Windows 8 – Novidades na interface de cópia de ficheiros

Windows 8 – Novidades na interface de cópia de ficheiros

Criado por Pedro Simões em 25 de Agosto de 2011 | 60 comentários

O Windows 8 ainda não surgiu de forma oficial e muito se tem já escrito sobre ele. Promete ser uma verdadeira revolução sobre a forma como trabalhamos e interagimos com o nosso computador.

As novidades têm surgido de forma muito controlada e sempre de forma a tornarem ainda mais apetecível a sua chegada às mãos dos utilizadores. Agora foi apresentada uma novidade relacionada com a cópia de ficheiros e a nova interface para esta função.

A Microsoft criou um blog específico para que possam ser apresentadas as novidades que o Windows 8 vai trazer e é aí que tem feito estes pequenos anúncios. Foi aqui que pudemos encontrar a novidade que agora foi tornada pública. No Blog Building Windows 8 foi apresentado o que será a nova interface de cópia de ficheiros.

Esta nova interface centrou-se na necessidade de tornar o processo de cópia mais simples e conciso, com uma interface única e dando um elevado grau de controlo ao utilizador.

Assim, em vez de termos o normal e actual processo de cópia de ficheiros em que para cada uma é aberta uma nova janela, para podermos acompanhar o processo, passamos a ter todos os processos agrupados numa única janela. Os utilizadores do Windows vão deixa de ter de andar de janela em janela à procura do processo que pretendem acompanhar.

Passa ainda a ser possível pausar uma cópia, retomá-la ou cancela-la. Desta forma vão conseguir determinar qual o processo de cópia que pretendem terminar primeiro. É ainda possível clicar na pasta de origem ou de destino e abrir as pastas correspondentes.

Uma segunda novidade, e que será do agrado de todos, é a possibilidade de termos nessa interface gráficos em tempo real das taxas de transferência que essas cópias estão a ter. Conseguem assim acompanhar melhor essas cópias e caso seja necessário decidir que ficheiros devem prioritizar.

A última novidade que foi apresentada está relacionada com os problemas que existem ao copiar ficheiros para pastas onde existem já ficheiros com o mesmo nome. Até agora éramos brindados com uma simples mensagem a indicar que existiam já ficheiros com o mesmo nome nessa pasta.

A alteração introduzida permite que tenham numa interface única uma pré-visualização dos ficheiros (original e cópia) para que possam comparar e decidir se pretendem sobrepor ou não esses ficheiros.

Estas novidades são apenas mais umas das muitas que o Windows 8 vai trazer quando chegar ao mercado. As promessas de que será um sistema operativo inovador estão a começar a tomar forma e a concretizar-se.

Homepage: Building Windows 8

Wifi Joiner – Ligar a uma rede wifi através de um código QR

Wifi Joiner – Ligar a uma rede wifi através de um código QR

Criado por Pedro Pinto em 26 de Agosto de 2011 | 50 comentários

Actualmente, são muitos os meus amigos que possuem dispositivos móveis como por exemplo iPhone/iPad, smartphones com Android, Blackberrys, etc. Quando os convido para passarem lá por casa, a primeira coisa que me perguntam é qual a senha de acesso para se ligarem a rede. Por questões de segurança, costumo alterar a senha de acesso de mês a mês e então quando passam lá por casa a conversa é sempre a mesma: Pedro, qual o nome da rede??? Qual a senha WPA/WPA2??? xX7#1%pf0as quuuêê???

Para resolver facilmente esta questão decidi criar um código QR!

wifi_00

Já por diversas vezes vos apresentámos as vantagens de usarem códigos QR. Conseguem com eles partilhar informação de forma simples e rápida. Basta criar um código e começar a partilhar com quem pretendem que tenha acesso a essa informação.

No entanto sempre achei que esta tecnologia estava a ser mal aproveitada uma vez que normalmente é apenas usada para partilhar links. Recentemente descobri  um projecto fantástico, com o nome wifi Joiner, que permite incluir num código QR toda a informação que um utilizador necessita para aceder a uma rede wifi. Lá em casa, em vez de andar todas as vezes a dar o SSID da rede e senha agora basta que os meus amigos apontem o leitor QR para o código e a rede no dispositivo é automaticamente configurada.

A utilização do Wifi Joiner é muito simples bastando seguir os seguintes passos:

Passo 1 – Criação do código QR (necessário aceder aqui)  e inserir as informações na nossa rede Wifi (SSID, Network Security Type e Secret Key) onde:

  • SSID – Nome da rede wireless
  • Network Security Type:
    • WPA/WPA2
    • Open
    • WEP
  • Secret Key: chave WPA/WPA2 ou WEP

Depois de inserir as informações, basta carregar em Generate QR Code

wifi_join

Passo2 – No Android basta ter o cliente Wifi Joiner instalado e apontar o cliente para o código QR. Para estabelecer a ligação basta carregar em Connect to network

wifi_01

Ora aqui está uma excelente utilização da tecnologia QR. Experimentam e dêem-nos o vosso feedback.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Android 1.6 +
Homepage: wifijoiner [272 KB]


Comandos Linux para Totós – Tutorial nº9

Comandos Linux para Totós – Tutorial nº9

Criado por Pedro Pinto em 25 de Agosto de 2011 | 18 comentários

Estrutura de Directórios

Ora vivam !!! Cá estamos nós para mais uma rubrica “Comandos Linux para Totós”. Hoje vamos falar sobre a estrutura geral de directórios de um sistema Linux. A estrutura de directórios varia de distribuição para distribuição, no entanto vamos referenciar os directórios mais importantes.

linux_totos

A estrutura de directórios de um sistema Linux apresenta um formato de árvore, onde a raiz (/) tem o nome de root.

system_00

Outros directórios que fazem parte da estrutura de ficheiros

  • / – Raíz do sistema;
  • /bin – Contem um conjunto de programas que são usados durante o arranque do sistema ou para a reparação do sistema (binários para todos os utilizadores) ;
  • /boot – Ficheiros de boot (inicialização; boot‐loader; Grub); kernel do Linux.
  • /dev -Dispositivos (devices) de entrada/saída: floppy, hardisk, cdrom, modem
  • /etc – Ficheiros de configuração, scripts de inicialização, etc
  • /sbin – Contem os principais programas para administrar e reparar o SO (binários para administrador do sistema);
  • /home – Directorias de trabalho locais dos utilizadores;
  • /lib – Bibliotecas necessárias para que o sistema e programas possam funcionar correctamente;
  • /mnt – Directório de montagem de unidades de disco amovíveis (disquetes,
    CD_ROM, Disco Magnéticos, discos USB,etc;
  • /opt – Para instalação de programas não oficiais da distribuição
  • /proc – Contém ficheiros virtuais que representam o estado actual dos processos
    em execução e informação sobre o estado de muitos componentes do SO
  • /tmp – Ficheiros temporários gerados pelos programas
  • /usr– Contém mais subdirectórios com programas, bibliotecas, utilitários, etc
    • /usr/local – Para instalação de programas não oficiais da distribuição
    • /usr/bin – A maior parte dos comandos destinados aos utilizadores
    • /usr/src – O código fonte do sistema operativo, para quem pretender modificar
    • /usr/lib – Bibliotecas (libraries) relacionadas com a programação e os packages
  • /var – Directório usado por vários serviços (ex. correio electrónico,
    ficheiros em fila de espera para impressão, WebServer, locks para impedir que vários utilizadores usem em simultâneo o mesmo periférico, logs);
  • /var/spool – Área onde são guardadas as filas de espera das impressoras e do correio electrónico;
  • /var/lock – Área onde é registada a utilização de vários serviços e periféricos
  • /var/run – Inclui vários ficheiros com a identificação de vários processos responsáveis pelos serviços em execução
  • /var/log – Vários ficheiros com o registo de praticamente todos os eventos que
    acontecem no sistema (útil para efeitos de segurança e administração);

Dica: Para quem pretender obter detalhadamente uma descrição da estrutura hierárquica do sistema, pode usar o comando man hier

man_00

Para quem não está habituado à estrutura de ficheiros do Linux, no início parece um pouco confuso saber onde está o quê e em que directório colocar/trabalhar com determinados ficheiros. É tudo uma questão de habituação (tal como aconteceu com outros sistemas).

Artigos relacionados

Process Hacker – O seu PC debaixo de olho

Process Hacker – O seu PC debaixo de olho

Criado por Pedro Simões em 27 de Agosto de 2011 | 4 comentários

Termos o nosso PC controlado e sempre monitorizado deve ser uma ideia que devemos ter constantemente. Devemos saber com o máximo pormenor o que se passa nos bastidores e que processos estão a fazer o quê.

Uma das ferramentas que já testámos e apresentámos foi o Process Explorer, desenvolvida pela Microsoft e pelos criadores das famosas ferramentas Sysinternals. Uma alternativa que descobrimos e que consegue ser mais completa que o Process Explorer é o Process Hacker.

Esta ferramenta permite que vejam todos os processos que estão a correr na vossa máquina, bem como outras informações importantes e que vão ser úteis. A forma de apresentar os processos a correr permite ver quem são os seus “pais” e como foram invocados. Desta forma conseguem perceber a razão de determinado programa estar a correr e quem é a entidade que o está a utilizar.

Os processos estão arrumados numa estrutura de árvore, com as respectivas dependências, e são marcados por cores para indicar os agrupamentos. Podem em qualquer altura terminar um ou mais processos com um simples clique de rato. São ainda oferecidas muitas mais ferramentas que vos vão permitir gerir e depurar esses processos e os seus respectivos filhos.

O Process Hacker permite ainda ver que serviços estão a correr na vossa máquina e podem decidir quais os que pretende terminar. Basta um clique no botão direito do rato no processo escolhido e é mostrado um menu de contexto onde podem decidir iniciá-lo ou pará-lo.

Para além das funções já enumeradas, o Process Hacker permite ainda ter acesso a uma informação que é extremamente útil e que por norma está disponível apenas noutro tipo de ferramentas. Falamos na mointorização dos processos e aplicações que acedem à Internet.

Vão conseguir ter acesso a informação detalhada sobre que aplicações estão ligadas à Internet e a receber ou a enviar dados. Com esta informação vão conseguir determinar se existem aplicações a aceder indevidamente à rede e se existem aplicações “estranhas” a serem executadas e a enviar/receber dados.

O Process Hacker consegue competir com ferramentas já bem firmadas no mercado e que são usadas por muitos. Têm mais funcionalidades que as outras e consegue ser mais robusta.

Usem-no como um misto de gestor de sistema e um monitorizador para situações anormais. Conseguem terminar ou iniciar processos de forma simples, controlar os serviços de forma rápida e obter informação extremamente útil na zona de dados de rede.

Se são utilizadores do Process Explorer então experimentem o Process Hacker, de certeza que vão mudar…

Artigos relacionados:

Licença:  GNU Affero General Public License v3 (AGPLv3)
Sistemas Operativos: Windows XP/ Vista/ 7
Download: Process Hacker 2.20 Portable [1.89MB]
Download: Process Hacker 2.20 [1.59MB]
Homepage: Process Hacker

Comandos Linux para Totós – Tutorial nº10

Comandos Linux para Totós – Tutorial nº10

Criado por Pedro Pinto em 27 de Agosto de 2011 | 12 comentários

Ora vivam caros linuxianos!!! Cá estamos nós para o décimo tutorial da rubrica “Comandos Linux para Totós”. Aproveitando este artigo, adianto desde que já que vamos ter uma surpresa na próxima rubrica. Estejam atentos!

Bem, hoje vamos aprender a copiar e mover ficheiros entre directórios (coisa simples não é ??).

Prontos para mais uma viagem no “terminal preto”?  Lets go!

totos

Relembramos que para acompanharem estes tutoriais é necessário que possuam um terminal Unix/Linux para ir experimentando e aprendendo os comandos apresentados. Para os que já dominam a matéria, lanço desde já o desafio de colaborarem nesta rubrica (podem enviar os vossos artigos para mim).

Como já referimos em alguns artigos, a shell (terminal) do Linux permite introduzir comandos. Através dos comandos podemos realizar quase todas as tarefas possíveis num sistema como por exemplo copiar ficheiros, criar/apagar directórios, controlar serviços, etc.

whoami | pwd | id | who | date | cal | man | hostname | uptime | history | uname | lsb_release | df … ainda se lembram? Se não, vejam aqui e aqui

Tal como referido, hoje vamos aprender a copiar e a mover ficheiros entre directórios. Para tal é necessário recorrer aos comandos «copy»(para copiar ficheiros) e «mv»  (para mover ficheiros).

Antes de passar a alguns exemplos do comando «copy» e «mv» apenas indicar qual a diferença entre caminho absoluto e caminho relativo:

  • Caminho absoluto – identificação do caminho de acesso desde a raiz / (ex: /a/b/c/d)
  • Caminho relativo – Indica o caminho de acesso ao ficheiro a partir do directório corrente
Como copiar ficheiros

Para copiar ficheiros : cp origem destino

Exemplos

Copia o ficheiro ppinto para dentro directório tmp

cp ppinto /tmp/

Copia todos os ficheiros localizados em /tmp para o directório actual

cp /tmp/* .

Nota: O ‘*’ serve para indicar todos os ficheiros e o ‘.’ serve para indicar o directório corrente

Como mover ficheiros

Para mover ficheiros : mv origem destino

Exemplos

Mover todos os ficheiros do directório corrente para /home/ppinto

mv * /home/ppinto

Mover todos os ficheiros do directório corrente para a pasta tmp dentro da home directoy do utilizador

mv * ~/tmp

Nota2: O ’~’ indica a home directory do utilizador (ex. /home/ppinto)

Alguns exercícios

Considerando a seguinte estrutura, responda às seguintes questões:

  • Estando em site, como copiar o ficheiro info para dentro de forum?
  • Estando em pplware  como copiar o ficheiro aabb para dentro do directório corrente?
  • Como mudar o nome do ficheiro dados para dados2?
  • Estando em ppinto, como mover todos os ficheiros para o directório site?

linux_struct

Por hoje ficamos por aqui  e desde já conto com a vossa colaboração, respondendo às questões colocadas. Há alguma dúvida?

Como extra, hoje deixo-vos um vídeo da história do Linux inserido nas comemorações dos 20 anos deste excelente sistema operativo.

Não se esqueçam, estejam atentos à próxima rubrica e não deixem de publicar as respostas às questões colocadas neste artigo.

Bom fim de semana! poweroff

Artigos relacionados

Outlook4Gmail – Contactos sincronizados

Outlook4Gmail – Contactos sincronizados

Criado por Pedro Simões em 29 de Agosto de 2011 | 14 comentários

Uma das vantagens que o serviço de email da Google nos oferece é podermos ter, de forma centralizada e na Internet, os nossos contactos disponíveis. Podemos depois sincronizar e aceder a esses contactos com os nossos dispositivos móveis, garantindo que os temos disponíveis em qualquer lugar e a qualquer hora.

No entanto a maioria de nós tende a ter o acessos a essas contas em clientes de email configurados nos nossos computadores, não tendo forma oficial de configurar esses contactos com esses clientes. Existem algumas ferramentas para realizar essa sincronização e agora apresentamos uma que se integra com o Outlook de forma perfeita, o Outlook4Gmail.

Este add-on para o Outlook vai permitir que realizem o sincronismo dos contactos que têm em diversas contas de Gmail. Este sincronismo pode ser realizado de várias formas. Ou apenas num sentido ou em ambos.

O Outlook4Gmail tem suporte para várias contas de Gmail e Google Apps, o que não é normal neste tipo de ferramentas gratuitas. Tipicamente apenas permitem uma conta de Gmail e reservam as funcionalidades extra para as versões pagas.

Depois de instalado o Outlook4Gmail devem configurá-lo. É aconselhável que fechem o Outlook antes de o instalarem. A forma de aceder ao Outlook4Gmail dentro do Gmail não é trivial, mas pode ser feita através dos seguintes passos.

Aceder a Ficheiro, depois escolham Opções e Suplementos. Depois devem escolher da lista de add-ons apresentados o Outlook4Gmail. Cliquem no botão Opções do Suplemento e será aberta a janela de configuração do Outlook4Gmail.

É nesta janela que devem indicar as contas de Gmail ou Google Apps que com que pretendem efectuar o sincronismo. Basta carregarem no botão Add New e colocarem o email e a palavra passe. Adicionem tantas quanto pretenderem.

Nessa janela podem ter acesso ao registo das operações efectuadas, iniciar o processo de sincronismo e ver o histórico. Uma das funções mais importantes está também aqui e permite que definam a forma como o sincronismo vai ser feito.

Podem definir que os contacto se realizam num sentido apenas, do Gmail para o Outlook ou o oposto, ou nos dois sentidos, de e para o Outlook. Podem definir o que fazer em caso de existirem dois contacto idênticos (substituir pelo do Outlook, manter o do Outlook ou manter o mais recente).

Por fim podem activar o sincronismo permanente e em tempo real e a opção de não apagar os itens no destino.

O Outlook4Gmail foi criado para funcionar perfeitamente no Office 2003, 2007 e 2010. Relembramos que devem fechar o Outlook antes da instalação do Outlook4Gmail, por forma a evitar problemas nessa instalação.

Esta ferramenta é de extrema importância para todos os que fazem do Gmail ou Google Apps a sua ferramenta central para email, calendário e contactos. Vão poder ter os vossos contactos sincronizados entre as diferentes contas e o vosso Outlook, de forma automática e sem intervenção do utilizador.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows XP/ Vista/ 7
Download: Outlook4Gmail 1.0 [751.59KB]
Homepage: Outlook4Gmail

Aprenda a instalar o IIS no Windows 7

Aprenda a instalar o IIS no Windows 7

Criado por Pedro Pinto em 31 de Agosto de 2011 | 10 comentários

Quando se fala em servidores/serviços Web, o nome mais sonante é o Apache. De uma forma geral, um servidor Web, tal como o nome indica, é a “base” para publicarmos os nossos sites ou ficheiros. Apesar da maioria dos servidores Web existentes na Internet funcionarem com base no Apache (cerca de 60%), são muitas as alternativas atualmente disponíveis. Hoje vamos conhecer e aprender a instalar no Windows o IIS (Internet Information Services) – o servidor Web da Microsoft.

iis_00

No pplware já apresentamos alguns servidores Web dos quais destacamos o Apache (ver aqui), LIGHTTPD (veraqui), Cherokee (ver aqui), entre outros. O IIS,actualmente na versão 7.5, é o servidor Web da Microsoft  e tem como principais características a flexibilidade, escalabilidade, segurança e fácil gestão.

Como instalar o IIS no Windows 7?

O IIS não vem instalado nativamente no Windows 7. Para instalar facilmente o IIS no Windows 7, basta abrir oPainel de Controlo e escolher Get programs.

iis_01

Depois seleccionamos do lado esquerdo “Turn Windows features on or off” e nas funcionalidades apresentadas escolhemos Internet Information Services e carregamos em OK para se iniciar a instalação (Existe ainda a opção de instalarem um servidor FTP caso pretendam).

iis_02

Depois de instalado, podemos gerir o serviço web acedendo ao painel de gestão do IIS. Para isso, basta ir a executar e escrever iis.

Dentro do painel de gestão/configuração do IIS, podemos iniciar/reiniciar/parar o serviço, proceder a configurações de autenticação, compressão, logging, modulos, certificados, MIME Types, etc.

iis_03

De referir ainda que por omissão os sites ficam em C:\inetpub\wwwroot. Para aceder via browser aos sites (localmente) é o normal…. Considerando que temos o directório C:\inetpub\wwwroot\pplware, acedemos a localhost e depois o nome da pasta do site (ex. http://localhost/pplware) ou então através do nome definido para o directório virtual. Para finalizar apenas referir que o IIS é um bom e estável serviço Web, que disponibiliza suporte para a maioria das linguagens de programação. Para quem nunca experimentou, aconselhamos a testar. Para quem já experimentou, não se esqueçam de deixar o vosso feedback.

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