ZonHub–Mini análise e alguns truques

ZonHub – Mini análise e alguns truques…

Criado por Francisco Aragão em 26 de Junho de 2010 | 123 comentários

Como utilizador intensivo da Internet, não me satisfaz ter uma ligação que apenas se intitula rápida… ela tem de ser efectivamente rápida. Assim, há dias decidi aumentar a velocidade da Internet em casa. A escolha do novo serviço recaiu sobre a Fibra Óptica e com ela veio o ZonHub. Optei por mudar de tarifário pois dupliquei a velocidade de Internet por mais 2,5€ do que estava a pagar anteriormente e ainda fui seduzido pelas características do Zonhub.

Deixo-vos uma pequena e sucinta análise do equipamento e algumas sugestões de alteração para beneficiar de uma aumento do rendimento do equipamento.

Após a instalação do aparelho pelos técnicos, tive que alterar algumas configurações do Zonhub para que em casa, tudo ficasse a funcionar devidamente e  sem problemas. São algumas alterações que já tinha estudado e agora chegara a hora de as aplicar. Começo por deixar alguma informação especifica sobre o ZonHub.

Passando agora ás especificações físicas do equipamento:

  • Nome da plataforma: Hitron BVW3653 Board
  • Dimensões: 85L x 201,5A x 205P mm (L)argura (A)ltura (P)rofundidade
  • Peso Líquido: 520g +/- 10g
  • Tensão de Entrada de CD: 12V/2.0A
  • Dissipação de Potência: 24 Watts (Máximo)
  • Temperatura de Operação: 0°C~40°C
  • Humidade de Operação: 10%~90%
  • Interface de Rede de Cabo: Conector RF de Tipo F
  • Ponto de Acesso LAN: 10/100/1000 Mbps Ethernet MAC

[fonte]

As principais características que me levaram a aceitar este aparelho, foram o wireless com a norma n, a partilha da impressora e de drives usb em rede e a rede LAN gigabit.

Entre estas características, destacam-se ainda:

  • Design atractivo
  • 12 Indicadores LED
  • Modem de ligação por cabo
  • Ligação WAN Doccis 3.0
  • Router Gigabit
  • Firewall
  • DMZ (DeMilitarized Zone)
  • Wifi b/g/n até 300Mbps
  • 4 Portas RJ45 10/100/1000
  • Cliente VoIP
  • Virtual AP’s
  • WPS (Wireless Protection System)
  • WDS (Wireless Distribution System)
  • USB 2.0 Host
  • Servidor de Impressão
  • Servidor Samba
  • Servidor UpnP (Universal plug and play)
  • Virtual AP Fon
  • 2 Saídas RJ11 para ligação do telefone
  • Cliente de DNS Dinâmico

Estas foram algumas das configurações efectuadas para colocar o Zonhub ao meu gosto.

Dicas de configuração:

  • Hub USB:

Para quem quer ligar simultaneamente uma impressora e um disco externo ao modem, pode fazê-lo através da utilização de um Hub USB 2.0.

  • Para quem ainda não alterou a password original de acesso à página do zonhub, aqui fica os dados de login originais:

Endereço: http://zonhub.home

Utilizador: home

Password: zonnet

  • Como alterar a password de login:

1 – Fazer login na página: http://zonhub.home

2 – Carregar no separador “Sistema”

3 – Carregar no sub-separador “Utilizadores”

4 – Carregar no símbolo de editar do utilizador “home”

5 – Alterar os campos desejados.

6 – Carregar no botão OK.

7 – Voltar a fazer login com os novos dados

  • Como alterar as definições de wireless:

Esta configuração serve para quem quer alterar os parâmetros originais da rede wireless.

1 – Fazer login na página: http://zonhub.home

2 – Carregar no separador “Rede local”

3 – Carregar no sub-separador “Wireless”

4 – Alterar os campos desejados

5 – Carregar no botão OK.

  • Como abrir portos para aplicações:

Esta configuração serve para abrir os portos das aplicações, para poderem receber e transmitir dados para a Internet, por exemplo alguns jogos.

1 – Fazer login na página: http://zonhub.home

2 – Carregar no separador “Serviços”

3 – Carregar no sub-separador “Firewall”

4 – Carregar no sub-separador do lado direito “Encaminhamento de portas”

5 – Carregar no link “Nova entrada”

6 – Seleccionar no campo “Anfitrião Local” o nome do computador

7 – Seleccionar no campo “Protocolo” o valor “Definido pelo utilizador”

7.1 – Carregar no link “Novas portas de servidor”

7.2 – No campo “Protocolo” seleccionar o valor “TCP” ou “UDP” consoante a aplicação

7.3 – No campo “Portas de Origem” seleccionar o valor “único” ou “intervalo” consoante o numero de portos da aplicação

7.4 – Colocar ao lado do campo do passo anterior o valor do porto.

7.5 – Carregar no botão “OK”

8 – Carregar no botão “OK” até alcançar novamente o ecrã “Encaminhamento de portas” da firewall.

9 – Carregar no botão “OK”

Para outras configurações seguir o manual da zon: aqui

Dicas de configuração avançadas:

Nota: Estas configurações não estão disponíveis aos utilizadores comuns, por isso não nos responsabilizamos por alterações mal efectuadas.

  • Como passar a velocidade do wireless de 150 Mbps para 300 Mbps :

Esta configuração serve para alterar a velocidade da rede de wireless n de 150 Mbps para 300 Mbps.

Nota 1: Esta dica serve apenas para quem tem equipamentos wireless que suporte a norma N.

Nota 2: Não consigo verificar se este sistema funciona, pois tenho problemas de drivers wireless.

1 – Fazer login na página http://zonhub.home/

2 – Ir à seguinte página: http://zonhub.home/index.cgi?active_page=page_conn_settings_ra0

3 – Seleccionar o separador Wireless

4 – Alterar o valor do campo “Modo largura canal: ” de “20mhz” para “20/40mhz”

5 – Carregar no botão OK

  • Como fazer reset ao router:

Esta configuração dá imenso jeito para quem não quer estar sempre a retirar o cabo ao Zonhub para o poder reiniciar.

1 – Fazer login na página: http://zonhub.home

2 – Ir à seguinte página: http://zonhub.home/index.cgi?active_page=page_admin_restart

3 – Carregar no botão OK

  • Como adicionar um AP virtual:

Para quem quiser ter mais que um SSID pode fazelo com esta configuração. Este aparelho permite ter até 8 SSID’s simultâneos.

1 – Fazer login na página: http://zonhub.home

2 – Ir à página: http://zonhub.home/index.cgi?active_page=page_conn_settings_ra0

3 – Carregar no separador “Wireless”

4 – Carregar no campo “Novo AP virtual”

Nota 3: Neste passo o modem irá reiniciar e é necessário refazer até ao passo 3, inclusive.

5 – Definir os campos pretendidos

6 – Carregar no botão OK.

  • Como alterar a gama de endereços de ip:

Esta definição dá bastante jeito para fugir à típica gama de ip’s: 192.168.0.0

1 – Fazer login na página: http://zonhub.home

2 – Ir à página: http://zonhub.home/index.cgi?active_page=page_conn_settings_eth0

3 –  Carregar no separador “Definições”

4 – Alterar o campo “Distribuição de endereços de IP”

5 – Carregar no botão “OK”

  • Como definir IP’s estáticos:

Enquanto navegava pela internet, encontrei estas dicas úteis para o Zonhub:

Definir IPs estáticos (por MAC address)

Uma vez que o zonhub não permite desactivar o servidor DHCP, apesar de existir uma opção para isso, podem desta forma atribuir IPs estáticos às máquinas da vossa rede.

Uma alternativa é definir em cada máquina um ip dentro da gama de ips da rede. Contudo, por erro, podemos definir 2 máquinas com o mesmo ip e pode dar asneira. Os passos que indico a seguir eliminam esse risco e, na minha opinião, penso que é mais cómodo uma vez que não é necessário estar a fazer configurações em todas as máquinas.

1-Fazer login na interface do zonhub

2-Ir à página http://zonhub.home/index.cgi?active_page=page_dhcps_conn&prev_page=page_dhcps_conn&req_mode=1

2.1-Para definir IP estático para as máquinas que estão ligadas no momento ao zonhub, clicar no nome/ip e colocar visto em “tipo de aluguer estático”.

2.2-Para definir IP estático para uma máquina que não esteja ligada no momento ao zonhub, clicar em “Nova ligação estática”. Aqui terão que, obviamente, indicar o MAC Address do interface de rede/placa da máquina que querem ligar e escolher respectivo IP dentro da gama da rede.
Desta forma podem deixar todas as configurações TCP/IP do SO em automático.

[fonte]

  • Como definir endereços de DNS:

Para utilizar servidores DNS à escolha (opendns, por exemplo) em vez dos da zon

1-Fazer login na interface do zonhub

2-Ir à página http://zonhub.home/index.cgi?active_page=page_conn_settings_vw0

3-Escolher o separador “Definições”

3.1-Em servidor DNS escolher “utilize os seguintes endereços do servidor dns” e escrever o(s) respectivo(s) endereço(s).

[fonte]

Conclusão:

Após uma série de testes, concluo que a Zon apostou bem numa plataforma bastante atractiva e robusta apesar de alguns problemas com configurações do firmware e problemas de atribuição de permissões aos utilizadores. Deveriam dar ao utilizador doméstico permissões para conseguir alterar as definições avançadas da plataforma.

Como ter Internet gratuita da ZON em qualquer lado

Como ter Internet Gratuita da Zon… em qualquer lado

Criado por Vítor M. em 26 de Dezembro de 2010 | 86 comentários

Hoje em dia, dado o número de fornecedores de serviço de Internet, temos de estar atentos aos tarifários que nos são propostos e cobrados. É nossa obrigação zelar pela melhor solução proposta pelos operadores e devemos estar atentos às supostas “ofertas” que nos fazem!

Assim, não devemos deixar de consultar os tarifários dos serviços de Internet, comunicações móveis, comunicações fixas e de televisão que existem no mercado, nos vários fornecedores…. foi o que fui fazer há dias!

Comecei por ver no site do meu fornecedor de Internet/Televisão que o meu pack estava desajustado… e apenas tinham passado 6 ou 7 meses da última vez que o reajustei! Então liguei para o número de apoio ao cliente e… “Boa tarde, eu quero renegociar o meu serviço de Internet e televisão!”

A minha ideia era redefinir prioridades no fornecimento desses serviços e remover tudo o que fosse desperdício. 200 canais! Telefone Fixo? Para quê?

Do lado do operador a resposta foi sendo composta à medida que eu ia aceitando e rejeitando ofertas, estes serviços hoje são “mais flexíveis” porque a concorrência aperta, então temos de “regatear”.

Então lá consegui um compromisso (mais ou menos satisfatório) em relação ao preço. Passei a ter menos canais, o que não é problema algum (de 200 via no limite 1 de cada vez e dentro de uma escolha de 5), com isso diminuí ao preço do serviço de TV.

Zon@Fon

Queixei-me que Internet era essencial e nem sempre tenho a qualidade pelo qual eles cobram o serviço e foi-me aumentada de 20 para 30 megas (Fibra segundo eles). O operador do outro lado, ao ver que não estava muito satisfeito (ainda) ofereceu a troca do modem que lá tinha pelo novo Router Zon Hub.

Primeira etapa cumprida, consegui baixar a mensalidade em 11 euros, consegui ter um serviço de internet melhor (supostamente) e recebi um Router que me possibilitou alargar o número de periféricos ligados à rede wireles (discos externos, impressoras, etc.).

Mas o mais interessante foi a possibilidade de activar o serviço Zon@Fon.

O que é a Zon@Fon?

A Zon@Fon é uma rede de hotspots WiFi construída para utilizadores que a partir do seu acesso Zon Net transformam a sua ligação num hotspot WiFi. Esta ligação permite-nos navegar gratuitamente sempre que estejamos fora de casa e que tenhamos acessíveis mais de 1,5 milhões de hotspots espalhados por todo o mundo e, mais concretamente em Portugal, que tenhamos disponíveis mais de 100 mil, desses hotspots WiFi.

Em 2008 o Peopleware dava a conhecer a parceria feita pela Zon com a comunidade Fonera.

Como posso ter acesso?

Este serviço baseia-se na premissa “partilha a tua ligação e navega na ligação partilhada por outros”. A forma é simples, partilhamos o nosso router Zon HUb, sem perdermos qualidade no nosso fornecimento, apenas temos de “alimentar” com energia o router e este fornece à conta da Zon o sinal para fora da nossa rede privada. Ao registarmos o nosso Zon Hub no serviço Zon@Fon, passamos a estar disponíveis para quem quiser usar e passamos a poder usar o que os outros, a tal comunidades de mais de 1,5 milhões de utilizadores, também partilha.

Registe-se aqui.

É seguro?

Completamente. O canal Zon@Fon é separado do canal que está a fornecer sinal wireless em nossas casas e apenas podem ter acesso ao sinal Zon@Fon que estiver registado neste serviço ou quem queira “pagar” para usufruir desse serviço. A Zon “vende” sinal através dos nossos routers e “reparte” com o “dono” daquele router hotspot metade da verba cobrada a quem usufruiu dos minutos de Internet Wireless (clientes que não têm serviço Zon@Fon e não pertençam à comunidade).

É útil partilhar?

Bastante. No meu caso é importante partilhar e fazer parte da comunidade Fon. Ao nível internacional não precisei ainda deste serviço, mas “cá dentro” faz-me imensa falta ter sinal wireless quando estou fora de casa e preciso de ligar o Portátil, o iPad ou o iPhone e em vez de gastar dados 3G (pagos do meu bolso) usufruo de um serviço que está pago à partida e que me permite navegar com mais qualidade. Ter net em qualquer lado e “gratuita” é simplesmente fantástico.

E onde estão esses hotspots?

Existe um mapa que nos informa onde estão localizados esses hotspots Zon@Fon. Costumo verificar, antes de ir para algum lado, se existe naquela zona um desses hotspots. Podem ver neste mapa o que existe e onde estão.

Esse mapa serve também para consultarmos algumas informações quanto ao fornecedor desse hotspot. Principalmente as casas comerciais fazem questão de se identificarem e isso pode ser um ponto a seu favor. Já tenho esse cuidado, em alguns locais já escolho restaurantes ou hotéis onde sei que tenho Internet gratuita, isto porque Internet para mim é muito importante.

Existem informações relevantes – na página do serviço – em relação a esta comunidade e tecnologia envolvida. Já existem os chamados Bairos Zon@Fon que tem o “patrocínio” da Zon num bairro, com o intuito de propagar internet gratuitamente de forma a aumentar a produtividade comercial nesse mesmo bairro.

É um conceito interessante e que, para os clientes Zon, pode ser um factor importante, pelo preço que se paga. Analisem e vejam se podem usufruir desse serviço, pressionem a Zon para vos actualizar a custo zero o equipamento que têm em casa. Não facilitem!

Artigos relacionados:

Homepage: ZonFone

Windows: Configure um IP estático

Windows: Configure um IP estático

Criado por Ana Narciso em 4 de Fevereiro de 2010 | 48 comentários

O guia de hoje pretende auxiliar todos aqueles que tipicamente têm problemas em “abrir as portas” de programas como o uTorrent, nos quais a sua incorrecta abertura prejudica e muito a velocidade de descarga.

O Windows traz por omissão a ligação com/sem fios configurada para atribuir automaticamente um IP à máquina. Se configurar o seu router para abrir uma determinada porta para o seu IP, essa abertura funcionará enquanto não renovar o IP.

Como contornar este facto? A resposta é simples: configurando um IP estático. Experimente o nosso guia e obtenha a máxima performance da ligação.

Quando possui a configuração automática de IP, ao ligar-se ao router, é-lhe concedido automaticamente um IP que ainda não foi atribuído a nenhum computador da rede local. Quando configurar a sua ligação para utilizar um IP definido por si, ou seja estático, há que ter a preocupação em escolher um IP que não esteja já a ser utilizado na rede.

O procedimento é semelhante tanto no Windows XP, como no Windows Vista ou Windows 7.

Primeiro passo – Aponte os seus dados

Abra uma linha de comandos. No Windows XP clique em Menu Iniciar > Executar…, escreva “cmd” e prima Enter. No Windows Vista/7 abra apenas o Menu Iniciar, escreva “cmd” e prima Enter.

Na linha de comandos que acabou de surgir, digite “ipconfig /all” e prima Enter.

Relativamente ao adaptador que utiliza para se ligar à Internet (no meu caso é um adaptador sem fios), tome nota dos seguintes valores:

  • Endereço IP
  • Máscara de sub-rede
  • Gateway predefinido
  • Servidores DNS – aponte os 2 valores.
Segundo passo –  Configure o IP

Agora é necessário aceder às propriedades da ligação TCP/IP do seu adaptador de rede. Consoante o seu sistema operativo, o procedimento será ligeiramente diferente:

  • No Windows XP aceda ao Painel de Controlo e usando a vista clássica, clique em “Ligações de rede”.
  • No Windows Vista aceda ao Painel de Controlo > Centro de Rede e Partilha e na barra lateral clique em “Gerir ligações de rede”.
  • No Windows 7 aceda ao Painel de Controlo > Ver estado da rede e tarefas e na barra lateral clique em “Alterar configurações do adaptador”.

Clique com o botão direito do rato sobre a ligação activa que utiliza para aceder à Internet e seleccione “Propriedades”. Seleccione “TCP/IP (Protocolo Internet” (versão 4, se houver várias versões) e clique em “Propriedades”. Deverá ver uma janela semelhante a esta:

Seleccione “Utilizar o seguinte endereço IP” e preencha da seguinte forma:

  • Endereço IP – Terá de escolher um IP nunca utilizado na sua rede local. Se o gateway (IP do router) é por exemplo 192.168.0.1 usarmos a máscara 255.255.255.0 (ou /24(, será o último número (último octeto) que distingue cada um dos computadores da rede, sendo que os 3 primeiros octetos indicam a rede à qual esse computador pertence. Quer isto dizer que poderá escolher qualquer IP entre 192.168.0.2 e 192.168.0.254. Pessoalmente prefiro colocar um número bem alto, para evitar ao máximo colisões com IPs automáticos de outras máquinas da minha rede. Escolhi por isso o 192.168.0.201.
  • Máscara de sub-rede – É tipicamente 255.255.255.0 mas confirme com os dados retirados anteriormente.
  • Gateway predefinido – Coloque aqui o endereço retirado anteriormente. É o IP do seu router.

Seleccione “Utilizar os seguintes endereços de servidor DNS” e preencha da seguinte forma:

  • Servidor de DNS preferido – Preencha utilizando o primeiro endereço de servidor DNS retirado anteriormente.
  • Servidor de DNS alternativo – Preencha utilizando o segundo endereço de servidor DNS retirado anteriormente.

E pronto, clique em “OK” para confirmar e confirme todas as alterações nas janelas seguintes.

Terceiro passo – Disfrute

Abra o seu navegador web favorito e verifique se possui ligação à Internet.

Com a definição de um IP estático, quando precisar de abrir certas portas no seu router, terá apenas de colocar o seu novo IP estático no campo do IP destinado à excepção das portas.

Se encontrar algum problema com esta configuração, não deixe de colocar a sua dúvida nos comentários.

Redes–como calcular sub-redes? Parte prática

Redes – Como calcular sub-redes? Parte prática

Criado por Pedro Pinto em 20 de Dezembro de 2010 | 17 comentários

Depois de termos dado algumas dicas de como proceder ao cálculo de sub-redes no artigo Redes – Como calcular sub-redes?, alguns dos nossos leitores solicitaram que fizéssemos um artigo que explicasse como proceder à configuração das máquinas na prática.

Atendendo a esse pedido, criei um pequeno artigo a explicar o que fazer depois do calculo das sub-redes.

image

Aproveitando o exemplo do outro artigo (ver aqui), obtivemos 8 sub-redes (a partir da rede principal 192.168.1.0/24), e para cada sub-rede conseguimos encaixar 30 máquinas.

sub_13Considerando por exemplo que pretendem configurar uma máquina na sub-rede 192.168.1.64 devem definir nessa mesma máquina as seguintes configurações:

IP da máquina: um endereço definido entre 192.168.1.65 até 192.168.1.94

Máscara: 255.255.255.224

Depois de termos procedido ao cálculo das sub-redes podemos proceder à configuração das máquinas na prática. Lembramos que para o cenário-exemplo deste artigo não existe qualquer router (para possibilitar a comunicação entre máquinas de sub-redes diferentes), pelo que as máquinas apenas comunicarão entre outras máquinas da mesma sub-rede.sub_11

As configurações de rede podem ser obtidas automaticamente via DHCP (ou seja, existe na rede um servidor de DHCP ou outro equipamento a proceder ao envio das configurações de rede ao cliente) ou podemos proceder nós próprios (manualmente) às configurações.  Para o presente exemplo vamos proceder à configuração manual e vamos apenas usar a sub-rede 192.168.1.64 (Para as outras sub-redes o processo é idêntico, sendo apenas necessário mudar o endereço IP que deverá estar de acordo com a sub-rede escolhida, a máscara mantém-se a 255.255.255.224).

Vamos considerar então que temos uma máquina com Windows, outra com Linux e outra com MacOS. As configurações devem estar de acordo com o diagrama seguinte:

sub_18

Como configurar uma máquina com SO Windows?

Para quem pretenda configurar endereçamento estático em  máquinas com Windows, aconselhamos a lerem o seguinte artigo: Windows: Configure um IP estático.

O resultado final deverá ser idêntico ao que é apresentado na imagem seguinte:

sub_14

Como configurar uma máquina com SO Linux (Ubuntu)?

Para quem pretenda configurar endereçamento estático em  máquinas com Linux, aconselhamos a lerem o seguinte artigo: Dicas Linux – Configurar endereço IP e DNS. As configurações de rede no Ubuntu podem ser facilmente definidas através do NetworkManager.

O resultado deverá ser algo do género:

sub_17

Como configurar uma máquina com MacOS?

Em MacOS o utilizador pode proceder à configuração de endereçamento estático no menu Preferências de Sistema –> Redes –> Ethernet.

O resultado deverá ser algo do género:

sub_16

Considerações finais

Esperamos que este artigo tenha ido de encontro ao solicitado pelos nossos leitores. Caso tenham alguma dúvida ou questão deixem em comentário que terei todo o gosto em vos ajudar. Em próximos artigos tentaremos abordar um exemplo onde os requisitos a nível de hosts variam de rede para rede. Para comunicação entre máquinas de sub-redes distintas, vamos também tentar trazer um artigo com a solução (provavelmente através do Vyatta). Até lá, mãos à obra!

ASP.NET–Início do Projecto GoodToWork

ASP.NET – Inicio do Projecto “GoodToWork”

Criado por Henrique Graça em 21 de Dezembro de 2010 | 16 comentários

Estamos de volta com mais um tutorial sobre ASP.NET. Hoje iremos começar a construir a nossa aplicação. Fiquem atentos e participem neste brainstorming de programação.

1. Inicio

O Site que iremos construir irá permitir aos utilizadores avaliar empresas em que trabalham ou trabalharam, em termos de condições, ambiente, salário, etc. Com estes dados iremos ter um repositório que poderá ajudar outros utilizadores a escolher o seu próximo emprego.

Para tal vamos precisar de um modelo de dados, que iremos construir neste turorial (o modelo pode sofrer alterações).

Este modelo será criado com a ajuda do editor gráfico da Entity Framework.

Para iniciar a nossa aplicação vamos executar o Visual Studio e criar um novo projecto como mostra a figura.

Este projecto inclui muitas das funcionalidades do ASP.NET, MasterPages, Menus, Membership. Vem também com estilos CSS e com scripts de javascript (Jquery).

Podemos ver o resultado imediatamente, executando o projecto (F5 ou ctrl + F5)

2. Arquitectura de 3 camadas

O desenho de aplicações estruturados em camadas é extremamente popular e recomendado. Esta arquitectura permite incrementar a performance da aplicação, a sua escalabilidade, flexibilidade, re-utilização de código e ter uma panóplia de outros beneficios.

Existem  vários desenho mas, nós iremos utilzar a arquitectura de 3 camadas, o que significa que a nossa aplicação será dividida em 3 grandes áreas de funcionalidade

  • Data Layer, permite gerir a base de dados e aceder a dados nela contidos
  • Business Layer, permite gerir as regras e lógica de negócio
  • Presentation Layer, é a camada de visualização (User Interface)

Em baixo podemos ver uma imagem de uma arquitectura de 3 camadas em ASP.NET

3. Data Access Layer (DAL)

Como vimos anteriormente, nesta camada fica a Base de Dados e o acesso à mesma.

Para conseguirmos esse objectivo, vamos criar um novo projecto do tipo “Class Library”, na nossa aplicação. Como mostra a figura em baixo.

De seguida vamos apagar o ficheiro “Class1″ criado neste novo projecto e vamos adicionar uma Entity Data Model.

Criamos um projecto vazio

4. Criar a Base de dados

Depois de adicionada a Entidade temos de criar as tabelas e as respectivas associações.

Para isso carregamos no botao direito do rato em cima do Entity Data Model Designer.

Depois de criada a tabela, temos de criar as colunas (propriedades). Como mostra em baixo. Ou carregando na tecla “Enter”, quando se tem uma tabela seleccionada

Não esquecer de definir as propriedades de cada coluna no ecrã de propriedades.

4.1 Associações e Cardinalidade

Ao criar modelos geralmente temos diversas entidades cada uma com diversos atributos que podem ser relacionados entre si.

Um relacionamento pode ser entendido como uma associação entre instâncias de Entidades devido a regras de negócio. Normalmente ocorre entre instâncias de duas ou mais Entidades, podendo ocorrer entre instâncias da mesma Entidade (auto-relacionamento).

Para definir o número de ocorrências de uma entidade usamos o conceito de Cardinalidade.

A Cardinalidade indica quantas ocorrências de uma Entidade participam no mínimo e no máxima do relacionamento.

Cardinalidade UM para UM, UM para N e N para N.

Na imagem em baixo, criamos uma associação entre Empresas e Localidades de UM para N.

Uma Empresa pertence a uma Localidade, uma Localidade possui nenhuma ou muitas Empresas.

O resultado ficará visivel no editor

4.2 Modelo Final (está sujeito a alteração)

Em baixo está o resultado do nosso modelo até à data.

5. Conclusão

Por hoje damos o tutorial por terminado. Para a semana vamos falar do Membership, como criar e gerir utilizadores. Em baixo podem fazer download do projecto (Visual Studio 2010). Caso tenham alguma questão já sabem, deixem um comentário em baixo.

Download: GoodToWork [ 225Kb ]

Windows numa pen USB

Windows numa PEN-USB!

Criado por Pedro Pinto em 2 de Maio de 2007 | 216 comentários

Ora bem meus caros, todos nós sabemos que no Linux o uso de Live CD’s (ou mesmo através de PEN’s USB) é actualmente uma coisa banal. No Windows até hà pouco tempo desconhecia que isso seria possível de fazer. Bem, mas trago-vos boas notícias, hoje não vou falar do Linux (prometo) mas vou ensinar-vos a criar um Live CD Windows…Não acreditam? É tão certo como eu fazer anos hoje :) , mas hoje quem vos dá o presente sou eu.

Uma das perguntar que ressaltará de imediato neste blog é: “Mas para que quero eu um LIVE CD ou PEN-USB Live com o Windows?” Bem, vou enumerar algumas situações:

– Apanharam um virose no computador e agora não conseguem recuperar os ficheiros que lá tinham.Solução: LIVE CD/PEN-USB

– Querem fazer backup de um determinado disco mas o ficheiro xpto está corrompido e não vos permite entrar no sistema: Solução: LIVE CD/PEN-USB

– etc, etc, etc

Bem, vamos lá ao trabalho que se faz tarde. Para construirmos uma PEN ou CD Live com Windows vamos precisar do seguinte:

MATERIAL NECESSÁRIO:

– Uma PEN com 256 MB (no mínimo)

– CD de instalação do Windows (Pode ser Windows XP com o SP2 de preferência ou Windows 2003)

– O software PEBuilder (Este programa também permite efectuar o processo de slipstreaming ou seja permite incluir o SP1 ou SP2 à vossa versão do Windows, caso esta ainda não possua)

– O utilitário PE2USB.exe

PASSOS NECESSÁRIOS:

1) Instalar o PEBuilder

2) Ir a Iniciar-> Programas->PEBuilder->PEBuilder

– Na origem escolher a drive que corresponde ao vosso leitor de CD/DVD onde se encontra o CD/DVD do Windows

– No destino devem escolher o nome para a pasta para onde vão ser copiados os ficheiros necessários.

Extra: Esta secção serve para definirem um caminho para uma pasta que também pretendam incluir no vosso CD/PEN Live Windows. Nessa pasta podem colocar a vossa fotografia, a da namorada, mp3′s, vídeos, documentos…o que quiserem.

Selecione os PLUGINS – Nesta secção o utilizador poderá escolher outros utilitários (como por exemplo: anti-vírus, putty, nero burning rom, UltraVNC, Remote desktop connection, etc etc ) que deseja incluir no seu CD ou PEN Live com o Windows (eu escolhi somente o plugin: Boot Fix, voçês podem personalizar da forma que pretenderem). Também podem incluir drivers para os vossos dispositivos, entre outros.

3) Após a definição dos parâmetros acima referidos e de escolherem os plugins, devem no menu principal carregar no botão Construir.

4) Após clicarem no botão de Construir, o programa vai começar a “criar” o vosso CD/PEN Live Windows, copiando todos esses ficheiros para o destino que vocês definiram (ex: C:\pebuilder3110a\BarPE).Atenção!!!, para o utilizadores que pretenderem a criação de um CD Live ao invés de uma PEN USB devem definir que o Media Destino será Gravar para CD/DVD. Para quem escolher a opção Gravar para CD/DVD, no final deverá reiniciar a máquina, ir à BIOS e definir como first boot o vosso CDROM.

Para quem pretender criar uma PEN LIVE WINDOWS vamos continuar !!!

5) As instruções a partir deste ponto, só serão necessárias para quem pretender arrancar com o Windows através de uma PEN USB. Para tal, instalem o utilitário PE2USB.exe (Devo-vos dizer que antes de descobrir este utilitário tive de andar a partir bastante pedra para conseguir por isto a funcionar!!!)

Nesta parte só têm de definir os parâmetros como mostra a figura ou seja, no format Options escolham “Enable Disk Format” e depois escolham o nome que pretendem dar à vossa PEN. No Source Path To Build Bart/PE WinPE Files devem definir o directório para onde mandaram a vossa compilação (criada pelo PEBuilder). Em seguida botão Start. Nesta fase o programa irá formatar a vossa PEN e inserir a imagem do vosso Windows Live na mesma.

6) Quando derem conta que o processo acabou, fazem restart à vossa máquina, vão a BIOS e escolhem como first boot a vossa PEN (também definido como dispositivo removível).

7) Feito isto, o vosso sistema deverá correr às mil maravilhas a partir do CD que vocês construíram ou através da vossa PEN-USB.

Seguem alguns screenshots:

– A43 file management utility (Onde podem aceder a todos os vossos discos)

– Configuração das vossas placas de rede

Outras considerações:
– Suporte para configuração de rede
– Suporte para o Nero Burning Rom (Para poderem gravar CDs e DVDs)
– A43 File Management Utility (Tipo o explorer do windows)
– Calculadora, wordpad, Paint, prompt (CMD), Task Manager,
– É possível aceder a outras máquinas através do Putty , UltraVNC ou Remote Desktop Connection

ATENÇÃO !!!! ..Tudo isto é personalizável. Podem incluir o que quiserem.. Fácil não é? Portem-se bem e divirtam-se como eu me diverti….Ufaaaa tá feito. Hoje tinha mesmo de sair este POST :) . Um agradecimento ao Carlos Fonseca.