OSMonitor – Monitorize facilmente o seu Android

OSMonitor – Monitorize facilmente o seu Android

Criado por Pedro Pinto em 23 de Fevereiro de 2011 | 7 comentários

Uma das tarefas que realizo com alguma frequência no meu PC é a monitorização do sistema. Costumo verificar se estão muitos processos carregados, estado da memória e processador (performance), estado da rede, entre outros parâmetros.

Para Android descobri recentemente o OSMonitor, uma pequena ferramenta que permite ao utilizador monitorizar o seu smartphone com Android.

osmonito_000

O OSMonitor é como o gestor de tarefas do Windows, onde podemos controlar os processos que estão a correr no sistema, verificar as ligações estabelecidas, estado do processador entre outras informações.

O OSMonitor encontra-se dividido em 5 separadores:

  • Process – onde podemos visualizar todos os processos que estão a correr na máquina. É ainda possível aceder a informação detalhada de cada processo;
  • Network – Permite ver todas as configurações físicas e lógicas e respectivas configurações IP;
  • Connection – Permite ver todas as ligações estabelecidas. Carregando nas ligações, é ainda possível realizar um Whois e obter o resultado através de um mapa
  • Misc – Informações sobre o processador, bateria e sistema de ficheiros
  • Message – dmesg ou logcat em tempo real (mensagens do sistema)

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Como instalar o OSMonitor no Android?

Caso queiram experimentar esta aplicação, basta que apontem o vosso leitor de códigos QR para a imagem abaixo, e serão encaminhados para a aplicação no Android Market.

os_qr

Agora já não há desculpas para não controlar o que está a correr no seu Android. O OSMonitor é uma aplicação que fornece informações bastante úteis e possui já suporte para o protocolo IPv6. Todas as funções disponibilizadas podem ser facilmente personalizadas no menu de configurações.

Últimos artigos sobre Android

Homepage: OSMonitor

TinyTask – Grave e repita movimentos do rato

TinyTask – Grave e repita movimentos do rato

Criado por Pedro Simões em 24 de Fevereiro de 2011 | 5 comentários

A automatização de processos no nosso dia-a-dia pode ser uma mais-valia. São diversas as acções repetitivas que temos de realizar. A possibilidade de criarmos rotinas automáticas vem facilitar em muito este processo, pois com facilidade criamos acções que repetem as tarefas que temos de repetir.

Já vos tínhamos apresentado algumas ferramenta que permitem criar estes automatismos, mas o TinyTask revela-se um verdadeiro campeão na hora de executar estas tarefas.

Ao usarem o TinyTask vão conseguir criar automatismos que nada mais são do que a repetição de um conjunto de eventos que o vosso rato realiza. Estes procedimentos podem ser repetidos de forma rápida através do TinyTask e é possível repeti-los de forma ininterrupta ou o número de vezes que entenderem correcto.

O TinyTask tem uma vantagem face às restantes ferramentas e que é a possibilidade de criarem executáveis que podem facilmente transportar entre máquinas e onde podem repetir os automatismos e eventos que desenharam e criaram antes. Estes executáveis são independentes de qualquer outra aplicação e correm de forma simples. Podem ainda gravar acções e usar o próprio TinyTask para as executar.

A interface do TinyTask é minimalista e tem todas as funções agregadas em 6 botões. Os primeiros 2 permitem a abertura ou gravação de ficheiros criados pelo próprio TinyTask. O botão seguinte tem uma dupla função, pois permite que iniciem ou terminem o processo de gravação dos passos que pretendem automatizar.

De seguida têm o botão que vos permite criar os executáveis. Basta registar os movimentos e depois gravem-no com o nome pretendido. Simples, rápido e sem quaisquer complicações. O último botão dá-vos acesso às opções do TinyTask.

Uma outra vantagem do TinyTask, é que pode ser controlado de forma simples pelo teclado do vosso computador. Definam mentalmente quais os passos a serem seguidos, carreguem nas teclas Ctrl + Shift + Alt + r e o processo de gravação tem início. Para o terminarem voltem a usar a mesma sequência.

Podem ainda de forma rápida usar a sequência de teclas Ctrl + Shift + Alt + p para que vejam a sequência que geraram.

As aplicações práticas do TinyTask são muitas. Desde a limpeza do vosso Ambiente de  Trabalho até à remoção de ficheiros em pastas específicas. Tudo através da simples execução de uma aplicação.

A grande mais-valia do TinyTask é o seu tamanho. São apenas 32KB que podem ser transportados numa pen e usados em qualquer local. Testem esta aplicação e criem de forma rápida os vossos automatismos.

Artigos relacionados:

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows XP/ Vista/ 7
Download: TinyTask 1.45 [32KB]
Homepage: TinyTask

Webkey–controlar o Android via browser

WebKey – Controlo total do Android via browser

Criado por Pedro Pinto em 24 de Fevereiro de 2011 | 2 comentários

No seguimento dos nossos artigos par Android, o nosso leitor Valter Fernandes enviou-nos um excelente artigo sobre o WebKey.

O WebKey é uma aplicação que permite o total controlo do Android através de um qualquer browser. Apesar de, nem a aplicação, nem o “site” onde acedemos ao Android, terem um aspecto agradável, esta ferramenta permite uma grande quantidade de operações.

web_key_00

Em primeiro lugar, após instalação, é possível arrancar o serviço ou ainda coloca-lo a arrancar sempre que o Android é iniciado.

clip_image001

Arrancando o serviço podemos ver o ip a partir do qual podemos aceder a todas as funcionalidades, bastando para isso, colocar na barra de endereço o ip indicado. Entrando será pedidas as credenciais também indicadas na aplicação:

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Esta password varia de cada vez que o serviço arranca, para melhor segurança. No entanto, é possível a definição de users e passwords respectivas. Isto proporciona um fácil controlo do telemóvel num caso de esquecimento do smartphone em casa, num dia de trabalho, pois já definimos a password. Caso não se saiba o ip, basta ir a androidwebkey.com e fazer login com o user e pass definidos.

Numa situação de partilha de smartphone (caso de uma empresa que necessite de partilhar um dispositivo) é, ainda, possível que, a cada um dos users definidos, sejam atribuídas permissões sobre o que podem aceder e fazer.

Uma vez o login feito, na página principal teremos o ecrã do nosso dispositivo sendo possível configurar a qualidade da imagem (consoante a velocidade da nossa ligação). Este “ecrã” permite, com o rato, controlar o smartphone como se com o dedo fosse.

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Principais funcionalidades/características:
  • Controlo de todo o dispositivo através do ecrã acima mostrado
  • Verificação da posição GPS e de Rede do dispositivo sendo, ainda, possível ver esta localização em Google maps.
  • Um menu rápido de envio de mensagens (sem usar o ecrã) em que é carregada a lista de contactos, e, ao lado, o top dos contactos mais usados. É possível o envio de mensagens para vários contactos em simultâneo
  • Lista de Chamadas
  • Definição de várias ´tipos de notificações
  • Acesso à linha de comandos do smartphone
  • Export de contactos, Mensagens e Lista de chamadas
  • Acesso ao sistema de ficheiros
  • Suporte para chat
  • Suporte SSL
  • Ajuste da intensidade do brilho do smartphone
  • Ver logs de utilização
  • Definição de permissões
  • Abrir páginas Web
  • Fazer screenshots do ecrã

Lista de chamadas – Escolhendo um mês é-nos mostrado um gráfico com as chamadas que duraram mais que 30 segundos (por dia e se é efectuada ou recebida e de quem) e ainda uma listagem completa, por contacto, dos tempos de chamada efectuada e recebida e, finalizando, a lista completa de chamadas:

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Definição de várias notificações podendo, até, escolher o tipo de vibração para o alerta:

clip_image011Acesso à linha de comandos do smartphone

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Export de contactos, Mensagens e Lista de chamadas

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Acesso ao sistema de ficheiros – tanto aos ficheiros do sistema como do cartão de memória sendo possível uso, download e upload de ficheiros:

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Definição de permissões

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Escrita no smartphone via teclado do PC

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Como instalar o WebKey no Android?

Caso queiram experimentar esta aplicação, basta que apontem o vosso leitor de códigos QR para a imagem abaixo, e serão encaminhados para a aplicação no Android Market.

clip_image023

Nota: Chamamos a atenção aos leitores que esta aplicação apenas funcionará correctamente em telefones Android que tenham sido Rooted (permite que passemos a ter acesso completo a todas as funcionalidades que o equipamento tem para oferecer e que me muitos casos foram barrados pelos operadores ou pelos fabricantes do Hardware).

O Pplware não se responsabiliza por quaisquer instruções disponibilizadas nos comentários, que podem resultar no bloqueio total do equipamento ou perda da garantia.

Homepage: AndroidWebkey

Json–Javascript

Json (JavaScript Object Notation) – O sucessor do XML

Criado por Pedro Pinto em 22 de Fevereiro de 2011 | 34 comentários

JSON – simples para o utilizador ler e escrever…. fácil para as máquinas gerarem e processarem!

Para quem anda pela área da programação, certamente que já teve a necessidade de trocar informação entre uma aplicação servidor e uma aplicação cliente. Numa primeira abordagem, a escolha do formato de dados para intercâmbio de informação entre servidor e cliente é o XML.

No entanto, o formato JSON  tem vindo a ganhar popularidade e é actualmente o formato padrão para muitos serviços disponíveis na Internet, como é o caso do Twitter ou Yahoo.

json_00

O formato JSON foi originalmente criado por Douglas Crockford e é descrito no RFC 4627. O XML tem vindo a ser trocado pelo JSON, uma vez que o JSON é mais rápido de processar, eficiente, e simples de entender.

O formato JSON assenta basicamente em duas estruturas:

  • Uma colecção de pares: chave/valor – Em algumas linguagem de programação tal estrutura é entendida como um objecto, lista, matriz, etc;
  • Uma lista ordenada de valores –  Nas linguagens de programação é caracterizado como um array, vector, lista, etc;

Este tipo de estruturas de dados são transversais a quase todo o tipo de linguagens de programação modernas, o que faz do JSON é excelente escolha no que se refere ao formato para intercâmbio de informação.

Representação das estruturas no formato JSON:
Objecto

Um objecto é um conjunto desordenado de pares chave/valor. No formato JSON, um objecto começa por { (chaveta esquerda) e termina em } (chaveta direita). Cada nome é seguido de : (dois pontos) e os pares chave/valor são separados por , (vírgula).

json_objectoExemplo

{
	color: "azul",
        site: "pplware.com”,
        value: "#f00"
}
Array

Um array é um conjunto de valores ordenados. Um array de valores começa por [ (parênteses recto esquerdo) e termina com ] parênteses recto direito). Os valores encontram-se separados , (vírgula).

json_arrayExemplo:

[ 100, 500, 300, 200, 400 ]
Value

Um value (valor) pode ser uma String (dentro de aspas), um número, ou verdadeiro, false ou null

json_value

String

Uma string é uma sequencia de zero ou mais caracteres unicode. A sequeência é bastante semelhante à utilizada em linguagens de programação como C ou string JAVA.

jason_string

Number

Um número é muito semelhante ao usado nas linguagens de programação C ou Java, excepto os formatos octal e hexadecimal uma vez que não são usados.

json_number

Um exemplo do formato JSON

{"menu": {
	"id": "pplware",
	"value": "100",
	"popup": {
	"menuitem": [
	{"value": "Linux", "Mac": "Windows"},
	{"value": "Android", "iOS": "Windows"},
	{"value": "redes", "apps": "tutoriais"}
	]
	     }
	}}
Em Resumo…

O formato JSON promete, uma vez que possui características que o permitem destacar-se do formato XML. É comum ver actualmente aplicações que usam os dois formatos, nos entanto nota-se que o JSON está a crescer e que as linguagem de programação cada vez mais disponibilizam suporte para este formato. Vamos ver o que nos reserva o futuro.

Para finalizar gostaríamos apenas de saber se já conhecia o JSON?

Artigos relacionados

Homepage: JSON

Outlook StatView – as estatísticas do Outlook

OutlookStatView 1.26 – As estatísticas do Outlook

Criado por Pedro Simões em 18 de Fevereiro de 2011 | 1 comentário

Todos os dias recebo e envio dezenas de emails, de trabalho e pessoais. Alguns mais interessantes que outros, mas todos a requerer atenção dedicada. Com o passar do tempo vou acumulando emails que troco com dezenas de pessoais. Hoje em dia não faço a mínima ideia da quantidade de mensagens que tenho trocado com os muitos correspondentes virtuais que tenho.

Mas se pretendem saber informação útil sobre as mensagens trocadas? Então não percam tempo e vão experimentar o OutlookStatView. Esta é a ferramenta que vos vai dar a informação que pretendem.

Esta pequena ferramenta, vinda da softwarehouse Nirsoft, que tão boas ferramentas já nos trouxe, permite que seja recolhida informação sobre as contas de email e as mensagens que têm configuradas no vosso Outlook.

Conseguem saber informação útil sobre as mensagens trocadas com os todos os destinatários com quem já trocaram emails. E vão com certeza ficar admirados com a quantidade que vão descobrir.

Os campos que a ferramenta apresenta e sobre os quais recolhe informação sãos os seguintes:

  • Display Name: Nome de quem enviou os emails
  • Email: O endereço de email do utilizador
  • Total Incoming: Total de emails que foram enviados por esse utilizador para a sua conta de email
  • Total Outgoing (To): Total de emails que enviou para esse utilizador no campo ‘To’
  • Total Outgoing (CC): Total de emails que enviou para esse utilizador no campo ‘CC’
  • Total Outgoing (BCC): Total de emails que enviou para esse utilizador no campo ‘BCC’
  • Total Outgoing (All): Total de emails que enviou para esse utilizador
  • Total Incoming Messages Size: Total de mensagens recebidas de um utilizador específico
  • Total Outgoing Messages Size: Tamanho total das mensagens enviadas para um determinado utilizador
  • First Message On: A primeira vez (data/hora) que enviou uma mensagem para esse utilizador
  • Last Message On: A última vez (data/hora) que enviou uma mensagem para esse utilizador
  • First Software Name: O nome do primeiro software (Outlook, Thunderbird, etc) que esse utilizador usou para enviar uma mensagem para si. Caso seja um webmail esse campo aparecerá vazio
  • Last Software Name: O nome do primeiro software (Outlook, Thunderbird, etc) que esse utilizador usou para enviar uma mensagem para si. Caso seja um webmail esse campo aparecerá vazio
  • First/Last Computer Address: Endereço IP que foi usado na primeira/última mensagem que esse utilizador lhe enviou. Dependendo da configuração do servidor de email essa coluna pode conter o nome/IP do computador ou do servidor de onde foi enviada a mensagem

Depois de descompactarem a ferramenta só têm de a executar. Será sempre apresentada uma caixa que vos permitirá controlar o período sobre o qual pretendem efectuar a pesquisa.

Definido esse período devem então carregar no botão OK para que a pesquisa se inicie. No final dessa pesquisa, que demorará tanto mais tempo quando maior for a quantidade de emails e o período em causa, será apresentada na interface do OutlookStatView toda a informação.

Caso façam duplo clique numa linha será apresentada a mesma informação referente a essa entrada, mas de uma forma mais estruturada e de mais fácil leitura.

Esta é uma excelente ferramenta para que possam controlar as mensagens que recebem e enviam para os diferentes endereços com quem frequentemente trocam emails. É mais uma ferramenta da Nirsoft com a qualidade com que estamos habituados.

Chamamos à atenção que a versão de 64bits deve apenas ser utilizada em versões do Outlook de 64bits, não devendo ser utilizada em SO’s de 64 e Outlook de 32bits.

Por ser completamente portátil basta ser descompactada e colocada onde bem entenderem, mesmo que seja numa PEN.

Novidades desta versão

  • Marcação das linhas pares e ímpares em cores diferentes para uma melhor visualização da informação
  • Possibilidade de escolha das pastas a serem inspeccionadas para recolha de dados
  • Possibilidade de escolha do perfil a ser analisado
  • Adição de algumas flags para utilização em linha de comando DOS

Podem ler aqui todas as novidades desta versão e das anteriores.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 2K/ XP/ Vista/ 7
Download: OutlookStatView 1.26 (32bits) [82.11KB]
Download: OutlookStatView 1.26 (64bits) [101.67KB]
Homepage: OutlookStatView

Freemake Video Converter

Freemake Video Converter – O que precisa de converter?

Criado por Vítor M. em 19 de Fevereiro de 2011 | 11 comentários

Os formatos de conversão estão numa fase de algum stress. São muitos os dispositivos e várias as plataformas para servir. Já não se caminha para uma uniformação dos formatos mas, bem pelo contrario, caminha-se para uma panóplia de tecnologias capazes de satisfazer cada utilizador de forma muito particular e individualizada. Uma única medida não serve para todos e o mercado sabe disso.

As novas aplicações são já um reflexo dessa alteração comportamental. Se utilizamos vários dispositivos com várias plataformas, queremos serviços que nos satisfaçam em termos de qualidade e que não nos façam perder tempo. Então procuramos programas de conversão como o Freemake Video Converter.

Freemake Video Converter é leve, tem muito bom aspecto, tem uma ampla acção na área multimédia e tem integração com o YouTube. Além disso, está actualizado e permite facilmente conversão para dispositivos do tipo iPad e Samsung Galaxy Tab com Android.

Mas vamos abrir mais o leque para dar a conhecer esta fantástica ferramenta de conversão.

O mais rápido Conversor de Vídeo Gratuito com CUDA

Graças à tecnologia integrada CUDA, o utilizador pode beneficiar de uma codificação de vídeo muito mais rápida e com muito menos utilização do CPU, tudo graças a esta arquitectura de computação paralela da NVIDIA que possibilita aumentos significativos na performance de computação pelo aproveitamento da potência do GPU (unidade de processamento gráfico).

Formatos de Input suportados:

Vídeo:

  • Popular: avi, mp4, mkv, wmv, mpg, flv, swf, mov, 3gp, mts
  • MPEG: mpg, mpeg, mpe, vro, mp2, m1v, m2v, ts
  • DVD vídeo: vob, ifo
  • Internet: flv, swf, mp4, nsv
  • Câmaras de vídeo: mpg, tod, mov, mod, mts, m2ts, m2t, dv, rm
  • Windows Media: wmv, asf, asx, dvr-ms
  • HD Vídeo: mts, m2t, m2s, m2ts, tod
  • Dispositivos portáteis: mp4, m4v, 3gp
  • Dispositivos Móveis: 3gp, 3g2, 3gp2, 3gpp, 3gpp2
  • Quicktime: qt, mov, m4v
  • Flash: swf, flv, f4v, f4p
  • RealNetworks: rm, ram, rmvb, ivr
  • Outros: amv, avs, bik, bnk, cavs, cdg, dpg, dv1394, dxa, ea, ffm, film, film_cpk, flc, flh, fli, flm, flt, flx, gxf, h261, h263, h264, mj2, mjpg, mkm, mtv, mxf, nc, nut, nuv, ogm, ogv, pva, r3d, rax, rms, rmx, rpl, rtsp, sdp, smk, thp, vc1, vfw, vro

Áudio:

  • Popular: mp3, acc, ogg, wma, wav, m4a, flac, amr
  • Outros: au, aif, aiff, aifc, ac3, adts, alaw, apc, ape, caf, dts, gsd, gsm, mka, mlp, mmf, m4r, mp1, mp2, mpeg3, mpc, mp+, m2a, nut, oma, qcp, ra, rmj, shn, tta, voc, w64, wv, xa

Fotos:

  • Popular: bmp, jpeg, gif, png, tiff
  • Outros: anm, dpx, jpg, pam, pbm, pcx, pgm, ppm, sgi, sr, ras, tga, txd
Conversão, Publicação e Gravação

Conversão para iPod, iPhone, iPad, PSP, Xbox, Blackberry e Android

  • Tenha vídeos já preparados para os seus dispositivos multimédia favoritos. Simultaneamente converta entre os vários formatos disponíveis, tudo na mesma aplicação.

Conversão para AVI, WMV, MP4, 3GP, DVD, MP3, SWF, MKV, MPEG

  • Converta vídeos para os mais populares dos formatos de vídeo. Excelente para ripar DVD’s, Extrair áudio de vídeos e muito mais. Com esta ferramenta converter formatos de áudio para MP3 é muito simples, rápido e o resultado final tem uma qualidade superior.

Publicação no YouTube

  • Faço o upload dos seus vídeos, dos slideshows das suas fotos e da sua música para a conta noYouTube.

  • O programa irá auxilia-lo a cortar o vídeo (se necessário) em partes de 10 minutos e ajudará a criar listas de reprodução para que depois o seu filme seja reproduzimos na forma integral

Gravação de DVD

  • Pode gravar mais de 20 horas dos seus filmes favoritos para um comum DVD. Aplique menus diferentes e criativos ao seu DVD. Divirta-se a aprecie os resultados em qualidade HD.

E muitas mais acções podem ser feitas com esta suite multimédia. É uma ferramenta muito prática mesmo para editar vídeo e executar pequenas acções. Experimente e veja que não serve na sua colecção de ferramentas para o dia-a-dia.

Alterações nesta versão:

  • Adicionado suporte para embutir legendas nos formatos DVD, MKV, MOV, etc.
  • Adicionado o suporte para embutir legendas externas em SSA/SRT/ASS
  • Adicionado suporte para criar ISO’s de DVD/Blu-ray e gravar na pasta do DVD/Blu-ray
  • Melhoramentos no slideshow de fotos: foram acrescentadas as funções para mover, editar, adicionar, remover, baralhar, panorama e auto-rotação
  • Adicionada a funcionalidade de escolher o som nativo para vídeo stream
  • Adicionada a opção de gravação de múltiplos DVD/Blu-ray
  • Adicionado opção de conversão de DVD para DVD/Blu-ray
  • Resolvidos os problemas com os ficheiros de descodificação TS

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows XP/Vista/Win7
Download: Freemake Video Converter 2.1.0 [9.1MB]
Homepage: Freemake

Criar uma Web App no Chrome

Criar uma Web App no Chrome

Criado por Pedro Simões em 14 de Fevereiro de 2011 | 7 comentários

A guerra dos browsers anda ao rubro. Saem periodicamente novas versões de cada um deles e a cada um desses lançamentos são apresentadas novas funcionalidades. A maioria dessas novidades tenta ser original e dar aos utilizadores uma nova experiência e funcionalidades.

Uma das últimas que o Chrome trouxe para os seus utilizadores foram as WebApps. Hoje vamos dar-vos a conhecer uma forma simples de criarem uma WebApp que mais não é do que um link para o vosso site favorito, o Pplware.

As WebApps são basicamente acessos directos a determinados serviços que estão alojados na Internet. Podem no entanto estar alojadas no vosso PC, tendo para isso a necessidade de serem descarregados ficheiros adicionais. O Chrome já tinha disponível extensões, que não diferem muito do conceito aplicado às WebApps, mas a maior diferença é que as WebApps correm directamente num separador e as extensões têm janelas próprias que são apresentadas da interface do Chrome.

O que nos propomos a apresentar hoje é a criação de uma WebApp que vos colocará um link e um ícone na zona de WebApps da vossa página de novo separador. Alguns de vós vão com certeza argumentar que é muito mais simples a criação de um atalho, mas o que pretendemos é mostrar e explicar a forma simples com que se podem criar WebApps e dar-vos um pequeno empurrão para que comecem a desenvolver as vossas extensões ou WebApps.

Uma WebApp é composta por dois simples ficheiros. Uma imagem no formato PNG e que deve ter 128×128 pixeis e um ficheiro em Jason, de nome manifest (manifest.json). A imagem pode ser escolhida por vós e deve respeitar as dimensões indicadas (128 pixeis por128 pixeis). Se pretenderem podem esta, usar a que foi criada para a WebApp do Pplware.

O conteúdo do ficheiro manifest.json é o que está apresentado abaixo e pode ser obtido aqui:

{
"name": "Pplware",
"description": "Peopleware - Tudo sobre tecnologia, software, informatica,
tutoriais, truques, dicas, windows, mac, linux e internet em portugues",
"version": "1.0",
"icons": {
"128": "ppl.png"
},
"app": {
"urls": [
"http://pplware.sapo.pt/"
],
"launch": {
"web_url": "http://pplware.sapo.pt/"
}
},
"permissions": [
"unlimitedStorage",
"notifications"
]
}

Caso pretendam criar a vossa WebApp devem alterar os seguintes campos:

  • name – Nome que pretendem que a WebApp tenha
  • description – Descrição da WebApp
  • urls – Endereço a que se refere a WebApp
  • launch – Endereço a ser aberto no separador

Coloquem os dois ficheiros numa pasta à vossa escolha e que tenham criado para o efeito. No nosso caso criamos a pasta Pplware e colocámos lá dentro os dois ficheiros (manifest.json e ppl.png).

Agora devem abrir o Chrome para que possamos carregar essa nova WebApp para o vosso browser preferido. Acedam ao menu de ferramentas e escolham as opções Ferramentas e depois Extensões.

No novo separador que se abrir, o separador extensões, devem carregar no botão Carregar extensão não compilada. Será aberta uma janela para que possam indicar a directoria onde têm a vossa WebApp criada. Naveguem até ao local onde deixaram os ficheiros e carreguem no botão OK.

Depois deste passo devem ver no separador Extensões a nova WebApp instalada.

Para testarem se a nova WebApp está carregada e funcional devem apenas abrir um novo separador e depois ai dentro navegarem para a WebApp que criaram e instalaram. No nosso caso é apenas um link para o Pplware.

Podem inclusive criar novas versões que o Chrome avisa-vos das alterações e da actualização efectuada.

Relembramos que este é apenas um exemplo do que pode ser criado. Naturalmente que as WebApps estão desenhadas para aplicações bem mais complexas e que não se devem limitar a ser apenas um link para o vosso site preferido, mas como indicámos no início, este exemplo pode ser apenas a forma de vos iniciar na criação de extensões ou de WebApps. A vossa imaginação é o limite.

Aproveitámos o trabalho que desenvolvemos e publicámos esta WebApp no Chrome Web Store. Podem encontrá-la aqui. Se já tiverem desenvolvido alguma extensão ou WebApp indiquem-nos para que possamos apreciar  vosso trabalho.

Download: Pplware Web App
Homepage: Pplware Web App