Dica Windows 10: Como obter mapas para acesso offline

Com o Windows 10 a Microsoft passou a disponibilizar no seu sistema uma app de Mapas. A base de dados da app é a mesma da versão web e mobile do HERE Maps e logo por aí está tudo dito.

Há no entanto uma funcionalidade “escondida” que pode dar jeito quando não temos conectividade. Hoje ensinamos como podem obter os mapas para acesso offline.

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Obter os mapas no Windows 10 para acesso offline é algo bastante simples e rápido. Para isso basta que abra a app Mapas e depois carregue no ícone lateral inferior. Aí dentro devem carregar na opção transferir ou actualizar mapas.

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Depois basta carregar em Transferir mapas

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Escolham o Continente

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E por fim devem indicar qual o país que pretendem. No caso de Portugal os mapas ocupam 218 MB. Há mapas para todos os países.

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E está feito! Depois de descarregados os conteúdos, o utilizador pode usar na mesma a aplicação de mapas de uma forma actualizada mesmo não tendo acesso à Internet.

Fonte: Dica Windows 10: Como obter mapas para acesso offline – Pplware

Linux: Como aumentar a velocidade de acesso à Internet?

Infelizmente no mundo da tecnologia/comunicações não existem “milagres”! Quando se fala em acesso à Internet tudo depende da velocidade contratada ao operador e como sabemos essa largura de banda é normalmente partilhada por outros utilizadores.

No entanto é sempre possível fazer algumas afinações no sistema de modo a garantir a velocidade mais rápida possível. Para quem usa Linux, aqui ficam algumas dicas.

Alteração do DNS

Um dos serviços mais importantes em qualquer rede é o DNS (Domain Name System)). Este serviço é responsável pela tradução de nomes, em endereços de IP e vice-versa e funciona à base de pedidos e respostas, isto é, uma máquina faz um pedido para saber o IP associado a um determinado nome e o serviço envia-lhe essa informação.

Quanto mais rápido for essa resposta mais rápida será a ligação da nossa máquina ao servidor (ex. servidor web) que pretendemos aceder. Um dos serviços de DNS mundiais mais rápidos actualmente é o da Google com os endereços 8.8.8.8 e 8.8.4.4 (isto para IPv4) e 2001:4860:4860::8888 (para IPv6).

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Alteração do MTU

MTU é a abreviatura para Maximum Transmission Unit. O MTU é basicamente o parâmetro que determina o tamanho máximo dos pacotes (por exemplo, se vão enviar um filme de 800 MB pela rede, esse conteúdo tem de ter “partido” em pedaços mais pequenos (fragmentação) para que seja recebido pelo destinatário).

Se o valor do MTU é pequeno isso traduz-se num maior número de pacotes criados o que significa a ocupação do canal de transmissão por mais tempo.  Mas afinal qual o melhor MTU?

Podemos fazer testes e verificar qual a melhor valor para nossa ligação. Para isso podem recorrer à popular ferramenta ping e começar com um MTU de 1472 (o standard para Ethernet é 1500 bytes) e depois incrementar /decrementar 10 até encontrarem qual o melhor valor.

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Depois de encontrarem o melhor valor basta ir ao ficheiro /etc/network/interfaces e acrescentar a linha “mtu 1472” (indicando qual o vosso melhor valor encontrado.

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Browser

Ao nível do browser é também possível fazer algumas afinações. Tanto o Firefox com Chrome/Chromium permitem activar um tipo de “fast caching” que pode aumentar a velocidade dos nossos acessos regulares. Para activar tal funcionalidade (no chrome) basta escrever o endreço

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Fonte: Linux: Como aumentar a velocidade de acesso à Internet? – Pplware

Wiko Fever: octacore com 3 GB de memória abaixo dos 250 euros

O Fever é o novo topo de gama da marca francesa, que continua a apostar na relação qualidade/preço.

As características parecem impressionantes para o preço anunciado: processador de outro núcleos a 1,3 GHz, 3 GB de memória RAM, 16 GB de armazenamento, ecrã Full HD de 5,2 polegadas, 4G, Dual SIM e sistema operativo Android 5.1. O Wiko Fever, o novo topo de gama da marca francesa, vai chegar ao mercado nas próximas semanas por um preço recomendado de 249 euros.

De acordo com o comunicado da Wiko, o Fever mede 148×73,8×8,3 mm e pesa 143 gramas.

A Wiko, que garante ocupar a segunda posição no mercado livre em Portugal, apresentou ainda duas outras novidades, o Pulp (€179) e o Pulp Fab (€199). Estes dois smartphones 3G também recorrem a um processador de oito núcleos, mas apresentam menos memória RAM (2 GB). A grande diferença entre estes dois terminais está no ecrã: o Pulp Fab tem um ecrã de 5,5”, enquanto o Pulp tem um ecrã de 5”. Ambos são HD.

Fonte: Wiko Fever: octacore com 3 GB de memória abaixo dos 250 euros

Análise ao smartphone Huawei P8 lite

O Huawei P8 lite foi lançado este ano a lado do Huawei P8, uma versão ligeiramente inferior ao P8 em termos de especificações, mas muito mais acessível e com um desempenho que faz jus às suas características de smartphone de gama média.

Conheça em pormenor o Huawei P8 lite.

Aspectos positivos
  • Câmaras fotográficas
  • Qualidade do ecrã
  • Desempenho
  • Construção
Aspectos negativos
  • Falhas pontuais de rede móvel

1 – Características Gerais

Apesar de já ter sido lançado em Maio, o Huawei P8 lite é ainda hoje alvo de muitas questões por parte dos nossos leitores. Na verdade, ele é ainda uma excelente opção de compra mesmo com os vários equipamentos que já foram lançados posteriormente.

O Huawei P8 lite tem um ecrã de 5 polegadas, o design é simples e elegante, com linhas que o aproximam do Huawei P8. Vem equipado com um processador HiSilicon Kirin 620, Octa-core 1.2 GHz Cortex-A53 e tem um GPU Mali-450MP4.

Está disponível com 2 GB de RAM e 16 de armazenamento interno, expansível através de micro SD, abdicando da utilização de um cartão SIM, já que tem opção de utilizar dois cartões SIM (nano e micro SIM).

A câmara principal é de 13 megapíxeis (MP) e conta com o auxílio de um flash LED, e a câmara secundária é de 5 MP.

A caixa onde vem o Huawei P8 lite, além do smartphone, traz o manual de instruções rápidas, o acessório para abrir a ranhura dos cartões, um cabo USB/microUSB, o carregador e ainda uns auriculares.

2 – Design

Da Huawei já é comum uma elegância presente nos seus smartphones pelo que o Huawei P8 lite não é excepção. Construído em plástico, bastante leve, com uma moldura a imitar metal (tal como a Samsung fazia nos seus modelos mais antigos) e uma traseira em branco escovado. Pesa 131 g e tem 7,7 mm de espessura.

Na frente tem o ecrã de 5 polegadas, a cima, o LED de notificações, os sensores de luminosidade e proximidade, o altifalante e a câmara de 5 MP. A baixo não existe qualquer botão capacitivo, apenas a inscrição da marca.

Nas laterais, do lado esquerdo não existe qualquer botão, porta ou ranhura de cartões, em cima estão o jack de áudio de 3,5 mm e o microfone. Do lado direito encontra-se o botão de volume, o botão de power, a ranhura para cartão nano-SIM/microSD e a ranhura para o outro cartão micro SIM. Na lateral de baixo, está a grelha de áudio, onde do lado esquerdo se encontra o microfone e do lado direito o altifalante e a meio a porta micro USB.

Na traseira em cima encontra-se a câmara de 13 MP e o flash LED. A capa traseira não é removível e não inclui nada mais além do logótipo da Huawei.

3 – Interface, aplicações e funcionalidades

O Huawei P8 lite vem com a versão 5.0 do Android Lollipop personalizada através da interface própria da Huawei, a Emotion 3.1 UI. Esta interface não tem diferenças relativamente ao que o Huawei P8 apresenta, apenas tem menos algumas funcionalidades, o que é normal tendo em conta a diferença de hardware entre ambos.

Aqui não existe um menu com todas as apps instaladas no smartphone. Existem sim, as aplicações distribuídas por vários ecrãs, todos eles personalizáveis, mais ou menos ao estilo do iOS, mas com a vantagem de se poderem utilizar todos os widgets, que acabam por trazer uma melhoria em termos de produtividade e informação disponível ao utilizador.

A barra de notificações, basicamente contém todas as informações comuns de um Android, as notificações são mostradas por ordem cronológica, com informação da hora a que foram recebidas. Algumas destas notificações são interactivas e permitem acesso a algumas acções rápidas.

Em termo de aplicações, o utilizador pode contar com as várias aplicações Google, um Gestor de Telefoneque permite, entre outras opções, optimizar o desempenho do smartphone, activar Filtros de assédio que bloqueia chamadas e mensagens de números pré-definidos pelo utilizador, números de origem duvidosa ou desconhecido, e ainda o bloqueio de aplicações que passam a poder ser acedidas apenas através de um código PIN.

Vem ainda com um bloco de notas, um gestor de temas comum nos smartphones da Huawei, um gestor de Ficheiros, Gravador de voz e ainda uma série de Ferramentas úteis, como calculadora, Rádio FM, Espelho, Lupa, Gestor de Cartões SIM e Lanterna, entre outros.

Em termos de desempenho, o Huawei P8 lite comportou-se de forma exemplar tendo em conta a gama onde se insere. Muito fluido, sem bloqueios ou desfasamentos entre troca de aplicações. Há, no entanto, que referir que o Huawei P8 perde sinal de rede esporadicamente, não é algo que tenha afectado muito a comunicação, contudo, em 2 ou 3 situações, durante a análise, foi necessário desligar a chamada em curso e voltar a retomar devido à perda de rede.

Através do Benchmarck Antutu, o P8 lite conseguiu uma pontuação de 31111, um valor muito próximo do conseguido em smartphones como o InnJoo One 3G HD, o Xiaomi Mi 4i, ou até mesmo do UMI Iron.

Resta referir que a qualidade do ecrã, tendo em conta o tamanho e a resolução, é muito boa, tem uma definição e um contraste que fazem dele um aspecto positivo a destacar, principalmente, na gama de preços onde se insere. Já o som é um pouco ruidoso com o volume no máximo.

4 – Câmaras

O P8 lite vem equipado com uma câmara principal de 13 MP e uma secundária de 5 MP. A câmara principal conta ainda com o auxílio de um flash LED e faz gravação de vídeo a 1080p.

A câmara principal vale a pena ser comparada com a do Huawei P8 já que partilham características comuns. Apesar do P8 lite apresentar menos opções de captura que o P8, a verdade é que os resultados finais de uma foto são igualmente satisfatórios, não sendo o desempenho em fotografia ou vídeo que pesem na decisão de compra entre um ou outro modelo.

Relativamente à câmara frontal os resultados são bons, mas nada de espectacular. O modo de Beleza a partir do nível 3 começa a deformar a cara das pessoas, mas isso é algo transversal entre os smartphones da Huawei.

Estes são alguns exemplos de imagens fotografadas com o Huawei P8 lite:

Huawei P8 lite - Foto 7 Huawei P8 lite - Foto 6Huawei P8 lite - Foto 4 Huawei P8 lite - Foto 3Huawei P8 lite - Foto 2 Huawei P8 lite - Foto 1Huawei P8 lite - Foto a paisagem

5 – Veredicto

O Huawei P8 lite revelou-se ao longo da análise um smartphone bastante competente tendo em conta as suas características. De notar que ao preço a que se encontra actualmente, o Huawei P8 lite apresenta-se como uma das melhores opções já que pode ser adquirido a menos de 200 euros.

Um problema que tem sido apontado por alguns utilizadores, mas que na minha experiência se revelou ao nível dos demais smartphones já aqui analisados, prende-se com a autonomia. Na verdade, não considero que seja um problema, com uma utilização comum, alguns minutos de chamadas, notificações e sincronização do e-mail activas, visualização de vídeos no YouTube durante 30~40 minutos diários e outras tarefas, nunca cheguei ao fim de um dia sem bateria, tendo mesmo conseguido utilizar durante 2 dias inteiros. Além do mais, o Huawei P8 lite tem várias opções e perfis de poupança de energia que o utilizador pode adaptar às suas necessidades.

Huawei P8 ou Huawei P8 lite, qual a melhor opção?

Fonte: Análise ao smartphone Huawei P8 lite

Accelerating the Mobile Web | Project AMP

O Projeto AMP é uma iniciativa da Google para melhorar a performance das páginas web em mobile. AMP HTML faz com que as páginas carreguem instantaneamente em dispositivos móveis. O WordPress irá brevemente desenvolver um plugin de AMP…

Today we’re announcing support for Accelerated Mobile Pages for WordPress, a new open source initiative spearheaded by Googleto dramatically improve performance of the mobile web.

“Speed has always been a cornerstone of Google Search and we’re thrilled to be working alongside others in the tech industry and publishers around the world to bring the Accelerated Mobile Pages Project to life.”
—Dave Besbris, VP Engineering, Google Search

The mission of the WordPress project is to democratize publishing, and with 24.6% of sites running the software—making WordPress the most popular CMS on the web—we feel we’re making good progress.

That success has been built on our openness, our flexibility, and our commitment to delivering the best possible user experience—both for publishers, and their readers.

To that end, we are developing a plugin to support the AMP specification, enabling publishers to produce AMP-formatted content from WordPress without lifting a finger (other than clicking “publish”, naturally). The plugin is still in early stages, but you can see it in action onWordPress.com or even this very post.

If you’re interested in kicking the tires, submitting improvements, or squashing bugs, we’d love your help.

We believe that open source is one of the most powerful ideas of our generation. We strongly and actively support a free, open internet. We’re very happy to support an open source initiative like AMP, which brings publishers and technology companies together to make a better mobile experience for everyone.

Fonte: Accelerating the Mobile Web | WordPress.com VIP

6 Secrets Designers Won’t Tell

Trade secrets are hard to find out. Designers try to keep them as secret as they can, but to no success. Well, they won’t get any help from us. We are here to share tips and tricks, so every creative professional’s dream comes to reality.We have rounded up six secrets designers won’t tell.

Take these secrets kindly – they won’t make you a better designer nor they will help you win awards. They are just useful tips and tricks that will probably suit your needs. It all comes down to how you want to work. Scroll down below and see what all the fuss is about.

1. Steal stuff

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Yup. Steal stuff, and make it your own. I don’t mean plagiarize other people’s stuff. I mean get inspired by their work, take their craft and make something of your own. Designers will never admit to this, but every successful creative professional has done this, and will do this.

Let’s put it this way – you have an idol in the creative business, he is an incredibly talented artist, and you want to become like him. First off, read what he reads, visit places that he visits. Be in the medium that he puts himself constantly. See what inspires him and steal it for yourself. Make it your inspiration. Adapt it to your needs.

You will soon be on the way of stealing his clients if you are so passionate about the work you do. There is no shame in being better at the game than your peers. It’s a pity of not playing it, regardless of the outcome.

2. Procrastinate as long as you can

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Inspiration will hit when you least expect it, so why not do the things you love the most? Procrastinate until you can work, those are words that I live by. Explore different things and ideas. Read a good book, watch an awesome movie that you are postponing for such a long time.

Or you could do the most menial task there is like arranging your music collection backwards, by age – what album is the closest to Michael Jacksons last album. By all means, go crazy.

We all know the fear of a deadline creeping, and how we fluster getting back to work. Eventually, you will have to get back to work and leave the art of procrastinating for another day.

3. Don’t overpromise

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You will be inclined to overpromise a lot of stuff, just to snag that client under your fingers. The most important thing here is to realize how much time you have on your hands, and if you can finish the project that you promised.

You just promised your client that you will have three revisions, and a new layout for him till’ tomorrow, didn’t you? Keep doing that and you will lose them faster than saying – Deadline not met. Be sincere and realist, so you have time to meet his expectations of quality and quantity.

4. Pretty doesn’t count

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Don’t just make your project eye-candy, make it also fully responsive. Prioritize on the functionality and how will it make it get viral, rather than just creating only a beautiful design. People will stare at the beauty, but they will come back if it is useful.

Pretty doesn’t count if you don’t bring anything else to the table, and pretty will fade soon in front of other mesmerizing things that will eventually appear. Think on the long-term, and how your project will stand the test of time. Will it be remembered? Or will it be forgotten?

Don’t get me wrong here, it is nothing bad in creating a beautiful design, but you need utility for it to flourish and grow to its full capacity.

5. Don’t prioritize on being unique

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John Oliver once said – “ I like to think of news and advertising as the separation of guacamole and Twizzlers. Separately, they are good. But if you mix them together, you make them both gross.”; if you prioritize on only creating unique projects, of only shocking your peers and the world, you will meet a dead end, filled only with frustration, and despair. You don’t have to be ashamed on creating designs that just fit the norm.

By doing so, you will have the opportunity of finding your niche, on being unique by exploring the standards and pushing boundaries to the limit. When you get past the limit that was set by your predecessors, you will not recognize it as being unique, you will just tell yourself that you are in the norm. Others will do that for you, others will applaud and gawk at your designs, and call them unique.

6. Finish one before starting another

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Working on different projects and expecting to get them all to be innovative has to be one of the silliest things I have heard in a while. Focus on each task appropriately, and indulge in the art form the proper way. If you get clustered with tons of projects, not only they will lack the quality that you and the client desire, but they will become a burden, and you will soon start hating the thing that you love the most – designing, creating art.

Inspiration will hit, but where to use it? How to use it? It will become a stressful situation that you don’t need in your life. This doesn’t mean that you should work on just one project at a time, you create your pace, but be careful how you multitask – it can lead to ruin.

Take into consideration these neat tips and tricks, these disclosed secrets and use them wisely. Do you have one that you would like to share with us? Feel free to post in the comments section below. We would just love to hear you out!

Editor’s Note: This post was originally published in September 2014 and has been completely revamped and updated for accuracy and comprehensiveness.

Fonte: 6 Secrets Designers Won’t Tell, by Claudia