparam ao que é possível obter de uma aplicação dedicada.

Isso agora mudou e a Microsoft lançou para Android uma aplicação de email dedicada ao Hotmail.


Aplicação Hotmail para Android


Antes de usar Android, a minha conta principal de email era do Hotmail. Embora a utilização de um dispositivo Android obrigue a criação de uma conta Google, o email pode funcionar independentemente mas… a sua utilização a partir do browser não chegava ao que a aplicação Gmail conseguia fornecer. Se, na altura, já existisse esta aplicação para o Hotmail, provavelmente teria sido adoptada! Sim, porque está ao nível da aplicação Gmail.

O Hotmail para Android permite sincronização push (sempre que surgir novo email), sincronização de contactos e sincronização de calendário.

Esta aplicação vem recheada de opções, mais opções que as existentes na aplicação Gmail, de forma a que tudo seja a gosto do utilizador. Permite usar simultaneamente várias contas Hotmail. Existem até funcionalidades úteis, que não existem na aplicação Gmail, como configurar a sincronização em intervalos de tempo (em vez de push) e até ajustar o zoom de uma mensagem de email (funcionalidade “pinch-to-zoom”) aquando da sua leitura. Já na aplicação Hotmail não é possível definir emails como SPAM enquanto que na aplicação do Gmail é possível fazê-lo.

O utilização e visualização de emails é bastante semelhante ao encontrado da aplicação Gmail e, na minha opinião, é o mais adequado que há para smartphones.

Resumindo, as suas funcionalidades são:

  • Obtenção de mensagens sem atrasos (push)
  • Sincronização de calendário e contactos no Android
  • Envio e recepção de anexos
  • Envio de ficheiros, imagens, ou vídeos directamente para a aplicação Hotmail
  • Organização de mensagens em pastas e sub-pastas
  • Widget que mostra as últimas mensagens na caixa de entrada
  • Suporte de várias contas Hotmail

Se é, ainda, utilizador de Hotmail e utiliza também um smartphone Android, então é esta a aplicação que lhe faltava.

Hotmail para Android

Gratuito | Android 2.1 – 2.3.5Download | 6.1MB


Melhorias no Hotmail web-based


Já era sabido que a Microsoft se preparava para lançar novidades no seu serviço de email Hotmail. As novidades mostradas foram bastantes e demonstram que está aqui um concorrente feroz aos serviços Gmail e Yahoo! Mail. O desempenho foi melhorado (emails colocados em cache), pré-carregamento de mensagens, operações feitas de forma assíncrona, espaço ilimitado e… mais, muito mais. Vejamos:

  • Protecção SPAM e Graymail: o SPAM é como uma praga, algo que tem de ser combatido, e o Hotmail conseguiu reduzir o SPAM que chega à caixa de entrada de 35%, em 2006, para menos de 3% actualmente. Este melhoramento significativo deve-se à tecnologia SmartScreen. O Graymail surge agora como um complemente e é a característica atribuída a correio electrónico desinteressante, ainda assim separado de SPAM (algo como newsletters e ofertas de produtos de sites fidedignos).
  • Desinscrição “One-click”: são muitas as newsletters que chegam ao correio electrónico sem que essa inscrição tenha sido solicitada. Esta nova funcionalidade permite, facilmente, desinscrever danewsletter sem ser necessário ler as letras pequenas das instruções para desinscrição (que por vezes nem existem).
  • Limpeza automatizada (“Schedule Cleanup”): esta funcionalidade, integrada nas opções Sweep, permite definir regras automáticas de organização em determinado intervalo de tempo, isto é, permite ter apenas osemails mais recentes de determinado remetente podendo definir, por exemplo, apenas a intenção de veremails com apenas 3 dias, 10 dias, etc. Esta funcionalidade é útil para, por exemplo, ver apenas as últimas ofertas de determinada loja, apagar todas as newsletter com mais de 10 dias, etc.
  • Sinalização de emails: a partir de agora é possível não só sinalizar um email (como já era até aqui) mas também organizá-los em separado, ficando todos os emails sinalizados no topo da lista (algo semelhante às estrelas no Gmail).
  • Acções instantâneas: esta funcionalidade acrescenta, bem junto de cada email, botões de funcionalidades rápidas que surgem quando o cursor passa sobre esse local. É possível definir os botões pretendidos para assim, dependendo da organização de cada utilizador, ter sempre à mão as funcionalidades mais utilizadas. Existem botões para apagar mensagens, sinalizá-las, marcar como não lido, sweep, etc, tudo para usar sem sequer abrir a mensagem.
  • Categorias: as newsletter são identificadas e colocadas automaticamente numa categoria distinta. É possível definir manualmente outras categorias.

Todas estas novas funcionalidades colocam o Hotmail num patamar mais alto e permitem que continue a ser depositada confiança neste serviço.
Hotmail
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Anti – Uma ferramenta de “hacking” para Android

Anti – Uma ferramenta de “hacking” para Android

Criado por Pedro Pinto em 8 de Outubro de 2011 | 23 comentários

Há cerca de cinco meses li um artigo online na Forbes com o titulo “Android App Turns Smartphones Into Mobile Hacking Machines” (ver aqui). Fiquei curioso por um lado e apreensivo por outro… Será que os ataques vão começar a ter origem nos dispositivos móveis?

No início deste mês o Itzhak, fundador da Zimperium, anunciou o lançamento de uma versão beta para testes. Vamos ver o que vem por aí….

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Anti ou Android Network Toolkit é uma ferramenta super poderosa para realizar testes de penetração/detecção de vulnerabilidades em redes de dados.

Em Maio de 2011, durante a conferência Defcon hacker que se realizou em Las Vegas, Itzhak “Zuk” Avraham, fundador da Tel-Aviv Zimperium indicou que: “Queríamos criar uma ferramenta de testes de penetração para as massas. Esta ferramenta terá a capacidade de realizar hacking avançado e a partir de um dispositivo móvel”.

De uma forma geral, depois de executarmos a ferramenta, esta faz um scan à rede local em busca de outros dispositivos e possíveis portas abertas nos mesmos.

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Principais funcionalidades
  • [+] Scan – Possibilidade de realizar scans à rede em busca de outros dispositivos
  • [+] Spy –  Permite “snifar” o tráfego da rede e capturar imagens, passwords, links, etc
  • [+] D.O.S – Permite realizar ataques de Denial of Service
  • [+] Replace images – Possibilidade de alterar todas as imagens que passam na rede, substituindo pelo logo da aplicação
  • [+] M.I.T.M – Permite realizar ataques Man in The Middle
  • [+] Report – Disponibilização de relatórios de vulnerabilidades detectadas.

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Veja aqui o Anti – Android Network Toolkit em acção:

O Anti é uma aplicação interessante para quem pretenda avaliar eventuais vulnerabilidades em máquinas presentes na redes mas também pode ser uma ferramenta perigosa! A existência deste tipo de aplicações deve-nos fazer reflectir sobre a segurança que temos implementada nos nossos computadores/dispositivos móveis.

Actualmente a aplicação está disponível no Android Market (ver aqui) mas é necessário subscrever um dos pacotes disponibilizados pela mesma. No entanto, a empresa responsável pela aplicação disponibilizou uma versão beta para testes que pode ser descarregada aqui.

Qual a vossa opinião relativamente a aplicações deste tipo?

Download: anti.apk
Homepage: Zimperium

School Assistant – O Android ajuda-te na Escola/Universidade

School Assistant – O Android ajuda-te na Escola/Universidade

Criado por Pedro Pinto em 9 de Setembro de 2011 | 150 comentários

Tudo aquilo que um estudante/professor precisa para se manter organizado cabe no bolso

Ainda há recentemente pouco tempo, quando era estudante, lembro-me que gostava de ter tudo sempre bem organizado. Para isso, usava uma folha onde além do horário incluía também um calendário que servia para marcar as frequência e exames. Por várias pesquisas que fiz, nunca consegui arranjar uma aplicação que satisfizesse as minhas necessidades enquanto estudante. Os tempos mudaram, e na sequência do nosso artigo 5 app’s de regresso às aulas para iOS e Mac OS o nosso leitor Miguel Oliveira deu-nos a conhecer o School Assistant para Android.

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O School Assistant permite organizar facilmente o dia-a-dia escolar. De uma forma geral,  o School Assistant permite guardar o nosso horário, registar as datas de testes e trabalhos, com suporte alertas quando estas se aproximam, registar as datas das férias e feriados, possibilidade de registar as notas das disciplinas e produzir gráficos de desempenho, entre muitas outras funcionalidades.

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Para usar o School Assistant é necessário começar por criar as disciplinas, indicando o nome da mesma e a informação do professor, numero de contacto, e-mail e site da disciplina.

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Depois de criadas as disciplinas, podemos inserir o horário, definir datas para trabalhos e avaliações, etc.

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Além das funcionalidades já apresentadas, o School Assistant permite ainda produzir gráficos relativamente a médias por disciplina, médias por disciplina num semestre, média por semestre, média por semestre de uma disciplina, notas finais, etc.

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O School Assistant disponibiliza ainda várias opções de configuração das quais salientamos as notificações, suporte para widgets, distinguir aulas práticas das teóricas, definir palavra-passe para proteger os dados (útil para os pais não saberem as notas :) ), formato das notas, várias personalizações a nível de calendário, etc.

Permissões:
O School Assistant tem permissão para ler os contactos para poder associá-los a grupos de trabalho, infelizmente esta função ainda não está 100% operacional em alguns dispositivos.
Também pode iniciar automaticamente no arranque para poderes ser notificado acerca de qualquer evento próximo e para poder actualizar os widgets. O impedimento do modo de inactividade é apenas realizado durante 1 segundo (ou menos) no início e no fim de cada aula e à meia-noite para poder actualizar os teus dados e pôr o telemóvel em silêncio, portanto não te preocupes que a bateria não será gasta por causa disso.
A permissão para escrever no cartão SD é necessária para se exportar (backups) e importar dados.A permissão de acesso à Internet e de verificação do estado da rede são necessárias para os anúncios.

Brevemente na(s) próxima(s) versão(ões):

  • Melhoramentos no calendário incluindo uma melhor gestão da memória RAM
  • Enviar/partilhar eventos
  • Controlo de faltas
  • Novo widget
  • Posibilidade de escolha entre cores ou ícones a associar às disciplinas
  • Horário do gabinete do professor
Ganha o School Assistant +

O School Assistant foi desenvolvido pelo português Gil Castro, a quem o Pplware dá os parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido. O School Assistant é totalmente gratuito, no entanto há uma versão com mais algumas funcionalidades e que custa cerca de 1€. Após contacto com o autor da aplicação, vamos oferecer 5 licençasdessa versão de uma forma aleatória aos utilizadores que deixarem um comentário relativo à aplicação. O mini-passatempo terminada Domingo (11-09-2011) às 23h59.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Android 1.5 +
Homepage: Scholl Assistant [819 KB]

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Arquivado na categoria: Android, Smartphones

Gerador de código QR Wifi no Android

Gerador de código QR Wifi no Android

Criado por Pedro Pinto em 1 de Setembro de 2011 | 6 comentários

Na semana passada apresentamos aqui no pplware o Wifi Joiner, um serviço online que permite criar códigos QR para que os utilizadores possam ligar facilmente a uma rede wifi e  uma aplicação para Android que permite estabelecer facilmente a ligação.

O aproveitamento da tecnologia QR para este fim é sem duvida uma boa ideia e ainda melhor seria se pudéssemos usar o nosso leitor (tradicional) de códigos QR para ler o código QR gerado.

Para esse efeito vamos conhecer o Wifi QR Code Generator.

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O Wifi QR Code Generator funciona de forma muito semelhante ao Wifi Joiner, no entanto os utilizadores não necessitam de ter nenhuma aplicação específica para ler o código QR gerado(basta por exemplo ter o popular Barcode Scanner – ver aqui).

O “dono” da rede wifi apenas necessita de ter instalado no Android o Wifi QR Code Generator para gerar o código QR respectivo. Depois pode facilmente partilhá-lo com os amigos ou familiares, que apenas necessitam de aplicação para leitura de códigos QR.

wifi_02

A imagem seguinte mostra a informação do código QR produzido anteriormente e que agora foi descodificado com o popular Barcode Scanner.

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Para quem não pretender meter os dados da sua rede online para gerar o código QR, pode usar o Wifi QR Code Generator . Além disso, os códigos gerados por esta aplicação podem ser lidos por exemplo pelo Barcode Scanner. Como desvantagem, referir que o Wifi QR Code Generator não permite a cifra dos dados introduzidos, podendo estes ser facilmente decifrados. Segundo o site do projecto, o Wifi QR Code Generator  é ja usado por mais de 50 milhões de utilizadores.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Android 1.5 +
Homepage: Wifi QR Code Generator [192 KB]

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Arquivado na categoria: Android, Smartphones

Use o Wolfram Alpha para Gerar Códigos QR e Códigos de Barras

Use o Wolfram Alpha para Gerar Códigos QR e Códigos de Barras

Criado por Vítor M. em 4 de Setembro de 2011 | 8 comentários

Wolfram Alpha é uma ferramenta fantástica, que podemos usufruir de forma gratuita online. Não é um motor de pesquisa que lhe devolve páginas, não, este serviço é um motor de pesquisa que lhe devolve conhecimento, dados demográficos, cálculos matemáticos, estatísticas sócio-económicas, factos, muitos factos sobre o seu objecto de pesquisa.

O serviço, desenvolvido pela Wolfram Research e apresentado ao público em 2009, responde à perguntas que lhe fazemos de forma directa, recorrendo ao processamento da resposta extraída de uma base de dados devidamente estruturados onde foram tidos em conta para esses resultados, páginas de informação, documentos ou outros serviços onde o conhecimento relacionado possa estar presente. Assim, é muito interessante perguntar algo ou pedir que faça alguma coisa, como por exemplo gerar Códigos QR ou Códigos de Barras.

Deveríamos, muitas vezes, recorrer a este serviço quando estamos com dúvidas sobre determinado assunto, ou quando queremos expor uma informação de forma eficiente. Conseguiríamos muito provavelmente mais resultados, mais conhecimento, do que aquele que possuímos.

Temos vindo a falar nos últimos dias, em serviços que permitem ao utilizador ligar a uma rede wifi através de um código QR. Estes e muitos outros requerem uma aplicação que permita gerar os tais códigos QR. Além disso vamos deixar também a indicação de como gerar códigos de Barras.

Sabia que pode gerar códigos QR e códigos de Barras no Wolfram Alpha para seu uso pessoal?

Gerar Códigos QR

1. Vamos ao Wolfram Alpha.

2. Na caixa de pesquisa escrevemos o seguinte texto:

qr code for pplware.com

Substitua pplware.com pela sua informação que pretenda estar representada no código Q, essa informação pode ser um endereço de uma web page, pode ser um endereço de mail, um nome, um produto, uma mensagem, etc…

3. Clique no botão = ou clique na tecla ENTER do seu teclado.

4. O seu código QR será gerado em segundos.

5. Como pode ver o Wolfram Alpha gerou o código e permite que seja guardada essa imagem, para o fazer pode clicar em cima da imagem com o botão direito do rato ou, naquela aba de canyo em baixo da imagem, levantar e clicar onde diz Save as Image.

Gerar Códigos de Barras

1. Vamos ao Wolfram Alpha.

2. Na caixa de pesquisa escrevemos o seguinte texto:

barcode for pplware.com

3. Clique no botão = ou clique na tecla ENTER do seu teclado.

4. O seu código de Barras será gerado em segundos.

5. Como pode ver o Wolfram Alpha gerou o código e permite que seja guardada essa imagem, para o fazer pode clicar em cima da imagem com o botão direito do rato ou, naquela aba de canto em baixo da imagem, levantar e clicar onde diz Save as Image.

Esta opção, para os códigos de barras, permite que retire mais informação sobre o código. Neste caso sobre os Códigos 128, 93 e 39).

Esta é uma nova dorma de gerar códigos, códigos estes que serão importante se usados e popularizados. Podem conter informação útil para diversos fins, desde informativos a publicitários. Embora seja ainda pouco conhecida, esta técnica será no futuro fonte de informação para os produtos alimentares, designado o cento de produção, validade, etc…

Layar Vision – Realidade aumentada em tudo o que existe

Layar Vision – Realidade aumentada em tudo o que existe

Criado por Ana Narciso em 11 de Agosto de 2011 | 3 comentários

Lembra-se do Google Goggles? A aplicação móvel que permite captar e reconhecer objetos do dia-a-dia através da câmara do smartphone. Pois bem, em vez ser criada uma pesquisa por esse objecto no Google Search, oLayar Vision permite interagir em tempo real com o objecto filmado.

Confuso? Imagine-se a fotografar o seu restaurante favorito e poder fazer “gosto” ou fotografar um recorte de jornal e publicar a notícia nas redes sociais. Estes são apenas alguns exemplos daquilo que podemos esperar da realidade aumentada.

A Layar, empresa criadora da aplicação móvel de realidade aumentada com o mesmo nome, anunciou recentemente uma extensão para a sua plataforma, Layar Vision. Esta extensão permite o reconhecimento de objectos do mundo real através da câmara do seu smartphone e visualização de conteúdo digital sobre as imagens. Desde recortes de revistas e jornais, logótipos, posteres ou qualquer imagem pré-programada com conteúdo de realidade aumentada.

Tendo em conta a instalação do Layar em 10 milhões de dispositivos móveis um pouco por todo o mundo, trata-se de uma mais-valia para as empresas que pretendem publicitar os seus serviços enquanto divertem o cliente com conteúdo rico em realidade aumentada.

O Layar Vision, combinado com as inúmeras “camadas” já disponíveis na aplicação Layar com os mais diversos pontos de interesse e ligações a sites como a Wikipédia, mostra que cada vez mais caminhamos para um futuro onde a realidade aumentada poderá representar o futuro do marketing e publicidade.

Veja um vídeo que mostra todas a potencialidades desta plataforma.

Esta plataforma já está disponível para os developers que pretendam criar conteúdo rico para a plataforma. Está aberto um concurso de criação de camadas para o Layar Vision – Layar Creation Challenge – onde os prémios ascendem aos $55.000.

Embora ainda não tenha sido lançado ao público, o Layar Vision promete ser incluído no Layar Player que será lançado no último trimestre deste ano, tanto para iOS como para Android. Outra grande novidade é a capacidade de incorporar as funcionalidades do Layar Vision em aplicações individuais para dispositivos móveis.

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