Google Maps – Veja os seus percursos em 3D

Google Maps – Veja os seus percursos em 3D

Criado por Pedro Simões em 8 de Outubro de 2011 | 5 comentários

A constante evolução dos diferentes serviços que a Google disponibiliza leva a que deixemos escapar algumas novidades bem interessantes. Um exemplo foi a disponibilização da vista em 3D dos percursos que definimos no Google Maps.

Com esta novidade podemos passar a ter uma vista mais real e de um ângulo mais agradável dos percursos que pedimos ao Google Maps para nos mostrar.

Até agora, sempre que pedíamos a indicação de direcções para irmos do ponto A para o ponto B no Google Maps, se quiséssemos ver em detalhe os pontos por onde tínhamos de passar, eram apresentadas imagens em formato 2D e no mapa, sem qualquer detalhe adicional.

Agora, podemos ver essas mesmas imagens, mas num formato 3D, com detalhes de relevo e da geografia, como se estivéssemos num helicóptero. Com esta alteração, ficamos com uma maior percepção e detalhe dos caminhos que vamos ter de percorrer. Vamos assim conseguir preparar melhor as nossas viagens.

Para usarem esta nova funcionalidade do Google Maps devem ter instalado o Google Earth plug-in. Caso não o tenham podem encontrar o link para o descarregarem no final deste artigo.

Para acederem a esta nova funcionalidade devem, como é natural, definir um trajecto para o Google Maps vos dar indicações. Depois de definidos os pontos de inicio e fim, serão mostrados os diferentes locais por onde devem passar. Junto a essas indicações vão verificar que existe agora um pequeno botão com a indicação 3D. Carreguem nesse botão e o mapa será alterado para o formato 3D e o percurso será mostrado nesse formato.

Podem a qualquer momento parar essa navegação no percurso e explorar com maior detalhe os locais por onde vão ter de passar. Para isso devem carregar no botão de pausa que se encontra no canto inferior esquerdo do mapa. É nesse mesmo local que podem retomar a navegação no percurso.

A Google mais uma vez inovou nos seus produtos e deu aos seus utilizadores ferramentas para estes poderem explorar ainda mais os recursos que têm ao seu dispor.

Download: Google Earth plug-in
Homepage: Google Maps

Domingo é dia de dicas do Microsoft Word

Domingo é dia de dicas do Microsoft Word

Criado por Pedro Pinto em 9 de Outubro de 2011 | 11 comentários

Como é habitual ao Domingo, hoje trazemos mais algumas dicas sobre a potente ferramenta que é o Microsoft Word. Uma vez que esta rubrica tem vindo a tornar-se cada vez mais popular, decidimos torná-la uma rubrica de fim de semana e “aberta” a todos os leitores que pretendam contribuir.

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Depois de termos ensinado a criar rodapés e cabeçalhos “normais”, hoje vamos ensinar a criar cabeçalhos na vertical, de modo a personalizar os seus documentos. Para começar damos duplo clique na zona “normal” de cabeçalho e em seguida vamos a Insert e inserimos uma Text Box no lado esquerdo.

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De seguida colocamos o texto que pretendemos e em Text Direction definimos a direcção do texto.

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Podemos também alinhar o texto à esquerda, direita e centrar.

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Para não ficarmos com o molde no texto, podemos também tirar a linha da Text Box. Para isso carregamos com o botão do lado direito do rato sobre a Text Box, escolhemos Properties e em seguida vamos a Line Color (menu esquerdo) e depois escolhemos a opção No line.

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E está feito. Como puderam ver é muito simples mas não deixe de ter o seu “truque” para se conseguir colocar o cabeçalho na vertical. Podem ainda adicionar imagens, número da página/número total de páginas, etc. Vejam o resultado final.

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or hoje é tudo! Esperamos que as dicas sejam úteis e que vos ajudem a criar de forma mais simples os vossos documentos. Como referi anteriormente, esta dica está aberta a todos os que pretendam contribuir. Enviem-nos as vossas dicas para ppinto @ pplware .com para publicarmos em próximos artigos.

Veja aqui todas as dicas para o Microsoft Word.

HostsEditor – Gestão simples e rápida do ficheiro de Hosts

HostsEditor – Gestão simples e rápida do ficheiro de Hosts

Criado por Pedro Simões em 10 de Outubro de 2011 | 3 comentários

Podermos desenvolver páginas e serviços web nos nossos computadores dependem sempre da possibilidade de alterarmos os registos de DNS para que apontem para a nossa máquina. É a forma mais simples de ter os sites plenamente funcionais.

Para isso temos de proceder a alterações no ficheiro de hosts do nosso Windows. Para realizarmos estas alterações de forma muito rápida e simples podemos usar aplicações como o HostsEditor.

É no ficheiro de hosts que colocamos as entradas estáticas de DNS, por forma a evitarmos que estas sejam realizadas nos servidores de DNS e assim contornarmos as respostas válidas.

Ao realizarmos estas alterações conseguimos que o sistema aponte para o endereço que especificarmos sempre que tentamos aceder a um determinado domínio.

Estas alterações podem ser feitas de forma manual, mas o recurso a ferramentas como o HostsEditor permite que estas alterações sejam realizadas de forma segura e sem possibilidade de erro.

O HostsEditor é uma ferramenta portátil e pode assim usá-la sem qualquer limitação ou configuração. Basta lançá-la e estão prontos a realizar as alterações pretendidas.

Com o HostsEditor, para além de poderem alterar as entradas que têm já criadas no ficheiro de hosts, podem criar novas entradas ou remover as que estão já presentes.

Para criar uma nova entrada basta que cliquem no botão + que está na sua interface. Devem de seguida preencher os campos relativos ao endereço IP que pretendem usar, o host que pretendem routear para o endereço específico e um comentário para que mais tarde se lembrem da razão dessa entrada.

Podem ainda definir se pretendem que seja criada uma segunda entrada para www e se pretendem que o host fique activo.

Para editarem uma entrada já criada basta que cliquem com o botão direito do rato sobre ela e no menu de contexto só têm de preencher o campo que está disponível. Se preferirem podem usar o botão específico para esse fim que está no menu da interface do HostsEditor.

Se o vosso ficheiro de hosts tiver muitas entradas podem usar a pesquisa que o HostsEditor disponibiliza. Desta forma acedem directamente às entradas que pretendem sem qualquer esforço.

Usem o HostsEditor para alterarem de forma simples e rápida as entradas que estão disponíveis no vosso ficheiro de hosts. Com uma interface simples e intuitiva, podem realizar essas tarefas sem qualquer problema.

Artigos relacionados:

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows XP/ Vista/ 7
Download: HostsEditor 1.1.0.0 [66.30KB]
Homepage: HostsEditor

OpenDNS – Bloqueie o Facebook na sua empresa

OpenDNS – Bloqueie o Facebook na sua empresa

Criado por Pedro Pinto em 10 de Outubro de 2011 | 75 comentários

Na sequência do artigo Router Thomson – Filtragem de sites da Web (Parte I) recebi um e-mail de um leitor a questionar como poderia bloquear o Facebook na sua empresa uma vez que os funcionários perdiam muito tempo nessa rede social. Esta não foi a primeira vez que alguém me solicitou algo do género e nesse sentido decidi fazer artigo com uma solução muito rápida e simples e implementar.

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Quando abrimos um browser costumamos indicar o nome do site que pretendemos consultar. Em traços gerais, o serviço DNS é responsável por traduzir nomes em IP’s e vice-versa, isto é, quando escrevemoswww.pplware.com, há uma consulta ao servidor de DNS para saber qual o IP correspondente (para saber mais como tudo funciona, leia aqui o nosso artigo sobre DNS).

Uma forma muito rápida de “controlar” o acesso a determinados sites/domínios é usando o serviço OpenDNS. Trata-se de uma rede de servidores de DNS muito rápidos e fiáveis, de utilização gratuita e também mais seguros (têm inclusive um sistema de protecção contra phishing). Depois do utilizador se registar no site, passa a ter acesso a muitas funcionalidades, como por exemplo, bloqueio de sites e domínios, definição de atalhos para endereços, etc.

Como bloquear então o Facebook?

Para bloquear o Facebook na sua rede deve proceder aos seguintes passos:

1) Para quem ainda não tem conta no serviço OpenDNS, pode criar aqui gratuitamente uma conta.

2) Depois de criada a conta, vamos a Settings e adicionamos a nossa rede (detecta automaticamente) e em seguida carregamos em Add this Network

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3) Indicamos uma pequena descrição para a nossa rede e depois carregamos em Done

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4) Agora carregamos na rede criada para aceder às opções disponíveis

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5) Vamos agora proceder ao bloqueio do domínio propriamente dito. Para isso podemos incluir a informação do domínio em Manage indididual domain e colocar no estado Always Block. (Num próximo artigo falaremos sobre os outros filtros…fica prometido)

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Depois basta confirmar a opção seleccionando “Block facebook.com” e finalizar carregando em Confirm.

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E está feita a configuração do serviço OpenDNS para bloqueio do facebook. O próximo passo é começar a usar os servidores de DNS no nosso sistema. Desta forma os nomes passam a ser traduzidos em IP’s com base no serviço OpenDNS. Há cerca de um ano e meio ensinamos aqui como configurar os servidores de DNS da Google. Basicamente o processo é o mesmo, no entanto devem usar os seguintes endereços:

  • 208.67.222.222
  • 208.67.220.220

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E está feito. Vamos então testar se está a funcionar. Para isso abram um browser e acedam ao facebook.com….Tccchharaaaaaaam…This domain is blocked!

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Como puderam ver, o processo é muito simples. Se quiserem aplicar tal procedimento a outras máquinas basta apenas alterem os DNS para os referidos anteriormente. Esta é uma solução bastante simples e rápida de implementar. Se tiverem outras soluções deixem em comentário.

No vosso trabalho o Facebook ou outro serviço também está bloqueado?

Extensão Chrome: Chrome Remote Desktop

Extensão Chrome: Chrome Remote Desktop

Criado por Pedro Simões em 10 de Outubro de 2011 | 7 comentários

O Chrome, browser da Google, tem estado lentamente a tornar-se um dos preferidos dos internautas. Para além de uma facilidade de utilização extrema, podemos adicionar-lhe características e funcionalidades únicas.

Uma dessas funcionalidades, que prometem revolucionar a Internet, foi agora apresentada, apesar de ter estado a ser desenvolvida há já bastante tempo. Falamos da possibilidade de termos um remote desktop sem termos de recorrer a software de terceiros, graças à extensão Chrome Remote Desktop.

Esta extensão, a primeira a fazer uso da funcionalidade de remote desktop do Chrome, permite que acedam a computadores remotos sem terem de usar softwares como o TeamViewer ou outros.

Basta que tenham a última versão estável do Chrome e a extensão Chrome Remote Desktop instalada. Esta extensão irá ficar acessível junto das outras WebApps e basta que cliquem no ícone que está disponibilizado.

O Chrome Remote Desktop está disponível em todas as plataformas onde o Chrome pode ser executado, o que abrange o Windows, o Linux, o Mac OS X e os ChromeBooks.

Para poderem usar o Chrome Remote Desktop devem ter uma conta Google ou Google Apps e devem permitir que esta aceda aos vossos dados. Este processo é realizado na primeira utilização do Chrome Remote Desktop.

Depois deste processo terminado é-vos mostrada a possibilidade de acederem a uma máquina remota ou darem acesso à vossa máquina.

O processo de ligação é controlado através da geração de uma chave numérica que deve ser partilhada com quem pretendem que aceda ao vosso computador. O Chrome Remote Desktop usa os portos 443 e 5222 para que as ligações sejam estabelecidas.

Basta então que gerem o vosso código de acesso e que o partilhem para que o acesso à vossa máquina seja garantida. Por outro lado basta que coloquem o código de acesso que partilharem convosco para que passem a ter acesso ao computador que pretendem controlar.

O utilizador a quem o computador estão a aceder pode a qualquer momento terminar a ligação remota bastando para isso que feche a janela do browser onde o Chrome Remote Desktop está a ser executado. Podem ainda usar uma janela de controlo que foi aberta no inicio da ligação.

O Chrome Remote Desktop está ainda numa fase beta do seu desenvolvimento, mas tem já disponível todas as funcionalidades básicas e necessárias para o seu correcto funcionamento. Podem confiar nesta extensão pois a mesma foi desenvolvida pela equipa que desenvolve o Chromium.

Testem o Chrome Remote Desktop e vejam mais uma das funcionalidades que o Chrome disponibiliza em primeira mão. Vai ser assim que todos os que têm ChromeBooks vão poder requerer suporte para os seus computadores.

Se durante a utilização do Chrome Remote Desktop tiverem algum problema, podem sempre recorrer à página de suporte da Google.

Veja aqui mais extensões e aplicações Chrome

Leia mais informação sobre plugins Chrome no Forum Pplware: Google Extensions e Google Chrome

Download: Chrome Remote Desktop Beta 1.2.20109.8300
Homepage: Chrome Remote Desktop Beta

Dart – A alternativa ao Javascript, criada pela Google

Dart – A alternativa ao Javascript, criada pela Google

Criado por Pedro Pinto em 11 de Outubro de 2011 | 21 comentários

O Javascript é uma das linguagens de scripting mais usadas na Internet, uma vez que consegue oferecer a interactividade que é necessária na visualização de conteúdos WEB, pois é processado pelo browser do utilizador. Além disto, é uma linguagem orientada a eventos o que possibilita associar determinado código a uma determinada acção do cliente.

Recentemente a gigante Google apresentou uma linguagem alternativa ao JavaScript e à qual deu nome  Dart. Será que a moda vai pegar?

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Muito se tinha especulado sobre o nome da linguagem criada pela Google, em alternativa ao Javascript. Em Outubro de 2010, um documento interno da própria empresa anunciava que a linguagem se iria chamar Dash (ver aqui). No entanto, a Google anunciou recentemente que tinha sido alterado para Dart – Designed as an object-oriented.

Dart é uma linguagem de programação flexível e estruturada e bastante similar ao Java ou ao C++, com muitas vantagens adquiridas das linguagens de scripting como é o caso do javascript.

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Segundo Lars Bak da Google, Dart é uma linguagem class-based, direccionada para o desenvolvimento de aplicações Web e com suporte para projectos de larga escala. É simples, eficiente, escalável e poderosa.

“Developed with the goals of simplicity, efficiency, and scalability, the Dart language combines powerful new language features with familiar language constructs into a clear, readable syntax.”

Além da simplicidade ao nível da estrutura de programação da aplicações, a linguagem Dart é também simples ao nível de debug. A linguagem permite que o programador adicione variáveis sem a necessidade de definir o tipo de dado e resolve alguns problemas de escalabilidade que normalmente acontecem quando se usa Javascript.

Actualmente nenhum browser tem suporte para esta linguagem, mas está previsto o suporte para a mesma no Chrome. O código pode ser executado sobre uma máquina virtual Dart nativa ou então sobre o próprio motor javascript (recorrendo a um compilador que consegue traduzir o código Dart em Javascript).

A Google disponibilizou também um IDE de programação e alguns scripts de exemplo para que os programadores comecem a desenvolver algumas aplicações com base na sua linguagem de programação.

Download: Dart – IDE

Homepage:  Dart – Googles Programming Language