Os 10 melhores smartphones do momento

Estas últimas semanas têm sido em grande em termos de lançamentos de smartphones. A Apple lançou dois novos iPhones em setembro e a Google acabou de anunciar os seus novos telemóveis Nexus na semana passada.

Independentemente de ser fã do iPhone ou dos sistemas Android, há milhares de escolhas por aí caso esteja interessado em adquirir um novo telefone. Aqui ficam as melhores opções de telemóveis que pode comprar neste momento.

10. OnePlus 2

O OnePlus 2 a apresentar a nova característica Oxygen Shelf

O OnePlus 2 é excelente se procura um telefone com um ecrã largo e que não tenha um preço demasiado elevado. A versão de 16GB está à venda por 293€ e o de 64GB por 347€. Está um pouco mais caro do que o modelo do ano passado, cujo preço iniciava nos 267€, no entanto, o OnePlus fez algumas melhorias significativas. Este vem com um processador mais potente de 64 bits, um ecrã de 5,5 polegadas e de 1080p, uma câmara de 13 megapixéis e um sensor de impressões digitais. As especificações são quase idênticas aos telemóveis principais e custa muito menos.

9. Moto X Pure

O Moto X Pure da Motorola pode muito bem ser o melhor valor que encontra ao comprar um telemóvel Android. Por 355,99€ consegue adquirir este aparelho com um ecrã de uma incrível nitidez de QHD e uma câmara de 21 megapixéis. Também funciona numa versão Android que não está repleta de aplicações inúteis, o que torna a experiência mais agradável.

É significativamente mais barato do que os novos Galaxy da Samsung e consegue ter quase a mesma experiência que se comprasse um. A grande diferença é que este não é tão elegante e atraente como os novos Galaxy S6 ou S6 Edge e não tem um sensor de impressões digitais.

Se esses fatores não forem determinantes para realizar a compra, vale a pena dar uma vista de olhos ao Moto X Pure.

8. Samsung Galaxy S6 Edge+

O Galaxy S6 Edge+ da Samsung é um telefone lindíssimo. Não só é o telefone mais bonito que a Samsung já fez, como muito provavelmente é o smartphone mais bonito de todos, ponto final parágrafo. É do mesmo tamanho que o Galaxy Note 5 mas não vem com uma caneta e tem um ecrã ligeiramente curvado. Mas apesar de o ecrã curvado dar um aspeto muito bonito ao telefone, não é uma característica assim tão extraordinária que justifique pagar um preço demasiado elevado pelo aparelho.

7. Samsung Galaxy S6 Edge

O Galaxy S6 Edge da Samsung é tão bonito como o seu “irmão” um pouco maior, o Galaxy S6 Edge+, mas tem o mesmo problema – é significativamente mais caro do que o Galaxy S6. O Galaxy S6 Edge é praticamente a mesma versão que o Galaxy S6 só que com um ecrã encurvado.

Pode-se fazer várias coisas engenhosas com a parte curvada do ecrã, tais como acrescentar atalhos para os contactos preferidos e atribuir determinada cor a um contacto para que quando esse contato ligar o ecrã iluminar-se nessa cor. Embora seja bom ter essas características, não alteram assim tanto a experiência geral ao ponto de se justificar o preço elevado do telefone.

6. iPhone 6 Plus

O iPhone 6S está entre os melhores phablets que se pode comprar. Se gosta de ter um telemóvel com um ecrã grande e prefere o iPhone ao Android, esta é uma boa aposta para aqueles que não estejam assim tão interessados em ter o iPhone mais recente.

5. iPhone 6

Embora não seja o iPhone mais recente, não significa que não seja digno de uma espreitadela caso seja um fã da Apple à procura de um novo telemóvel. Tem o mesmo ecrã e o mesmo belíssimo design em metal que os novos iPhones da Apple. Se está à procura de algo que lhe dê quase a mesma experiência e não quer andar por aí a ostentar o telefone mais recente da Apple, o iPhone 6 continua a ser uma boa escolha.

4. Samsung Galaxy Note 5

Se está à procura de um telemóvel Android com um ecrã grande, o Galaxy Note 5 é provavelmente a melhor escolha. Tem um belíssimo display, uma ótima câmara e a caneta da Samsung é otimizada para funcionar com a sua versão de Android. Por exemplo, se retirar a caneta do orifício de arrumação aciona um menu especial para aplicações que funciona com a caneta.

O Note deste ano é o melhor de sempre, especialmente desde que a Samsung melhorou o seu design para combinar com o do Galaxy S6. Também pode escrever no ecrã mesmo que o display esteja desligado, o que facilita muito quando é preciso assentar umas notas rápidas. Os novos telemóveis da Samsung também funcionam com o Samsung Pay, que por sua vez funciona em qualquer caixa registadora, independentemente se suporta ou não o sistema NFC.

3. Samsung Galaxy S6

O Galaxy S6 da Samsung é até agora o seu maior marco. A empresa redesenhou completamente o aparelho de raiz, conferindo-lhe um corpo de metal e vidro com um aspeto muito melhor do que os seus telemóveis anteriores. E o ecrã de 5,2 polegadas é o ideal para a maioria das pessoas. A Samsung equipou os seus telemóveis Galaxy S mais recentes com várias características úteis que não vai encontrar em mais nenhum aparelho – tal como a capacidade para acionar a câmara ao premir o botão Home duas vezes e um monitor de ritmo cardíaco embutido.

2. iPhone 6s Plus

O iPhone 6S Plus é um telemóvel de ecrã grande excelente. Embora o novo telemóvel da Samsung Galaxy Note seja o melhor da marca até agora, o iPhone oferece no geral a melhor mistura de hardware, design e de seleção de aplicações. O iPhone 6Plus deste ano é mais rápido do que o anterior, tem uma melhor câmara, um leitor de impressões digitais melhorado e vem com a nova tecnologia de sensibilidade à pressão da Apple.

1. iPhone 6s

O iPhone 6S é o melhor telemóvel para a maioria das pessoas. Não é propriamente uma mudança drástica em relação ao seu predecessor, no entanto vem com várias ligeiras melhorias. Estas incluem um desempenho mais rápido, uma câmara melhor e a tecnologia 3D Touch da Apple. É uma melhor versão de um telemóvel que já dantes era ótimo.

Se gostaria de ter algo maior, então deveria experimentar o iPhone 6S Plus. Contudo, o iPhone 6S de 4,7 polegadas é o tamanho ideal para a maioria das pessoas.

Fonte: Os 10 melhores smartphones do momento

Windows 10: Está a ficar sem espaço em disco?

Com o Windows 10 a Microsoft implementou um conjunto vasto de funcionalidades que visam simplificar cada vez mais a acção dos utilizadores.

No que diz respeito à gestão de espaço em disco, a Microsoft também inovou e com o novo Windows 10 disponibiliza agora uma interface totalmente renovada e até bastante parecida com a que é disponibilizada no iOS. Se está a ficar sem espaço em disco, saiba o que apagar.

O Windows 10 oferece agora uma interface totalmente renovada no que diz respeito à informação sobre a gestão de espaço em disco.

O utilizador continua a poder fazer a gestão via Explorer/Meu computador, existe agora também uma funcionalidade dentro das definições de sistema.

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Depois basta escolher no menu lateral esquerdo a opção Armazenamento.

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Carregando na drive, o utilizador passa a ter uma noção de espaço ocupado por tipo de conteúdo (músicas, fotografias, documentos, apps, jogos, etc).

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Carregando, por exemplo, em Sistema e Reservado conseguimos ainda saber quando ocupa o sistema, qual o espaço usado para memória virtual, etc.

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Em termos de Aplicações e Jogos, o sistema consegue listar tudo o que está instalado e facilmente podemos desinstalar o que quisermos.

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Como viram, com as novas funcionalidades disponibilizadas nesta nova versão do Windows o utilizar passa a ter uma percepção/visão do que tem instalado e o que ocupa mais espaço. Obviamente continuam a existir apps de terceiros para o efeito mas estas “novas ferramentas” desempenham bem o seu trabalho.

Fonte: Windows 10: Está a ficar sem espaço em disco? – Pplware

Unboxing: bq Aquaris A4.5, o Android One chegou a Portugal

A bq, a empresa espanhola que se dedica essencialmente à produção de smartphones de entrada de gama e gama média, juntou-se recentemente à Google para trazer para a Península Ibérica um dos interessantes projectos da Google, o Android One.

Além de outras características, este projecto visa oferecer aos utilizadores Android um smartphone a preço acessível com a garantia de que receberá atempadamente todas as actualizações ao sistema operativo. Assim, chegou recentemente ao mercado o bq Aquaris A4.5 e o Pplware já o está a testar!

Equipado com o Android 5.1.1 Lollipop, o BQ Aquaris A4.5 traz um ecrã IPS de 4,5″, de resolução 540×960 píxeis, um SoC MediaTek MT6735M com um CPU Quad-core Cortex-A53 a 1 GHz e GPU Mali T720-MP1. Tem 1 GB de memória RAM e 16 GB de armazenamento interno (10,5 GB disponíveis ao utilizador), com suporte para cartão microSD até 64GB. É totalmente compatível com as redes 4G LTE nacionais.

Quanto a câmaras, oferece uma câmara traseira de 8 MP com dual-flash LED e gravação de vídeo a 720p, e uma câmara frontal de 5 MP com flash LED, tudo alimentado por uma bateria Li-Po de 2470 mAh. As dimensões são 63,48 x 131,77 x 8,75 mm e pesa 115g.

Além da garantia de actualização para a nova versão do Android Marshmallow, o Aquaris A4.5 tem ainda 5 anos de garantia e 90 dias de música grátis e ilimitada através do Google Play Music.

Assista ao vídeo de unboxing que preparámos:

Especificações

  • Ecrã: 4,5″ IPS de resolução 540 x 960 px, 244ppp
  • Dimensões: 63,48 x 131,77 x 8,75 mm
  • Peso: 115 g
  • CPU: MediaTek MT6735M Quad Core Cortex A53 até 1 GHz
  • GPU: ARM Mali T720-MP1 até 450 MHz
  • Memória RAM: 1 GB
  • Memória interna: 16 GB, expansível através de cartão microSD
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.0 LE
  • Câmaras:: traseira de 8 MP e frontal de 5 MP (com flash)
  • Sistema Operativo: Android 5.1.1 Lollipop, com actualizações garantidas durante 24 meses a partir do lançamento do produto.
  • Bateria: 2470 mAh removível
  • Preço: 179,90€

bq Aquaris A4.5

Fonte: Unboxing: bq Aquaris A4.5, o Android One chegou a Portugal

How to use Chrome DevTools like a Pro

As the name implies Chrome Developer Tools is a tool that allows web developers to interfere and manipulate applications via the browser. With this tool you can:

  • Manage interface problems
  • Debug Javascript Code with using breakpoints
  • Optimize your code

To open DevTools, you can right-click anywhere on the page and select inspect element or you can choose the “tools > developer tools” option from the top right menu.

The following examples are using the Canary version of Google Chrome.

1. Quick-edit a HTML Element

To try it:

  • Select the “Elements” panel.
  • Choose a DOM element within the Elements Panel editor.
  • Double click on the opening tag and edit it.

When you are finished, the closing tag is automatically updated.

2. Go to a Line Number

You can use this feature in the “:linenumber:columnnumber” format from the Sources panel.

To try it:

  • CMD + O

3. Expand All Child Nodes

To try it:

  • Select the “Elements” panel.
  • Choose a DOM element and Alt + Click the arrow within the Elements Panel editor to expand all child nodes.

4. Change DevTools Positions

To try it:

  • CMD + Shift + D

Dock options:

  • Undock DevTools
  • Dock to bottom
  • Dock to right

5. DOM Search by CSS Selectors

To try it:

  • CMD + F / CTRL + F and enter your class name or id name base search selector.

6. Material and Custom Color Palettes

You can click on the little switcher icon in front of hex code. you can choose from the following:

  1. Page Colors: This palette is auto generated from your web site (in your CSS).
  2. Material Design: This palette automatically generates primary colors from The Material Design palette.

7. Multiple Cursor

Move the cursor with the CMD + Click to add multiple cursors. You can alsoundo your last selection with CMD + U.

8. Copy Image as Data URI

To try it:

  • Select “Network” panel.
  • Choose your image within the Resources Panel
  • Right click and copy it as a Data URI (base 64 encoded)

9. Triggering of Pseudo Classes

To try it:

  • Right click in the left panel and select “Force Element State”.
  • Alternatively, the toggle element state icon can be clicked in the right panel.

10. Column Selection by Dragging

To try it:

  • Select “Sources” panel.
  • Choose your file within the Sources Panel editor.
  • Hold Alt and dragging the mouse.

11. Get the current element with “$0”

To try it:

  • Select “Elements” panel.
  • Choose a DOM element within the Elements Panel editor.
  • Click Console and write $0 to access it.

12. Reveal in Elements

To try it, if you choose an a DOM node:

  • Right click on it within the Console panel.
  • Select “Reveal in Elements Panel”.

13. View Event Listeners

To try it:

  • Select the “Elements” panel.
  • Navigate to the Event Listeners and choose an event.
  • You can also view source by right click and choose “Show Function Definition” in context menu.

14. Easing Previews

To try it:

  • Click the easing icon (purple icon) and see a preview.
  • You can view it via choose other previews or you can set new easing format.

15. Media Query

To try this:

  • In Device Mode, click the icon (‘bars’) in the upper left corner of the page.
  • Click the breakpoint (‘blue’, ‘green’, ‘orange’) bars and change.

If you right click on a bar, you can reveal its position within the source code.

16. Network Filmstrip

“Film Strip” shows page rendering screenshots and times from start to finish. You can click a screenshot and view in the timeline-style view.

To try this:

  • Select “Network” panel.
  • Click “Camera Icon”.
  • Reload page.

17. Copy Response

You can copy the response/request headers of a network resource.

To try it:

  • Select “Network” panel.
  • Choose your file within the Resources Panel.
  • Right click and click “Copy Response”.

18. Run Predefined Snippets

To try it:

  • In the left sidebar: Sources > Snippets
  • Right click > Select New
  • Enter a file name and write your snippets in the right panel
  • Right click on the snippet and select Run

19. Device Emulation Sensors

You can also simulate mobile devices sensors like:

  • Touch Screen
  • Geolocation Coordinates
  • Accelerometer

To try this:

  • Select “Elements” panel.
  • Click “Esc” and choose “Emulation > Sensors”

20. Workspaces

To try this:

  • Select “Sources” panel.
  • Right click within sources pane and choose “Add Folder to Workspace”
  • Choose your file and right click > Map to Network Resources
  • Change your file code and view it.

References:

Fonte: How to use Chrome DevTools like a Pro — JotForm — Form Builder — Medium

15 Free HTML CSS3 Social Media Buttons

Muito simples de integrar. Usei um destes para OpenCart.

Social Button Collection

Includes differnt shapes and sizes of attraive social media buttons in css which can be easily added to your existing website code.

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social buttons

Pure Social Buttons in css3

A rolling effect with horizontal display of modern social icons will blow your mind.

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rolling css social button

Fancy Buttons

Another visual treat to the website  visitors to share your content or bookmark the website on their timeline.

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style button

Hover Fancy

This time you will find a different hover style which ends with a text display.

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fancy css

Sexy Social Buttons

Color effect on hover will display the original color of the top social network websites.

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sexy social buttons

Social Buttons Slide

Four major social media networks which can be showed up in your blog with vertical slide animation. The snippet also shows the social counter stats of your page or shared link.

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social slide

Social Footer

Social Footer with long shadows which can be used on footer of the page.

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social media icon for footerSocial Section

A set of social icons with nice hover effect.

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social buttons

Social Share

A social sharing icon set with three popular networks Google, Facebook, Twitter.

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social share

Social Networks

A bar of fixed social networks.

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social networks

 Circular Social Icons

A three icons showcasing Google, Facebook, twitter in all its glory.

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circular social icons

Share Buttons

A set of social media share buttons with a 3D effect that makes you want to click them!

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Share Buttons

Color Changing Social Bar

On hover on any of the social network icons the background portion will change color similar to the network.

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color social icons

Flat Social Buttons in CSS3

A long version of share buttons to match your website sidebar.

Source

flat long buttons

CSS Social Ribbons

Simple yet stylish CSS Social Ribbons.

Source

social ribbons

Social Navigation

A vertical style navigation.

Source

social navigation

Fonte: 15 Free HTML CSS3 Social Media Buttons

Videos incorporados responsivos

IN A WORLD of responsive and fluid layouts on the web ONE MEDIA TYPE stands in the way of perfect harmony: video. There are lots of ways in which video can be displayed on your site. You might be self hosting the video and presenting it via the HTML5 <video> tag. You might be usingYouTube or Vimeo which provides <iframe> code to display videos. You might be using Viddler or Blip.tv which provide nested object/embed tags to display a Flash player. In each of these scenarios, it is very common for a static width and height to be declared.

<video width="400" height="300" ... 
<iframe width="400" height="300" ... 
<object width="400" height="300" ...
      width="400" height="300" ... 

Guess what. Declaring static widths isn’t a good idea in fluid width environments. What if the parent container for that video shrinks narrower than the declared 400px? It will bust out and probably look ridiculous and embarrassing.

So can’t we just do this?

width="100%" ... 

Well, yep, you can. If you are using standard HTML5 video, That will make the video fit the width of the container. It’s important that you remove the height declaration when you do this, so that the aspect ratio of the video is maintained as it grows and shrinks, lest you get awkward “bars” to fill the empty space (unlike images, the actual video maintains it’s aspect ratio regardless of the size of the element). You can get there via CSS (and not worry about what’s declared in the HTML) like this:

video {
  width: 100%    !important;
  height: auto   !important;
}
Using HTML5 video, fluid is easy. NOTE: The example video is H.264 only, not in the three-ish formats it needs to be to be viewable in all modern browsers.

Video (YouTube, Vimeo, etc.)

Our little 100% width trick isn’t going to help us when dealing with video that is delivered via iframe. Setting a height is required, otherwise browsers will render the iframe at a static height of 150px1, which is far too squat for most video and makes for more R&E (Ridiculous and Embarrassing).

The iframe above is missing it’s height attribute. While it’s 100% width, it’s height is stupidly squat.

Fortunately there are a couple of possible solutions here. One of them was pioneered by Thierry Koblentz and presented on A List Apart in 2009:Creating Intrinsic Ratios for Video. With this technique, you wrap the video in another element which has an intrinsic aspect ratio, then absolute position the video within that. That gives us fluid width with a reasonable height we can count on.

 
.videoWrapper {
	position: relative;
	padding-bottom: 56.25%; /* 16:9 */
	padding-top: 25px;
	height: 0;
}
.videoWrapper iframe {
	position: absolute;
	top: 0;
	left: 0;
	width: 100%;
	height: 100%;
}
Whatever YouTube iframe embed code you paste within the .videoWrapper, you’ll see it presented in a fluid 16:9 box.

But, but… aspect ratios, legacy content, non-tech users, etc.

The above technique is awesome, but it has several possible limitations:

  1. It requires wrapper element, so just straight up copy-and-pasting code from YouTube is out. Users will need to be a bit more saavy.
  2. If you have legacy content and are redesigning to be fluid, all old videos need HTML adjustments.
  3. All videos need to be the same aspect ratio. Otherwise they’ll be forced into a different aspect ratio and you’ll get the “bars”. Or, you’ll need a toolbox of class names you can apply to adjust it which is an additional complication.

If either of these limitations apply to you, you might consider a JavaScript solution. Imagine this: when the page loads all videos are looked at and their aspect ratio is saved. Once right away, and whenever the window is resized, all the videos are resized to fill the available width and maintain their aspect ratio. Using the jQuery JavaScript Library, that looks like this:

// Find all YouTube videos
var $allVideos = $("iframe[src^='//www.youtube.com']"),

    // The element that is fluid width
    $fluidEl = $("body");

// Figure out and save aspect ratio for each video
$allVideos.each(function() {

  $(this)
    .data('aspectRatio', this.height / this.width)

    // and remove the hard coded width/height
    .removeAttr('height')
    .removeAttr('width');

});

// When the window is resized
$(window).resize(function() {

  var newWidth = $fluidEl.width();

  // Resize all videos according to their own aspect ratio
  $allVideos.each(function() {

    var $el = $(this);
    $el
      .width(newWidth)
      .height(newWidth * $el.data('aspectRatio'));

  });

// Kick off one resize to fix all videos on page load
}).resize();

Adding Vimeo

Vimeo uses iframes too, so what works for YouTube will work for Vimeo. The HTML/CSS technique doesn’t need any alteration at all, and the jQuery solution could be fixed changing a single line:

var $allVideos = $("iframe[src^='//player.vimeo.com'], iframe[src^='//www.youtube.com']"),
Updating our script to deal with Vimeo ain’t no thing.

<object> / Video (Viddler, Blip.tv, etc.)

Some home-brew video embedding, as well as video sharing services like Viddler and Blip.tv, use old-school nested object and embed tags. YouTube also did it this was until fairly recently. It’s old-school and non-standard, but this technique was very widely used because Flash was everywhere and it just worked.

Object/embed suffers from the same problem that iframes do, the width and height are required lest R&E results.

https://www.viddler.com/player/d6c37b62/
Without a set height, this object/embed collapses to 150px in height. Turns out <canvas> also has this behavior, despite not being explicitly set in the User Agent (browser) default stylesheet.

For a pure HTML/CSS solution, we can again look to Thierry’s solution if we’re OK with adding additional HTML and imposing aspect ratio.

.videoWrapper {
	position: relative;
	padding-bottom: 56.25%; /* 16:9 */
	padding-top: 25px;
	height: 0;
}
.videoWrapper object,
.videoWrapper embed {
	position: absolute;
	top: 0;
	left: 0;
	width: 100%;
	height: 100%;
}
HTML & CSS gettin’ it done, son.

If we don’t want to bother with the extra HTML wrapper and CSS complications, we could again rely on JavaScript. Our script can remain largely the same, except we’re going to look for object and embed elements rather than video or iframe elements.

var $allVideos = $("object, embed"),

And important to note: jQuery doesn’t allow the use of it’s .data() function on those types of elements, so we’ll need to use HTML5 data attributes2 to store and retrieve our aspect ratio data.

$(this)
   .attr('data-aspectRatio', this.height / this.width)

   ...

$el
   .width(newWidth)
   .height(newWidth * $el.attr('data-aspectRatio'));
https://blip.tv/play/gfgp5s0WAg
JavaScript making it more foolproof.

Putting it all together

So let’s say we are in the position where we have lots of legacy content, which includes videos of all makes and models, and we’re redesigning our site to be fluid. The most efficient route is going to be combine everything we’ve learned in this article and put it together. See the demo page for the complete workings.

View Demo

This article and the demo are all available on GitHub.

Fonte: Fluid Width Video

10 PHP Frameworks For Developers

PHP, known as the most popular server-side scripting language in the world, has evolved a lot since the first inline code snippets appeared in static HTML files. These days developers need to build complex websites and web apps, and above a certain complexity level it can take too much time and hassle to always start from scratch, hence came the need for a more structured natural way of development. PHP frameworks provide developers with an adequate solution for that.

In this post we carefully handpicked 10 popular PHP frameworks that can bestfacilitate and streamline the process of backend web development.

Why Use A PHP Framework

But first, let’s take a look at the top reasons why many developers like to use PHP frameworks and how these frameworks can level up your development process. Here’s what PHP frameworks do:

  • Make speed development possible
  • Provide well-organized, reusable and maintainable code
  • Let you grow over time as web apps running on frameworks are scalable
  • Spare you from the worries about low-level security of a site
  • Follow the MVC (Model-View-Controller) pattern that ensures the separation of presentation and logic
  • Promote modern web development practices such as object-oriented programming tools

1. Laravel

Although Laravel is a relatively new PHP framework (it was released in 2011), according to Sitepoint’s recent online survey it is the most popular framework among developers. Laravel has a huge ecosystem with an instant hosting and deployment platform, and its official website offers many screencast tutorials called Laracasts.

Laravel has many features that make rapid application development possible. Laravel has its own light-weight templating engine called “Blade”, elegant syntax that facilitates tasks you frequently need to do, such as authentication, sessions, queueing, caching and RESTful routing. Laravel also includes a local development environment called Homestead that is a packaged Vagrant box.

2. Symfony

The components of the Symfony 2 framework are used by many impressive projects such as the Drupal content management system, or the phpBB forum software, but Laravel – the framework listed above – also relies on it. Symfony has a wide developer community and many ardent fans.

Symfony Components are reusable PHP libraries that you can complete different tasks with, such as form creation, object configuration, routing, authentication, templating, and many others. You can install any of the Components with the Composer PHP dependency manager. The website of Symfony has a cool showcase section where you can take a peek at the projects developers accomplished with the help of this handy framework.

3. CodeIgniter

CodeIgniter is a lightweight PHP framework that is almost 10 years old (initially released in 2006). CodeIgniter has a very straightforward installation process that requires only a minimal configuration, so it can save you a lot of hassle. It’s also an ideal choice if you want to avoid PHP version conflict, as it works nicely on almost all shared and dedicated hosting platforms (currently requires only PHP 5.2.4).

CodeIgniter is not strictly based on the MVC development pattern. Using Controller classes is a must, but Models and Views are optional, and you can use your own coding and naming conventions, evidence that CodeIgniter gives great freedom to developers. If you download it, you’ll see it’s only about 2MB, so it’s a lean framework, but it allows you to add third-party plugins if you need more complicated functionalities.

4. Yii 2

If you choose the Yii framework you give a boost to the performance of your site as it’s faster than other PHP frameworks, because it extensively uses the lazy loading technique. Yii 2 is purely object-oriented, and it’s based on theDRY (Don’t Repeat Yourself) coding concept, so it provides you with a pretty clean and logical code base.

Yii 2 is integrated with jQuery, and it comes with a set of AJAX-enabled features, and it implements an easy-to-use skinning and theming mechanism, so it can be a great choice for someone who comes from a frontend background. It has also a powerful class code generator called Gii that facilitates object-oriented programming and rapid prototyping, and provides a web-based interface that allows you to interactively generate the code you need.

5. Phalcon

The Phalcon framework was released in 2012, and it quickly gained popularity among PHP developers. Phalcon is said to be fast as a falcon, because it waswritten in C and C++ to reach the highest level of performance optimization possible. Good news is that you don’t have to learn the C language, as the functionality is exposed as PHP classes that are ready to use for any application.

As Phalcon is delivered as a C-extension, its architecture is optimized at low levels which significantly reduces the overhead typical of MVC-based apps. Phalcon not only boosts execution speeds, but also decreases resource usage. Phalcon is also packed with many cool features such as a universal auto-loader, asset management, security, translation, caching, and many others. As it’s awell-documented and easy-to-use framework, it’s definitely worth a try.

6. CakePHP

CakePHP is already a decade old (the first version was released in 2005), but it’s still among the most popular PHP frameworks, as it has always managed to keep up with time. The latest version, CakePHP 3.0 enhanced session management,improved modularity by decoupling several components, and increased the ability of creating more standalone libraries.

CakePHP has a really remarkable showcase, it powers the websites of big brands such as BMW, Hyundai, and Express. It is an excellent tool for creating web apps that need high-level of security, as it has many built-in security features such as input validation, SQL injection prevention, XSS (cross-site scripting) prevention, CSRF (cross-site request forgery) protection, and many others.

7. Zend Framework

Zend is a robust and stable PHP framework packed with a lot of configuration options therefore it’s usually not recommended for smaller projects butexcellent for more complex ones. Zend has partners such as IBM, Microsoft, Google and Adobe. The coming major release, Zend Framework 3 will beoptimized for PHP 7 , but will still support PHP 5.5 onwards.

The current release, Zend Framework 2 also has many cool features such as cryptographic coding tools, an easy-to-use drag and drop editor with support for front-end technologies (HTML, CSS, JavaScript), instant online debugging and PHP Unit testing tools, and a connected Database Wizard. Zend Framework was created with the Agile methodology that facilitates delivering high-quality apps to enterprise clients.

8. Slim

Slim is a PHP micro framework that provides you with everything you need and nothing you don’t. Micro frameworks are minimalistic in design, they areexcellent for smaller apps where a full-stack framework would be an exaggeration. Slim’s creator was inspired by a Ruby micro framework calledSinatra.

Slim is used by many PHP developers for developing RESTful APIs and services. Slim comes with features such as URL routing, client-side HTTP caching, session- and cookie encryption, and it supports “flash” messages across HTTP requests as well. Its User Guide is an easy read, and if you are interested in the new features of the upcoming major release (already in beta), you can watch this primer video about Slim 3.

9. FuelPHP

FuelPHP is a flexible full-stack PHP framework that doesn’t only support the ordinary MVC pattern but also its evolved version, HMVC (Hierarchical Model-View-Controller) at the architecture level. FuelPHP adds an optional classcalled Presenter (formerly called ViewModel) between the Controller and View layers to hold the logic needed to generate Views.

FuelPHP is modular and extendable, takes care of security concerns by providing features such as input and URI filtering and output encoding, and it comes with its own authentication framework, with many other sophisticatedfeatures and a detailed documentation.

10. PHPixie

PHPixie is a quite new framework, it started in 2012 with the goal of creating a high-performance framework for read-only websites. PHPixie also implements the HMVC design pattern just like FuelPHP, and is built by using independentcomponents that can be used as well without the framework itself. The PHPixie components are 100% unit tested, and require minimum dependencies.

The official website has a tutorial that claims you can learn the framework in 30 minutes, and their blog also details many practical use cases. Among the features you can find the standard ORM (object-relational mapping), caching, input validation, authentication and authorization capabilities. PHPixie also allows you to use the HAML markup language, enables schema migration, and has a sophisticated routing system.

Fonte: 10 PHP Frameworks For Developers – Best Of – Hongkiat

XcodeGhost nos iPhones

Foi descoberto na semana passada um tipo de malware desenvolvido para iOS que conseguiu passar a segurança apertada relativa às aplicações que são submetidas na AppStore, colocando assim em risco vários milhões de utilizadores.

A Apple em declaração oficial já reconheceu a situação e já procedeu à remoção das aplicações infectadas sem dizer quantas ou quais é que se encontravam na AppStore.

Porque este é um assunto que levanta algumas dúvidas, deixamos agora aqui um FAQ com algumas pergunta e respostas sobre este malware para iOS.

1. O que é o XcodeGhost?

O XcodeGhost é um novo malware criado para afectar dispositivos que corram o iOS, tendo sido utilizado uma versão modificada do Xcode aquando do processo de criação da App.

2. Como é o XcodeGhost distribuído?

Uma versão do Xcode modificada com código malicioso foi introduzida num serviço de partilha de ficheiros do Baidu e descarregada por diversos programadores Chineses.

Desta forma esses programadores depois compilavam o software para iOS sem saberem que estavam a utilizar uma versão modificada do Xcode, o que permitiu que este malware conseguisse passar pelo processo de revisão da Apple para a aprovação das apps na AppStore.

3.Quais os dispositivos afectados?

Todos os modelos do iPhone, iPad e iPod Touch que corram uma versão do iOS compatível com as aplicações infectadas.

4. Quais as aplicações infectadas?

A empresa de segurança Palo Alto Networks, partilhou uma lista com mais de 50 aplicações infectadas, incluíndo WeChat, NetEase Cloud Music, WinZip, Didi Chuxing, Railway 12306, China Unicom Mobile Office.

5. Quantos utilizadores foram afectados?

Especula-se que cerca de 500 milhões de utilizadores possam ter descarregados uma das aplicações (ou actualizações) principalmente devido ao facto da app WeChat ser bastante popular na China.

6. Quais as versões do Xcode afetadas?

Qualquer versão da 6.1 à 6.4.

7. Quais os riscos que o XcodeGhost apresentam para o utilizador?

As aplicações infectadas permitem recolher informação sobre os dispositivos e depois, de forma encriptada, enviam esses dados para os servidores (C2) geridos pelos hackers. Os dados podem incluir:

      Hora e data actual
      Nome da aplicação infectada
      O bundle identifier da app
      Nome e tipo do dispositivo infectado
      Idioma e região do dispositivo
      UUID do dispositivo infectado
      Tipo de rede

Foi também descoberto que as aplicações infectadas podem receber comandos enviados pelos servidores geridos pelos hackers para alterar o comportamento da app:

      Criar uma janela a pedir usernames e passwords (phishing)
      Comprometer diversos URLs (hijacking) abrindo assim uma porta de possibilidades para explorar novas falhas no iOS.
      Ler e escrever dados no clipboard do iOS.
8. O XcodeGhost pode afectar utilizadores fora da China?

Sim. Algumas das apps infectadas estão disponíveis na AppStore de diversos países. A CamCard por exemplo é uma aplicação popular para ler e guardar cartões de visita que está disponível na AppStore dos EUA e outros países, enquanto que a WeChat apenas está disponível na China / países Asiáticos.

9. Porque é que os programadores descarregaram o Xcode modificado?

Devido ao tamanho do Xcode alguns programadores preferem descarregar o software disponível em mirrors em vez de o descarregarem dos servidores da Apple.

10. Como estão a Apple e os programadores a resolver o problema?

A Palo Alto Network diz que está a trabalhar em conjunto com a Apple para resolver o problema e para melhorar os processos de detecção, enquanto que os programadores actualizaram as suas aplicações para remover o malware.

A Apple emitiu um comunicado na reuters sobre este assunto: “We’ve removed the apps from the App Store that we know have been created with this counterfeit software. We are working with the developers to make sure they’re using the proper version of Xcode to rebuild their apps.”

11. Como me posso proteger?

Os utilizadores devem actualizar/remover imediatamente qualquer aplicação lista aqui. Alterar a password do iCloud ou quaisquer outras passswords introduzidas no seu dispositivo é também aconselhado.

Os programadores devem actualizar o Xcode para a versão 7 ou 7.1 beta e fazer o download apenas de fontes oficiais, neste caso os servidores da Apple.

Em Portugal os casos devem ser muito poucos, mas é sempre bom confirmar que sem alguma destas aplicações instaladas no seu dispositivo iOS.

Fonte: MacRumours

Fonte: Tudo sobre o virus do iPhone

App Store: Apple inicia limpeza devido a ataque de grande dimensão

Até ontem, apenas cinco apps infetadas chegaram à loja da Apple sem ser detetadas. Apple alerta programadores para não usarem ferramentas contrafeitas.

A Apple confirmou que a loja de apps do iPhone e do iPad foi alvo de um ataque de grandes proporções. A companhia reagiu ontem aos alertas lançados por várias empresas de segurança eletrónica dando início a um processo de “limpeza” da apps contaminadas por um código malicioso conhecido por XcodeGhost. O número de apps e utilizadores infetados não foi ainda revelado.

O nome do XcodeGhost explica em parte o método de disseminação deste malware: segundo referem os peritos, este código malicioso conseguiu pepetrar o primeiro ataque de grandes dimensões à loja da Apple através de uma “imitação” da plataforma Xcode, que costuma ser usada para as softwarehouses desenvolverem aplicações para os terminais da Apple.

O XcodeGhost terá começado a disseminar-se depois de vários programadores terem descarregado a versão maliciosa num servidor chinês, que teria como atrativo downloads mais rápidos que aqueles que, em média, costumam ser disponibilizados pelos servidores da Apple nos EUA.

De acordo com a BBC, as apps criadas com o XcodeGhost podem ser usadas para, remotamente e sem que os respetivos produtores saibam, desviar dados dos utilizadores, ou lançar falsos alertas que permitem obter passwords. Wechat, a app de aluguer de carros Didi Kuaidi, e o serviço de música da Netease estão entre as aplicações infetadas.

A Apple anunciou ontem que já começou a remover apps criadas com a versão contrafeita da Xcode (e que é conhecida por XcodeGhost). Mas essa é apenas uma parte da missão que a companhia tem pela frente: «Estamos a trabalhar com os programadores para garantir que estão a usar a versão adequada do Xcode para reconstruírem as apps», anunciou Christine Monaghan, porta-voz da Apple.

A Reuters revisitou o histórico de ataques à App Store e concluiu que, até à “invasão do XcodeGhost” apenas cinco apps tinham logrado passarem pelo escrutínio a que a Apple submete todas as aplicações antes de começar a disponibilizá-las na respetiva loja de software.

Entre os especialistas, há quem admita que outras lojas de aplicações poderão vir a ser alvo desta nova tendência de ataque que centra a mira nos programadores.

Fonte: App Store: Apple inicia limpeza devido a ataque de grande dimensão

5 mitos relacionados com baterias de dispositivos móveis

Todos nós nos habituámos a ouvir sugestões relacionadas com a utilização dada às baterias dossmartphones. Ainda hoje é comum ouvir a conversa da bateria que está viciada, quando simplesmente apresenta desgaste.

Mas existem outros mitos em volta das baterias e da sua utilização…

1. Não se deve utilizar o dispositivo enquanto a bateria está a carregar

Na verdade, os mitos surgem mas não são dadas grandes explicações quanto à sua possível credibilidade. Por que não utilizar o smartphone ou o tablet enquanto está a carregar?

Uma consequência dessa utilização será a de um carregamento mais lento, dependendo do tipo de tarefa que está a ser executada enquanto carrega. Outra das consequências, a que deve realmente ter algum cuidado, é do aquecimento do equipamento, já que está a ser alvo de um esforço extra. Como o calor é o maior inimigo da bateria, uma temperatura excessiva é prejudicial à bateria, não necessariamente apenas durante o período de carga.

2. Carregue sempre a bateria ao máximo!

Muitos dos mitos que ainda hoje se ouvem estão relacionados com as antigas baterias que vinham integradas nos nossos primeiros telemóveis, as baterias de níquel cádmio. Mas hoje em dia, os dispositivos estão, na sua grande maioria, equipados com baterias de iões ou polímeros de lítio, sendo muito mais modernas e com um desempenho muito mais eficiente.

Este tipo de baterias (que não vicia) tem uma vida útil que depende dos ciclos de carga, logo, quantos mais ciclos completar mais rapidamente irá degradar-se. Portanto, manter a bateria entre os 40% e os 80% será mais saudável para a vida útil da sua bateria. Mas se carregar a bateria ao máximo, ou se a deixar descarregar até níveis mais baixos (não inferiores a 10%), não irá notar, a curto prazo, perdas de autonomia significativas. Já uma descarga completa poderá inutilizar definitivamente uma bateria.

Leia também: O meu smartphone pode ficar a carregar durante toda a noite?

3. Não se pode deixar o smartphone a carregar durante toda a noite!

A verdade é que pode. Esta questão vai um pouco de encontro ao mito anterior. Se por um lado, para aumentar o tempo de vida de uma bateria, a sua carga deve oscilar entre os 40% e os 80%, por outro lado, na prática, são muito poucos os utilizadores que o fazem ou passaram a fazer. Deixar o equipamento ligado à electricidade muito tempo depois de atingir os 100% de carga não será um problema para a maioria deles.

Hoje em dia, todos os equipamentos estão preparados para que, assim que atinjam os 100% de carga, parar de receber energia, pelo que não serão alvo de sobrecarga.

No entanto, os fabricantes têm vindo a alertar para que os equipamentos que fiquem a carregar durante muitas horas seguidas não fiquem cobertos com cobertores, por exemplo, ou para que seja retirada a sua capa durante o processo, já que tendem a aquecer durante o processo de carga.

4. Não é necessário desligar nunca o seu dispositivo móvel

Já que desligá-lo poderá danificar a bateria.

Dar algum descanso à bateria ou ao próprio dispositivo não lhe fará mal nenhum. Pelo contrário. Esta acção poderá até ser benéfica para o dispositivo, já que irá “matar” algumas das acções em processo que tendem a diminuir o desempenho dos dispositivos. Pode também ajudar a que o dispositivo atinja uma temperatura mais baixa durante esse período.

5. Desligue Wi-Fi, o GPS e o Bluetooth para economizar bateria

Esta ideia pode não ser um total disparate, ou não ser propriamente um mito, dependendo do equipamento em utilização.

Em primeiro lugar, o Wi-Fi é um recurso relativamente económico, com pouca influência na autonomia. Já os dados móveis são mais consumidores de energia do que o Wi-Fi. Se está no escritório e só liga o Wi-Fi quando necessita mesmo de Internet no smartphone ou no tablet, a poupança de bateria que julga estar a fazer pode ser residual.

Quanto ao GPS, o dispositivo móvel, só o irá pedir localização quando realmente necessitar dela e, nesses casos, terá mais trabalho a ligá-lo manualmente, do que se o mantiver sempre ligado.

Os dispositivos móveis modernos já vêm todos equipados com Bluetooth 4.0, de muito baixo consumo de energia, pelo que as preocupações associadas à autonomia já não se colocam há muito.

Quais os hábitos que tem no tratamento das baterias?

Fonte: 5 mitos relacionados com baterias de dispositivos móveis