PHP é à quinta-feira – Trabalhar com Datas

PHP é à quinta-feira – Trabalhar com Datas

Criado por Pedro Pinto em 19 de Maio de 2011 | 11 comentários

Por Pedro Peixoto para o PPLWARE
É impensável viver num mundo em que não existissem datas, em que não tivéssemos um calendário como forma de organização diária, de facto, as datas estão presentes em quase tudo, e como tal é muito comum necessitarmos de as usar nas nossas aplicações PHP.

Sendo conhecido pela sua simplicidade e flexibilidade, o PHP torna muito fácil trabalhar com datas, bastando duas ou três funções para fazer preencher a maioria das necessidades dos programadores.

Esta semana vamos aprender algumas das funções mais simples e importantes para a manipulação de datas em PHP.

php1

Existe uma quantidade enorme de funções para o tratamento de datas em PHP, aqui, vamos aprender apenas as mais simples e importantes. Mais uma vez, o objectivo do artigo é introduzir o leitor num determinado tema PHP, para que depois ele próprio possa explorar e aprofundar os seus conhecimentos sobre esse mesmo tema.

Antes de começar, vamos apenas entender a diferença entre um formato de data legível pelos humanos e ounix timestamp. Convencionámos ao longo dos anos que determinados formatos de representação sugerem um determinado instante ou um dia, um mês, um ano. No entanto, esses formatos são de difícil tratamento, uma vez que obedece a uma estrutura complexa com meses com diferente número de dias, anos com mais ou menos um dia, etc…

Surgiu, assim a necessidade de simplificar a representação de datas, para podermos tratá-las informaticamente. O mais famoso é o Unix timestamp, vulgarmente chamado apenas timestamp, e é também muito fácil de entender, no fundo é um número com a contagem dos segundos desde o dia 1 de Janeiro de 1970 às 00:00:00 sendo este o timestamp 0. Assim se subtrairmos o timestamp de ontem ao 12:00:00 ao de hoje ao 12:00:00, iremos obter o número de segundos que passaram entre os dois instantes, neste caso 86400 (1 dia). Torna-se assim simples a manipulação e o tratamento de datas. De seguida vamos conhecer algumas funções que tornam possível estas manipulações:

Time

Talvez a função mais simples seja a função “time”, esta função não recebe parâmetros pois retorna apenas o timestamp, mas é sem dúvida muito útil, seja em conjunto com outras funções ou mesmo em casos onde necessitamos apenas do timestamp.

echo time(); //mostra o timestamp actual, ou seja os segundos que passaram até agora desde 1 de Janeiro de 1970
Strtotime

Esta função permite a conversão de inúmeros formatos de data em timestamp, assim, sempre que temos que tratar uma data (formato humano), esta função é uma grande ajuda. É uma função bastante versátil porque interpreta uma grande diversidade de formatos de data, o que a torna uma das minhas favoritas.

echo strtotime(“now”); //devolve o timestamp actual, equivalente a time();
echo strtotime(“2011-02-12 07:00:03″); //converte a data no seu timetamp, ou seja, nos segundos que passaram desde 1 de Janeiro de 1970 até ela.

Pode inclusive ser usada para pequenos cálculos:

echo strtotime("+1 day"); //devolve o timestamp de amanhã
echo strtotime("+1 week"); //devolve o timestamp da próxima semana
echo strtotime("next Thursday"); // devolve o timestamp da próxima quinta
echo strtotime("last Monday"); // devolve o timestamp da última segunda

Todos os cálculos são feitos relativamente à data actual, por isso quando pedimos “strtotime(“+1 day”);”, é-nos devolvida a data de amanhã. Contudo, esta função permite ainda que lhe seja passado um segundo parâmetro (timestamp) que serve como referência de partida para os cálculos, assim, por exemplo, para o dia 2011/05/12, vamos calcular o seu timestamp:

$timestp=strtotime(“2011/05/12”);

Agora já colocar este timestamp como referência de cálculo:

echo strtotime("+1 day" , $timestp); //devolve o timestamp de 2011/05/13
echo strtotime("+1 week" , $timestp); //devolve o timestamp da semana seguinte a 2011/05/12
echo strtotime("next Thursday" , $timestp); // devolve o timestamp quinta-feira seguinte ao 2011/05/12   echo strtotime("last Monday" , $timestp); // devolve o timestamp segunda-feira anterior a 2011/05/12

Podemos assim usar uma cadeia de “strtotime” de forma a realizar qualquer cálculo necessário. Esta é sem dúvida uma função poderosa.

Date

A função “date” é, em conceito, uma função de formatação de data, mas na prática é muito mais que isso, e em conjunto com as anteriores, torna todas as operações possíveis. Esta função é o contrário da “strtotime” já que permite converter um timestamp em data compreensível pelos humanos, assim:

echo date("Y-m-d H:i:s",strtotime("+1 day”) ); //Devolve a data de amanhã

O primeiro parâmetro indica o formato, enquanto que o segundo é o timestamp a converter. Existem inúmeros formatos que podem ser usados e que estão disponíveis na página da função. Se não for passado o segundo parâmetro, a função toma como referência o momento actual, vejamos:

echo date("l"); // “l” devolve o dia da semana->”Thursday”
echo date("d (l)"); // “d” devolve o dia, “l” devolve o dia da semana, ficaria “19 (Thursday)”
echo date("M y"); // “M” devolve a abreviatura do mês, “y” devolve o ano com dois dígitos, ficaria “May 11”
echo date("l \\t\h\e jS"); //o caracter “\” permite escrever texto pelo meio do formato, “j” devolve o dia do mês sem zeros, e o S devolve o sufixo ordinal (st, nd, rd or th), ficaria “Thursday the 3rd”.

Podemos facilmente fazer o echo de um rodapé de copyright recorrendo a esta função:

echo ’copyright ©’ . date("Y"); //copyright ©2011
Conclusão

Estas 2 últimas funções possibilitam praticamente todas as operações de datas que sejam necessárias em PHP, depois de um estudo aprofundado de cada uma delas e com um pouco de raciocínio é possível fazer cálculos impressionantes. No entanto existem muitas outras que também merecem atenção. Deixamos referenciadas a date_diff, date_add, mktime, microtime, entre outras também muito importantes.

Sem dúvida que este é um tema bastante abrangente mas as portas estão abertas…

15 dicas para usar o Dropbox de forma diferente

15 dicas para usar o Dropbox de forma diferente

Criado por Pedro Pinto em 20 de Maio de 2011 | 4 comentários

Apesar das últimas notícias relativamente ao Dropbox (ver aqui), a verdade é que este é um excelente serviço e de muita utilidade. Basicamente, através do dropbox podemos ter ficheiros sincronizados entre computadores e outros equipamentos (ex. smartphones) recorrendo à “cloud”. O serviço disponibiliza 2GB gratuitos (veja como ganhar mais aqui), que podemos usar livremente inclusive para fazermos backup da informação mais sensível que temos no PC.

Hoje deixamos 15 dicas/serviços para tirarem o melhor partido do Dropbox.

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Download de torrents remotamente via Dropbox

Para fazer downloads de torrents usando o dropbox, basta indicar à aplicação responsável por fazer o download, onde se encontra o ficheiro torrent (ler mais).

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Imprima pelo Dropbox!!!

Vamos imprimir de qualquer parte do mundo para um qualquer computador?Interessante este conceito verdade? O processo é simples bastando para isso executar um script. Este script irá criar uma “impressora virtual” que apontará para o spool da impressora predefinida no Windows (ler mais)

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MailDrop – Automatize o Dropbox

De modo simplificado, o MailDrop é uma ferramenta que periodicamente vai à caixa de correio electrónico que definirem e procura por mensagens com anexos e que estejam dentro de uma determinada pasta (ou etiqueta, no caso do Gmail). Caso encontre anexos, eles são copiados para a vossa pasta local de Dropbox e posteriormente sincronizados com os restantes PC’s onde tenham o Dropbox instalado (ler mais).

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Dropbox Folder Sync – Sincronize pastas com o Dropbox

O Dropbox Folder Sync cria directórios “fantasma” ou symlinks (links simbólicos) que apontam para os originais, que foram de facto movidos para a pasta do Dropbox. Esses links simbólicos são “vistos” pelo sistema operativo como pastas efectivas, o que não comprometerá alguma ponto de “depósito” de ficheiros de qualquer aplicação (ler mais).

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Send to Dropbox – Os seus anexos do mail para o Dropbox

Send to Dropbox é um fantástico serviço que vai à conta de email, separa o anexo do restante e envia para a nossa conta do Dropbox, para a pasta Attachments, os anexos dos mails bem como o mail em formato TXT ou HTML (ler mais)

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AirDropper – Usar o serviço Dropbox sem conta de acesso

O serviço AirDropper permite aos utilizadores do Dropbox, obter facilmente ficheiros de utilizadores que não possuem conta no Dropbox. Basicamente o utilizador que não possui conta no Dropbox recebe um  link que permite aceder a uma página para fazer upload da informação para o utilizador com conta dropbox (ler mais).

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Dropbox Screen Grabber – É tão fácil partilhar screenshots!!!

Esta pequena pérola, principalmente para bloggers, faz capturas de ecrã, através de combinações de teclas e coloca esses screens na pasta Public do Dropbox. Essa função permite de imediato ter um link para partilhar com o mundo, esse screen (ler mais).

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SecretSync – Camada de protecção para o Dropbox

O SecretSync é uma aplicação que permite cifrar a informação do lado do utilizador e assim sincronizar entre várias máquinas através de serviços como o fantástico Dropbox.

O SecretSync criar um directório “especial”, separado do Dropbox, onde mantém a informação sensível. Depois de instalarmos o SecretSync passamos a ter dois directórios: o SecretSync e o Dropbox (ler mais).

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DropboxPortableAHK – O Dropbox na Pen, no PC…

O DropboxPortableAHK é uma versão portable do popular dropbox. O DropboxPortableAHK foi desenvolvido noAutoHotkey (daí o AHK), uma ferramenta simples e fantástica para criação de atalhos(teclado, rato, joystick, eyc) e comandos para o Windows (ler mais)

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Dropbox- Elimine ficheiros de forma definitiva

Por forma a poderem estar mais “protegidos” e com a certeza de que não têm qualquer ficheiro de que já não precisam esquecido nos serviços do Dropbox, vamos mostrar a forma simples de os eliminarem de forma definitiva (ler mais).

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Dica – Desligue remotamente o PC através do Dropbox

Imagine que saiu de casa, e a caminho do trabalho lembrou-se que se esqueceu do PC ligado. As soluções para resolver o problemas podem ser várias: dá meia volta e vai a casa desligar o PC, pede a alguém que desligue o computador ou no caso de não querer incomodar ninguém pode fazê-lo remotamente. Aprenda como desligar remotamente o PC através do Dropbox (ler mais).

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Dropboxifier – Mover pastas do Dropbox…

O Dropboxifier permite simplificar e agilizar o processo de adicionar pastas para o Dropbox, recorrendo à criação de links simbólicos. Imagine por exemplo que pretende ter o perfil do Firefox sincronizado por um conjunto de computadores.  Em vez de se configurar o firefox para colocar as informações do perfil numa determinadas pasta dentro do dropbox, através do Dropboxifier podemos criar facilmente um link e manter assim na estrutura sem ter de andar a mover pastas (ler mais).

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DropTunes – O Player do Dropbox

Este serviço aumenta as funcionalidades e aumenta o suporte aos formatos de reprodução. As credenciais necessárias são as mesmas da sua conta do Dropbox e a seguir terá total acesso às pastas da sua conta.. procure a pasta onde está a música (ler mais).

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Dropbox Plugin for Windows – nunca foi tão fácil partilha

A partilha de conteúdos é actualmente dos actos mais vulgares de se fazerem pela internet, entre amigos ou familiares.

O Dropbox, como um dos mais populares serviços em cloud hosting, vai-se destacando e popularizando e os programadores investem em aplicações que podem facilitar o nosso dia-a-dia, automatizando os mais variados procedimentos.

Qual será o melhor e mais rápido método para partilha no Dropbox? Que tal usar apenas o menu de contexto de um ficheiro e clicar numa só opção? Óptimo! (ler mais).

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DropPages – Criar um site no Dropbox de forma simples

O DropPages é um serviço que recorre ao Dropbox e que permite de forma muito simples produzir e alojar sites. Com este serviço o processo de criação de HTML deixa de ser necessário e os utilizadores apenas têm de criar ficheiros de texto, com recurso à sintaxe Markdown. Esta linguagem é parecida com a que é usada para criar páginas em Wikis e é extremamente simples de entender e de aplicar (ler mais).

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Quais as dicas/serviços que usa?

CrystalDiskInfo 4.0.0 – Monitorize os seus discos

CrystalDiskInfo 4.0.0 – Monitorize os seus discos

Criado por Pedro Simões em 17 de Maio de 2011 | 14 comentários

O disco rígido é um dos componentes da nossa máquina, que mais sofre com as alterações de temperatura. O próprio sistema, só por si, já cria calor, o disco cria calor, dentro da caixa começa a lembrar o inferno.

Então dá conta que a máquina faz mais ruído, dá conta que perde rendimento e em casos extremos o sistema desliga-se, sem razão aparente. Pois é, é calor a mais nos componentes.

Vamos monitorizar o disco com o CrystalDiskInfo.

Esta pequena ferramenta, analisa constantemente o disco rígido, oferecendo dados precisos sobre o desempenho, temperatura, valores técnicos e identificativos. Poderá, sem qualquer instalação, ter na barra de tarefas o programa constantemente a monitorizar as pulsações do seu disco, indicando quando perde rendimento, quando dá erros de leitura e escrita, quando o tempo de acesso é exagerado e quando está em sobreaquecimento.

Graficamente poderá ter essa e muita outra informação, poderá ter valores comparativos e dados que lhe permitem começar a estudar formas de minorar o problema da temperatura.

Limpe a máquina, retirando do cooler o pó que se acumula, faça com que os fios estejam presos e longe das correntes de ar essenciais para o arrefecimento, verifique se tem entradas e saídas de ar suficientes, caso o disco esteja em sofrimento, coloque um cooler dedicado ao disco, este funcionará melhor e durará por muito mais tempo.

Alterações desta versão do CrystalDiskInfo:

  • Disponibilização de e-mail com notificação (requer .NET Framework 2.0 ou posterior)
  • Optimizado o apoio à decisão ACS2
  • Suporte para produtos SSD da Micron
  • Suporte para IE9
  • Ajustes de Design
  • Actualização dos arquivos de idioma

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 2k/XP/Vista/7
Download: CrystalDiskInfo 4.0.0 [1.63MB]
Download: CrystalDiskInfo 4.0.0 Portable [1.11MB]
Homepage: Crystal

Diferenças principais entre o Joomla 1.5.x e 1.6.x

Diferenças principais entre o Joomla 1.5.x e 1.6.x

Criado por Pedro Pinto em 19 de Maio de 2011 | 13 comentários

Por Redlinepctech para o PPLWARE

O Joomla é um sistema de gestão de conteúdo bastante flexível. As estimativas actuais apontam para que cerca de 2,6% de toda web seja usado o Joomla. O Joomla 1.5x saiu há cerca de 3 anos, e as mudanças foram significativas. Mas no final do dia 10 Janeiro de 2011, a versão 1.6 foi lançado. No seguimento dos artigos sobre CMS Joomla, decidi fazer um resumo das diferenças principais entre Joomla 1.5.x e 1.6.x.

Será que vale a pena migrar para Joomla 1.6?

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A versão 1.6 tem algumas mudanças importantes, e muitas partes do código foram completamente criadas do zero. Passo a apresentar as principais alterações:

Controlos de acesso redefinidos

O administrador tem agora mais controlo sobre todos os aspectos da página, não só a gestão de que pode editar, criar ou ver artigos, mas também todos os outros aspectos da página.

Existe também a possibilidade de adicionar mais grupos de utilizadores e controlo de acesso personalizáveis.

A estrutura das categorias é mais flexível

Antes o conteúdo era organizado por secções e categorias e artigos, agora foi simplificado ficando apenas limitado a categorias e artigos, dentro das categorias poderá ainda definir sub-categorias, simplificando o processo de criação de categorias.

Capacidade de gerir páginas Multi-línguas

Agora o joomla já consegue lidar com conteúdo em várias línguas sem a necessidade de instalar uma aplicação de terceiros.

Capacidade para definir agendamentos em módulos

Na versão 1.5, apenas era possível definir a data de início de publicação de um artigo e final, mas em módulos não. Agora, é possível definir em ambos, ficando assim o utilizador com mais controlo sobre a sua página.

O Media Manager está melhor.

Agora é possível fazer o upload de várias imagens ao mesmo tempo, em vez de uma de cada vez.

Mais controlo sobre os temas instalados.

Agora é possível ter vários temas configurados num portal, imaginem um tema com algumas alterações em item de menu por exemplo.

Mais fácil estar actualizado.

Agora já não precisa de extensões para saber quando é lançada uma actualização do core do joomla ou de qualquer extensão que esteja instala, o próprio joomla 1.6 permite procurar actualizações e manter a instalação actualizada.

Mas no final de apresentar todas estas vantagens fica sempre a eterna questão, deve-se mudar ou não? È uma questão que pode ter várias respostas, na minha opinião quem já tem uma página criada em 1.5 e satisfaz todos os objectivos aos quais estava projectada, então não deve mudar, até porque a versão 1.6 e 1.7 são versões de ciclo curto (cerca de 6 meses), mas em contrapartida se está a pensar criar algo novo deve avaliar quais os recursos que irá necessitar para desta forma perceber se deve adoptar a versão actual ou a 1.5, sendo que o grande problema no 1.6 poderá ser a inexistência de alguns componentes, plugins ou módulos.Mas mesmo assim existe uma grande evolução entre a versão 1.5 (já bastante datada) e a actual 1.6 pelo que quem adoptar esta ultima a migração tanto para 1.7 como 1.8 serão bem mais suaves.

E vocês que acham? Preferem o 1.5 ou 1.6?

Faça desporto – Use o seu telefone/smartphone

A Primavera chegou…e com ela veio o calor, a vontade de dar umas corridas, caminhadas, andar de bicicleta, praticar geocaching, entre outras actividade físicas. Aproveitando o hype da tecnologia, redes sociais, telefones/smartphone, porque não registar esses momentos/trilhos e partilhar com os seus amigos?

Foram já muitas as aplicações que apresentamos aqui no pplware para registo da actividade física (e não só), e hoje decidimos reuni-las num único post. Aproveitem para nos dizer qual usam e no caso de conhecerem outras não se esqueçam de partilhar connosco.

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Cardio Trainer – Controle os seus passeios no Android

O CardioTrainer é uma aplicação para o fitness, que permite monitorizar os nossos treinos de todas as actividades desportivas outdoor. A aplicação recorre ao uso do GPS para mapear a nossa actividade. Além disso, disponibiliza ainda um sistema de voz para nos auxiliar nos percursos.

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Link: Cardio Trainer – Controle os seus passeios no Android


My Tracks – Registe trilhos GPS no Android

O My Tracks é uma aplicação para telefones com o sistema operativo Android, que permite gravar trilhos GPS e visualizar estatísticas em tempo real como por exemplo tempo do percurso, velocidade, distância, altimetria, etc. O registo dessa informação pode ser realizado enquanto caminhamos, andamos de bicicleta, corremos ou qualquer outro tipo de actividade outdoor.

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Link: My Tracks – Registe trilhos GPS no Android


Sports Tracker – Registe a sua actividade física no Nokia

A aplicação Sports Tracker da NOKIA é a mais evoluída do seu tipo, e pode ser usada em telemóveis com GPS de forma a ajudar nos treinos e não só. Com o NOKIA Sports Tracker pode definir o tipo de treino desejado (passeio, corrida, bicicleta de estrada, bicicleta de montanha, skate, golf, etc.) sendo igualmente possível personalizar um novo tipo de exercício.

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Link: Sports Tracker – Registe a sua actividade física no Nokia


SportyPal – Fitness nos Smartphones

SportyPal é uma aplicação que tem suporte para vários modelos de telefones/smartphones, e que permite aos utilizadores controlar a evolução da sua actividade desportiva (caminhadas, corrida, BTT, patinar, etc). O SportyPal é uma aplicação que permite monitorizar todo o tipo de actividades (Indoor e Outdoor), registo o posicionamento geográfico, integra com as redes sociais, informações sobre as calorias gastas, etc.

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Link: SportyPal – Fitness nos Smartphones


c:geo – Geocaching no Android

A aplicação c:geo para Android é uma excelente ferramenta gratuita para quem gosta (ou vai passar a gostar) de praticar Geocaching. Pelos testes que realizei, a aplicação está bastante completa a nível de funcionalidades e bem conseguida a nível de interface.

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Link: c:geo – Geocaching no Android

phpMyAdmin 3.4.0 com excelentes novidades

phpMyAdmin 3.4.0 com excelentes novidades

Criado por Pedro Pinto em 13 de Maio de 2011 | 36 comentários

Quem não conhece o phpMyAdmin?

O phpMyAdmin é uma ferramenta gratuita, escrita em PHP, e que permite de forma muito simples fazer a administração das nossas bases de dados através de um simples browser.

Através de um interface bastante intuitivo e organizado, o phpMyAdmin permite a qualquer utilizador fazer um gestão simplificada do MySQL e das respectivas bases de dados.

php_000

Novidades do phpMyAdmin 3.4.0
  • Novo template
  • Editor ENUM/SET
  • Simplificação no processo de exportar e importar bases de dados
  • Gráficos
  • Construtor
  • Em algumas funcionalidades foi introduzida a tecnologia AJAX

Exemplo da janela que permite a definir os privilégios de um utilizador

php_06

Além das características referidas anteriormente, o phpMyAdmin disponibiliza:

  • Suporte para a maioria das funcionalidades do MySQL
  • Permite procurar e apagar base de dados, tabelas, views, campos e índices
  • Criar, copiar, apagar e renomear base de dados, tabelas, campos e respectiva informação
  • Permite executar SQL-statements
  • Gestão de utilizadores e privilégios
  • Gestão de procedimentos e triggers
  • Importação de dados a partir de ficheiros .CSV ou  SQL
  • Exportação para vários formatos: CSV, SQL, XML, PDF, ISO/IEC 26300 – OpenDocument Text and Spreadsheet, Word, Excel, LATEX, entre outros
  • Administração de múltiplos servidores

Como colocar em funcionamento o phpMyAdmin

O phpMyAdmin é muito simples de colocar em funcionamento. Basicamente não necessitamos de instalar, sendo apenas necessário copiar para a directoria de sites do nosso servidor Web.

Vamos a um exemplo. Eu tenho o XAMPP instalado na minha máquina e encontra-se em D:\xampp. Para ter o phpMyAdmin a funcionar, apenas copiei a o mesmo para dentro do directório referido (D:\xampp)

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Em seguida, e depois de arrancarmos os serviços associados ao Apache e MySQL, abrimos o browser e escrevemos: http://localhost/phpmyadmin/.  Aí deve inserir as credenciais de acesso ao MySQL.

php_03Já dentro do phpMyAdmin, são muitas as opções que o utilizador tem à sua disposição. Acesso as Base de dados, execução de código SQL, verificar o estado do serviço (BytesIn/BytesOut e outras estatísticas sobre o tráfego), Variáveis, Mapas de Caracteres, Engines, Privilégios, Replication, Processos, possibilidade de exportar e importar dados, e um mecanismo de sincronização com outros servidores.

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Janela para exportar base de dados:

php_05

O phpMyAdmin é um “must have” que instalo sempre tenho de usar mysql em alguma máquina. A flexibilidade e “visão” simplificada que nos dá sobre as nossas bases de dados, facilita em muito certos trabalhos. Experimentem, há um DEMO aqui.

Artigos relacionados

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows/Mac OS X / Linux
Download: phpMyAdmin-3.4.0 [5,61 MB]
Homepage: phpmyadmin

AutoHotkey – Como começar a desenvolver scripts?

AutoHotkey – Como começar a desenvolver scripts?

Criado por Pedro Pinto em 22 de Março de 2011 | 8 comentários

Nos dias que correm existem ferramentas que permitem a qualquer utilizador produzir ideias fantásticas. Em tempos, apresentamos no pplware um script criado no AutoHotkey que permite produzir efeitos de transparência nas janelas do Windows 7 (ver aqui) .

Para quem não conhece, o AutoHotkey scripts é uma ferramenta que permite desenvolver facilmente scripts para personalizar o nosso sistema.  Vamos ver como desenvolver os seus próprios scripts.

autohotkey_00

O AutoHotkey scripts é uma ferramenta bastante popular, no entanto a primeira abordagem nem sempre assim. Nesse sentido, vamos dar uma ajuda e ensinar como programar o seu primeiro script. Sigam os seguintes passos:

Passo 1 – Fazer download do AutoHotkey_L aqui. Durante a instalação será questionado ao utilizador ser pretende desenvolver scripts para sistemas de 32-bit ou 64-bit. Devem escolher a opção Unicode (32 bit)

autohotkey_01

Passo 2 – Agora que já temos o AutoHotkey instalado, vamos produzir o nosso primeiro script. Para isso, vamos aproveitar o script apresentado aqui, que permite dar novas funcionalidades ao nosso rato de 3 botões de acordo com a seguinte imagem.

autohotkey_03Script

#IfWinNotActive Total Commander
 RButton::click right
 RButton & WheelDown::Send {Browser_Back}
 RButton & WheelUp::Send {Browser_Forward}
 #IfWinNotActive

Devem copiar o script, colocar no notepad (bloco de notas), gravar com a extensão .ahk e definir na codificação o parâmetro Unicode.

autohotkey_02

Depois basta dar dois cliques sobre o script e experimentar as novas funcionalidades.

No site do AutoHotkey existe informação de suporte e muitos scripts disponibilizados no forum/wiki. Alguém tem scripts que pretenda partilhar?

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows
Download: AutoHotKey [2,5 MB]
Homepage: Autohotkey

PHP é à quinta-feira – Controlar uma porta COM

PHP é à quinta-feira – Controlar uma porta COM

Criado por Pedro Pinto em 12 de Maio de 2011 | 3 comentários

Por Pedro Peixoto para o PPLWARE

O PHP é usado mais frequentemente com o objectivo de construção de Websites ou aplicações WEB para manipular dados e geri-los de uma forma mais fácil e cómoda, mas também é famoso pela sua versatilidade, flexibilidade e simplicidade. O facto de ser uma linguagem muito popular facilita a obtenção de classes que estendem as suas funcionalidades aos mais diversos fins. Hoje vamos aprender como controlar facilmente uma porta COM usando PHP.

php1

Há uns tempos, durante a realização de projecto relacionado com a robótica, tive necessidade de enviar comandos para uma porta COM (local) usando a aplicação que estava a construir em PHP. O que poderia parecer difícil à primeira vista, veio a tornar-se simples, muito por culpa da classe disponibilizada por Rémy Sanchez. Existem muitas outras soluções, algumas delas tirando partido de funções nativas do PHP, tanto que a minha escolha acabou por ser outra, no entanto esta classe é bastante simples e eficaz para as tarefas mais necessárias, pelo que merecia destaque numa rubrica.

Vamos ao que interessa, em primeiro lugar necessitam de fazer download da classe e fazer o include da mesma:

require("php_serial.class.php");

Depois de incluída é preciso criar um novo objecto como em qualquer classe:

$serial = new phpSerial();

Agora que temos o objecto criado, vamos indicar a porta COM a controlar:

$serial->deviceSet("COM1");

De seguida necessitamos de indicar os parâmetros de ligação à porta:

$serial->confBaudRate(9600); //Taxa de transmissão
$serial->confParity("none");  //Paridade
$serial->confCharacterLength(8); //Comprimento   $serial->confStopBits(1);  //Bits de paragem
$serial->confFlowControl("none"); //Controlo

Agora que já temos a ligação configurada, vamos conectar:

$serial->deviceOpen();

E é tudo, podemos enviar as mensagens para a porta de destino, para exemplificar vamos enviar o comando “SR1”:

$serial->sendMessage("SR1\r");

Ao fim de enviar todos os comandos, temos de fechar a conexão:

$serial->deviceClose();

Para concluir, basta acrescentar que está ainda disponível a função readPort, para ler a porta COM mas apenas está implementada para servidores Linux.

Existem inúmeros dispositivos que funcionam ou estão preparados para funcionar como portas COM, esta classe vem assim possibilitar a exploração de inúmeras funcionalidades desses mesmos dispositivos, e, principalmente possibilitar a interação de aplicações WEB com mecanismos usados na robótica ou domótica. Já pensaram fazer uma aplicação WEB onde controlem as persianas/luzes da vossa casa? Até para a semana.

Últimos artigos sobre PHP

Download: php_serial.class.zip

Aprenda a proteger a informação da sua PenUSB

Aprenda a proteger a informação da sua PenUSB

Criado por Pedro Pinto em 4 de Maio de 2011 | 46 comentários

As penUSB são hoje em dia gadgets de extrema utilidade, onde depositamos muita da informação da produzimos. Como são por normas de pequena dimensão, as penUSB acompanham-nos normalmente para todos o lado, aumentado assim o risco de as perdermos. Hoje vamos aprender como criar uma “zona segura” dentro da própria PenUSB para depositarem informação mais sensível. Para isso vamos usar o popular e eficaz TrueCrypt.

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Para proteger a informação da sua PenUSB vamos recorrer ao TrueCrypt. O TrueCrypt é um software open-source, que tem a capacidade de criar discos virtuais encriptados (mesmo em PenUSB) como se de um disco real de tratasse. Pode encriptar uma partição do seu disco rígido ou um outro dispositivo de armazenamento.

Para criar um disco virtual encriptado (reservado uma parte do disco) deve seguir os seguintes passos:

Passo 1 – Depois de instalar o TrueCrypt, vamos a Tools e escolhermos a opção Volume Creation Wizard

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Passo 2 – Em seguida escolhemos a opção Create an encrypted file container

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Passo 3 – Relativamente ao Volume Type, devemos escolher a opção Standard TrueCrypt volume

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Passo 4 – No próximo passo indicamos qual o ficheiro que irá conter o disco virtual. Para este exemplo escolhemos um ficheiro com o nome pplware

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Passo 5 – Em seguida definimos quais os algoritmos de cifra que pretendemos usar. Neste passo vamos manter as opções predefinidas.

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Passo 6 – Como escolhemos a opção de criar um disco virtual num ficheiro, temos agora a possibilidade de definir o tamanho desse disco virtual. Vamos considerar por exemplo 100 MB (o utilizador pode alterar esta variável de acordo com as suas necessidades)

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Passo 7 – Vamos agora definir uma password para o acesso ao nosso disco Virtual que vamos criar.true_12

Passo 8 – De seguida indicamos qual o filesystem (usamos FAT) e mandamos formatar o disco virtual

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Passo 9 – Uma vez que no Passo 4 indicamos que o ficheiro (disco virtual) estava localizado no nosso Desktop, vamos agora passá-lo para dentro da nossa PenUSB. Ao passar o ficheiro para dentro da PenUSB estamos a criar uma zona cifrada, protegida de 100 MB (definida no Passo 6) onde podemos guardar com segurança a nossa informação mais sensível.

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Passo 9 – Indicamos agora qual a drive associada a nossa penUSB e o ficheiro que contem o disco virtual criado. Depois de carregarmos em Create, o disco virtual passará para dentro da nossa PenUSB.

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Como passar informação para dentro do disco virtual?

Passo 10 – Depois de termos criado o disco virtual é hora de colocarmos informação no mesmo. Para tal, abrimos o TruCrypt, vamos a Volumes e escolhemos a opção Select File e escolhemos o ficheiro que possui o disco virtual.

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Passo 11 – Em seguida carregamos em Mount

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Passo 12 – É solicitada a password (definida no passo 7). Caso a password esteja correcta, o disco virtual é carregado no nosso filesystem.

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Passo 13 – Para aceder ao disco virtual, basta abrir o Explorer ou O meu Computador e o disco virtual está disponível como se de uma partição/disco se tratasse.true_11

Considerações finais

Ao criarmos um disco virtual cifrado, estamos a aumentar o nível de segurança no que diz respeito ao acesso da nossa informação. No caso de perdemos a PenUSB estamos mais seguros quanto a sua divulgação, uma vez que a informação dentro do disco virtual encontra-se cifrada. Para saber mais, veja aqui.

Já agora, alguém usa (até ao momento) algum mecanismo para protecção de informação na PenUSB?

Licença: Open-source
Sistemas Operativos: Windows/Mac/Linux
Download [win]: TrueCrypt 7.0a [2.69MB]
Download [mac]: TrueCrypt 7.0a [7.90MB]
Download [linux]: TrueCrypt 7.0a
Homepage: TrueCrypt

Syncdocs – Os seus Google Docs no PC e vice-versa

Syncdocs – Os seus Google Docs no PC e vice-versa

Criado por Pedro Simões em 5 de Maio de 2011 | 18 comentários

O Google Docs veio para ficar e revolucionar a forma como criamos documentos e os partilhamos com toda a nossa comunidade. Permite que criemos e editemos os nossos documentos na Internet com extrema facilidade. Esta característica requer que alteremos a forma como trabalhamos e como interagimos com os nossos colegas ou com outras pessoas.

O facto de abraçarmos essa forma de trabalhar obriga-nos a estar ligados constantemente à Internet pois só assim conseguimos aceder a esses documentos. Outro problema que pode existir é a resistência natural que existe à mudança e a vontade de querermos trabalhar com as ferramentas de sempre. O Syncdocs vem resolver estes e outros problemas com uma simples solução.

Os cenários que o Syncdocs permite implementar são diversos. Não existe uma função base que possa ser identificada, existe sim um conjunto de funções que podem ser usadas e aproveitadas, por forma a serem mais produtivos.

O Syncdocs permite que sincronizem uma ou mais contas do Google Docs com o vosso PC. Com este sincronismo vamos conseguir ter no nosso PC todos os documentos, imagens ou outros ficheiros que estejam na vossa conta.

Para além de conseguirmos sincronizar no sentido da Google para o PC, o Syncdocs permite que sincronizem também no sentido do PC para a Google. Tudo se processa numa pasta a ser indicada pelo utilizador e tudo o que aí estiver dentro será sempre sincronizado. Está assim definida uma forma simples de fazerem backup de todos os documentos que têm no Google Docs, ou o oposto.

Se quiserem abdicar completamente de todos os diferentes Offices que possam ter no vosso PC, podem ainda usar o Syncdocs para definir o Google Docs como o vosso editor de documentos a ser usado no vosso PC. Dessa forma sempre que abrirem um documento, este vai ser importado e aberto no browser.

Tudo começa com a instalação do Syncdocs. Depois disso existe a necessidade de uma primeira configuração, para que ele possa iniciar as suas funções. Definam o local de configuração, que vem por omissão numa pasta dos vossos documentos. Escolham que tipos de documentos que pretendem sincronizar, se pretendem converter os documentos e qual a integração com o Windows.

A velocidade com o que o processo de sincronismo decorre depende da quantidade de ficheiros que têm na vossa conta. Sempre que editarem e alterarem um ficheiro que esteja dentro da pasta que está a ser sincronizada, esta será actualizada na Google. O mesmo processo decorre se editarem um documento na interface do Google Docs.

Sempre que pretenderem aceder ao Syncdocs, podem faze-lo através do ícone que vai ficar residente na Área de Notificação. Ao clicarem com o botão direito do rato nesse ícone, vão ter à vossa disponibilidade um conjunto de opções e de informação útil. Podem em qualquer altura alterar as configurações do Syncdocs através dessa interface.

O Syncdocs adiciona ainda ao menu de contexto dos ficheiros a opção de o abrir dentro do Google Docs. Basta escolherem o ficheiro em causa e seleccionarem a opção View in Google Docs no menu que activam com o botão direito do rato.

O vídeo abaixo apresenta de forma muito completa tudo o que podem fazer com o Syncdocs e a forma de o fazerem. Assistam e vejam tudo o que o Syncdocs é capaz:

Com o Syncdocs vão poder ter todos os vossos documentos salvaguardados e sincronizados entre o PC e o Google Docs. Podem também escolher a plataforma que mais se adapta ás vossas necessidades e adoptar o Google Docs como o editor de documentos ou uma das muitas suites Office que estão disponíveis.

Integra-se muito bem com o Windows e integra-o com o Google Docs. É uma ferramenta com muitas utilidades e que pode ser usada para vos facilitar a vida. Decidam se pretendem adoptar o Google Docs como editor padrão, usem o Syncdocs para o definir.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows XP/ Vista/ 7
Download: Syncdocs 0.51 [1.96MB]
Homepage: Syncdocs