Google Maps – Veja os seus percursos em 3D

Google Maps – Veja os seus percursos em 3D

Criado por Pedro Simões em 8 de Outubro de 2011 | 5 comentários

A constante evolução dos diferentes serviços que a Google disponibiliza leva a que deixemos escapar algumas novidades bem interessantes. Um exemplo foi a disponibilização da vista em 3D dos percursos que definimos no Google Maps.

Com esta novidade podemos passar a ter uma vista mais real e de um ângulo mais agradável dos percursos que pedimos ao Google Maps para nos mostrar.

Até agora, sempre que pedíamos a indicação de direcções para irmos do ponto A para o ponto B no Google Maps, se quiséssemos ver em detalhe os pontos por onde tínhamos de passar, eram apresentadas imagens em formato 2D e no mapa, sem qualquer detalhe adicional.

Agora, podemos ver essas mesmas imagens, mas num formato 3D, com detalhes de relevo e da geografia, como se estivéssemos num helicóptero. Com esta alteração, ficamos com uma maior percepção e detalhe dos caminhos que vamos ter de percorrer. Vamos assim conseguir preparar melhor as nossas viagens.

Para usarem esta nova funcionalidade do Google Maps devem ter instalado o Google Earth plug-in. Caso não o tenham podem encontrar o link para o descarregarem no final deste artigo.

Para acederem a esta nova funcionalidade devem, como é natural, definir um trajecto para o Google Maps vos dar indicações. Depois de definidos os pontos de inicio e fim, serão mostrados os diferentes locais por onde devem passar. Junto a essas indicações vão verificar que existe agora um pequeno botão com a indicação 3D. Carreguem nesse botão e o mapa será alterado para o formato 3D e o percurso será mostrado nesse formato.

Podem a qualquer momento parar essa navegação no percurso e explorar com maior detalhe os locais por onde vão ter de passar. Para isso devem carregar no botão de pausa que se encontra no canto inferior esquerdo do mapa. É nesse mesmo local que podem retomar a navegação no percurso.

A Google mais uma vez inovou nos seus produtos e deu aos seus utilizadores ferramentas para estes poderem explorar ainda mais os recursos que têm ao seu dispor.

Download: Google Earth plug-in
Homepage: Google Maps

OpenDNS – Bloqueie o Facebook na sua empresa

OpenDNS – Bloqueie o Facebook na sua empresa

Criado por Pedro Pinto em 10 de Outubro de 2011 | 75 comentários

Na sequência do artigo Router Thomson – Filtragem de sites da Web (Parte I) recebi um e-mail de um leitor a questionar como poderia bloquear o Facebook na sua empresa uma vez que os funcionários perdiam muito tempo nessa rede social. Esta não foi a primeira vez que alguém me solicitou algo do género e nesse sentido decidi fazer artigo com uma solução muito rápida e simples e implementar.

nofacebook

Quando abrimos um browser costumamos indicar o nome do site que pretendemos consultar. Em traços gerais, o serviço DNS é responsável por traduzir nomes em IP’s e vice-versa, isto é, quando escrevemoswww.pplware.com, há uma consulta ao servidor de DNS para saber qual o IP correspondente (para saber mais como tudo funciona, leia aqui o nosso artigo sobre DNS).

Uma forma muito rápida de “controlar” o acesso a determinados sites/domínios é usando o serviço OpenDNS. Trata-se de uma rede de servidores de DNS muito rápidos e fiáveis, de utilização gratuita e também mais seguros (têm inclusive um sistema de protecção contra phishing). Depois do utilizador se registar no site, passa a ter acesso a muitas funcionalidades, como por exemplo, bloqueio de sites e domínios, definição de atalhos para endereços, etc.

Como bloquear então o Facebook?

Para bloquear o Facebook na sua rede deve proceder aos seguintes passos:

1) Para quem ainda não tem conta no serviço OpenDNS, pode criar aqui gratuitamente uma conta.

2) Depois de criada a conta, vamos a Settings e adicionamos a nossa rede (detecta automaticamente) e em seguida carregamos em Add this Network

openDNS_01

3) Indicamos uma pequena descrição para a nossa rede e depois carregamos em Done

openDNS_02

4) Agora carregamos na rede criada para aceder às opções disponíveis

openDNS_03

5) Vamos agora proceder ao bloqueio do domínio propriamente dito. Para isso podemos incluir a informação do domínio em Manage indididual domain e colocar no estado Always Block. (Num próximo artigo falaremos sobre os outros filtros…fica prometido)

openDNS_04

Depois basta confirmar a opção seleccionando “Block facebook.com” e finalizar carregando em Confirm.

openDNS_05

E está feita a configuração do serviço OpenDNS para bloqueio do facebook. O próximo passo é começar a usar os servidores de DNS no nosso sistema. Desta forma os nomes passam a ser traduzidos em IP’s com base no serviço OpenDNS. Há cerca de um ano e meio ensinamos aqui como configurar os servidores de DNS da Google. Basicamente o processo é o mesmo, no entanto devem usar os seguintes endereços:

  • 208.67.222.222
  • 208.67.220.220

openDNS_06

E está feito. Vamos então testar se está a funcionar. Para isso abram um browser e acedam ao facebook.com….Tccchharaaaaaaam…This domain is blocked!

openDNS_00

Como puderam ver, o processo é muito simples. Se quiserem aplicar tal procedimento a outras máquinas basta apenas alterem os DNS para os referidos anteriormente. Esta é uma solução bastante simples e rápida de implementar. Se tiverem outras soluções deixem em comentário.

No vosso trabalho o Facebook ou outro serviço também está bloqueado?

Extensão Chrome: Chrome Remote Desktop

Extensão Chrome: Chrome Remote Desktop

Criado por Pedro Simões em 10 de Outubro de 2011 | 7 comentários

O Chrome, browser da Google, tem estado lentamente a tornar-se um dos preferidos dos internautas. Para além de uma facilidade de utilização extrema, podemos adicionar-lhe características e funcionalidades únicas.

Uma dessas funcionalidades, que prometem revolucionar a Internet, foi agora apresentada, apesar de ter estado a ser desenvolvida há já bastante tempo. Falamos da possibilidade de termos um remote desktop sem termos de recorrer a software de terceiros, graças à extensão Chrome Remote Desktop.

Esta extensão, a primeira a fazer uso da funcionalidade de remote desktop do Chrome, permite que acedam a computadores remotos sem terem de usar softwares como o TeamViewer ou outros.

Basta que tenham a última versão estável do Chrome e a extensão Chrome Remote Desktop instalada. Esta extensão irá ficar acessível junto das outras WebApps e basta que cliquem no ícone que está disponibilizado.

O Chrome Remote Desktop está disponível em todas as plataformas onde o Chrome pode ser executado, o que abrange o Windows, o Linux, o Mac OS X e os ChromeBooks.

Para poderem usar o Chrome Remote Desktop devem ter uma conta Google ou Google Apps e devem permitir que esta aceda aos vossos dados. Este processo é realizado na primeira utilização do Chrome Remote Desktop.

Depois deste processo terminado é-vos mostrada a possibilidade de acederem a uma máquina remota ou darem acesso à vossa máquina.

O processo de ligação é controlado através da geração de uma chave numérica que deve ser partilhada com quem pretendem que aceda ao vosso computador. O Chrome Remote Desktop usa os portos 443 e 5222 para que as ligações sejam estabelecidas.

Basta então que gerem o vosso código de acesso e que o partilhem para que o acesso à vossa máquina seja garantida. Por outro lado basta que coloquem o código de acesso que partilharem convosco para que passem a ter acesso ao computador que pretendem controlar.

O utilizador a quem o computador estão a aceder pode a qualquer momento terminar a ligação remota bastando para isso que feche a janela do browser onde o Chrome Remote Desktop está a ser executado. Podem ainda usar uma janela de controlo que foi aberta no inicio da ligação.

O Chrome Remote Desktop está ainda numa fase beta do seu desenvolvimento, mas tem já disponível todas as funcionalidades básicas e necessárias para o seu correcto funcionamento. Podem confiar nesta extensão pois a mesma foi desenvolvida pela equipa que desenvolve o Chromium.

Testem o Chrome Remote Desktop e vejam mais uma das funcionalidades que o Chrome disponibiliza em primeira mão. Vai ser assim que todos os que têm ChromeBooks vão poder requerer suporte para os seus computadores.

Se durante a utilização do Chrome Remote Desktop tiverem algum problema, podem sempre recorrer à página de suporte da Google.

Veja aqui mais extensões e aplicações Chrome

Leia mais informação sobre plugins Chrome no Forum Pplware: Google Extensions e Google Chrome

Download: Chrome Remote Desktop Beta 1.2.20109.8300
Homepage: Chrome Remote Desktop Beta

Mesmo desligado o Facebook espia-o

As questões de segurança já ultrapassam o que os olhos conseguem ver e que a razão consegue explicar, tudo tem um mas… e quem conta um conto, actualmente acrescenta um buraco… na segurança. O Facebook é um local de contos e encontros mas é um local que o expõe a sérios problemas de privacidade.

Para não ter problemas, desligue o Facebook… mas agora nem isso chega, ao que parece!

ACTUALIZAÇÃO (27/09/2011 – 23h): O Facebook, após ter negado as acusações de “espiar” a actividade do internauta mesmo após o logout, recorrendo aos Cookies, acabou por modificar hoje o comportamento do Cookies. Foi revelado, por um porta-voz/engenheiro, o verdadeiro motivo para ainda assim existirem alguns Cookies, descartando por completo qualquer intenção de monitorizar o utilizador. [+info]

Na semana passada, um investigador que já conhecemos como sendo um curioso das redes socias, Nik Cubrilovic, descobriu que os Cookies do Facebook permitem que mesmo o serviço estando desligado, possa ser feito um rastreio à actividade Web de um utilizador, recolhendo informação sobre os sites que este visita… sim, mesmo que tenha feito o logout do Facebook!

Esta recolha de informação continua activa porque o mecanismo hoje usado nas páginas da Internet, que permitem o Like, recolhe activamente essa função e caso o Facebook tenha o login feito este dispara o Like e permite que o post seja colocado no perfil do utilizador.

Caso o utilizador tenha o Facebook em logout (sem as credenciais inseridas e activas) o Cookie continua a detectar o mecanismo Like nas páginas pois este não é excluído com o logout, como deveria ser. Este continua com o ID do utilizador e detecta todo o percurso que este faz pela Net.

Este tipo de informação é muito valiosa para quem gere uma estrutura social, como o Facebook, pois determina o tipo de comportamento e fortes alvos para o serviço se expandir, tendo em conta hábitos e conhecimentos do utilizador.

Nik Cubrilovic fez um teste e dá conta que, depois de criar algumas contas falsas do Facebook e usando cada uma delas por um certo período de tempo, o Facebook sugeriu a sua conta original como amigo aquelas contas falsas que ele usou por algum tempo.

Esta promiscuidade provou que não haveria forma do Facebook saber da familiaridade entre utilizadores se não recorresse a algum método que gravasse o processo mesmo quando ele fazia logout de uma conta elogin na outra. Estes métodos não são novos, mas na verdade não são tidos como função nativa ao serem apresentados ao utilizador, sendo assim uma invasão da privacidade do utilizador.

Informação complementar acerca do método

Após um login normal na conta do Facebook, pela interface Web, é originado o seguinte Cookie:

datr=tdnZTOt21HOTpRkRzS-6tjKP;

lu=ggIZeheqTLbjoZ5Wgg;

openid_p=101045999;

c_user=500011111;

sct=1316000000;

xs=2%3A99105e8977f92ec58696cf73dd4a32f7;

act=1311234574586%2F0;

O pedido para a função de logout recebe a resposta do servidor que tenta desactivar os seguintes Cookies.

Set-Cookie:


_e_fUJO_0=deleted;

expires=Thu, 01-Jan-1970 00:00:01 GMT;

path=/; domain=.facebook.com; httponly

c_user=deleted;

expires=Thu, 01-Jan-1970 00:00:01 GMT;

path=/; domain=.facebook.com; httponly

fl=1; path=/; domain=.facebook.com; httponly

L=2; path=/; domain=.facebook.com; httponly

locale=en_US;

expires=Sun, 02-Oct-2011 07:52:33 GMT;

path=/; domain=.facebook.com

lu=ggIZeheqTLbjoZ5Wgg;

expires=Tue, 24-Sep-2013 07:52:33 GMT;

path=/; domain=.facebook.com; httponly

s=deleted;

expires=Thu, 01-Jan-1970 00:00:01 GMT;

path=/; domain=.facebook.com; httponly

sct=deleted;

expires=Thu, 01-Jan-1970 00:00:01 GMT;

path=/; domain=.facebook.com; httponly

W=1316000000;

path=/; domain=.facebook.com

xs=deleted;

expires=Thu, 01-Jan-1970 00:00:01 GMT;

path=/; domain=.facebook.com; httponly

Para ver facilmente os Cookies desactivados basta reparar nos nomes sublinhados. Se se compararem os Cookies que foram activados no pedido de login com os Cookies desactivados no pedido de logout, é possível reparar facilmente que há vários Cookies que não foram apagados e há dois (locale e lu) que recebem novas datas de validade. Há ainda três novos Cookies (W, fl e L) que são definidos.

Ao carregar a página do Facebook novamente mas agora sem qualquer conta aberta (como um novo utilizador), é possível ver o seguinte.

Cookie:


datr=tdnZTOt21HOTpRkRzS-6tjKP;

openid_p=101045999;

act=1311234574586%2F0;

L=2;

locale=en_US;

lu=ggIZeheqTLbjoZ5Wgg;

lsd=IkRq1;

reg_fb_gate=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Findex.php%3Flh%3 Dbf0ed2e54fbcad0baaaaa32f88152%26eu%3DJhvyCGewZ3n_VN7xw1BvUw;

reg_fb_ref=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Findex.php%3Flh%3 Dbf0ed2e54fbcad0b1aaaaa152%26eu%3DJhvyCGewZ3n_VN7xw1BvUw;

O primeiro Cookie que identifica o primeiro utilizador ainda se encontra lá (act é o número de utilizador), mesmo após ter sido feito logout e estando fora da conta. O pedido de logout envia ainda nove diferentes Cookies, incluindo os mais relevantes na identificação do utilizador.

Este comportamento levanta uma maior preocupação quando as pessoas utilizam máquinas públicas para navegar e visitar o seu perfil, pois deixam ficar o seu ID e informação pessoal gravada em computadores acessíveis a qualquer utilizador.

Com os inúmeros serviços conexos ao Facebook, plugins e muitas outras funcionalidades que as pessoas usam sobre o Facebook, o ideal seria que ao fazer o logout estes Cookies fossem apagados, não sendo mesmo possível recuperar de forma simples na pesquisa pela superfície do disco, isto pela informação que recolhem pois esta é sensível e privada.

Este comportamento, de usurpação da privacidade de cada individuo na Web, não é novo mas está a tornar-se feroz, as grandes empresas como a Google, Microsoft, Apple, Facebook… entre outras, estão constantemente o ultrapassar os limites da idoneidade no que se refere à protecção da privacidade dos seus utilizadores.

Segundo a fonte, o Facebook foi contactado no sentido de esclarecer estes factos. Inicialmente Nik enviou um email no dia 14 de Novembro de 2010, quer para o contacto de questões quer para o contacto de imprensa de forma a obter uma resposta oficial. Não foi recebida qualquer reposta. Mais tarde, a mesma acção foi repetida e, adicionalmente, para “alguém conhecido” na equipa do Facebook no dia 12 de Janeiro de 2011. Novamente, não foi recebida qualquer resposta. Nik salienta ainda que foi tudo exposto de forma clara e a importância desse assunto foi devidamente elevada. [via]

 

Fonte: Mesmo desligado o Facebook espia-o – Pplware

If I Die – Aplicação do Facebook usada para infectar o PC

If I Die – Aplicação do Facebook usada para infectar o PC

Criado por Vítor M. em 20 de Setembro de 2011 | 0 comentários

A criminalidade está a aumentar, principalmente a praticada através  da Internet. Nos últimos tempos, são muitas as noticias que têm sido publicadas e que dão conta da prática de crimes praticados no mundo online..

São usados todos o meios ao alcance dos criminosos onde o alvo principal é a banca online mas o engodo começa nos mais ingenuos serviços que podem fazer parte das rotinas sociais dos utilizadores. Um dos mais recentes iscos chama-se If I Die e chega ao utilizador na forma de uma aplicação do Facebook, infectando as máquinas dos utilizadores mais incautos.

Os utilizadores recebem um e-mail no qual  lhes é oferecido a possibilidade de descarregar uma aplicação para o Facebook chamada “If I die” que permite deixar uma mensagem para os seus seres queridos para que o oiçam depois da sua morte.

Contudo, se os utlizadores descarregarem o ficheiro em anexo que está no e-mail, o que provavelmente morrerá será o seu computador, já que será vítima de um ataque combinado que inclui uma infecção de um keylogger e um backdoor.

O primeiro encarregar-se-á de roubar todas as palavras-passe que o utilizador introduza no seu computador, passando-as depois ao criador do malware para que possa aceder a contas bancárias, correio electrónico, página do Facebook, etc. do utilizador infectado.

O backdoor, por seu lado, abre uma porta no equipamento e permite ao ciber-criminoso tomar o controlo do mesmo, permitindo-lhe utilizá-lo com fins maliciosos e, inclusive, tirar fotografias através da webcam se o equipamento tiver uma instalada.

Finalmente, um terceiro componente descarrega no equipamento um falso ecrã do jogo online Steam com o intuito de, se o utilizador tiver conta neste jogo, roubar-lhe também as chaves de acesso.

“Este ataque combinado é muito perigoso já que deixa toda a informação do utilizador ao alcance da mão dos “ciberdelinquentes”, de maneira a que estes possam aceder à suas contas, roubar a sua identidade, roubar dinheiro, etc.”, explica Jocelyn Otero Ovalle, Directora de Marketing da BitDefender para Espanha e Portugal, adicionando: “o mais curioso é que os ciberdelinquentes elegeram como isco uma aplicação que existe na realidade. Seguramente para se aproveitarem da sua popularidade.”

Arquivado na categoria: Informação, Segurança

qrstuff – Crie facilmente códigos QR Online

qrstuff – Crie facilmente códigos QR Online

Criado por Pedro Pinto em 2 de Setembro de 2011 | 5 comentários

Os códigos QR vieram para ficar! Em tempos, numa deslocação a Espanha, achei inovador ver numa feira municipal uma barraca onde se vendiam pulseiras e outras bugigangas, um cartaz com um código QR para as pessoas consultarem o site. Atualmente os códigos QR estão presentes nos mais diversos objetos como por exemplo cartões de visita, publicidades indoor e outdoor, embalagem das pastilhas elásticas na garrafa do líquido da loiça, camisolas, etc.

Hoje vamos conhecer o qrstuff, um site que permite criar facilmente códigos QR.

qr_00

O site qrstuff permite criar facilmente códigos QR para os mais diversos fins. A criação de qualquer código QR é realizado em 4 passos:

Passo 1 – Definição do tipo de dados a incluir no código QR (ex. Texto normal, um URL, número de telefone, e-mail, Localização no google maps, Login para wifi, etc);

Passo 2 – Introdução do texto (ex. Texto normal, um url de um site ou serviço, etc); De referir que este campo muda conforme o tipo de dados definido.

Passo 3 – Escolha da cor do código QR (normalmente é preto e branco)

Passo 4 – Envio do resultado (ex. via –email)

Vamos a um exemplo…vamos imaginar que queremos um código QR impresso numa camisola, e que este aponte para o site do pplware. Começamos por definir o tipo de dados como Website URL e no conteúdo colocamos o site do pplware (http://www.pplware.com)

qr_pplware

Se indicarmos que pretendermos criar uma camisola com o código QR produzido, o site disponibiliza de imediato um conjunto de modelos de camisolas bastante originais que podemos até adquirir.

qr_pplware02

Fácil não é? Além do site qrstuff existem muitos outros que permitem criar e descodificar facilmente qualquer código QR. Já agora, a titulo de curiosidade, deixamos aqui a estrutura tradicional de um código QR.

qr_struct

Para quem quiser saber mais sobre esta tecnologia aconselhamos a lerem os artigos relacionados.

Artigos relacionados

Homepage: qrstuff

Use o Wolfram Alpha para Gerar Códigos QR e Códigos de Barras

Use o Wolfram Alpha para Gerar Códigos QR e Códigos de Barras

Criado por Vítor M. em 4 de Setembro de 2011 | 8 comentários

Wolfram Alpha é uma ferramenta fantástica, que podemos usufruir de forma gratuita online. Não é um motor de pesquisa que lhe devolve páginas, não, este serviço é um motor de pesquisa que lhe devolve conhecimento, dados demográficos, cálculos matemáticos, estatísticas sócio-económicas, factos, muitos factos sobre o seu objecto de pesquisa.

O serviço, desenvolvido pela Wolfram Research e apresentado ao público em 2009, responde à perguntas que lhe fazemos de forma directa, recorrendo ao processamento da resposta extraída de uma base de dados devidamente estruturados onde foram tidos em conta para esses resultados, páginas de informação, documentos ou outros serviços onde o conhecimento relacionado possa estar presente. Assim, é muito interessante perguntar algo ou pedir que faça alguma coisa, como por exemplo gerar Códigos QR ou Códigos de Barras.

Deveríamos, muitas vezes, recorrer a este serviço quando estamos com dúvidas sobre determinado assunto, ou quando queremos expor uma informação de forma eficiente. Conseguiríamos muito provavelmente mais resultados, mais conhecimento, do que aquele que possuímos.

Temos vindo a falar nos últimos dias, em serviços que permitem ao utilizador ligar a uma rede wifi através de um código QR. Estes e muitos outros requerem uma aplicação que permita gerar os tais códigos QR. Além disso vamos deixar também a indicação de como gerar códigos de Barras.

Sabia que pode gerar códigos QR e códigos de Barras no Wolfram Alpha para seu uso pessoal?

Gerar Códigos QR

1. Vamos ao Wolfram Alpha.

2. Na caixa de pesquisa escrevemos o seguinte texto:

qr code for pplware.com

Substitua pplware.com pela sua informação que pretenda estar representada no código Q, essa informação pode ser um endereço de uma web page, pode ser um endereço de mail, um nome, um produto, uma mensagem, etc…

3. Clique no botão = ou clique na tecla ENTER do seu teclado.

4. O seu código QR será gerado em segundos.

5. Como pode ver o Wolfram Alpha gerou o código e permite que seja guardada essa imagem, para o fazer pode clicar em cima da imagem com o botão direito do rato ou, naquela aba de canyo em baixo da imagem, levantar e clicar onde diz Save as Image.

Gerar Códigos de Barras

1. Vamos ao Wolfram Alpha.

2. Na caixa de pesquisa escrevemos o seguinte texto:

barcode for pplware.com

3. Clique no botão = ou clique na tecla ENTER do seu teclado.

4. O seu código de Barras será gerado em segundos.

5. Como pode ver o Wolfram Alpha gerou o código e permite que seja guardada essa imagem, para o fazer pode clicar em cima da imagem com o botão direito do rato ou, naquela aba de canto em baixo da imagem, levantar e clicar onde diz Save as Image.

Esta opção, para os códigos de barras, permite que retire mais informação sobre o código. Neste caso sobre os Códigos 128, 93 e 39).

Esta é uma nova dorma de gerar códigos, códigos estes que serão importante se usados e popularizados. Podem conter informação útil para diversos fins, desde informativos a publicitários. Embora seja ainda pouco conhecida, esta técnica será no futuro fonte de informação para os produtos alimentares, designado o cento de produção, validade, etc…

ShouldIChangeMyPassword? – A resposta é simples

ShouldIChangeMyPassword? – A resposta é simples

Criado por Pedro Simões em 6 de Setembro de 2011 | 17 comentários

Os tempos mais recentes têm sido ricos em problemas relacionados com o roubo de identidades de utilizadores. Diversos sites foram atacados e os dados dos seus utilizadores foram copiados para as mãos de quem não deveria ter acesso aos dados. Muitas vezes esses dados são roubados e nós, os utilizadores visados, nem damos por esse furto. Só conseguimos saber quando começamos a perceber que nos estão a aceder a outros serviços que temos configurados com o mesmo email e a mesma password.

Ma agora já temos maneira de verificar se o nosso endereço de email foi comprometido e se os nossos dados foram roubados. Usamos para isso o ShouldIChangeMyPassword?.

Este site permite que verifiquem se os vossos dados (email) consta da base dados dos principais grupos de hackers. Essa informação tipicamente é pública e por isso o acesso a ela é fácil.

O que o ShouldIChangeMyPassword? faz é verificar se o vosso endereço de email consta dessas bases de dados e apresenta-vos informação sobre a sua presença. A lista das bases de dados que o ShouldIChangeMyPassword? é extensa e pode ser consultada aqui.

Caso conste então a resposta ao nome do site é SIM! Devem de imediato proceder à alteração da password (comum) que usam para aceder aos serviços e sites da Internet.

Coloquem então o vosso endereço e carreguem no botão Check It!. A vossa sorte será mostrada com uma bola verde ou vermelha que é apresentada após a verificação.

Caso o vosso endereço conste da lista de endereços afectados, será mostrado o número de vezes que consta dessas listas e a data da última entrada.

Se quiserem podem verificar vários endereços ao mesmo tempo. Basta que para isso usem a opção Bulk Check. Devem colocar então uma lista de endereços que tenham para que estes sejam verificados.

Usem o ShouldIChangeMyPassword? para verificar se o vosso endereço de emails, e outros dados, foram roubados numa das últimas investidas dos grupos de hackers que andam a atormentar os administradores de sites por essa Internet fora.

O facto de o vosso endereço de email não surgir como comprometido não vos garante que esses dados estão a salvo, mas pelo menos conseguem perceber se nos maiores ataques estes foram ou não comprometidos e caso tenham o azar de ele aparecer, então tratem de alterar as vossas passwords o mais depressa possível.

Homepage: ShouldIChangeMyPassword

Conheça o Google Music beta e saiba como experimentá-lo!

Conheça o Google Music beta e saiba como experimentá-lo!

Criado por Hugo Cura em 2 de Julho de 2011 | 41 comentários

Foi no passado dia 10 de Maio que a Google, no seu evento anual Google I/O, deu a conhecer o serviço Google Music beta.

Em resumo, este serviço permitirá alojar a nossa música na cloud e poder aceder-lhe a partir de qualquer lado a qualquer momento. Mas… infelizmente a Google decidiu que apenas o iria disponibilizar, inicialmente, para os Estados Unidos da América.

O facto da exclusividade de acesso, assim que soube, desinteressou-me e liguei pouco a pormenores e detalhes do serviço. No entanto, recentemente, chegou-me um convite à caixa do correio… e o resto conto depois!

Como funciona?

O funcionamento é bastante simples e idêntico ao Dropbox, mas desta vez destinado exclusivamente à música.

Ao instalar o Music Manager no computador, disponível para PC ou Mac, e indicando-lhe o caminho para o repositório de música, ele trata de fazer o upload e organizar tudo por intérpretes, álbuns ou géneros, agregando-lhe a respectiva foto desde que exista toda essa informação. Dependerá, claro, da organização que já tiver no seu repositório local. É também possível, simplesmente, ordenar todas as músicas alfabeticamente.

Feito isso, toda a música estará agora acessível e poderá ser reproduzida a partir de um browser. Aí poderão ser criadas várias listas de reprodução, manualmente (drag&drop de álbum ou música), automaticamente (segundo alguns critérios) ou “Instant Mixes” que cria uma lista de reprodução rápida onde se vão adicionando músicas à medida que vão sendo ouvidas. Todas as listas de reprodução serão sincronizadas, instantaneamente, com todos os dispositivos. Existem outras opções como reprodução aleatória, repetição e Thumbs Up / Down para votação na música, útil à criação de listas de reprodução automáticas.

Claro que o Android não poderia ser deixado de fora! Está disponível para todos os smartphones e tablets, com o sistema operativo Android 2.2+, a aplicação Music. Nesta aplicação é possível fazer tudo o que descrevi acima para o browser e, adicionalmente, tem a opção “Disponível off-line” que permite descarregar intérpretes ou álbuns completos para o dispositivo móvel, via Wi-Fi ou 3G.

Quais as características do serviço?

Ao contrário da maioria dos serviços de alojamento, que têm o limite definido em espaço, este serviço da Google inova e permite 20.000 ficheiros de música! É isso mesmo, vinte mil, independentemente do seu tamanho e taxa de bits. Considerando uma média de 10MB por cada música, poder-se-á contar com cerca de 200GB de espaço na cloud só para música!!

Para já sabe-se apenas que o serviço será gratuito enquanto se encontrar em fase beta. Por isso… é de aproveitar!

… mas … parece que “é só para alguns”… nomeadamente os americanos. Mas eu sou português, bem português, e estou a desfrutar deste serviço! No final do artigo partilho como o fazer.

Enquanto ouvia música no computador peguei num Android e comecei a usar. Subitamente a música pára no computador e vejo a seguinte mensagem:

Digamos que esta restrição pode ser útil pois permite ter, automaticamente, apenas um local a reproduzir. No entanto, em determinadas situações, poderia também ser útil ter vários locais simultaneamente. Na mensagem mostrada acima, a ligação é esta.

Quanto a formatos suportados, podem ser enviados ficheiros áudio nos formatos MP3, AAC, WMA e FLAC. É sabido também que os ficheiros no formato FLAC serão recodificados para MP3 @ 320kbps.

Aspecto da interface

Após receber o convite, enquanto me registava no serviço, adicionei à minha conta todas as músicas gratuitas lá disponibilizadas. Tratam-se de 1 ou 2 músicas, no máximo, de álbuns de vários artistas. No total fiquei com quase 300 músicas disponíveis que dão para experimentar e analisar imediatamente o serviço.

Todas as interfaces são bastante simples e intuitivas, como seria de esperar.

No browser

Tal como expliquei já no início do artigo, o sítio http://music.google.com/ trata-se de um autêntico player nobrowser onde é possível reproduzir, controlar reprodução e criar listas, organizar, etc. A melhor explicação para o seu básico funcionamento está no vídeo acima.

Toda a interface é em HTML5 excepto o player que é em flash. É possível abrir a página nos tablets e reproduzir música, desde que esteja essa página aberta, mas não há grande vantagem pois a aplicação Music, no Android, é bastante mais prática.

O separador onde estiver aberto o music beta fica com o nome da música actualmente em reprodução, útil para saber o nome da música actual sem ter de abrir a página, passando apenas com o cursor.

A pesquisa, quer no browser quer nos dispositivos móveis, é sempre instantânea, isto é, vão aparecendo os resultados à medida que se vai escrevendo.

No smartphone de 3.5″ (480×320 pixéis)

A interface do Music é bastante recheada e um ecrã destas dimensões quase que não é suficiente… quase, mas é. Esta dimensão de ecrã (há ainda mais pequenos) continua ainda a ser prevista na concepção das aplicações, abrangendo assim um maior leque de modelos.

Esta aplicação, para um processador de ~600MHz é um pouco pesada pois é bastante rica graficamente. No entanto funciona muito bem desempenhando bem a sua função.

Previous1234Next

Notei um pormenor que, ao escolher a visualização de conteúdos “Recentes” e “Álbuns”, na posição horizontal, a aplicação crasha. Dever-se-á, muito provavelmente, a necessidades gráficas mais exigentes que as que estesmartphone alberga.

No tablet de 7″ (1024×600 pixéis)

O Samsung Galaxy Tab 7″, embora se trate ainda de um tablet oficialmente com o Android 2.2 Froyo, esta aplicação encaixa que nem uma luva.

O aspecto é praticamente o mesmo que nos smartphones mas, como o ecrã é mais generoso, a experiência torna-se mais rica e prática.

As vistas horizontais “Recente” e “Álbuns”, que não funcionaram no meu smartphone, aqui funcionam com uma fluidez incrível, sem o mínimo de dificuldade.

Na barra de notificações, como habitualmente, encontra-se o ícone desta aplicação indicando o nome da música e o intérprete em reprodução. Existe também um widget, bastante simples, que permite não só visualizar a informação que acabei de descrever mas também iniciar/interromper a reprodução e avançar para a faixa seguinte.

No tablet de 10.1″ (1280×800 pixéis)

Aqui, no Honeycomb, a experiência é a mais rica de todas (mal se não fosse…).

Todas as vistas incluem o máximo de informação possível. Quando há mais de um álbum para o mesmo caso (intérprete ou género), as imagens aparecem sobrepostas, em vista tridimensional, de forma a conseguir visualizar um pouco da imagem. A vista tridimensional inclina-se segundo 2 eixos, reagindo ao toque e ao giroscópio do dispositivo.

Nestes tipos de vista em 3D a fluidez é boa, mas não é excelente! Para uma máquina deste gabarito e uma aplicação desenhada pela Google não esperava que tivesse o mínimo de dificuldade em conseguir uma fluidez óptima… infelizmente tem, e não é só nesta aplicação mas essencialmente no launcher deste sistema operativo.

No tipo de vista músicas é possível ver a informação completa, como no browser, acrescentando ainda o ícone do álbum da respectiva música.

Como disse mais acima, é também possível abrir a interface do browser no tablet (desde que suporte flash), embora tenha pouca utilidade.

Como conseguir um convite?

Esta é a questão crítica para usar este serviço. Na verdade não é permitido pedir um convite fora dos US, no entanto é possível “dar lá um salto num instante” e pedir um!… verdade? Após pedir um convite não é mais feita qualquer verificação de localização para usar o serviço.

É possível fazê-lo usando uma proxy ou uma VPN. Eu vou descrever a forma como o fiz, com uma web proxy, pois tenho a certeza que funcionou.

  • Abrir o browser no endereço http://www.hidemyass.com/;
  • Escrever o endereço http://music.google.com no local para tal;
  • Por questões de segurança, e porque vai ser necessário introduzir as credenciais de acesso através da proxy, use ligação SSL fazendo um clique em “SSL security” para “ON”. Se ainda assim não se sentir seguro, mude a palavra-passe antes de usar esse serviço e torne a mudá-la depois de o usar;
  • Clicar em “Hide My Ass!” ou premir Enter;
  • Fazer o login na conta Google. Se quiser usar o serviço num dispositivo móvel Android deve, obviamente, usar esse email;
  • Será redireccionado para a página de pedidos de convites. Basta clicar em “Request Invitation”;
  • Feito.

Agora vem a parte mais dolorosa, a espera!! Eu pedi o convite no dia 24 de Junho às 21h e recebi-o no dia 28 de Junho às 18h, portanto, foram 4 dias de espera. Até pensei que não ia receber mas, como “quem espera sempre alcança”, cá chegou o dito.

Pode usar qualquer outra proxy ou VPN mas não garanto que o processo seja bem sucedido.

Já recebi o convite. Como instalo as aplicações?

Assim que o convite chega ao email e é aceite, há um “passo a passo” com algumas condições de serviço a serem aceites e escolha das músicas gratuitas pretendidas. O último passo é para descarregar o programa Music Manager para sincronizar o repositório de músicas do computador (iTunes, Windows Media Player ou outra localização) com a cloud. Mesmo que o download não seja feito nessa altura, é possível fazê-lo a qualquer momento bastando clicar em “ADD MUSIC” no site da music beta.

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A questão agora prende-se com a impossibilidade de instalação da aplicação no Android, a partir do Android Market, pois o seu acesso está restrito à área dos US (ver aqui). Existem algumas aplicações no Android Market como o MarketEnabler que mudam o código de rede, temporariamente ou definitivamente, para que a aplicação Market “pense” que a localização é mesmo US. Para o fazer é preciso ter acesso “root” e outros apetrechos aborrecidos e, pelo que testei, nem sequer funcionou.

Para evitar tudo isso, basta instalar o .apk que disponibilizo abaixo que a questão fica resolvida! A única desvantagens é a aplicação não se actualizar automaticamente via Market.

Notas finais

Este serviço tem uma utilidade abismal e, pessoalmente, acho que só vingará se o seu preço for realmente cativante, do género “pechincha”.

Na generalidade, a largura de banda de upload da ligação à Internet não é nada de extraordinário o que, para quem tem vários gigabytes de músicas, pode ser uma dor de cabeça até que todo o reportório seja enviado para a cloud.

Em termos de desempenho do serviço, até agora, está fenomenal. Notei que seria útil um equalizador agregado à aplicação para Android de modo a cada um poder ouvir a seu gosto. Quem sabe, aparecerá aí brevemente uma nova versão.

É também sabido que a taxa de bits poderá diminuir dependendo das condições da rede, diminuindo consequentemente a qualidade do som. Da experiência que tive e de todos os relatos que li, a qualidade é sempre bastante boa e não foram notadas quebras que prejudicassem acentuadamente a qualidade do som.


Licença: Freeware (enquanto em fase beta)
Sistemas Operativos: Android 2.2+ até 3.1
Download via Pplware: Google Music [3.8MB]
Homepage: Google Music beta

Via Pplware:

Google+ é a nova Vida Social da Internet

Google+ é a nova Vida Social da Internet

Criado por Vítor M. em 29 de Junho de 2011 | 62 comentários

A partilha da vida real na perspectiva da web
A necessidade de se conectar com os outros é um dos instintos mais básicos dos seres humanos. Com um sorriso, uma gargalhada ou com um aceno ligamos-nos com os outros todos os dias.

Hoje, cada vez mais, as conexões entre as pessoas acontecem on-line. Apesar disso, as nuances e a essência das interações do mundo real são perdidos na rigidez das nossas ferramentas on-line.

Desta forma básica e humana, a partilha on-line é inadequada e fria. Com o tempo perde-se e a Google quer dar um novo significado à partilha da vida real online.

E assim começa o projeto Google+

+Círculos: partilhe o que é importante com quem mais importa

Nem todos os relacionamentos são criados igualmente. Partilhamos algo com um colega de trabalho, com nossos pais e quase nada com nosso chefe. O problema é que os serviços on-line de hoje transformam amizades em fast food: embrulhando todos os nossos contactos na embalagem “amigos”. Assim, a partilha fica prejudicada:

  • É descuidado. Queremos ligar-nos com certas pessoas apenas nalguns momentos, mas o que acontece on-line é que sabemos tudo de toda a gente permanentemente.
  • É assustador. Cada conversa on-line (com mais de 100 “amigos”) é uma exposição pública e, por isso, partilhamos menos com medo dos holofotes da exposição ao desconhecido.
  • É impessoal. Os conceitos de “amigo” e “família” são diferentes para cada pessoa, da sua própria maneira, nos seus próprios termos. No entanto, perdemos essa diferenciação quando estamos on-line.

Ao analisar estas limitações, questionámos-nos: “o que as pessoas fazem de verdade?” E não precisamos procurar muito para descobrir a resposta. As pessoas, na realidade, partilham tudo constantemente mas de forma selectiva, dentro dos seus círculos.

Da família aos colegas da escola, descobrimos que as pessoas já usam os círculos da vida real para se expressarem e para partilhar de forma precisa com as pessoas certas. Assim, a Google fez o mais lógico: trouxe os Círculos para o software.

Simplesmente crie um círculo, adicione pessoas e partilhe novidades, assim como um dia qualquer:

+Sparks: inicie uma conversa sobre qualquer assunto

Fixações saudáveis inspiram a partilha, e todos temos uma (ou duas, ou três…). Talvez ela seja carros artilhados, banda desenhada ou moda, mas a atracção é sempre a mesma: ela aparece numa conversa na qual participamos e, então, é partilhada com outros fãs. Estas conversas prolongam-se horas a fio. O truque é iniciar as coisas e eliminar a “timidez” inicial. Felizmente, a web é perfeita para “quebrar o gelo”.

A web, é claro, está cheia de excelentes conteúdos, desde artigos recentes e fotos vibrantes a vídeos interessantes. E óptimo conteúdo pode gerar óptimas conversas. No entanto, reparamos que ainda é muito difícil encontrar e partilhar as coisas que são importantes para nós, sem muito trabalho e perturbação. Para colmatar essa barreira a Google criou um mecanismo de partilha on-line chamado Sparks.

Graças à experiência da Google, o Sparks exibe um feed de conteúdos atraentes de todas as partes da Internet. Sobre qualquer assunto que o utilizador queira, em mais de 40 idiomas. É simples: adicione os seus interesses e terá sempre alguma coisa para ler e para partilhar com o círculo certo de amigos:

+Hangouts: pare e diga olá, cara a cara

Da mesa de um bar ou da frente da casa, os seres humanos sempre gostaram de estar juntos. E por que não gostariam? É assim que nos distraímos, recarregamos as energias e passamos o tempo com novos e antigos amigos. Estar junto é simples, mas perdemos esse atributo quando estamos on-line. Perdeu-se o contacto da presença.

Pense: quando entra num bar ou se senta à frente da sua casa, o sinal que passa é “Ei, povo, estou com tempo livre, estejam à vontade para falar comigo.” Além disso, cria-se um entendimento silencioso que coloca as pessoas à vontade e incentiva à conversação. Entretanto, as ferramentas de comunicação on-line de hoje (como mensagens instantâneas ou chats em vídeo) não entendem este aspecto:

  • Para começar, são chatas. O utilizador pode chamar todos os que estão como “Disponível” mas, mesmo assim, ainda corre o risco de interromper a actividade do seu contacto.
  • Elas também são bastante inadequadas. Quando a pessoa não responde, o utilizador não sabe se a pessoa está lá ou se ela não tem interesse em falar consigo.

O Google+ pretende promover os encontros on-line mais divertidos, naturais e espontâneos e, por isso, criaram os Hangouts. Combinando encontros casuais com vídeos ao vivo, os Hangouts permitem que o utilizador pare quando for possível e passe algum tempo com seus Círculos. Cara à cara:

+Mobile: partilhe o que acontece, agora, sem complicações

Nos dias de hoje o telefone é o acessório de partilha perfeito: está sempre na mão do utilizador, sempre ligado e é a maneira com que interagimos com nossos amigos mais próximos. A Google pretende ir mais além do que a simples experiência móvel, com o Google+ a Google centrou-se em determinadas funcionalidades (como GPS, câmeras e mensagens instantâneas) para deixar o seu smartphone ainda mais pessoal.

+Local, local, local

Na vida, os lugares que visitamos formatam as conversas de várias formas. Por exemplo, se ligamos para o João do aeroporto, certamente ele perguntaria sobre a nossa viagem. Ou, se a Joana nos enviar uma mensagem de texto de um restaurante próximo, talvez a encontre para jantar. Com o Google+ o utilizador pode adicionar o seu local em cada post que faça, assim poderão saber onde está, mas o mesmo poderá não acontecer se desligar a geo-referenciação, quem decide é o utilizador.

+Instant upload

Transferir fotos do telefone para a Internet é muito complexo (digamos que é demorado e exige algum tempo de preparação) e, por isso, poucas pessoas se dão ao trabalho de o fazer. Naturalmente que as fotos foram feitas para serem partilhadas e não esquecidas. Por isso, a Google criou o Instant Upload para garantir que nenhuma foto interessante deixe de ser mostrada e partilhada. Cada vez que o utilizador tira uma foto, e com a sua pemissão, o Google+ a adiciona-a num álbum particular on-line e a deixa nesse álbum disponível para todos os seus dispositivos. Prontas para serem partilhadas quando quiser e com quem quiser.

+Chat em grupo

Coordenar amigos e família em tempo real é uma tarefa difícil na vida real. Afinal, todos temos uma rotina diferente, em lugares diferentes e os planos mudam a todo o momento. Telefonemas e mensagens SMS funcionam, mas não são ferramentas adequadas para reunir os amigos e a família. Assim, o Google+ inclui o Chat em grupo: uma experiência de mensagens on-line em grupo que permite que todas as pessoas de um círculo saibam o que está a acontecer naquele momento, em tempo real.

A partir de hoje o Google+ está disponível no Android Market e na web móvel (e em breve na App Store).

+Você: colocando-o em primeiro lugar, por todo o universo Google

Este é o projecto Google+ até agora: Círculos, Sparks, Hangouts e mobile.

Começaram a ser feitos tester externos e, por isso, o utilizador perceberá que ainda não estão perfeitos estes serviços. Assim, o acesso ao projeto é feito apenas por convite. No entanto, a partilha on-line precisa ser vista sob uma nova perspectiva, e já era hora de começarmos a fazer isso.

Em conclusão…

Este é um projecto que permite associar várias tecnologias, dispersas, oferecendo uma experiência de utilização mais completa, rica e eficaz, tornando o mundo social da web mais pessoal e mais próximo das pessoas. A Google quer criar um novo mundo social.

Homepage: Projecto Google +