O meu iPhone/iPad não liga, o que faço agora?

Está a pressionar o botão de alimentação do seu iPhone ou do seu iPad mas ele não está a ligar?

Não é fácil um iPhone ou iPad simplesmente morrer sem razão aparente. Mesmo quando “inventamos” a fazer determinados malabarismos com o Jailbreak há sempre volta a dar e a Apple equipou os seus dispositivos com mecanismos de recuperação. Contudo, como máquinas que são, pode acontecer que não arranquem.

Não se preocupe, neste artigo vamos mostrar-lhe como poderá de forma simples fazer o seu dispositivo arrancar novamente.

Recebemos há dias no nosso Consultório um pedido de ajuda. As pessoas ficam um pouco desesperadas quando algo acontece ao seu equipamento, isto porque desconhecem que a Apple dotou os mesmos com alguns recursos que permitem ao utilizador socorrer caso estes um dia se recusem a arrancar. A grande maioria das pessoas poderá até nunca ter presenciado este comportamento mas, para aqueles que se assustaram com o facto do seu iDevice ter tido uma morte súbita, aqui ficam alguns truques para ressuscitar o seu iPhone ou iPad “apenas” em caso de sono profundo.

 

Coloque o seu dispositivo a carregar e espere…

Se a bateria de um iPhone, de um iPad ou até mesmo de um iPod Touch estiver totalmente descarregada, não irá conseguir ligar o dispositivo.

pplware_iphone_morto01

Assim, ligue o seu dispositivo a um carregador de parede e deixe-o carregar por cerca de 15 a 20 minutos (verificar que o carregar se encontra nas devidas condições). Ao fim deste período, experimente iniciar novamente o seu dispositivo. Caso não funcione, poderá verificar se o problema pode estar no carregador, experimentando com um qualquer outra que tenha à disposição.

Por vezes, as portas USB do seu computador poderão não alimentar suficientemente o iPad e deverá ligar o mesmo a uma tomada de parede.

 

Inicialização Completa

Assim como qualquer outro dispositivo electrónico, também os dispositivos Apple podem “congelar”, fazendo com que ao carregar tanto no botão Home como no botão de energia, o dispositivo não responda. E aqui a solução deverá passar por fazer uma inicialização completa ao seu dispositivo de modo a corrigir esta situação. Um tipo de “hard reset”, só que não apaga nada do que tem lá dentro!

pplware_iphone_morto02

Para isso, basta pressionar o botão de energia e o botão Home em simultâneo durante alguns segundos até que no ecrã apareça um símbolo da Apple. Depois do símbolo aparecer no ecrã, poderá soltar os botões e o seu dispositivo deverá agora iniciar normalmente. Caso não funcione, experimente carregar a bateria do seu dispositivo primeiro por cerca de 15 a 20 minutos, depois volte a tentar este método.

 

Restaurar o Dispositivo Através do iTunes

Caso nenhum dos dois métodos anteriores tenha funcionado, ou no ecrã do seu dispositivo lhe seja mostrada uma imagem de um cabo USB e um logótipo do iTunes, deverá tentar então restaurar o dispositivo utilizando o seu computador, pois isto pode significar que o seu sistema operativo está danificado e necessita de ser restaurado.

pplware_iphone_morto06

Em primeiro lugar, deverá conectar via USB o seu iPhone, iPad ou iPod Touch a um computador no qual esteja instalado o iTunes. Logo que conecte o seu dispositivo, o iTunes irá detectar o mesmo e irá informá-lo que existe um problema com o dispositivo, questionando mesmo se pretende actualizar ou restaurar. Neste caso, deverá seleccionar a opção que lhe permita restaurar o dispositivo (este processo irá limpar todos os ficheiros e dados que tenha no seu dispositivo, podendo recuperar mais tarde os dados através do iCloud).

pplware_iphone_morto04

Se, ao conectar o seu dispositivo ao seu computador, não conseguir visualizar nenhuma imagem no seu ecrã, deverá pressionar o botão Home durante alguns segundos até conseguir visualizar o símbolo do iTunes e de um cabo USB. Contudo, e caso apenas o sistema operativo esteja danificado, não deveria ser necessário realizar este processo.

Caso tenha seguido estes três métodos e nada tenha resultado, muito provavelmente o seu dispositivo está com um problema de hardware, pelo que se ainda estiver na garantia leva-lo à loja onde o comprou e pedir para que este problema seja corrigido.

 

Em resumo…

São passos simples que poderá executar sempre que necessitar, embora que não serão tão frequentes os casos. A nota final vai em modo sugestão para que mantenha sempre os seus dados salvaguardados, quer seja via iCloud, quer seja uma cópia directa pelo iTunes, mas o importante é que tenha tudo devidamente salvaguardado.

Fonte: O meu iPhone/iPad não liga, o que faço agora?

Developing a WordPress Theme from Scratch Part 2: Pagination, Comments, Single Post, Functions, & Custom Posts

In part one of the tutorial series Developing a WordPress Theme From Scratch, we learned what WordPress is, what it can do, and how to do the following:

  • Set up a local Apache, MySQL, PHP (*AMP) environment
  • Install WordPress on your local server
  • Take an existing static HTML & CSS site and make it into a custom WordPress theme
  • Divide your theme into sections (index.php, header.php, footer.php, sidebar.php, and content.php)
  • Use The Loop to make posts and pages
  • Migrate local WordPress site to a live server

We created this theme using Bootstrap, and more specifically the official generic blog template. While the theme could use custom CSS or any framework, I went with Bootstrap so that we can focus on creating the theme’s function without worrying about the style.

Here is what the theme looked like at the end of the last article:

Very simple, but it effectively demonstrates how to use the WordPress Loop to display content dynamically.

In this article, we’re going to go through more essential WordPress theming techniques.

Prerequisites

  • Basic knowledge of HTML and CSS
  • Ability set up WordPress and make a basic theme (covered in part one)

Goals

  • Create individual post pages – single.php
  • Add pagination
  • Include comments
  • Learn how to use functions.php
  • Properly enqueue stylesheets and scripts
  • Create global custom fields
  • Create custom post types

First, I’m going to start off by adding individual blog posts and pagination.

Individual Post Pages

In the last article, we made header, footer, sidebar, content, and page files. Now we’re going to make single.php, which is an individual post page. It’s going to be an exact duplicate ofpage.php, except I’m going to change 'content' to 'content-single'.

<?php get_header(); ?>

	<div class="row">
		<div class="col-sm-12">

			<?php 
				if ( have_posts() ) : while ( have_posts() ) : the_post();
					get_template_part( 'content-single', get_post_format() );
				endwhile; endif; 
			?>

		</div> <!-- /.col -->
	</div> <!-- /.row -->

<?php get_footer(); ?>

Now you’ll create content-single.php, which is a duplicate of content.php.

<div class="blog-post">
	<h2 class="blog-post-title"><?php the_title(); ?></h2>
	<p class="blog-post-meta"><?php the_date(); ?> by <a href="#"><?php the_author(); ?></a></p>
 <?php the_content(); ?>
</div><!-- /.blog-post -->

So now you can see that index.php is pulling in content.php, and single.php is pulling incontent-single.php.

Going back to the original content.php, we have the title of each article.

<h2 class="blog-post-title"><?php the_title(); ?</h2>

Using the_permalink(), we’re going to link to the single page.

<h2 class="blog-post-title"><a href="<?php the_permalink(); ?>"><?php the_title(); ?></a></h2>

Now you have a blog posts on the main page that are linking individual blog post page.

Finally, we’ll want to change the_content() to the_excerpt() on content.php. The excerpt will only show the first 55 words of your post, instead of the entire contents.

<?php the_excerpt(); ?>

Pagination

In the original Bootstrap blog example, there is pagination to be able to click through multiple pages if you have many blog posts.

Currently, your index.php file looks like this.

<?php get_header(); ?>

	<div class="row">
		<div class="col-sm-8 blog-main">

			<?php 
			if ( have_posts() ) : while ( have_posts() ) : the_post();
				get_template_part( 'content', get_post_format() );
			endwhile; endif; ?>

		</div>	<!-- /.blog-main -->
		<?php get_sidebar(); ?>
	</div> 	<!-- /.row -->

<?php get_footer(); ?>

If you’ll notice, the loop has if and while, then later endif and endwhile. To insert pagination, we’ll have to put it after the endwhile but before the endif. This means that it won’t repeat for each loop, but will only show up once based on posts.

Pagination links are called like this:

<?php next_posts_link( 'Older posts' ); ?>
<?php previous_posts_link( 'Newer posts' ); ?>

In index.php, between endwhile; and endif;, I’m going to place this code.

<nav>
	<ul class="pager">
		<li><?php next_posts_link( 'Previous' ); ?></li>
		<li><?php previous_posts_link( 'Next' ); ?></li>
	</ul>
</nav>

By default, 10 posts will show up on a page before it will link to another page. For testing purposes, I’m going to go to Settings > Reading and change Blog pages show at most to 1.

Now we have functioning pagination.

Comments

One of the biggest advantages WordPress and server based content management systems have over static site generators is the ability to include comments without using a third party. (However, static site generators have many more advantages – I have an article on setting up Jekyll if you’re interested in learning how to use them.)

Comments seem complicated to set up, but it doesn’t have to be hard at all. First, we’re going to go back to single.php and enable the comments.

Right now, the code looks like this.

if ( have_posts() ) : while ( have_posts() ) : the_post();
	get_template_part( 'content-single', get_post_format() );
endwhile; endif; 

We’re going to change it to look like this.

if ( have_posts() ) : while ( have_posts() ) : the_post();
	get_template_part( 'content-single', get_post_format() );

	if ( comments_open() || get_comments_number() ) :
	  comments_template();
	endif;

endwhile; endif; 

This is just telling the single post to display the comments template. Now we’ll createcomments.php.

<?php if ( post_password_required() ) {
	return;
} ?>
	<div id="comments" class="comments-area">
		<?php if ( have_comments() ) : ?>
			<h3 class="comments-title">
				<?php
				printf( _nx( 'One comment on “%2$s”', '%1$s comments on “%2$s”', get_comments_number(), 'comments title'),
					number_format_i18n( get_comments_number() ), get_the_title() );
				?>
			</h3>
			<ul class="comment-list">
				<?php 
				wp_list_comments( array(
					'short_ping'  => true,
					'avatar_size' => 50,
				) );
				?>
			</ul>
		<?php endif; ?>
		<?php if ( ! comments_open() && get_comments_number() && post_type_supports( get_post_type(), 'comments' ) ) : ?>
			<p class="no-comments">
				<?php _e( 'Comments are closed.' ); ?>
			</p>
		<?php endif; ?>
		<?php comment_form(); ?>
	</div>

Comments are not the simplest part of WordPress theming, but I’ve managed to reduce it down to a small enough code block.

First, we’re setting functionality to prevent users from posting comments if you’ve set your settings to password protected comments (post_password_required()). Then we’re creating a comments div, and if there are comments (have_comments()), it will display how many comments there are on the post (get_comments_number()), followed by the list of comments (wp_list_comments()). If the comments are closed (! comments_open()), it will let you know; at the end will be the form to submit a comment (comment_form()).

Without adding any styles, here is how the functioning single blog post looks.

Obviously the styles aren’t quite there yet, but I don’t want to focus on that in this article. Remove the list-style on the uls, add some padding and margins and possibly some borders and background colors, and you’ll have a much prettier comment setup.

Of course, you might want to show how many comments there are or link to the comments from the main page. You can do that with this code inserted into content.php.

<a href="<?php comments_link(); ?>">
	<?php
	printf( _nx( 'One Comment', '%1$s Comments', get_comments_number(), 'comments title', 'textdomain' ), number_format_i18n( 						get_comments_number() ) ); ?>
</a>

Now that we have pagination, blog posts, and comments set up, we can move on to functions.

Using and Understanding the WordPress Functions File

Located in your theme directory, you can create a file called functions.php. You can usefunctions.php to add functionality and change defaults throughout WordPress. Plugins and custom functions are basically the same – any code you create can be made into a plugin, and vice versa. The only difference is that anything you place in your theme’s functions is only applied while that theme is actively selected.

I have a README on GitHub of useful WordPress functions, which might come in handy the more you use them.

functions.php seems complicated, but it’s mostly made up of a bunch of code blocks that, simplified, look like this:

function custom_function() {
	//code
}
add_action( 'action', 'custom_function');

So, we’re creating our custom function, and adding it in based on action references. Within this file, you can pretty much change or override anything in WordPress.

Let’s go ahead and make functions.php and place it in our theme directory.

Since it’s a PHP file, it needs to be begin with the opening PHP tag. It doesn’t need a closing tag; pure PHP files don’t need closing tags.

<?php

Eventually, you can insert these types of functions into your own custom plugin that can be used across many themes, but for now we’ll learn how to do it in the theme specific file.

Enqueue Scripts and Stylesheets

By the end of the last article, I was incorrectly linking to my CSS and JavaScript in the header and footer, respectively. This should be done through the functions file.

I’m going to make css, js and images directories in the root of my theme. So here’s what I have:

  • css
    • bootstrap.min.css
    • blog.css
  • js
    • bootstrap.min.js

Now here’s the first code block we’re going to put in functions.php:

// Add scripts and stylesheets
function startwordpress_scripts() {
	wp_enqueue_style( 'bootstrap', get_template_directory_uri() . '/css/bootstrap.min.css', array(), '3.3.6' );
	wp_enqueue_style( 'blog', get_template_directory_uri() . '/css/blog.css' );
	wp_enqueue_script( 'bootstrap', get_template_directory_uri() . '/js/bootstrap.min.js', array('jquery'), '3.3.6', true );
}

add_action( 'wp_enqueue_scripts', 'startwordpress_scripts' );

In order for these to properly be inserted into your theme, <?php wp_head(); ?> needs to be placed before the closing </head> tag, and before the closing </body> tag.

By common WordPress convention, I’m naming my script after my theme (startwordpress_scripts()). wp_enqueue_style is for inserting CSS, andwp_enqueue_script for JS. After that, the array contains the ID, location of the file, an additional array with required depenedencies (such as jQuery), and the version number.

Now we have jQuery, Bootstrap CSS, Bootstrap JS, and custom CSS being properly loaded into the website.

Enqueue Google Fonts

The function to include the Google Fonts stylesheets is slightly different, based on the dynamic nature of the URL. Here is an example using Open Sans.

// Add Google Fonts
function startwordpress_google_fonts() {
				wp_register_style('OpenSans', 'http://fonts.googleapis.com/css?family=Open+Sans:400,600,700,800');
				wp_enqueue_style( 'OpenSans');
		}

add_action('wp_print_styles', 'startwordpress_google_fonts');

Now I have Open Sans by Google Fonts linked in my page.

Fix the WordPress Title

If you’ll notice, we’re currently pulling in the title for the website with this code.

<title><?php echo get_bloginfo( 'name' ); ?></title>

This is not very intuitive – it means that whatever you have set as your website’s title will be the title tag for every page. However, we’re going to want each individual page to show the title of the article first, and also include a reference to the main site title.

We can change the title tag to this.

<title><?php wp_title( '|', true, 'right' ); ?></title>

And in functions.php, add this code block.

// WordPress Title
function startwordpress_wp_title( $title, $sep ) {
	global $paged, $page;
	if ( is_feed() ) {
		return $title;
	} 
	// Add the site name.
	$title .= get_bloginfo( 'name' );
	// Add the site description for the home/front page.
	$site_description = get_bloginfo( 'description', 'display' );
	if ( $site_description && ( is_home() || is_front_page() ) ) {
		$title = "$title $sep $site_description";
	}
	return $title;
} 
add_filter( 'wp_title', 'startwordpress_wp_title', 10, 2 );

The original source of this code can be found on Tom McFarlin’s blog.

Create Global Custom Fields

Sometimes, you might have custom settings that you want to be able to set globally. An easy example on this page is the social media links on the sidebar.

Right now these links aren’t leading anywhere, but we want to be able to edit it through the admin panel. The source of this code is modified from this Settings API tutorial.

First, we’re going to add a section on the left hand menu called Custom Settings.

// Custom settings
function custom_settings_add_menu() {
  add_menu_page( 'Custom Settings', 'Custom Settings', 'manage_options', 'custom-settings', 'custom_settings_page', null, 99);
}
add_action( 'admin_menu', 'custom_settings_add_menu' );

Then we’re going to create a basic page.

// Create Custom Global Settings
function custom_settings_page() { ?>
  <div class="wrap">
    <h1>Custom Settings</h1>
    <form method="post" action="options.php">
       <?php
           settings_fields('section');
           do_settings_sections('theme-options');      
           submit_button(); 
       ?>          
    </form>
  </div>
<?php }

The code contains a form posting to options.php, a section and theme-options, and a submit button.

Now we’re going to create an input field for Twitter.

// Twitter
function setting_twitter() { ?>
  <input type="text" name="twitter" id="twitter" value="<?php echo get_option('twitter'); ?>" />
<?php }

Finally, we’re going to set up the page to show, accept and save the option fields.

function custom_settings_page_setup() {
  add_settings_section('section', 'All Settings', null, 'theme-options');
  add_settings_field('twitter', 'Twitter URL', 'setting_twitter', 'theme-options', 'section');

  register_setting('section', 'twitter');
}
add_action( 'admin_init', 'custom_settings_page_setup' );

Now I’ve saved my Twitter URL in the field.

For good measure, I’m going to add another example, this time for GitHub.

function setting_github() { ?>
  <input type="text" name="github" id="github" value="<?php echo get_option('github'); ?>" />
<?php }

Now you’ll just duplicate the fields in custom_settings_page_setup.

  add_settings_field('twitter', 'Twitter URL', 'setting_twitter', 'theme-options', 'section');
  add_settings_field('github', 'GitHub URL', 'setting_github', 'theme-options', 'section');
  
	register_setting('section', 'twitter');
  register_setting('section', 'github');

Now back in sidebar.php, I’m going to change the links from this:

<li><a href="#">GitHub</a></li>
<li><a href="#">Twitter</a></li>

To this:

<li><a href="<?php echo get_option('github'); ?>">GitHub</a></li>
<li><a href="<?php echo get_option('twitter'); ?>">Twitter</a></li>

And now the URLs are being dynamically generated from the custom settings panel!

Featured Image

You might want to have a featured image for each blog post. This functionality is not built into the WordPress core, but is extremely easy to implement. Place this code in yourfunctions.php.

// Support Featured Images
add_theme_support( 'post-thumbnails' );

Now you’ll see an area where you can upload an image on each blog post.

I’m just going to upload something I drew in there for an example. Now, display the image in content-single.php.

<?php if ( has_post_thumbnail() ) {
  the_post_thumbnail();
} ?>

Now you have an image on your individual post pages! If you wanted the thumbnail to show up on on the main blog page as well, you could do something like this on content.phpto split the page if a thumbnail is present:

<?php if ( has_post_thumbnail() ) {?>
	<div class="row">
		<div class="col-md-4">
			<?php	the_post_thumbnail('thumbnail'); ?>
		</div>
		<div class="col-md-6">
			<?php the_excerpt(); ?>
		</div>
	</div>
	<?php } else { ?>
	<?php the_excerpt(); ?>
	<?php } ?>

Custom Post Types

One of the most versatile way to extend your WordPress site as a full blown content management system is with custom post types. A custom post type is the same as Posts, except you can add as many of them as you want, and with as much custom functionality as you want.

If you’re interested in using plugins, you can download the Advanced Custom Fields plugin, which will add a great deal of customizability to your theme with little effort.

For now, I’m going to show you how to set up a simple custom post type, and call the post in it’s own loop. There is much more that can be done with custom post types, but that’s a bit more complicated and deserves an article all of its own.

Custom Post Types on the WordPress codex will also give you more insight on some of the possibilities available.

In functions.php, I’m going to create the custom post type called My Custom Post.

// Custom Post Type
function create_my_custom_post() {
	register_post_type('my-custom-post',
			array(
			'labels' => array(
					'name' => __('My Custom Post'),
					'singular_name' => __('My Custom Post'),
			),
			'public' => true,
			'has_archive' => true,
			'supports' => array(
					'title',
					'editor',
					'thumbnail',
				  'custom-fields'
			)
	));
}
add_action('init', 'create_my_custom_post');

In the create_my_custom_post(), I’ve created a post called My Custom Post with a slug ofmy-custom-post. If my original URL was example.com, the custom post type would appear at example.com/my-custom-post.

In supports, you can see what I’m adding – title, editor, thumbnail, and custom fields. These translate to the fields on the back end that will be available.

  • title is the title field that I call with <?php the_title(); ?>.
  • editor is the content editing area that I call with <?php the_content(); ?>.
  • thumbnail is the featured image that I call with <?php the_post_thumbnail(); ?>.
  • custom-fields are custom fields that I can add in and call later.

I’ve decided I’m going to make a new page for the custom post to loop in. I created a page called Custom, which will appear at example.com/custom. Right now, my page is pulling from page.php, like all the other pages.

I’m going to create page-custom.php, and copy the code over from page.php. According to the WordPress template hierarchy, a page-name.php will override page.php.

The original loop we used looked like this:

if ( have_posts() ) : while ( have_posts() ) : the_post();
	// Contents of the Loop
endwhile; endif; 

A custom post type loop will look like this:

$custom_query = new WP_Query( $args );
while ($custom_query->have_posts()) : $custom_query->the_post();
  // Contents of the custom Loop
endwhile;

Note that this only a while, and does not have an if or endif.

I’ll have to define the $args or arguments, before the loop.

$args =  array( 
	'post_type' => 'my-custom-post',
	'orderby' => 'menu_order',
	'order' => 'ASC'
);

Here I’m defining the post type as my-custom-post, and ordering the posts in ascending order.

So here’s the entire code for page-custom.php.

<?php get_header(); ?>

	<div class="row">
		<div class="col-sm-12">

			<?php 
				$args =  array( 
					'post_type' => 'my-custom-post',
					'orderby' => 'menu_order',
					'order' => 'ASC'
				);
				 $custom_query = new WP_Query( $args );
            while ($custom_query->have_posts()) : $custom_query->the_post(); ?>

				<div class="blog-post">
					<h2 class="blog-post-title"><a href="<?php the_permalink(); ?>"><?php the_title(); ?></a></h2>
					<?php the_excerpt(); ?>
				</div>

				<?php endwhile; ?>
		</div> <!-- /.col -->
	</div> <!-- /.row -->

	<?php get_footer(); ?>

Now example.com/custom will only pull in posts from the custom post type we created. Right now, the custom post type is set up to only do things that the normal posts can do, but the more you fall down the rabbit hole, the more possibilities you discover.

Conclusion

We covered a lot of ground in this article; you should now be able to…

  • Create individual pages for blog posts
  • Add pagination to a blog
  • Add comments to a blog
  • Add WordPress functions
  • Enqueue scripts and stylesheets properly
  • Have a proper page title
  • Create custom global settings
  • Create a custom post type

All the source code is on GitHub as always. You can download the code and upload it into your themes folder and see it in action. I might set up a demo if there’s any interest in that.

There is much more that custom post types can do – and much more that WordPress can do, as well. I haven’t touched on the theme customizer, which is the most current way of creating themes.

Fonte: Developing a WordPress Theme from Scratch Part 2: Pagination, Comments, Single Post, Functions, & Custom Posts | Tania Rascia

Análise ao Huawei G8

A Huawei tem colocado no mercado smartphones notáveis, mesmo quando o equipamento é segmentado para gamas mais baratas.

Depois do Pplware ter mostrado um pouco do potencial deste novo Huawei G8, vamos agora pormenorizar um pouco mais este modelo. O que poderá acrescentar o G8 ao mercado Android?

1 – Características Gerais

Este é um smartphone elegante, leve e que o levará facilmente a apaixonar-se por um grande ecrã. O Huawei G8 traz consigo um ecrã Full HD de 5,5 polegadas, que deixa o utilizador com vontade de não o largar. Ao nível do processador, o G8 vem equipado com um Qualcomm Snapdragon MSM8939, octa-core a 1,5GHz.

O G8 vem ainda equipado com uma câmara traseira de 13 megapíxeis e uma câmara frontal de 5 megapíxeis. Para poder guardar todos os momentos captados, este smartphone traz 32GB de memória interna com a possibilidade de expansão através de microSD.

Em termos de RAM, a Huawei disponibilizou 3GB de memória RAM, que mostraram ser mais do que suficientes para a utilização normal de um smartphone.

Nano SIM com Micro SIM ou nano SIM com microSD

Apesar de ter a possibilidade de expandir o espaço de armazenamento do smartphone com um cartão microSD, terá de decidir antes disso se pretende ter um segundo cartão SIM. Ou seja, poderá ter em utilização um nano SIM e um micro SIM ou um nano SIM com um microSD.

 

Leitor Biométrico

Um dos pormenores que saltará logo à vista, é o leitor de impressões digitais na parte traseira do equipamento. E ao contrário do que possamos pensar, apesar de ser considerado de gama média, o leitor do G8 responde de forma extremamente rápida e eficaz.

pplware_g8_leitor_biometrico

Elegância até na embalagem

Este é um smartphone fino e leve, os seus 167g são apresentados inicialmente numa caixa cheia de simplicidade. O G8 vem acompanhado dos seus manuais de instruções, uns auriculares, cabo USB e o carregador habitual.

2 – Design

O novo telemóvel da Huawei, tal como toda a sua gama, mantém a qualidade de construção em linhas simples. Ao pegar neste novo G8, a sensação que terá é a de estar com um dos topo de gama da marca e não apenas com um equipamento de gama média.

Este smartphone tem um corpo de alumínio, o que lhe confere um toque elegante e confortável. O G8 destaca-se também, tal como já referido, pela presença de um leitor de impressões digitais na parte traseira e, acima deste, está a câmara de 13 megapíxeis e o flash LED.

pplware_g8

Na parte frontal do equipamento temos, como habitual, o LED de notificações e a câmara frontal de 5 megapíxeis. Na lateral esquerda, contamos com a ranhura onde colocamos os cartões SIM (ou microSD) e na lateral direita temos disponíveis os botões de volume e ainda o botão de ligar/desligar.

Na parte de baixo do equipamento, encontram-se as colunas de saída de som, o microfone e a porta micro USB. Já na parte superior, encontrará a tradicional porta de áudio de 3,5mm e um microfone de cancelamento de ruído .

3 – Desempenho e Funcionalidades

O Huawei G8 vem com o Android Lollipop 5.1, com a promessa da actualização para o novo Android 6. Tal como noutros equipamentos da marca, trazem as aplicações divididas por ecrãs, de forma semelhante ao iOS, graças à interface própria da Huawei, a EMUI 3.1.

Uma das vantagens em relação aos equipamentos habituais de gama média, é sem dúvida o leitor de impressões digitais. Após testado vezes sem conta, só podemos dizer bem. O local onde se encontra está pensado para que o utilizador tenha um acesso ágil e directo, por isso esta foi a escolha quando chegou a hora de decidir a forma de desbloqueio do ecrã.

pplware_g8_02

No que toca às aplicações que traz de origem, não é de todo exagerado. Já temos pré-instaladas algumas aplicações que todos nós usamos hoje em dia, alguns jogos e pouco mais. Desta forma, dos 32 GB de memória temos cerca de 22 GB completamente livres para tudo o que possamos querer colocar no nosso equipamento.

Ao nível do desempenho, foi rara a vez que passámos a marca dos 2 GB de memória RAM em utilização, dos 3 GB disponíveis. A qualidade do ecrã é espantosa para um dispositivo que não é considerado de topo, proporcionou um agradável momento de boas imagens de vídeo.

 

4 – Teste às Câmaras

Este G8 conquistou no primeiro resultado fotográfico. A fotografia mais simples do dia-a-dia ganha uma nova cor que vamos querer partilhar de forma imediata.

Com uma câmara frontal de 5 megapíxeis e uma aplicação pronta para apanhar o nosso melhor ângulo, vamos assim conseguir a selfie perfeita… mas não só. Esta característica é óptima, não apenas para quem adora fotografia mas também para quem utiliza de forma frequente o smartphone para vídeo chamadas, por exemplo.

Relativamente à câmara principal, esta tem 13 megapíxeis e vai certamente deixar todos os utilizadores satisfeitos. Esta câmara tem uma óptima qualidade, tanto diurna como nocturna. Todos os utilizadores activos das redes sociais, gostam de obter bons resultados de forma simples e este é o equipamento certo para tal. Além da óptima capacidade fotográfica, este novo telemóvel traz uma aplicação de edição de fotos bastante completa e assim temos todo processo facilitado para uma partilha perfeita.

Foto com Huawei G8 - Com Flash Foto com Huawei G8 - Sem FlashTodas as cores que tanto adoramos numa fotografia captada de forma rápida, estão presentes quando captadas com este equipamento. Todos os exemplos que aqui mostramos, são imagens sem qualquer tipo de edição.

5 – Conclusão

O Huawei G8 é um óptimo investimento e dentro do segmento Android, por este preço e com estas características, este é um dispositivo de combate.

A única questão que terá de pensar antes de adquirir um equipamento como estes é: necessita de um dual-SIM? Se sim, até que ponto poderá abdicar de ter mais memória interna? Bem, existem de momento bastantes formas de contornar estas questões e é por esta razão que não levamos este argumento com um problema.

huawei-g8-7

Ao longo do período de análise, este equipamento mostrou ser muito competente para o uso regular e intensivo que uma pessoa mais ligada ao mundo tecnológico faça. Pessoalmente, é muito raro ter um telemóvel em mãos em que obtenha resultados com autonomias de um dia completo ou até dois dias. No entanto, isto foi possível com o Huawei G8.

Numa utilização regular e não intensiva, ou seja só com envio de mensagens, realização de chamadas, captura de algumas fotografias e utilização muito esporádica da Internet, o smartphone aguentou facilmente os 2 dias. Com a visualização de vídeos e com o 4G ligado, assim como com o Wi-Fi, a autonomia baixou para um dia completo. De salientar que nunca foi usado nenhum modo de poupança de energia, que a Huawei também disponibiliza.

Este é um dos smartphones que provavelmente nunca o irá desiludir, até pela promessa de evolução para a mais recente versão do Android. Chegou por isso ao mercado a elegância e a qualidade de desempenho num único equipamento.

Fonte: Análise ao Huawei G8 – A elegância faz-se notar

Tudo o que precisa de saber sobre baterias e carregamentos

Quando e como devo carregar o telemóvel? Os powerbanks são todos iguais? Os carregadores mais caros são melhores? Como escolher uma bateria? Devo deixar o portátil ligado à corrente? Vamos esclarecer as dúvidas relacionadas com a energia de uma vez por todas.

Miliamperes, watts, powerbanks, carga rápida, lítio… Algumas das expressões que são cada vez mais comuns quando se fala de dispositivos com baterias, quer se trate de um pequeno telemóvel, quer se trate de um veículo elétrico. Por vezes, a boa compreensão destes dados faz toda a diferença quando escolhemos um produto ou um acessório relacionado com a energia (baterias, carregadores, powerbanks…).

E não é só as características técnicas que lançam a confusão entre os consumidores e utilizadores. A área da energia está cheia de ideias pré-concebidas erradas, algumas das quais resultam da falta de acompanhamento da evolução da tecnologia – o que era verdade há uns anos não é necessariamente verdade agora – e outras da interpretação errada ou incompleta da informação. Dois exemplos típicos, que se ouvem com alguma regularidade: «devemos deixar as baterias descarregarem por completo antes de voltarmos a carregá-las» e «os amperes indicam a capacidade da bateria». Dois erros entre muitos. Passamos a explicar.

Volts: não convém variar

As avarias criadas por carregadores com tensões elétricas (volts) diferentes do exigido são relativamente comuns. Neste campo, muitas vezes confunde-se a tensão de entrada com a tensão de saída. Por exemplo, um carregador de um portátil usa a tensão elétrica de entrada disponível na tomada onde é ligado (230 volts em Portugal). Como há redes elétricas com tensões diferentes (por exemplo, 110 volts nos Estados Unidos e 230 volts na Europa) é normal que os adaptadores de corrente ou carregadores suportem uma grande variedade de tensões elétricas de entrada (por exemplo: 100 a 250 volts). No entanto, o que mais importa verificarmos é a tensão de saída. Até porque, à partida, a tensão de entrada dos aparelhos é adequada para o mercado onde são vendidos. Por exemplo, se estivermos à procura de um carregador para um portátil, é fundamental que a tensão de saída deste acessório seja a mesma que a tensão de entrada do portátil. Um valor que, em regra, está indicado tanto nos adaptadores como nos próprios portáteis – procure por qualquer coisa como «19 V DC» (19 volts, corrente contínua). Valores muito diferentes entre a saída do adaptador e a entrada do portátil podem conduzir a avarias graves. Aliás, a utilização de adaptadores de energia de má qualidade ou com problemas está entre as principais causas de avarias em dispositivos móveis – são, por exemplo, responsáveis por muitas motherboards queimadas em portáteis.

Em termos práticos, se, por exemplo, estiver à procura de uma fonte de alimentação substituta da original (um carregador, por exemplo), deve garantir que a “voltagem” de saída indicada é a mesma da fonte original. E, ainda mais importante, que os polos (positivo e negativo) estejam no sítio certo.

Amperes: respeitar o mínimo

Os amperes indicam a intensidade da corrente. No entanto, o valor que é apresentado na ficha técnica dos produtos não se refere à intensidade contínua, mas sim à intensidade máxima que o produto é capaz de oferecer ou requisitar. Como tal, não há problema em, por exemplo, adquirir um adaptador de corrente com mais amperes que o original. Mas é necessário garantir o mínimo. Isto significa que, por exemplo, se um portátil indicar «19 V/3 A», então devemos comprar um adaptador de corrente capaz de fornecer 19 Volts (“certos”) e um mínimo de 3 Amperes. Por exemplo, um carregador com «19 V/5 A» (10 volts, 5 amperes) será perfeitamente adequado. Isto porque o aparelho só vai requisitar a intensidade que precisa – até é bom que exista alguma margem de segurança.

Isto acontece porque os aparelhos com bateria incluem, regra geral, um controlador de carga, que define a intensidade máxima de corrente que pode ser fornecida às baterias sem danificá-las. Esta regra deixa de ser válida quando há uma ligação direta entre o carregador e as baterias. Exemplos: carregadores autónomos de “pilhas” recarregáveis (células) ou de baterias de câmaras fotográficas e de vídeo. Nestes casos, o carregador é que define a intensidade aplicada às baterias, o que torna ainda mais importante a escolha correta. Neste caso, convém escolher um aparelho com a intensidade (amperes) do original ou recomendado pelo fabricante. Mais à frente explicamos as consequências de alterar a intensidade de carga.

Vale a pena pagar mais?

Em geral, a resposta é sim. A transformação de energia que ocorre num adaptador/transformador é um processo muito dependente da qualidade dos componentes, o que tende a afetar bastante o preço do produto. Um adaptador de baixo custo apresenta, regra geral, variações importantes na saída, tanto na tensão (volts) como na intensidade (amperes). A má qualidade dos componentes pode também dar a origem a sobrecargas e até mesmo incêndios provocados por curto-circuitos ou por sobreaquecimento (transformadores de má qualidade têm um menor rendimento energético, o que significa que uma maior parte da energia que vão buscar à rede é transformada em calor e não em energia de saída).

O que se torna mais evidente quando se trabalha com potências maiores (mais amperes e/ou mais volts). Ou seja, num carregador USB de baixa intensidade (em regra, não ultrapassam 1 ampere) pode não representar um perigo importante, mas não convém arriscar nada em adaptadores de maior potência.

O melhor é mesmo comprar um adaptador suportado oficialmente pelo fabricante. Até para evitar outros problemas: a utilização de um adaptador não oficial pode ser o suficiente para que a garantia perca a validade e alguns portáteis não aceitam carga de adaptadores de outas marcas.

Quando carregar?

A ideia de que devemos deixar as baterias descarregarem completamente para aumentar a longevidade das células é errada. Pelo menos quando aplicada às baterias atuais, que são, na sua esmagadora maioria, baseadas em células de lítio. Trata-se de uma ideia que vem dos tempos das baterias de níquel onde, de facto, é conveniente aplicar ciclos de carga/descarga completos.

Na verdade, a técnica a usar para aumentar ao máximo a longevidade das baterias mais utilizados na atualidade é a inversa: evitar cargas e descargas completas. Cada vez mais os sistemas de gestão da carga integrados nos aparelhos fazem isso mesmo automaticamente. Há fabricantes que optam por criar circuitos mais conservadores (usar uma parte menor da capacidade total da bateria), que permitem uma maior durabilidade das baterias. Outros preferem apostar em usar uma maior percentagem da capacidade da bateria à custa da longevidade o que permite poupar no custo de produção (usam baterias de menor capacidade). Nestes casos a capacidade da bateria pode diminuir rapidamente após alguns meses de utilização. Nos portáteis é comum as marcas optarem pela primeira estratégia em máquina de menor custo e pela segunda opção em máquinas mais caras (segmento profissional, por exemplo).

Ou seja, quando, por exemplo, o nível de carga indicado por um iPhone novo é de 10%, na verdade a carga deverá estar mais próxima dos 30%. E quanto o nível indicado é de 100%, é provável que a carga real ande próxima dos 80 a 90 porcento. Deste modo os fabricantes conseguem que as baterias durem mais anos.

Se utiliza um dispositivo móvel de qualidade, então não tem de se preocupar com quando deve ou não deve carregar a bateria já que a gestão integrada deverá ser suficiente para manter a bateria saudável durante alguns anos.

No entanto, pode sempre ajudar nesta gestão, evitando que a carga não ultrapasse os 80 a 90% e, ainda mais importante, evitando que o nível desça abaixo de 20%. Muitos aparelhos incluem a opção de limitar a capacidade máxima da carga para “castigar” menos a bateria. Uma técnica comum em carros elétricos e também utilizada em alguns portáteis. Procure por esta opção e ative-a quando prevê que não vai precisar de toda a capacidade da bateria.

Como é normal, quanto mais a bateria for utilizada menos vai durar. Aliás é isso que significa o número de ciclos de carga normalmente anunciados pelos fabricantes. No entanto, uma bateria não utilizada por muito tempo também acaba por perder capacidade, sobretudo se for mal acondicionada. Em aparelhos com bateria amovível e que ficam ligados durante muito tempo à corrente elétrica, o melhor é remover a bateria e guardá-la num sítio seco e longe e longe de luz solar intensa. No entanto, a bateria nunca deve ser guardada durante longos períodos de tempo com uma carga muito elevada ou sem carga. Se planeia não utilizar a bateria durante vários dias, o melhor será guardá-la com cerca de 40% de capacidade. Mas mesmo assim recomendamos que não deixe a bateria sem uso durante muitos dias. O melhor é utilizar a bateria pelo menos uma vez por semana, deixando-a descarregar até 20% e voltar a carregar até 80%. Depois deixe gastar até 40% para voltar a retirá-la.

Claro que em muitas situações precisamos de usar toda a bateria, desde os 100 aos 0 por cento. O que também é bom que aconteça, pelo menos ocasionalmente, de modo a que o sistema de gestão de energia seja calibrado – só assim as percentagens indicadas são fiáveis.

Carga rápida: sim ou não?

Há adaptadores de corrente que prometem carregar mais rapidamente os dispositivos. Para o efeito, utilizam uma maior potência elétrica. No entanto, a utilização deste tipo de adaptadores tem algumas limitações e pode afetar a longevidade da bateria. A primeira limitação prende-se com o que já foi referido anteriormente: os gestores de carga integrados nos aparelhos limitam a intensidade de corrente que pode ser usada. Por exemplo, muitos smartphones têm a entrada de energia limitada a 1 ampere (1 A), o que significa que a utilização de um carregador com mais capacidade não fará qualquer diferença.

Depois há que considerar o efeito negativo que a carga rápida pode ter nas células da bateria. Uma vez mais, depende muito do sistema de gestão de carga. Por exemplo, um bom sistema de gestão é dinâmico, sendo capaz de alterar a intensidade de carga de acordo com diferentes condições das células, com destaque para a temperatura e nível de carga. Em regra, estes sistemas permitem aplicar uma maior potência no início, quando o nível da bateria é menor, diminuindo no final, quando o nível de carga da bateria aproxima-se da capacidade máxima. Uma técnica que permite aumentar a velocidade de carga sem afetar a vida da bateria – pelo menos não de modo evidente. É o que acontece, por exemplo, no iPhone 6. Apesar de este smartphone vir acompanhado de um carregador de 1 A, a utilização de um carregador de 2 A – o que é fornecido com o iPad, por exemplo – acelera significativamente a carga, sobretudo a parte inicial.

Resumindo: podemos usar adaptadores mais potentes, mas apenas em dispositivos que estejam preparados para receber os eletrões extra. Nas situações de carga direta das baterias (sem sistema de gestão), é importante respeitar os valores dos fabricantes para não reduzir a longevidade da bateria – nos casos extremos, potência de carga a mais pode danificar por completo as células.

Técnicas para aumentar a vida da bateria
Válido para as baterias de iões de lítio, as mais utilizadas atualmente.
– Evite usar a bateria com pouca carga (tente manter a carga acima dos 20%)
– Se possível, limite a carga máxima a 80% ou mesmo menos (há portáteis com opção de limitar a carga máxima)
– Não exponha a bateria a fontes de calor, sobretudo quando a carregar (nos portáteis, pode usar uma base de refrigeração)
– Prefira cargas lentas (de menor potência)
– Não guarde as baterias durante muito tempo com pouca carga ou totalmente carregadas

Como escolher uma bateria ou um powebank

Muitos dispositivos móveis permitem substituir a bateria, o que é uma operação recomendada quando a autonomia já “não é o que era”. Por vezes há alternativas muito económicas no mercado, mas tenha muita atenção à escolha. A bateria até pode ter os volts e os amperes certos, mas estes valores não representam a capacidade (apenas a tensão elétrica e a intensidade máxima da corrente). A capacidade da bateria é indicada pelos watts hora (Wh) e os seus múltiplos (mWh e kWh, por exemplo). No entanto, quando comparamos baterias para o mesmo aparelho, então podemos usar os amperes hora (e seus múltiplos, como mAh) já que a tensão elétrica é a mesma e os watts hora resultam da multiplicação dos amperes hora pela tensão elétrica (ver Glossário). Por exemplo, uma bateria de 3000 mAh (3 Ah) vai ter mais autonomia do que uma bateria de 2500 mAh (2,5 Ah). Pelo menos em teoria, porque temos verificado que as baterias de baixo custo de marcas “esquisitas” muitas vezes têm capacidades inferiores ao anunciado. Muito comum em powerbanks.

Se tem um tablet ou um smartphone com uma bateria de grande capacidade, prefira os powerbanks com uma porta USB de 2 amperes – alguns modelos têm duas portas USB, uma de 1 A e outra de 2 A.

USB: está cada vez mais rápido
Provavelmente já reparou que as baterias dos seus dispositivos carregam lentamente ou não carregam de todo quando usa a porta USB de um computador. Isto acontece porque as portas USB 1.0 e 2.0 apenas disponibilizam 500 mA (0,5 amperes), o que não é suficiente para muitos dispositivos. No entanto, há portas USB criadas para poderem alimentar dispositivos com maiores exigências, com até 1500 mA. As novas portas USB 3.1 e USB Type C podem chegar a 5 amperes e 20 volts (até 100 watts de potência).

Glossário: domine a linguagem

Primeiro é necessário entender os conceitos básicos da energia elétrica. Os e-mails que recebemos diariamente demonstram que os utilizadores confundem frequentemente estes conceitos, o que leva a interpretações erradas na análise das características técnicas.
DC (corrente contínua), AC (corrente alterna) – Muitos adaptadores de corrente (carregadores, por exemplo) têm indicações como 230 V AC ou 24 V DC. Uma forma rápida de indicar a tensão elétrica (volts) e o tipo de corrente (DC ou AC). Na corrente contínua o carga elétrica (os eletrões) flui sempre no mesmo sentido. É a corrente normalmente usada nos dispositivos eletrónicos e é também a corrente usada nas baterias dos nossos gadgets. Na corrente alterna há uma alternância constante no sentido da corrente. É a corrente produzida nas centrais elétrica e a corrente usada na distribuição da energia elétrica, incluindo na rede elétrica das nossas casas. A frequência da rede indica o número de vezes em que o sentido da corrente alterna por segundo (Hz). Em Portugal, a rede elétrica é de 230 volts e 50 Hz.
Transformadores, adaptadores de corrente, carregadores – Como os dispositivos eletrónicos funcionam, regra geral, com corrente contínua de baixa tensão, é necessário transformar a corrente elétrica alterna de tensão média disponível nas tomadas elétricas em corrente contínua de baixa tensão requisitada pelos aparelhos eletrónicos. É isso que, por exemplo, os carregadores dos portáteis e smartphones fazem. Também os PCs de secretária têm estes adaptadores, normalmente dentro da caixa sob a forma de fonte de alimentação. Alguns destes adaptadores têm diferentes linhas de saída com diferentes tensões elétricas – caso dos carregadores de alguns portáteis de alto desempenho. Mas a maioria destes aparelhos têm apenas uma saída simples (um positivo e um negativo).
Volts – Tensão elétrica. Só por si, não representa potência ou capacidade energética de uma bateria. Os volts indicam a capacidade de uma carga elétrica mudar de posição. É o equivalente à cota de água de uma barragem: quando mais alto for o nível da água, mais potencial há dessa água deslocar-se. Como a água, que se move dos pontos mais altos para os pontos mais baixos (diferença de altura, que cria uma diferença de pressão), a corrente elétrica move-se dos potenciais mais altos para os potenciais mais baixos (diferença de potencial, os volts). Aliás, uma bateria pode ser vista como o equivalente a uma bomba de água: enquanto uma bomba aumenta a pressão da água, uma bateria aumenta a tensão elétrica de um pólo para o outro.
Amperes – Indica a intensidade da corrente. Seguindo o mesmo exemplo da água, se imaginarmos um tubo que ligue dois depósitos, o caudal da água no tubo (em volume por segundo) é o equivalente aos amperes num fio elétrico (carga elétrica por segundo).
Watts – Representa a potência, que resulta da multiplicação da intensidade (amperes) pela diferença de potencial (volts). Um exemplo concreto: num aparelho com bateria de 12 volts que está a fornecer uma intensidade de corrente de 2 amperes, a potência é de 24 watts (12 volts x 2 amperes). Os watts também são uma indicação do consumo instantâneo. Se, por exemplo, uma lâmpada de 20 watts de potência estiver ligada durante duas horas, então o consumo é de 40 watts hora (20 watts x 2 horas) ou, de um outro modo, 0,04 kWh (quilowatts hora, que normalmente é a unidade usada para medir o consumo energético nas nossas casas). Por esta razão, os watts hora também são a medida da capacidade das baterias. Por exemplo, uma bateria de 10 kWh será, em teoria, capaz de fornecer uma potência de 10 kW durante uma hora ou uma potência de 5 kW durante duas horas (5×2).

Fonte: Tudo o que precisa de saber sobre baterias e carregamentos

Raspberry PI: Como acender um LED?

Além das funcionalidades já conhecidas deste pequeno PC, o Raspberry Pi disponibiliza também a interface GPIO, que nos permite interligá-lo com outros dispositivos (ex. LEDs, sensores, actuadores, etc). Hoje vamos aprender como podem facilmente ligar/desligar um LED.

Neste tutorial vamos aprender a ligar/desligar um LED. Para isso vamos precisar do seguinte material:

Material Necessário

  • Breadboard
  • 1 LED
  • 1 Resistência (para este tutorial usamos de 1kΩ)
  • 2 cabos macho/fêmea

Pins no GPIO

O GPIO (General Purpose Input/Output) é basicamente uma interface que nos permite ligar ao PI a outros dispositivos e controlar os mesmos. Por exemplo, podemos ligar e visualizar o output do sensor de humidade, de temperatura, gás, ligar/desligar um LED ou uma lâmpada, por exemplo.

O diagrama seguinte mostra o layout de pinos para os vários modelos do Raspberry Pi. Para este tutorial usamos o Pi 2.

gpio_00

Construir o Circuito

Como referido, o objectivo deste tutorial é simplesmente conseguir controlar um LED. Basicamente o LED irá acender quando receber energia e a resistência tem apenas como função a limitação de corrente no circuito.

Vamos então ligar o primeiro fio ao pino 3 (GND) e vamos usar o pino 18 para ligar o segundo fio (ver layout de pinos do Pi 2). É a partir do pino 18 que vamos controlar e definir se o LED está aceso ou apagado.

led_02

Ligações físicas

De acordo com o diagrama lógico, as ligações devem ficar desta forma.

rpi_03

Código

Além da simplicidade da montagem do circuito, a programação é também simples. Para isso basta que criem um ficheiro (ex. LED.py)

nano LED.py

e insiram o seguinte código:

import RPi.GPIO as GPIO
import time
GPIO.setmode(GPIO.BCM)
GPIO.setwarnings(False)
GPIO.setup(18,GPIO.OUT)
print "LED on"
GPIO.output(18,GPIO.HIGH)
time.sleep(1)
print "LED off"
GPIO.output(18,GPIO.LOW)

Depois é só gravar e executar o código usando o seguinte comando:

sudo python LED.py

Breve explicação do código

GPIO.setmode(GPIO.BCM)

  • Primeiro temos de definir qual a nomenclatura de numeração usada (isto porque existem vários nomes para cada pino). Neste caso vamos usar BMC – Broadcom SOC channel (numeração apresentada nos rectângulos no esquema seguinte).

rpi_02

GPIO.setup(18,GPIO.OUT)

  • Definimos depois que o pino 18 como saída, ou seja, podemos definir o seu estado para “on” ou “off”.

GPIO.output(18,GPIO.HIGH)

  • Mudar o estado do pino para ON e assim acender o LED

GPIO.output(18,GPIO.LOW)

  • Mudar o estado do pino para OFF e assim apagar o LED

Fonte: Raspberry PI: Como acender um LED?